{"help": "https://dados.uffs.edu.br/vi/api/3/action/help_show?name=datastore_search", "success": true, "result": {"include_total": true, "limit": 100, "records_format": "objects", "resource_id": "a9ea16ba-79d1-4fdd-82b3-e2cd309e39e1", "total_estimation_threshold": null, "records": [{"_id":1,"projeto_registro":"CUL-2026-58","projeto_titulo":"Feira do Livro de Erechim: participação da UFFS","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2026-05-10","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"JORGE VALDAIR PSIDONIK","nome_campus":"Erechim","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"Arte; Ciência; Cultura; Educação; Feira do Livro","resumo":"A Feira do Livro de Erechim é um dos principais eventos do Alto Uruguai. A UFFS integra a programação oficial com diversas atividades: palestras, oficinas, aulas abertas, esquete de teatro, lançamento de livros, bem como compondo um estande compartilhado entre diversas Instituições de Ensino. 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Nesse horizonte, a cultura não é concebida como elemento acessório, complementar ou decorativo da formação e da gestão em saúde, mas como dimensão constitutiva dos modos pelos quais sujeitos aprendem, ensinam, cuidam, trabalham, narram suas trajetórias e atribuem sentido à vida coletiva. Em um contexto marcado pela persistência de modelos formativos fragmentados, pela hegemonia de racionalidades biomédicas, pela dissociação entre teoria e prática e por dificuldades históricas de integração entre universidade, serviços de saúde e comunidade, torna-se estratégico construir iniciativas que mobilizem linguagens artístico-culturais como mediadoras de processos pedagógicos, políticos e sociais comprometidos com a humanização, a participação e a defesa da saúde pública. O título do programa, ao articular “luz, câmera” e “humaniz-ação”, expressa justamente a aposta de que a cultura, por meio de linguagens como audiovisual, história oral, fotografia, performance, escrita criativa, exposição, podcast, teatro e memória social, pode não apenas representar experiências, mas produzir deslocamentos concretos nas formas de perceber, ensinar e praticar o cuidado.\r\n\r\nA proposta fundamenta-se na compreensão de que o SUS, além de ser uma política pública estruturante, é também um campo narrativo e cultural, no qual usuários/as, profissionais, gestores/as, estudantes e comunidades elaboram cotidianamente experiências de acolhimento, sofrimento, luta, invenção, vínculo, burocracia, escuta, resistência e produção do cuidado. Contudo, boa parte dessas experiências permanece sub-representada, invisibilizada ou capturada por discursos institucionais excessivamente normativos, que nem sempre traduzem a densidade ética, afetiva e social da vida concreta nos territórios. Nesse sentido, a cultura pode operar como tecnologia social de escuta, expressão, mediação e reconhecimento, permitindo que o SUS seja pensado, contado, criticado e valorizado por aqueles/as que o constroem no cotidiano. Ao mesmo tempo, no interior da universidade, a incorporação de práticas culturais em processos formativos pode ampliar repertórios pedagógicos, favorecer aprendizagens mais implicadas com a realidade, tensionar a rigidez disciplinar e fortalecer a formação crítica, sensível e interprofissional. O programa propõe, portanto, a articulação de ações culturais permanentes, integradas e territorializadas, capazes de reunir estudantes, docentes, técnicos/as, trabalhadores/as do SUS, gestores/as e usuários/as em processos de criação, memória, registro, circulação e reflexão coletiva.\r\n\r\nTrata-se de um programa guarda-chuva que engloba, de forma articulada, dois projetos centrais e complementares. O primeiro dedica-se à produção de novas linguagens artístico-culturais a partir da ótica de usuários/as, profissionais e gestores/as em saúde, transformando experiências do SUS em narrativas coletivas, roteiros, registros audiovisuais, performances, podcasts e outras formas expressivas. O segundo volta-se à visibilização, ao registro e à preservação das histórias de quem construiu o SUS em Chapecó-SC, por meio da história oral, da memória social e da organização de acervos e produtos culturais capazes de reconhecer sujeitos e trajetórias invisibilizadas. A integração entre esses projetos confere unidade ao programa, pois ambos compartilham o mesmo eixo político-pedagógico: afirmar a cultura como campo estratégico para a humanização da formação e do cuidado, para a democratização da palavra e para o fortalecimento da integração ensino-serviço-comunidade. Assim, o programa busca constituir uma política cultural universitária e extensionista no campo da saúde, com capacidade de produzir efeitos formativos, institucionais, sociais e simbólicos duradouros.\r\n\r\nMetodologia\r\n\r\nA metodologia do programa será desenvolvida em perspectiva qualitativa, participativa, interdisciplinar, interprofissional e territorializada, articulando ensino, pesquisa, extensão e produção cultural. Sua operacionalização prevê planejamento contínuo, governança compartilhada e encadeamento de ações permanentes, de modo que os dois projetos vinculados se retroalimentem e formem uma rede integrada de criação, memória, formação e circulação cultural. A execução terá início com a constituição de uma coordenação geral e de um núcleo gestor ampliado, composto por representantes da universidade, de cursos da área da saúde e de áreas afins, de serviços do SUS, da gestão municipal, de conselhos e instâncias participativas, além de agentes culturais e estudantes extensionistas. Esse núcleo será responsável pela pactuação do plano de trabalho, pela definição do cronograma anual, pela articulação interinstitucional, pela gestão de recursos, pela comunicação do programa e pela avaliação processual das atividades. Serão realizadas reuniões periódicas de coordenação, com registro em ata, definição de responsabilidades, monitoramento das metas, análise de riscos operacionais e adequações metodológicas necessárias ao desenvolvimento das ações.\r\n\r\nEm sua fase inicial, o programa realizará mapeamento de atores, instituições, serviços, territórios e experiências culturais e formativas potencialmente vinculadas ao SUS e à universidade. Esse mapeamento envolverá levantamento de cursos e componentes curriculares com aderência temática, identificação de serviços de saúde e equipamentos culturais parceiros, reconhecimento de lideranças locais, trabalhadores/as históricos/as, usuários/as com trajetórias significativas, gestores/as e coletivos sociais interessados em participar. Paralelamente, será organizada uma etapa de sensibilização e mobilização, com encontros presenciais e/ou híbridos destinados à apresentação do programa, discussão de seus objetivos e construção de pactos éticos e metodológicos. Nesses encontros serão trabalhados temas como direito à memória, cultura e saúde, escuta qualificada, autoria compartilhada, uso de imagem, consentimento, respeito às trajetórias e compromisso com a devolutiva social dos produtos criados.\r\n\r\nA seguir, serão ofertadas ações formativas regulares, sob a forma de oficinas, laboratórios e ciclos de estudos, destinadas a estudantes, docentes, técnicos/as, trabalhadores/as do SUS, gestores/as e participantes da comunidade. Essas atividades terão caráter teórico-prático e abordarão fundamentos da relação entre cultura, saúde e formação; noções de história oral e memória social; introdução à narrativa, ao roteiro e ao storytelling; técnicas de entrevista, registro audiovisual e captação de som; fotografia documental; curadoria e montagem de exposições; linguagem de podcast; mediação cultural; escrita de perfis e crônicas de memória; princípios de acessibilidade comunicacional; e estratégias de circulação de produtos culturais em espaços universitários, comunitários e institucionais. As oficinas serão organizadas por módulos, com cargas horárias compatíveis com a participação de diferentes públicos, incluindo turmas em horários variados, materiais de apoio, certificação e acompanhamento por monitores/as e bolsistas.\r\n\r\nNo projeto voltado à produção de narrativas e linguagens culturais do SUS, a metodologia se desdobrará em rodas de conversa, círculos narrativos, oficinas de criação, laboratórios de roteiro e núcleos de produção colaborativa. Inicialmente, serão promovidos encontros de escuta com usuários/as, profissionais e gestores/as para identificação de temas sensíveis do cotidiano do cuidado, como acolhimento, acesso, humanização, trabalho em equipe, sofrimento institucional, vínculos, processos de gestão, experiências bem-sucedidas, violências sutis, invenções cotidianas e trajetórias de cuidado. Esses encontros gerarão um acervo preliminar de situações, cenas, falas, imagens e memórias que servirão de base à elaboração de produtos culturais. Em seguida, grupos mistos, formados intencionalmente por participantes com diferentes inserções e experiências, serão convidados a transformar essas vivências em roteiros, cenas, episódios de podcast, pequenos documentários, ensaios fotográficos, intervenções culturais, leituras dramáticas ou outras linguagens consideradas pertinentes. Cada grupo contará com facilitação de docentes, artistas convidados/as ou técnicos/as com experiência em criação coletiva, garantindo mediação de conflitos, apoio técnico e preservação do caráter participativo das decisões estéticas e narrativas.\r\n\r\nNo projeto dedicado às memórias do cuidado e às histórias de quem construiu o SUS em Chapecó-SC, a metodologia terá como eixo central a história oral, associada à produção cultural e à organização de acervo. Após definição de critérios de seleção dos/as participantes, serão identificadas pessoas com trajetórias relevantes para a construção local do SUS, contemplando diversidade geracional, territorial, institucional e profissional. Esse conjunto poderá incluir trabalhadores/as pioneiros/as da rede, gestores/as de diferentes períodos, usuários/as com forte participação social, conselheiros/as, lideranças comunitárias, apoiadores/as institucionais, agentes comunitários/as, docentes e demais sujeitos cujas experiências ajudem a compreender a constituição histórica do cuidado em Chapecó-SC. Com base nisso, serão realizadas entrevistas de história oral em profundidade, preferencialmente em locais significativos para os/as entrevistados/as ou em ambientes acordados previamente, com captação de áudio e vídeo, registros fotográficos e uso de roteiros semiestruturados. Após as entrevistas, o material será transcrito, sistematizado, revisado e, sempre que pertinente, devolvido aos/às participantes para validação ética e narrativa.\r\n\r\nOs materiais oriundos dos dois projetos serão submetidos a processos de curadoria, organização temática e produção técnica. Isso incluirá seleção de trechos de entrevistas, edição de vídeo e áudio, tratamento de imagens, redação de sinopses, elaboração de legendas, textos de apresentação, organização de conjuntos expositivos e construção de percursos narrativos para circulação pública. O programa buscará constituir um acervo digital de memória e criação cultural vinculado ao SUS e à universidade, reunindo entrevistas, fotografias, vídeos, roteiros, podcasts, registros de oficinas e demais materiais autorizados. Esse acervo será pensado não apenas como arquivo, mas como dispositivo pedagógico e político, passível de uso em componentes curriculares, atividades extensionistas, ações de educação permanente em saúde, eventos científicos, mostras culturais e processos de formação comunitária.\r\n\r\nDo ponto de vista da integração com a vida universitária, o programa será articulado a disciplinas de graduação e pós-graduação, projetos de extensão, estágios, ações de pesquisa, ligas acadêmicas, grupos de estudo e iniciativas de formação docente e técnica. Pretende-se que estudantes participem ativamente da elaboração, execução, registro e avaliação das ações, assumindo funções de bolsistas, monitores/as, entrevistadores/as, roteiristas, produtores/as culturais, mediadores/as de debate e organizadores/as de mostra. A inserção curricular poderá ocorrer por meio de atividades extensionistas vinculadas a componentes obrigatórios ou optativos, seminários integradores, jornadas temáticas, estágios interprofissionais e trabalhos de conclusão de curso articulados às ações do programa. Dessa forma, o programa não se limitará a ofertar eventos esporádicos, mas buscará impregnar a cultura institucional com práticas permanentes de escuta, criação e memória.\r\n\r\nA socialização e circulação dos resultados também constituirão parte essencial da metodologia. Serão organizadas mostras culturais universitárias e comunitárias, exibições comentadas de documentários e produtos audiovisuais, lançamento de episódios de podcast, exposições fotográficas, rodas públicas de memória, sessões de debate em serviços de saúde e eventos integrados à agenda acadêmica e municipal. Sempre que possível, essas ações serão acompanhadas de mediação cultural, de modo a estimular debate crítico e leitura contextualizada dos materiais, evitando consumo passivo dos produtos. A comunicação do programa utilizará canais institucionais e plataformas digitais, com identidade visual própria e estratégias de divulgação voltadas a diferentes públicos. Por fim, a avaliação se dará de forma processual e participativa, por meio de diários de campo, registros de frequência, questionários qualitativos, rodas avaliativas, entrevistas com participantes, análise dos produtos criados e sistematização das percepções sobre os efeitos formativos, culturais e institucionais do programa. Essa avaliação subsidiará relatórios, produções técnicas e publicações acadêmicas, além de orientar a continuidade e o aperfeiçoamento das ações.\r\n\r\nResultados esperados\r\n\r\nEspera-se que o programa produza, em primeiro lugar, a consolidação de uma agenda cultural permanente e estruturada no interior da universidade, articulada ao SUS e à comunidade, capaz de reconhecer a cultura como dimensão estratégica da formação, da extensão e da defesa da saúde pública. Em vez de ações isoladas, o objetivo é constituir uma política de médio e longo prazo, com continuidade, identidade própria, capacidade de mobilização social e impacto pedagógico institucional. Um resultado central será a formação de estudantes, docentes, técnicos/as e trabalhadores/as do SUS em linguagens artístico-culturais, metodologias narrativas, memória social e dispositivos de escuta, ampliando repertórios de atuação, comunicação e reflexão crítica sobre o cuidado. Espera-se que os/as participantes desenvolvam competências relacionadas à sensibilidade ética, à comunicação dialógica, à mediação cultural, ao trabalho coletivo, à leitura crítica do cotidiano dos serviços e à valorização da experiência como fonte legítima de conhecimento.\r\n\r\nNo plano material e cultural, o programa deverá gerar um conjunto consistente de produtos, entre os quais poderão figurar minidocumentários, episódios de podcast, acervos de história oral, exposições fotográficas, mostras audiovisuais, roteiros coletivos, intervenções artísticas, registros textuais e conteúdos digitais. Tais produtos terão duplo valor: por um lado, constituirão dispositivos de visibilização do SUS, de suas histórias e de seus protagonistas; por outro, funcionarão como materiais pedagógicos e extensionistas, passíveis de uso em aulas, seminários, formações em serviço, eventos culturais e debates públicos. No caso específico do eixo de memória, espera-se a constituição de um acervo inédito sobre a construção do SUS em Chapecó-SC, contribuindo para o reconhecimento de sujeitos, trajetórias e processos locais que, muitas vezes, permanecem fora dos registros oficiais. Esse acervo poderá fortalecer a identidade coletiva em torno da saúde pública, preservar memórias ameaçadas de apagamento e oferecer subsídios para novas pesquisas, projetos culturais e ações educativas.\r\n\r\nEspera-se ainda que o programa fortaleça a integração ensino-serviço-comunidade ao criar espaços compartilhados de produção cultural e interpretação da realidade. A aproximação entre usuários/as, estudantes, profissionais, gestores/as e comunidade, mediada por práticas de escuta e criação, tende a reduzir distâncias simbólicas, ampliar o reconhecimento mútuo e produzir novas formas de diálogo entre a universidade e os territórios. No âmbito da formação em saúde, o programa poderá tensionar currículos excessivamente conteudistas e fragmentados, mostrando, na prática, que a aprendizagem também se produz no encontro com a memória, com a arte, com a narrativa e com a complexidade concreta da vida social. Espera-se, igualmente, maior valorização institucional da extensão universitária, da cultura e da memória como eixos estruturantes da formação. No plano social e político, o programa poderá ampliar a visibilidade pública do SUS, contribuindo para sua defesa simbólica e social, ao mesmo tempo em que reconhece as pessoas que o constroem e o sustentam no cotidiano. Assim, os resultados esperados abrangem dimensões formativas, culturais, institucionais, sociais e políticas, reafirmando o potencial transformador da cultura nos processos de humanização da universidade, do currículo e do cuidado em saúde.\r\n\r\nContribuições para Interdisciplinaridade, Interprofissionalidade, ODS/ONU e curricularização da extensão\r\n\r\nAs contribuições do programa para a interdisciplinaridade são expressivas, na medida em que ele articula saberes, métodos e linguagens oriundos da saúde coletiva, das artes, da comunicação, da história, da educação e das ciências sociais, promovendo leitura ampliada dos processos de cuidado, formação e gestão. Em lugar de uma simples justaposição de áreas, o programa propõe um trabalho efetivamente transversal, no qual problemas complexos demandam interpretação compartilhada e elaboração conjunta de respostas. Ao transformar experiências do SUS em narrativas culturais e acervos de memória, o programa desestabiliza fronteiras rígidas entre campos disciplinares e favorece uma compreensão mais densa da saúde como fenômeno social, histórico, simbólico e político. Tal movimento fortalece uma perspectiva interdisciplinar comprometida não apenas com a integração de conteúdos, mas com a produção de novos modos de pensar e intervir.\r\n\r\nQuanto à interprofissionalidade, o programa cria condições concretas para o encontro e a colaboração entre diferentes categorias profissionais, estudantes de distintas áreas, gestores/as, técnicos/as e usuários/as, em situações que exigem escuta, corresponsabilidade, negociação de sentidos e produção compartilhada. Em vez de restringir a interprofissionalidade ao treinamento de competências clínicas ou organizacionais, a proposta a expande para o terreno da cultura, da memória e da narrativa, reconhecendo que o trabalho colaborativo também se fortalece quando os sujeitos constroem, juntos, leituras do cuidado, do território e da política pública. Ao atuar em oficinas, entrevistas, grupos de criação, processos curatoriais e momentos de circulação pública, os participantes exercitam comunicação, respeito à diferença, valorização dos saberes do outro, tomada de decisão compartilhada e construção coletiva de produtos e sentidos, o que contribui para uma formação interprofissional mais enraizada na realidade.\r\n\r\nNo tocante aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas, o programa dialoga diretamente com o ODS 3, ao valorizar o SUS, promover reflexão crítica sobre o cuidado e fortalecer, no plano simbólico e pedagógico, a defesa do direito à saúde e do bem-estar. Também se articula ao ODS 4, uma vez que propõe processos formativos inclusivos, críticos, criativos e socialmente referenciados, ampliando as possibilidades de educação de qualidade no ensino superior e na formação em serviço. Além disso, o programa contribui para o ODS 10, ao dar visibilidade a sujeitos e trajetórias frequentemente marginalizados ou sub-representados, e para o ODS 11, ao preservar memória social, patrimônio imaterial e pertencimento comunitário. Seu alinhamento com o ODS 17 é igualmente evidente, pois sua execução depende da construção de parcerias entre universidade, serviços de saúde, gestão pública, equipamentos culturais, coletivos sociais e comunidade. Dessa forma, o programa oferece uma contribuição concreta para agendas de desenvolvimento sustentável comprometidas com equidade, participação e fortalecimento de políticas públicas.\r\n\r\nNo que se refere à curricularização da extensão, o programa apresenta alto potencial estruturante, pois oferece uma base concreta para integrar ensino, pesquisa, cultura e extensão em experiências formativas contextualizadas e transformadoras. As ações propostas podem ser incorporadas a componentes curriculares, seminários integradores, atividades práticas, estágios, projetos de intervenção e percursos extensionistas, de modo que estudantes não apenas observem a realidade, mas atuem nela como sujeitos implicados, em diálogo com serviços e comunidades. Ao trabalhar com memória, narrativa e criação cultural, o programa favorece uma extensão universitária dialógica, crítica e não difusionista, na qual a comunidade não ocupa o lugar de receptora passiva, mas de coprodutora de saberes, metodologias e bens culturais. Essa perspectiva fortalece uma concepção de currículo vivo, aberto ao território, à experiência e à escuta, reafirmando a extensão como dimensão constitutiva da formação. Em síntese, o programa “Luz, câmera, humaniz-ação” contribui para reposicionar a cultura no centro dos debates sobre universidade, currículo e SUS, demonstrando que a humanização não se restringe a um discurso normativo, mas pode ser produzida em práticas concretas de memória, criação, escuta, participação e compromisso com a vida coletiva.","modalidade":"PROGRAMA","quant_cursos_envolvidos":2,"ids_cursos_envolvidos":"1400; 1411","nomes_cursos_envolvidos":"ENFERMAGEM - INTEGRAL [CHAPECÓ]; MEDICINA - INTEGRAL [CHAPECÓ]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Multilinguagem","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":3,"projeto_registro":"CUL-2026-56","projeto_titulo":"Memórias do Cuidado: histórias de quem construiu o SUS em Chapecó-SC","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2036-04-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"CLAUDIO CLAUDINO DA SILVA FILHO","nome_campus":"Chapecó","desc_area_cnpq":"ENFERMAGEM","palavras_chave":"Arte; Cultura; História; SUS","resumo":"Introdução\r\n\r\nO Sistema Único de Saúde (SUS) constitui-se como uma das mais importantes políticas públicas brasileiras, sendo resultado de processos históricos, sociais e políticos que envolveram a mobilização de diversos sujeitos e coletividades. Em nível local, como no município de Chapecó-SC, a construção do SUS foi marcada pela atuação de profissionais de saúde, gestores/as, usuários/as, lideranças comunitárias e instituições de ensino, que, ao longo das últimas décadas, contribuíram para a consolidação de práticas, serviços e modelos de cuidado no território. No entanto, grande parte dessas trajetórias permanece pouco documentada, dispersa ou invisibilizada, o que fragiliza a preservação da memória social do sistema e o reconhecimento dos sujeitos que o constituíram.\r\nA memória, enquanto dimensão fundamental da cultura, desempenha papel central na construção de identidades coletivas, na valorização de experiências históricas e na produção de sentidos sobre o presente. No campo da saúde, a memória do SUS não se restringe a marcos institucionais ou normativos, mas envolve narrativas vividas, experiências de cuidado, lutas políticas, desafios enfrentados e estratégias construídas no cotidiano dos serviços. Registrar essas histórias significa não apenas preservar o passado, mas também fortalecer o entendimento crítico sobre o sistema e suas transformações ao longo do tempo.\r\nNesse contexto, a articulação entre cultura e saúde emerge como estratégia potente para visibilizar e valorizar essas trajetórias, por meio da utilização de linguagens artístico-culturais que permitam traduzir experiências em narrativas acessíveis, sensíveis e socialmente mobilizadoras. A história oral, o audiovisual, a fotografia e outras formas de expressão cultural possibilitam transformar relatos individuais em patrimônio coletivo, ampliando sua circulação e impacto social.\r\nAlém disso, iniciativas voltadas à memória do SUS possuem importante dimensão formativa, ao possibilitar que estudantes, profissionais e comunidade conheçam os processos históricos que estruturaram o sistema, compreendam seus desafios e reconheçam seu papel na sua continuidade e fortalecimento. Ao valorizar diferentes vozes e perspectivas, tais projetos contribuem para uma formação mais crítica, reflexiva e comprometida com os princípios da saúde pública.\r\nDessa forma, o presente projeto propõe registrar, sistematizar e difundir as histórias de sujeitos que participaram da construção do SUS em Chapecó-SC, articulando memória social e produção cultural. Trata-se de uma iniciativa que busca valorizar trajetórias, promover reconhecimento e fortalecer a identidade do SUS enquanto patrimônio coletivo.\r\n\r\nMetodologia\r\n\r\nO projeto será desenvolvido a partir de uma abordagem qualitativa, participativa e cultural, estruturada em etapas operacionais interdependentes que articulam pesquisa de memória, formação cultural, produção artística e difusão pública.\r\nA primeira etapa consistirá na articulação institucional e planejamento operacional, envolvendo a Secretaria Municipal de Saúde de Chapecó, universidades (como a UFFS), serviços de saúde, conselhos de saúde e coletivos culturais. Serão realizadas reuniões para apresentação do projeto, definição de parcerias, pactuação de responsabilidades, elaboração do cronograma detalhado e definição de espaços físicos para realização das atividades.\r\nNa segunda etapa, será realizado o mapeamento e seleção dos participantes, com foco em sujeitos que tiveram participação relevante na construção do SUS no município. Serão considerados profissionais de diferentes categorias (enfermagem, medicina, agentes comunitários, gestão), gestores/as, usuários/as e lideranças sociais. Serão adotados critérios de diversidade geracional, territorial, institucional e de experiências, buscando contemplar diferentes períodos históricos do SUS em Chapecó.\r\nA terceira etapa envolverá a formação da equipe e capacitação em história oral e produção cultural, incluindo oficinas voltadas a estudantes, profissionais e participantes do projeto. Serão abordados temas como ética em pesquisa, técnicas de entrevista, escuta qualificada, construção de narrativas, captação audiovisual, fotografia documental e edição de conteúdo. Essa etapa visa qualificar tecnicamente os envolvidos para participação ativa no processo.\r\nNa quarta etapa, serão realizadas as entrevistas de história oral, utilizando roteiros semiestruturados que abordarão trajetórias pessoais, experiências no SUS, desafios enfrentados, conquistas e percepções sobre o cuidado em saúde. As entrevistas serão gravadas em áudio e vídeo, mediante consentimento ético, e acompanhadas de registros fotográficos. Estima-se a realização de 20 a 30 entrevistas, com duração média de 60 a 90 minutos cada.\r\nNa quinta etapa, ocorrerá a transcrição, organização e análise do material coletado, com identificação de eixos temáticos, construção de categorias narrativas e sistematização das histórias. Esse processo será realizado com participação da equipe e, sempre que possível, com devolutiva aos entrevistados para validação das narrativas.\r\nNa sexta etapa, será desenvolvida a produção dos produtos culturais, a partir das narrativas coletadas. Serão elaborados minidocumentários, episódios de podcast, exposição fotográfica e/ou mostra audiovisual. Os participantes serão organizados em grupos de trabalho para construção de roteiros, edição de vídeos, tratamento de imagens e produção dos conteúdos.\r\nNa sétima etapa, ocorrerá a curadoria e organização do acervo de memória, incluindo a criação de um acervo digital (site ou plataforma online) que reúna entrevistas, registros audiovisuais, fotografias e materiais produzidos, garantindo acesso público e preservação das informações.\r\nNa oitava etapa, será realizada a difusão e socialização dos resultados, por meio de mostras culturais, exibições públicas, eventos em serviços de saúde, universidades e espaços culturais do município. Serão promovidos debates com a comunidade, ampliando o alcance do projeto.\r\nPor fim, será conduzida uma avaliação participativa, utilizando entrevistas, grupos focais e registros reflexivos, com o objetivo de analisar os impactos do projeto na valorização da memória, formação dos participantes e fortalecimento do SUS.\r\n\r\nResultados esperados\r\n\r\nEspera-se a construção de um acervo estruturado de memória social do SUS em Chapecó-SC, reunindo relatos, imagens e narrativas de sujeitos que participaram de sua construção histórica. Esse acervo contribuirá para preservar e valorizar a história local do sistema de saúde.\r\nOutro resultado esperado é a produção de conteúdos artístico-culturais que ampliem a visibilidade do SUS, promovendo uma leitura mais sensível e crítica sobre suas práticas, desafios e conquistas. Esses materiais poderão ser utilizados em contextos educativos, culturais e formativos.\r\nO projeto também deverá promover o reconhecimento social dos sujeitos envolvidos, fortalecendo seu protagonismo e valorizando suas trajetórias. Espera-se contribuir para processos de pertencimento e identidade em relação ao SUS.\r\nNo campo da formação, prevê-se o desenvolvimento de competências relacionadas à comunicação, sensibilidade cultural, trabalho em equipe e reflexão crítica, especialmente entre estudantes e profissionais de saúde.\r\nAlém disso, o projeto deverá fortalecer a integração entre universidade, serviços de saúde e comunidade, ampliando espaços de diálogo e produção conjunta de conhecimento.\r\n\r\nContribuições para Interdisciplinaridade, Interprofissionalidade, ODS/ONU e curricularização da extensão\r\n\r\nO projeto promove interdisciplinaridade ao integrar conhecimentos das áreas da saúde, história, cultura, comunicação e ciências sociais, possibilitando uma compreensão ampliada da construção do SUS.\r\nNo âmbito da interprofissionalidade, estimula a colaboração entre diferentes categorias profissionais e atores sociais, favorecendo o desenvolvimento de competências relacionadas ao trabalho em equipe e à comunicação.\r\nEm relação aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, contribui para o ODS 3 (Saúde e Bem-Estar), ao valorizar o SUS; ODS 4 (Educação de Qualidade), ao promover formação crítica; e ODS 17 (Parcerias), ao fortalecer articulações institucionais.\r\nQuanto à curricularização da extensão, o projeto possibilita a inserção de estudantes em atividades que articulam ensino, pesquisa e extensão, promovendo formação comprometida com a realidade social e com os princípios do SUS.\r\n","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":2,"ids_cursos_envolvidos":"1400; 1411","nomes_cursos_envolvidos":"ENFERMAGEM - INTEGRAL [CHAPECÓ]; MEDICINA - INTEGRAL [CHAPECÓ]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Multilinguagem","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":4,"projeto_registro":"CUL-2026-55","projeto_titulo":"MedCast UFFS - Segunda edição","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2027-04-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"CARLOS SERGIO PRACA CONSALTER","nome_campus":"Chapecó","desc_area_cnpq":"MEDICINA","palavras_chave":"Ciência Acessível; Cultura; Extensão Universitária; Medicina; Podcast","resumo":"O projeto \"MedCast UFFS\" nasceu em 2025 e se mostrou como uma iniciativa cultural interdisciplinar e interprofissional que produz podcasts trimestrais explorando a medicina como fenômeno cultural, artístico e social, articulando saberes técnico-científicos, humanísticos e artísticos. A metodologia inclui planejamento temático, roteirização colaborativa, gravação no estúdio de podcasts do Campus Chapecó, edição sonora experimental e publicação em plataformas digitais, com divulgação ativa em redes sociais. Os resultados esperados são a produção de 4 episódios em formato de série documental, o desenvolvimento de linguagens inovadoras para comunicação científica e a formação crítica de ouvintes e participantes quanto às relações entre medicalização e cultura. O projeto gera produtos acadêmicos como artigos e relatórios de impacto social, além de capacitar estudantes em produção midiática. A ação é desenvolvida em parceria com o Hospital da Plástica Incutis Ltda, que apoiam a difusão dos conteúdos. A abrangência regional justifica-se pela distribuição digital dos episódios, que atingirão públicos diversificados em múltiplos municípios, potencializando o alcance temático e a inclusão de entrevistados de diferentes contextos geográficos. Envolve interdisciplinaridade com os cursos de Medicina (Chapecó e Passo Fundo) e Pós-graduação em Ciências Biomédicas (Chapecó). A execução conta com interprofissionalidade, integrando docentes, estudantes, servidores e colaboradores externos. O projeto impacta a formação discente ao desenvolver competências em comunicação científica, trabalho em equipe multidisciplinar e extensão universitária, alinhadas à curricularização da extensão. Seu alcance social prevê atingir diretamente mais de 200 pessoas e indiretamente mais de 5.000 via plataformas digitais, democratizando o debate sobre saúde e cultura. Além do caráter informativo, o MedCast propõe uma intervenção cultural, usando o áudio para fomentar reflexões coletivas sobre o papel da medicina na sociedade, com potencial para influenciar políticas públicas e práticas educativas.\r\nAtividade: Os membros do MedCast serão responsáveis por todo o processo de produção do podcast, desenvolvendo trabalho contínuo de criação cultural com base nos espaços da UFFS. As atividades terão como centro operacional o Estúdio de Gravação de Podcasts (sala 105, bloco A, Campus Chapecó), onde serão realizadas as principais etapas de produção. A equipe executará pesquisas temáticas aprofundadas para selecionar assuntos que explorem as conexões entre medicina, arte e sociedade, priorizando abordagens inovadoras. Em seguida, desenvolverão roteiros criativos que unam precisão científica com narrativa acessível, transformando conceitos médicos em conteúdo atraente para o público geral. As gravações dos episódios acontecerão integralmente no estúdio universitário, aproveitando a infraestrutura de qualidade disponível, com possíveis complementações em outros espaços quando necessário para ambientações específicas. O processo incluirá captação de áudio, edição sonora com incorporação de elementos artísticos e finalização para garantir padrões de excelência. A divulgação será realizada através das plataformas digitais e canais próprios da UFFS, com estratégias ativas de engajamento nas redes sociais. Os participantes atuarão em um sistema de rodízio de funções sob orientação docente, experimentando diferentes etapas da produção desde a pesquisa temática até a edição final, o que proporcionará formação integral em comunicação científica e produção cultural.","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":2,"ids_cursos_envolvidos":"6400; 1411","nomes_cursos_envolvidos":"MEDICINA - INTEGRAL [PASSO FUNDO]; MEDICINA - INTEGRAL [CHAPECÓ]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Audiovisual","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":5,"projeto_registro":"CUL-2026-54","projeto_titulo":"SUS em Cena: narrativas e linguagens culturais produzidas por quem vive o cuidado","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2036-04-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"CLAUDIO CLAUDINO DA SILVA FILHO","nome_campus":"Chapecó","desc_area_cnpq":"ENFERMAGEM","palavras_chave":"Arte; Cultura; Formação em Saúde; Integração ensino-serviço-comunidad; Sistema Único de Saúde","resumo":"INTRODUÇÃO\r\n\r\nO Sistema Único de Saúde (SUS) constitui uma das mais abrangentes políticas públicas brasileiras e se afirma como conquista social, civilizatória e democrática. Estruturado pelos princípios da universalidade, da integralidade e da equidade, o SUS não se resume a uma rede técnico-administrativa de ações e serviços, mas conforma um espaço vivo de relações, conflitos, aprendizagens, afetos, negociações e disputas de sentidos sobre a própria vida social. Em seu cotidiano, cruzam-se experiências de usuários/as, trabalhadores/as, gestores/as, estudantes, familiares, lideranças comunitárias e diferentes coletivos sociais, produzindo narrativas múltiplas acerca do cuidado, do sofrimento, do acolhimento, da prevenção, da gestão e do direito à saúde. Compreender o SUS apenas por indicadores, fluxos, protocolos e normativas é insuficiente para apreender sua densidade humana, simbólica e política. Há, portanto, necessidade de reconhecer que o sistema também é tecido por memórias, vozes, imagens, sensibilidades, repertórios culturais e linguagens que expressam, traduzem e disputam sentidos sobre a experiência de viver, adoecer, cuidar e ser cuidado/a no Brasil.\r\nNessa direção, a cultura não deve ser tratada como elemento acessório ao campo da saúde, mas como dimensão constitutiva das formas pelas quais sujeitos e coletividades significam o corpo, a doença, o sofrimento, a cura, o cuidado e as instituições. As práticas culturais atravessam o SUS em seus tempos, espaços, ritos, discursos, sociabilidades e modos de produzir vínculo. Nos corredores de uma unidade básica de saúde, nas filas de espera, nos conselhos locais, nas visitas domiciliares, nas reuniões de equipe, nos grupos educativos e nos atendimentos individualizados, são produzidas narrativas sobre dignidade, escuta, medo, esperança, abandono, solidariedade, burocracia, invenção e resistência. Tais narrativas, entretanto, nem sempre alcançam visibilidade pública, legitimidade institucional ou reconhecimento acadêmico, permanecendo fragmentadas, silenciadas ou capturadas por linguagens técnicas que não dão conta da riqueza de seus significados.\r\nA articulação entre saúde e cultura, nesse contexto, apresenta elevado potencial de inovação social, educativa e política. As linguagens artístico-culturais, ao mobilizarem sensibilidade, imaginação, estética, memória e criação coletiva, podem transformar experiências dispersas em narrativas compartilháveis, acessíveis e socialmente mobilizadoras. Teatro, roteiro, audiovisual, performance, literatura, poesia falada, radionovela, podcast, fanzine, fotografia social, exposição multimídia e outras formas expressivas possibilitam traduzir conteúdos complexos do cotidiano do SUS sem reduzir sua densidade, ampliando sua potência de comunicação e reflexão. Por meio da arte e da cultura, experiências frequentemente tratadas como casos isolados podem ser reelaboradas como cenas reveladoras de desigualdades, potências institucionais, dilemas éticos, conflitos de classe, gênero, raça, território e geração, bem como de estratégias inventivas de resistência e produção do cuidado.\r\nPropor que o SUS seja “roteirizado e dirigido por múltiplos atores” significa afirmar que a construção de narrativas sobre a saúde pública não deve ficar restrita a especialistas em comunicação, gestores centrais ou porta-vozes institucionais. Ao contrário, a produção de linguagens sobre o SUS precisa incluir, de maneira ativa e horizontal, aqueles/as que o vivenciam cotidianamente. Usuários/as, profissionais e gestores/as não são apenas fontes de informação para um produto cultural previamente concebido; são sujeitos de enunciação, autoria, interpretação, cena e direção. São capazes de selecionar temas, definir conflitos, nomear violências e potências, escolher enquadramentos simbólicos, compor personagens e produzir estética a partir de suas próprias experiências. A centralidade da participação desloca a cultura de um lugar de “representação sobre o outro” para um lugar de criação compartilhada entre sujeitos implicados em realidades comuns, ainda que atravessadas por posições desiguais.\r\nO presente projeto cultural parte justamente desse horizonte: construir processos coletivos de escuta, criação, sistematização narrativa e produção artístico-cultural no interior e em diálogo com o SUS, tomando como matéria-prima as experiências de usuários/as, profissionais e gestores/as em saúde. Pretende-se favorecer a emergência de novas linguagens capazes de comunicar, problematizar e valorizar o sistema público de saúde a partir de olhares situados, sensíveis e plurais. Não se trata de elaborar propaganda institucional nem de romantizar o cotidiano dos serviços. A proposta é criar condições para que contradições, sofrimentos, invenções, vínculos, memórias, falhas, disputas e conquistas do SUS sejam reelaborados em obras e processos culturais comprometidos com a escuta, a participação social, a democratização da linguagem e a defesa da saúde como direito.\r\nPor fim, este projeto compreende a criação cultural como processo e como produto. As oficinas, laboratórios e mostras serão experiências formativas, de diálogo e criação coletiva no projeto.\r\n\r\nMETODOLOGIA\r\n\r\nO projeto será desenvolvido com base em abordagem participativa, processual, territorializada e interdisciplinar, articulando ações de mobilização social, formação estética, escuta qualificada, criação colaborativa, produção cultural, circulação pública e avaliação compartilhada. Seu desenho metodológico considera que a qualidade de uma ação cultural vinculada ao SUS depende da capacidade de criar condições concretas para a participação autoral dos sujeitos envolvidos. Por essa razão, as atividades serão organizadas em eixos operacionais complementares, com cronograma flexível e pactuado, respeitando especificidades dos territórios, das instituições parceiras e dos grupos participantes.\r\nO primeiro eixo corresponderá à articulação institucional, mapeamento territorial e mobilização inicial. Nessa fase, serão estabelecidos contatos formais com secretarias municipais de saúde, coordenações de atenção básica, serviços especializados, instituições de ensino, equipamentos culturais, conselhos locais e coletivos comunitários interessados em participar da proposta. Serão realizadas reuniões de apresentação com equipes gestoras e técnicas para pactuação de objetivos, definição de espaços para atividades, identificação de públicos prioritários, alinhamento de agendas e levantamento de demandas logísticas. Paralelamente, será efetuado mapeamento preliminar de experiências, grupos e iniciativas culturais já existentes nos territórios, bem como de temas sensíveis associados ao cotidiano do SUS que possam subsidiar os processos criativos. Essa etapa incluirá produção de materiais de divulgação, formulários de inscrição e estratégias de convite dirigidas a usuários/as, profissionais e gestores/as, buscando diversidade de gênero, geração, ocupação, território, vínculo institucional e trajetória de participação social.\r\nO segundo eixo envolverá a composição do grupo ampliado do projeto e a realização de encontros de sensibilização. Pretende-se constituir um coletivo heterogêneo de participantes, garantindo presença equilibrada de usuários/as do SUS, trabalhadores/as de diferentes categorias profissionais, gestores/as e estudantes extensionistas ou bolsistas vinculados/as à proposta. Os encontros de sensibilização terão caráter introdutório e acolhedor, com duração prevista entre duas e três horas cada, e buscarão apresentar os fundamentos do projeto, discutir a interface entre saúde, cultura e direito à narrativa, além de construir pactos de convivência, escuta, ética, uso de imagem, cuidado mútuo e corresponsabilidade. Nesses momentos, serão utilizados disparadores como exibição de pequenos vídeos, leitura compartilhada de textos curtos, dinâmicas de apresentação e rodas de conversa sobre experiências marcantes no SUS.\r\nO terceiro eixo corresponderá às oficinas formativas em linguagens artístico-culturais. Serão ofertados módulos articulados entre si, totalizando carga horária suficiente para combinar experimentação estética e aprofundamento reflexivo. Entre os conteúdos previstos, destacam-se: fundamentos de narrativa e construção de cenas; escrita criativa e autobiográfica; noções introdutórias de roteiro; dramaturgia do cotidiano; expressão corporal e presença cênica; voz, oralidade e narração; fotografia social e composição visual; gravação e edição básica de áudio e vídeo; performance e intervenção cultural em espaços públicos; curadoria e mediação de mostras. Cada oficina combinará momentos expositivos breves, exercícios práticos, dinâmicas em pequenos grupos e espaços de partilha coletiva. O foco será possibilitar que pessoas com distintas trajetórias de escolarização e familiaridade com a arte possam encontrar formas legítimas de expressão e autoria.\r\nO quarto eixo será dedicado aos dispositivos de escuta e recolha de experiências. Após a sensibilização e as oficinas iniciais, serão realizados círculos narrativos temáticos, rodas de memória, entrevistas de inspiração autobiográfica, caminhadas comentadas pelos territórios, exercícios de observação participante em serviços e sessões de criação a partir de objetos, imagens e palavras-chave. Esses dispositivos terão a função de reunir material simbólico e narrativo para a elaboração das obras, respeitando sempre a vontade dos/as participantes quanto ao grau de exposição de suas histórias pessoais. Entre os temas que poderão emergir, destacam-se: acolhimento e espera; itinerários de acesso; encontros bem-sucedidos e experiências de violência institucional; trabalho em equipe e conflitos cotidianos; gestão, escassez e invenção; cuidado em saúde mental; atenção às populações vulnerabilizadas; memória das lutas pelo SUS; marcas da pandemia; experiências intersetoriais; cuidado domiciliar; e desafios de comunicação entre usuários/as, profissionais e gestão.\r\nO quinto eixo compreenderá os laboratórios de criação coletiva. Com base no acervo narrativo construído nas etapas anteriores, os/as participantes serão organizados/as em pequenos núcleos mistos, compostos preferencialmente por usuários/as, profissionais, gestores/as e estudantes, para elaboração de propostas artísticas. Cada núcleo contará com acompanhamento de facilitadores/as da equipe do projeto, responsáveis por mediar conflitos, apoiar a sistematização de ideias, sugerir recursos expressivos e garantir que a participação permaneça efetivamente compartilhada. Nessa fase, serão definidos recortes temáticos, linguagens prioritárias, formatos, títulos provisórios, personagens, cenas, roteiros, trilhas, elementos visuais e possibilidades de circulação. A meta não é padronizar produtos, mas incentivar diversidade de formas. Assim, um grupo poderá optar por curta-metragem documental, outro por cena teatral, outro por podcast em episódios, outro por exposição fotográfica comentada, outro por leitura dramática, outro por instalação multimídia ou zine ilustrado.\r\nO sétimo eixo será o da produção propriamente dita. Para produtos audiovisuais, serão realizados roteiros finais, definição de planos de filmagem, captação de imagens, gravação de entrevistas ou cenas, recolha de sons ambientes e organização do banco de imagens. Para produções cênicas, ocorrerão ensaios, construção de marcações, experimentação de figurinos, exercícios de presença e adequação da cena ao espaço de apresentação. Para podcasts e radionovelas, serão desenvolvidos roteiros sonoros, locuções, sonoplastia e edição. Para exposições ou instalações, haverá seleção de imagens, textos de parede, montagem espacial e estratégias de mediação com o público. Em todos os casos, a equipe técnica do projeto terá função de apoio e qualificação, mas a autoria coletiva dos grupos será preservada.\r\nO oitavo eixo contemplará momentos sistemáticos de devolutiva interna e crítica compartilhada. Antes da circulação pública, cada núcleo apresentará versões preliminares de seus materiais aos demais participantes do projeto, em sessões de escuta, visualização ou apresentação-piloto. Tais momentos permitirão colher impressões, perceber ruídos de comunicação, avaliar coerência ética e estética, revisar escolhas narrativas e aprimorar a acessibilidade dos produtos. Essa etapa de revisão coletiva também contribuirá para o fortalecimento da aprendizagem estética e política do grupo.\r\nO nono eixo será a circulação pública, socialização e mediação cultural. As obras produzidas serão apresentadas em mostras, sessões comentadas, eventos culturais, atividades extensionistas, espaços de educação permanente em saúde, unidades de saúde, instituições de ensino, conselhos e equipamentos culturais parceiros. Sempre que possível, as exibições ou apresentações serão acompanhadas de rodas de conversa com os/as autores/as e públicos participantes, favorecendo processos de mediação, escuta de recepção e debate sobre os temas suscitados. A circulação digital também será considerada, mediante disponibilização de parte dos materiais em plataformas institucionais, redes sociais do projeto ou ambientes virtuais parceiros, respeitando as autorizações firmadas.\r\nO décimo eixo consistirá no registro, monitoramento e avaliação processual. Durante toda a execução, serão mantidos diários de campo, atas sintéticas de encontros, registros fotográficos, fichas de participação, mapas de atividades realizadas, relatórios mensais e portfólio do projeto. A avaliação não ficará restrita ao final, mas será desenvolvida de modo contínuo, permitindo ajustes de percurso. Serão observados aspectos como adesão dos públicos, permanência dos/as participantes, qualidade da mediação, pertinência dos formatos escolhidos, desafios logísticos, grau de colaboração entre os diferentes segmentos e efeitos percebidos sobre expressão, escuta, vínculo e leitura crítica do SUS.\r\nDo ponto de vista operacional, a equipe mínima prevista compreenderá coordenação geral, coordenação de produção, facilitadores/as de oficinas, apoio técnico audiovisual, apoio de comunicação, bolsistas ou extensionistas e colaboradores/as convidados/as da área artística e da saúde. O calendário será organizado em ciclos, permitindo alternância entre encontros formativos, oficinas práticas, laboratórios, produção e circulação. Para garantir inclusão, buscar-se-á definir horários compatíveis com rotinas de trabalho e cuidado, ofertar certificados de participação, assegurar materiais de apoio, prever acessibilidade comunicacional sempre que possível e adotar linguagem clara nos convites e orientações.\r\nEm síntese, a metodologia do projeto se estrutura como percurso de cocriação cultural enraizado no território e na vida institucional do SUS. Não se limita a “usar” histórias dos sujeitos para produzir conteúdos; propõe-se a construir ambientes em que os próprios sujeitos possam elaborar, interpretar, discutir e difundir artisticamente suas experiências. Trata-se, portanto, de método que articula formação, produção, participação e devolutiva pública, valorizando tanto os processos quanto os resultados e reconhecendo a cultura como prática de escuta, intervenção e democratização da palavra.\r\n\r\nRESULTADOS ESPERADOS\r\n\r\nEspera-se, em primeiro lugar, constituir um processo cultural participativo capaz de reunir, em torno de objetivos comuns, sujeitos que habitualmente ocupam posições distintas no funcionamento do SUS. Ao aproximar usuários/as, profissionais, gestores/as e estudantes em experiências de criação compartilhada, o projeto pretende ampliar a escuta recíproca, reduzir distâncias simbólicas e favorecer a construção de novas formas de reconhecimento entre os atores implicados. Tal resultado é especialmente relevante em contextos marcados por rotinas aceleradas, hierarquias rígidas e linguagens institucionais que, por vezes, limitam a expressão de experiências complexas e divergentes.\r\nComo resultado material, espera-se produzir conjunto plural de obras e dispositivos artístico-culturais derivados dos laboratórios de criação, tais como curtas-metragens, cenas teatrais, podcasts, exposições, leituras performáticas, registros fotográficos comentados, zines, videoensaios ou outras linguagens definidas pelos grupos. A pluralidade formal é, em si, resultado desejado, pois expressa a recusa de uma narrativa única sobre o SUS e reafirma a legitimidade de diferentes modos de dizer, representar e sentir a saúde pública. Essas produções deverão compor acervo cultural passível de circular em ambientes acadêmicos, institucionais, comunitários e digitais, ampliando sua capacidade de alcance e incidência.\r\nNo plano simbólico e formativo, espera-se que os/as participantes desenvolvam maior confiança em sua capacidade de narrar, criar e interpretar criticamente o cotidiano do SUS. Usuários/as poderão ver reconhecida a legitimidade de suas experiências e memórias; profissionais poderão reelaborar questões relacionadas a trabalho, vínculo, sofrimento institucional e ética do cuidado; gestores/as poderão explicitar dilemas decisórios, tensões de gestão e estratégias locais de sustentação da política pública. Espera-se, assim, fortalecimento da autoria, da autoestima cultural, do sentimento de pertencimento e do exercício da palavra pública por parte dos diferentes segmentos envolvidos.\r\nOutro resultado esperado consiste na qualificação dos processos de comunicação sobre o SUS. Ao produzir materiais baseados em escuta qualificada e autoria compartilhada, o projeto poderá contribuir para deslocar representações simplistas ou estigmatizantes sobre o sistema, oferecendo narrativas mais densas, críticas e socialmente situadas. Não se busca construir discurso idealizado, mas ampliar repertórios sociais de compreensão do SUS, incluindo suas contradições, potências e historicidade. A médio prazo, tais materiais poderão ser utilizados em ações de educação permanente, formação estudantil, campanhas locais, debates públicos e atividades comunitárias, funcionando como disparadores de reflexão e diálogo.\r\nTambém se espera fortalecer vínculos entre universidade, serviços de saúde, gestão local e comunidade, consolidando uma rede interinstitucional de cooperação em torno da cultura e da saúde. Esse fortalecimento poderá se expressar na continuidade de parcerias, na abertura de novos espaços para extensão universitária, na incorporação de linguagens artísticas em ações formativas e na valorização de equipamentos culturais como parceiros estratégicos do SUS. Ainda que o projeto tenha duração delimitada, pretende-se que deixe capacidades instaladas, repertórios metodológicos compartilhados e memória institucional passível de inspirar novas iniciativas.\r\nPor fim, espera-se produzir efeitos subjetivos e coletivos decisivos para o sentido da proposta: abertura de espaços de escuta e elaboração simbólica; reconhecimento de histórias invisibilizadas; fortalecimento de memórias locais sobre o SUS; ampliação do direito à participação cultural; e produção de experiências em que a criação artística opere como forma de cuidado, reflexão e mobilização social. Em síntese, os resultados esperados abrangem dimensões materiais, formativas, simbólicas, institucionais e políticas, reafirmando a cultura como via legítima de defesa, problematização e reinvenção do SUS.\r\n\r\nCONTRIBUIÇÕES PARA INTERDISCIPLINARIDADE, INTERPROFISSIONALIDADE, ODS/ONU E CURRICULARIZAÇÃO DA EXTENSÃO\r\n\r\nNo campo da interdisciplinaridade, o projeto contribui ao articular saberes, métodos e sensibilidades provenientes da saúde coletiva, das artes, da comunicação, das ciências humanas e sociais, da educação e da gestão pública. Em vez de justapor áreas de conhecimento de maneira meramente formal, a proposta cria situações concretas em que problemas, narrativas e produtos exigem leitura compartilhada de múltiplas dimensões da realidade. Ao trabalhar com narrativas do SUS em linguagens artístico-culturais, o projeto favorece deslocamentos epistemológicos, questiona compartimentalizações rígidas e incentiva a produção de sínteses interpretativas mais complexas. Desse modo, a interdisciplinaridade aparece não apenas como princípio abstrato, mas como prática efetiva de elaboração coletiva.\r\nQuanto à interprofissionalidade, a proposta oferece espaço privilegiado para experimentação do trabalho colaborativo entre diferentes categorias e papéis sociais no campo da saúde. Ao participar de oficinas, laboratórios e produções conjuntas, profissionais de distintas áreas, gestores/as, estudantes e usuários/as são convocados/as a reconhecer limites e potências de seus próprios lugares de fala, bem como a negociar sentidos, prioridades e formas de ação. Esse exercício contribui para o desenvolvimento de competências interprofissionais, como comunicação dialógica, escuta ativa, corresponsabilização, tomada de decisão compartilhada, manejo de conflitos e valorização da complementaridade entre saberes.\r\nNo que se refere aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas, a iniciativa dialoga de modo direto com diferentes metas. Sua contribuição mais imediata se vincula ao ODS 3, ao fortalecer a valorização social do SUS, promover debate público qualificado sobre saúde e apoiar práticas de cuidado comprometidas com dignidade, participação e bem-estar. Também se relaciona ao ODS 4, ao criar percursos formativos inovadores, inclusivos e socialmente referenciados, integrando educação, cultura e experiência territorial. Além disso, o projeto incide sobre o ODS 10, ao ampliar visibilidade de vozes frequentemente sub-representadas e ao favorecer processos de expressão cultural que podem combater desigualdades simbólicas. Dialoga, ainda, com o ODS 11, na medida em que valoriza culturas locais, memória social, espaços públicos e pertencimento comunitário. Por fim, articula-se fortemente ao ODS 17, ao depender da construção de parcerias entre universidade, serviços, gestão, comunidade e equipamentos culturais.\r\nEm relação à curricularização da extensão, o projeto apresenta aderência expressiva ao princípio de integração entre ensino, pesquisa e extensão, uma vez que propõe intervenção social formativa baseada em demandas e experiências concretas dos territórios. A participação estudantil não se limita à execução operacional de tarefas; envolve inserção em processos de escuta, mediação, planejamento, criação, produção e avaliação, possibilitando aprendizagem situada e compromisso ético com a realidade social. Ao atuar junto a usuários/as, trabalhadores/as e gestores/as em ações culturais vinculadas ao SUS, estudantes ampliam sua compreensão sobre o papel social da universidade, sobre os sentidos da participação comunitária e sobre a necessidade de linguagens acessíveis na produção e circulação do conhecimento. Essa experiência pode enriquecer componentes curriculares, projetos integradores, estágios, práticas extensionistas e ações de formação cidadã.\r\nA curricularização da extensão também se fortalece porque o projeto produz conhecimentos reciprocamente construídos. A comunidade e os serviços não figuram como destinatários passivos da ação universitária, mas como coprodutores de saberes, metodologias e materiais culturais. Tal perspectiva contribui para superar modelos difusionistas de extensão e se aproxima de uma concepção dialógica, crítica e socialmente comprometida. Os produtos e registros do projeto poderão retroalimentar atividades de ensino e pesquisa, gerando debates em sala de aula, análises metodológicas e reflexões sobre cultura, participação social e políticas públicas.\r\nEm síntese, as contribuições do projeto ultrapassam a realização de produtos culturais isolados. Sua relevância reside em demonstrar, na prática, que cultura, saúde e educação podem compor arranjos criativos de transformação social, fortalecendo o SUS como direito, patrimônio público e território de narrativas plurais. Ao reunir múltiplos atores para roteirizar e dirigir novas linguagens sobre a saúde pública, a proposta amplia possibilidades de interdisciplinaridade, densifica experiências interprofissionais, contribui para objetivos globais de desenvolvimento sustentável e consolida a extensão universitária como prática de formação, escuta e compromisso com a vida coletiva.\r\n","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":2,"ids_cursos_envolvidos":"1400; 1411","nomes_cursos_envolvidos":"ENFERMAGEM - INTEGRAL [CHAPECÓ]; MEDICINA - INTEGRAL [CHAPECÓ]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Multilinguagem","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":6,"projeto_registro":"CUL-2026-53","projeto_titulo":"Canteiro Vivo: Qualificação dos espaços de uso coletivo do Canteiro Experimental da UFFS","data_inicio":"2026-04-08","data_fim":"2027-04-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"FERNANDA MACHADO DILL","nome_campus":"Erechim","desc_area_cnpq":"ARQUITETURA E URBANISMO","palavras_chave":"Canteiro experimental; Convivência; Cultura; Espaços coletivos","resumo":"O projeto de cultura “Canteiro Vivo” propõe o desenvolvimento e a execução de espaços de uso coletivo no canteiro experimental do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), compreendendo o espaço construído como suporte para práticas culturais, convivência e produção coletiva.\r\n\r\nA iniciativa parte da compreensão de que os espaços físicos influenciam diretamente as formas de interação social e de construção cultural. Nesse sentido, o projeto busca transformar o canteiro experimental em um ambiente ativo de encontros, trocas e experiências, promovendo atividades que integrem estudantes, docentes e comunidade externa.\r\n\r\nO projeto será desenvolvido por meio de processos participativos que envolvem concepção, projeto e execução dos espaços, articulando práticas construtivas, saberes técnicos e experimentação coletiva. Para além da materialidade das intervenções, a proposta enfatiza o uso do espaço como lugar de vivência cultural, incentivando atividades como oficinas, encontros, eventos e ações integradoras.\r\n\r\nDestaca-se a parceria com o Instituto de Arquitetos do Brasil – IAB/RS, que contribui para a qualificação técnica e cultural das ações, aproximando os estudantes do campo profissional e ampliando o diálogo entre universidade e sociedade.\r\n\r\nCom impacto estimado em mais de 200 pessoas, uma vez que atinge toda a comunidade da UFFS, o projeto contribui para a construção de um ambiente universitário mais qualificado, acolhedor e culturalmente ativo.","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":3,"ids_cursos_envolvidos":"5610; 5312; 5510","nomes_cursos_envolvidos":"ARQUITETURA E URBANISMO - INTEGRAL [ERECHIM]; ENGENHARIA CIVIL - NOTURNO [ERECHIM]; INTERDISCIPLINAR EM EDUCAÇÃO DO CAMPO: CIÊNCIAS DA NATUREZA - INTEGRAL [ERECHIM]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":null,"data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":7,"projeto_registro":"CUL-2026-52","projeto_titulo":"Anatualidades: Saúde, Ciência e Cultura em Diálogo – UFFS","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2027-04-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"JOAO VICTOR GARCIA DE SOUZA","nome_campus":"Chapecó","desc_area_cnpq":"MEDICINA","palavras_chave":"Anatomia; Educação Médica; Medicina","resumo":"O projeto Anatualidades: Saúde, Ciência e Cultura em Diálogo – UFFS propõe o desenvolvimento e consolidação de uma revista de divulgação científica e cultural, com periodicidade mensal, voltada à abordagem de temas atuais e socialmente relevantes na área da saúde. 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A proposta busca ampliar a visibilidade dos estudantes indígenas por meio da expressão dos grafismos tradicionais de suas etnias, reconhecendo-os como formas legítimas de produção de conhecimento, identidade e memória.\r\n\r\nPara além das ações já desenvolvidas, o projeto propõe a ampliação das atividades culturais, incluindo oficinas, rodas de conversa, intervenções artísticas e exposições, fortalecendo o protagonismo dos estudantes indígenas e ampliando o diálogo com a comunidade acadêmica e externa. As ações articulam saberes ancestrais e práticas contemporâneas, promovendo espaços de criação coletiva e troca de experiências.\r\n\r\nDestaca-se a articulação com o Centro de Apoio e Promoção da Agroecologia – CAPA, fortalecendo a integração entre cultura, território e práticas sustentáveis, bem como a integração com outros projetos de extensão do campus, especialmente a Cozinha Ancestral, conduzida pelo Varanda – Escritório Modelo de Arquitetura e Urbanismo. 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O objetivo final é fomentar a formação humanística e cidadã do estudante, aprimorando a sensibilidade ética necessária para a futura prática profissional e promovendo a integração interprofissional no campus.","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":2,"ids_cursos_envolvidos":"1400; 1411","nomes_cursos_envolvidos":"ENFERMAGEM - INTEGRAL [CHAPECÓ]; MEDICINA - INTEGRAL [CHAPECÓ]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":null,"data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":10,"projeto_registro":"CUL-2026-49","projeto_titulo":"Terra em Cantos: música nativista, representações do rural e criação cultural colaborativa sobre natureza, território e função social da terra","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2027-04-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"EVANDRO PEDRO SCHNEIDER","nome_campus":"Cerro Largo","desc_area_cnpq":"AGRONOMIA","palavras_chave":"Criação musical colaborativa; Cultura regional; Identidade cultural; Interação universidade-sociedade; Ruralidade","resumo":"O projeto propõe analisar representações culturais da terra, da natureza e do rural presentes na música nativista do sul do Brasil, articulando essa análise à criação colaborativa de composições autorais. A proposta integra universidade e sociedade por meio de oficinas culturais e processos criativos participativos envolvendo estudantes de graduação e pós-graduação, docentes, músicos e participantes de espaços culturais regionais, especialmente Centros de Tradições Gaúchas (CTGs). A ação será desenvolvida em parceria com o Grupo Musical Flor de Tuna, grupo artístico regional com atuação em formação e produção musical, que contribuirá para a mediação artística das atividades e para a aproximação com circuitos culturais locais. O projeto promove integração entre ensino, pesquisa e extensão, fortalecendo a formação acadêmica e a valorização da cultura regional.","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":1,"ids_cursos_envolvidos":"4500","nomes_cursos_envolvidos":"AGRONOMIA - INTEGRAL [CERRO LARGO]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Música","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":11,"projeto_registro":"CUL-2026-48","projeto_titulo":"Ler, escrever e resistir: literatura de mulheres, gênero e território na formação de clubes de leitura e práticas de enfrentamento à violência","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2027-04-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"PAULA VANESSA DE FARIA LINDO","nome_campus":"Erechim","desc_area_cnpq":"EDUCAÇÃO","palavras_chave":"Clube de leitura; Direitos Humanos; Gênero; Literatura de MUlheres","resumo":"O projeto “Ler, escrever e resistir: literatura de mulheres, gênero e território na formação de clubes de leitura e práticas de enfrentamento à violência” propõe o desenvolvimento de ações culturais e educativas voltadas à formação de estudantes das licenciaturas da UFFS para a criação e mediação de clubes de leitura em escolas públicas e espaços comunitários. A iniciativa articula universidade e comunidade na promoção da leitura como prática cultural, crítica e coletiva, contribuindo para a formação dos estudantes da UFFS, com o incentivo a formação de clubes de leituras em escolas de Educação Integral e para o fortalecimento de ações de enfrentamento à violência contra mulheres.\r\n\r\nA proposta fundamenta-se na valorização da literatura de mulheres, com destaque para autoras como Carolina Maria de Jesus, Conceição Evaristo,Lygia Bojunga, Jéssica Anitelli, Malala Yousafzai,Thais Bergmann, Margaret Atwood, Tatiana Salem Levy cujas obras possibilitam problematizar as desigualdades de gênero, raça, classe e território. Por meio de encontros formativos, rodas de leitura, oficinas e atividades de escrita, os participantes serão incentivados a desenvolver práticas de mediação de leitura que promovam o diálogo, a escuta e a reflexão crítica sobre as experiências vividas e as violências presentes no cotidiano.\r\n\r\nOs clubes de leitura serão pensando para ser implementados em escolas públicas parceiras, constituindo-se como espaços de formação cultural, construção de vínculos e promoção dos Direitos Humanos, especialmente no que se refere à equidade de gênero e à prevenção de violências. O projeto também prevê a produção de materiais educativos, como guias pedagógicos e registros das experiências, contribuindo para a disseminação de práticas de leitura comprometidas com a transformação social.\r\n\r\nAlinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente o ODS 4 (Educação de Qualidade), ODS 5 (Igualdade de Gênero) e ODS 10 (Redução das Desigualdades), o projeto busca democratizar o acesso à literatura, ampliar repertórios culturais e fortalecer a formação crítica de estudantes e professores, consolidando a universidade como espaço de promoção da cultura, da cidadania e da justiça social.","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":5,"ids_cursos_envolvidos":"5742; 5713; 5712; 5723; 5732","nomes_cursos_envolvidos":"CIÊNCIAS SOCIAIS - NOTURNO [ERECHIM]; GEOGRAFIA - NOTURNO [ERECHIM]; GEOGRAFIA - NOTURNO [ERECHIM]; HISTÓRIA - NOTURNO [ERECHIM]; PEDAGOGIA - NOTURNO [ERECHIM]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Multilinguagem","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":12,"projeto_registro":"CUL-2026-47","projeto_titulo":"Arena Fronteira Sul – Projeto de Iniciação Esportiva e Fomento Cultural","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2027-04-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"RENNE RODRIGUES","nome_campus":"Chapecó","desc_area_cnpq":"EDUCAÇÃO FÍSICA","palavras_chave":"Cultura; Esporte; Promoção da Saúde","resumo":"O projeto Arena Fronteira Sul é uma iniciativa de natureza cultural com vigência estabelecida de maio de 2026 a abril de 2027, sob a coordenação do professor Renne Rodrigues. O objetivo central da proposta é promover a qualidade de vida e a saúde estudantil na UFFS Campus Chapecó por meio de um cronograma de atividades dividido em quatro fases fundamentais. A execução do projeto oferece oficinas regulares de iniciação esportiva em modalidades como futsal, basquete, handebol e voleibol, além de Intervenções Culturais de Intervalo (ICI) envolvendo baterias, dança e bandas. Com uma abrangência que impacta diretamente mais de 3.000 discentes de diversos cursos do campus, a ação fomenta a interdisciplinaridade e o protagonismo estudantil. A metodologia inclui a formação de frentes de trabalho e parcerias estratégicas com entidades externas e internas da UFFS, culminando na realização da I Semana de Esporte, Lazer e Cultura da UFFS (I SELC-UFFS) em março de 2027. Espera-se, como resultado, a consolidação da quadra poliesportiva como polo cultural, a promoção da saúde no ambiente universitário e a produção de relatórios de lições aprendidas e outros documentos oficiais, assegurando a formação de egressos com visão humanista e competências de gestão organizacional em todos os cursos afetados","modalidade":"PROGRAMA","quant_cursos_envolvidos":0,"ids_cursos_envolvidos":null,"nomes_cursos_envolvidos":null,"situacao_projeto":"PROPOSTA_CANCELADA","linguagem":"Multilinguagem","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":13,"projeto_registro":"CUL-2026-46","projeto_titulo":"Sampa ao Pampa","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2028-05-01","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"ROBERTA TITTON","nome_campus":"Cerro Largo","desc_area_cnpq":"LETRAS","palavras_chave":"Cultura Nativista; Cultura Popular; Música","resumo":"O programa “Sampa ao Pampa” é composto por jovens universitários que buscam promover a cultura musical, com ênfase na tradição gaúcha e nativista, por meio de apresentações artísticas e atividades diversas. A proposta visa integrar a universidade e comunidade, difundindo a música como ferramenta de valorização cultural e interação social.\r\n\r\n","modalidade":"PROGRAMA","quant_cursos_envolvidos":3,"ids_cursos_envolvidos":"4500; 4300; 4802","nomes_cursos_envolvidos":"AGRONOMIA - INTEGRAL [CERRO LARGO]; ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA - INTEGRAL [CERRO LARGO]; LETRAS - PORTUGUÊS E ESPANHOL - NOTURNO [CERRO LARGO]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Música","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":14,"projeto_registro":"CUL-2026-45","projeto_titulo":"Coletivos Culturais na Música","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2030-05-01","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"MARTINHO MACHADO JUNIOR","nome_campus":"Laranjeiras do Sul","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"Grupos Musicais; Mulheres na Arte; Repertório Musical","resumo":"O Programa de Cultura Coletivos Culturais na Música tem por objetivo potencializar o uso da criatividade coletiva, a  interação entre arte, cultura e o conhecimento científico, e o fortalecimento da cultura como  dimensão fundamental da formação humana integral no ensino superior da UFFS. Nesse sentido, o programa desenvolverá atividades práticas de instrumentalização musical diversificada, grupos de estudo voltados à disseminação do conhecimento do repertório de diferentes gêneros, como o samba, o rock, o blues, a bossa nova, o reggae, o sertanejo e o chorinho,  e a realização de entrevistas valorizando a cultura e seus respectivos artistas.\r\nCom a finalidade de promover a excelência e o alto impacto institucional do Programa na região de entorno da UFFS, campus Laranjeiras do Sul - PR, as ações do programa encontram-se estruturadas nos seguintes eixos:\r\nImpacto na Formação Estudantil: A ação oferece aos estudantes de graduação da UFFS (na condição de bolsistas e voluntários) uma experiência teórica e prática alinhada ao processo de curricularização da extensão, colaborando para a sua formação cidadã e transformação social.\r\nInteração Dialógica e Alcance Social: A disseminação do conhecimento musical ocorrerá por meio de parceria ativa com a comunidade regional (comprovada via carta de aceite), visando atender às demandas locais e beneficiar um maior número possível de pessoas. Essa abordagem encontra-se de acordo com os estudos de Coutinho e Rocha (2024), que defendem a prática educativa pautada no diálogo multicultural e nas vivências sociais como forma de fortalecer as relações humanas.\r\nInterprofissionalidade e Interdisciplinaridade: As atividades musicais serão orientadas por uma equipe diversificada de diferentes cursos de graduação/pós-graduação que reúne docentes, discentes, técnicos-administrativos e colaboradores externos. Neste sentido, o Programa corrobora com Coutinho e Rocha (2024) em relação ao fomento à interdisciplinaridade e na valorização dialética dos diferentes saberes musicais.\r\nOs aspectos teórico-metodológicos do Programa encontram-se relacionados à integração ensino-pesquisa-extensão para transformação social, à  curricularização da extensão como premissa fundamental, fundamentados nas reflexões de Gohn (2014) e Fialho, Neves e Oliva (2024) e alinhados à Base Nacional Comum Curricular (BNCC) (BRASIL, 2018) no que se refere ao desenvolvimento da habilidade de “Identificar e apreciar criticamente diversas formas e gêneros de expressão musical, reconhecendo e analisando os usos e as funções da música em diversos contextos de circulação, em especial, aqueles da vida cotidiana.” \r\nO desenvolvimento do Programa ocorrerá em cinco etapas principais, sendo a capacitação dos bolsistas e voluntários, o diagnóstico participativo, o planejamento colaborativo, a implementação flexível das ações com apresentações públicas e oficinas de instrumentos musicais e a avaliação contínua quantitativa e qualitativa do Programa. Inicialmente, tem-se previstas três ações vinculadas ao Programa, sendo: Educação Musical, com foco na iniciação da comunidade acadêmica e regional aos instrumentos musicais e a realização de apresentações públicas; Sarau Química em Arte: A ação Sarau Química em Arte tem por objetivo principal apresentar o aspecto humano de nossa comunidade acadêmica, regional e nacional através da apreciação e/ou desenvolvimento da arte e da cultura,  bem como, realizar uma resgaste sobre a sua trajetória de vida acadêmica e/ou em sua área específica de conhecimento e de atuação; Elas em Arte:têm como objetivo dar voz e visibilidade a mulheres (da comunidade acadêmica, regional e/ou nacional) que desenvolvem atividades artísticas, trazendo para a conversa alguns temas como: violência contra mulher, empoderamento feminino, as dificuldades de ser mulher, mãe e profissional, autoconhecimento, entre outros, bem como as vivências e experiências de preconceitos ocorridos durante suas carreiras e vida cotidiana.\r\nEstas ações buscam promover a interdisciplinaridade e o diálogo entre a UFFS e a comunidade, com o envolvimento de vários cursos de graduação como Biologia, Pedagogia, Ciências Econômicas, Agronomia, Engenharia Química, Engenharia de Alimentos, Administração e de pós-graduação como o mestrado em Agroecologia e Desenvolvimento Rural Sustentável (PPGADR). Os resultados esperados abrangem o impacto na comunidade regional, a partir das disseminação de conhecimento musical e de repertório, fortalecimento de vínculos com instituições públicas, do desenvolvimento de materiais didáticos e audiovisuais, da capacitação e protagonismo estudantil e de professores, e da produção cultural e divulgação. As publicações e outros produtos acadêmicos esperados incluem a escrita e submissão de um artigo científico sobre as experiências do programa, um vídeo das ações, guias didáticos e materiais de apoio para as ações específicas.","modalidade":"PROGRAMA","quant_cursos_envolvidos":7,"ids_cursos_envolvidos":"2612; 2503; 2202; 2601; 2310; 2300; 2703","nomes_cursos_envolvidos":"ADMINISTRAÇÃO - NOTURNO [LARANJEIRAS DO SUL]; AGRONOMIA - INTEGRAL [LARANJEIRAS DO SUL]; CIÊNCIAS BIOLÓGICAS - NOTURNO [LARANJEIRAS DO SUL]; CIÊNCIAS ECONÔMICAS - NOTURNO [LARANJEIRAS DO SUL]; ENGENHARIA DE ALIMENTOS - INTEGRAL [LARANJEIRAS DO SUL]; ENGENHARIA QUÍMICA - INTEGRAL [LARANJEIRAS DO SUL]; PEDAGOGIA - NOTURNO [LARANJEIRAS DO SUL]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Música","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":15,"projeto_registro":"CUL-2026-44","projeto_titulo":"Sarau Química em Arte","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2030-05-01","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"MARTINHO MACHADO JUNIOR","nome_campus":"Laranjeiras do Sul","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"Artistas; Cultura; Música","resumo":"O Projeto Sarau Química  Sarau Química em Arte tem por objetivo principal apresentar o aspecto humano  de nossa comunidade acadêmica, regional e nacional através da apreciação e/ou  desenvolvimento da música.. As ações do Projeto ocorrerão, preferencialmente, mensalmente com o desenvolvimento de apresentações artísticas em locais públicos nos municípios de Laranjeiras do Sul e outros, pertencentes ao entorno da UFFS - campus Laranjeiras do Sul, e de mini documentários disponibilizados no Canal do Youtube Química em Arte. Em relação a metodologia para a elaboração das entrevistas, inicialmente será feita uma pesquisa bibliográfica sobre os entrevistados(as), criando-se um roteiro com perguntas relacionadas primeiramente a história de vida e trajetória musical. Após a entrevista gravada, realizar-se-á a edição do vídeo, com inserção de fotos e imagens para ilustrar os pontos abordados durante a entrevista. Após a edição, o vídeo será encaminhado ao entrevistado(a) para análise e aprovação do conteúdo, para posteriormente ser disponibilizado no Canal do YouTube do Química em Arte e nos perfis do instagram @quimicaemarte. As entrevistas com as convidadas terão um tempo médio de duração entre 1h a 2h, podendo ser de forma on-line ou presencial. Os resultados esperados residem em promover maior integração entre a comunidade acadêmica, em especial com todos os servidores da UFFS e discentes, e com a comunidade regional através das mídias digitais e apresentações públicas.","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":7,"ids_cursos_envolvidos":"2612; 2503; 2202; 2601; 2310; 2300; 2703","nomes_cursos_envolvidos":"ADMINISTRAÇÃO - NOTURNO [LARANJEIRAS DO SUL]; AGRONOMIA - INTEGRAL [LARANJEIRAS DO SUL]; CIÊNCIAS BIOLÓGICAS - NOTURNO [LARANJEIRAS DO SUL]; CIÊNCIAS ECONÔMICAS - NOTURNO [LARANJEIRAS DO SUL]; ENGENHARIA DE ALIMENTOS - INTEGRAL [LARANJEIRAS DO SUL]; ENGENHARIA QUÍMICA - INTEGRAL [LARANJEIRAS DO SUL]; PEDAGOGIA - NOTURNO [LARANJEIRAS DO SUL]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Música","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":16,"projeto_registro":"CUL-2026-43","projeto_titulo":"Sampa ao Pampa na Comunidade","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2028-05-01","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"ROBERTA TITTON","nome_campus":"Cerro Largo","desc_area_cnpq":"LETRAS","palavras_chave":"Cultura Nativista; Cultura Popular; Música","resumo":"Projeto voltado à realização de apresentações musicais em eventos comunitários, promovendo a integração entre universidade e sociedade.\r\n\r\n","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":3,"ids_cursos_envolvidos":"4500; 4300; 4802","nomes_cursos_envolvidos":"AGRONOMIA - INTEGRAL [CERRO LARGO]; ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA - INTEGRAL [CERRO LARGO]; LETRAS - PORTUGUÊS E ESPANHOL - NOTURNO [CERRO LARGO]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Música","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":17,"projeto_registro":"CUL-2026-42","projeto_titulo":"Sampa ao Pampa na Universidade","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2028-05-01","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"ROBERTA TITTON","nome_campus":"Cerro Largo","desc_area_cnpq":"LETRAS","palavras_chave":"Cultura Nativista; Cultura Popular; Música","resumo":"Projeto voltado à realização de apresentações musicais dentro da universidade, promovendo a integração entre acadêmicos e valorizando a cultura regional no ambiente acadêmico.\r\n\r\n","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":3,"ids_cursos_envolvidos":"4500; 4300; 4802","nomes_cursos_envolvidos":"AGRONOMIA - INTEGRAL [CERRO LARGO]; ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA - INTEGRAL [CERRO LARGO]; LETRAS - PORTUGUÊS E ESPANHOL - NOTURNO [CERRO LARGO]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Música","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":18,"projeto_registro":"CUL-2026-41","projeto_titulo":"Atlas de Anatomia da Universidade Federal da Fronteira Sul ","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2027-04-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"SARAH FRANCO VIEIRA DE OLIVEIRA MACIEL","nome_campus":"Chapecó","desc_area_cnpq":"MEDICINA","palavras_chave":"Anatomia Humana; Atlas Anatômico; Difusão do Conhecimento; Ensino em Saúde; Material Didático","resumo":"O projeto propõe a continuidade e ampliação do Atlas Anatômico da UFFS, que evoluiu de um material fotográfico digital para um recurso didático mais completo, com conteúdo teórico estruturado. A iniciativa integra ensino, pesquisa e extensão, contribuindo para a formação acadêmica, produção científica e difusão do conhecimento.\r\nAlém de apoiar o ensino em cursos da saúde, o atlas valoriza o acervo anatômico como patrimônio institucional e amplia o acesso a materiais de qualidade para a comunidade acadêmica regional. Também se destaca como produto cultural, ao preservar a memória institucional e democratizar o conhecimento por meio de formatos digital e físico.","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":2,"ids_cursos_envolvidos":"1400; 1411","nomes_cursos_envolvidos":"ENFERMAGEM - INTEGRAL [CHAPECÓ]; MEDICINA - INTEGRAL [CHAPECÓ]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Multilinguagem","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":19,"projeto_registro":"CUL-2026-40","projeto_titulo":"CLEPES: Clube de Leituras e Podcast sobre Escritoras(es) pela Saúde","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2027-04-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"HELENA DE MORAES FERNANDES","nome_campus":"Passo Fundo","desc_area_cnpq":"LETRAS","palavras_chave":"Clube de leitura; Comunicação e Saúde; Literatura; Podcast; Saúde Coletiva","resumo":"Escritoras(es) tem produzido um legado Literário protege, respeita e incentiva estudantes, profissionais e público atual sobre assuntos da Saúde. Nesse sentido, inclusive, assuntos que seguem como desafios atuais como Vacinação e relação médica(o)-pacientes (entre outros). Por isso, propomos o projeto \"CLEPES: Clube de leituras e podcast sobre escritoras(es) pela saúde\", objetivando integrar\r\nestudantes de medicina, de enfermagem, de letras, de comunicação e de Pedagogia (Educação) da região do Planalto médio (e além da região, via Podcast) através de estudos, diálogos e produção de um quadro para podcast sobre o assunto. Além disso, a experiência da Coordenadora proponente (Professora Helena Fernandes) em ensinar sobre Literatura e Saúde desde 2015, levou à identificação da necessidade de valorização da memória dessas(es) escritoras(es). Para o Projeto atualmente proposto (CLEPES), a metodologia\r\nconsiste em realizar reuniões mensais híbridas (com uma parte dos participantes via moodle (online) e outra parte presencialmente\r\nna UFFS PF ou em  nossa Instituição parceira APL PF) de leituras sobre a obra dessas(es) autoras(es). Nesse contexto, destacamos a parceria da Academia Passo Fundense de Letras (APL), engajada instituição Cultural com 87 anos de História e que \"tem por finalidade primordial a prática da Literatura em língua portuguesa e a congregação dos escritores passo-fundenses, bem como buscar o desenvolvimento e a expansão da arte literária em todos seus gêneros (https://www.apletras.com.br).\" Entre as atividades do CLEPES, definiremos atividade(s) conjunta(s) em diálogo com a APL. Destacamos, também, que haverá integração entre este Projeto CLEPES e o módulo de ensino, optativo, \"Comunicação e Saúde\", nos cursos de Medicina e Enfermagem UFFS PF (Formação curricular da extensão). E na Pós-Graduação em Comunicação e Saúde (Parceria UFFS PF e UFFS ERE e com docentes de outras instituições como UFSM, UPF e IOT PF). [ é necessário atualizar no Prisma a opção para selecionar esse curso que mencionei: Curso Lato Sensu - Especialização em Comunicação e Saúde UFFS PF] Entre os resultados pelos quais trabalharemos, Publicações e outros produtos acadêmicos, estão: 1) a produção de um capítulo de E-book pela Editora UFFS, o Segundo da Série Comunicação e Saúde; 2) a produção e a divulgação do quadro \"Literacura\" no Podcast \"Diga saúde com a UFFS\" em diversas redes sociais (Como o instagram) e em plataformas como o Spotify e o Youtube (Canal do Diga Saúde UFFS). \r\n","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":3,"ids_cursos_envolvidos":"6401; 6; 6400","nomes_cursos_envolvidos":"ENFERMAGEM - INTEGRAL [PASSO FUNDO]; LATO SENSU PASSO FUNDO - INTEGRAL [PASSO FUNDO]; MEDICINA - INTEGRAL [PASSO FUNDO]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Patrimônio Cultural material e imaterial","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":20,"projeto_registro":"CUL-2026-39","projeto_titulo":"Educação Musical","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2030-05-01","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"MARTINHO MACHADO JUNIOR","nome_campus":"Laranjeiras do Sul","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"Cultura; Repertório Musical; Socialização","resumo":"Desde 2013, através do Projeto de Educação Musical da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), campus Laranjeiras do Sul, busca-se formar, informar, integrar e interagir a comunidade interna e externa da UFFS. Neste sentido, este projeto tem por objetivo desenvolver um conjunto de ações na forma de capacitação aos bolsistas e voluntários, apresentações musicais abertas ao público, oferta de aulas teóricas e práticas de instrumentos musicais tais como o violão, guitarra e o contrabaixo aos acadêmicos da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), campus Laranjeiras do Sul, aos estudantes de escolas públicas e privadas de Laranjeiras do Sul e demais pessoas interessadas. A partir  do desenvolvimento da  ação Educação Musical, pretende-se possibilitar aos envolvidos o acesso ao conhecimento e desenvolvimento musical,  à participação das atividades e projetos culturais, à integração dos cursos e setores da UFFS e da universidade com a comunidade regional de Laranjeiras do Sul-PR. \r\nAtravés do desenvolvimento desta ação pretende-se atender 90 alunos de instrumentos musicais contemplando acadêmicos e servidores da UFFS, alunos do ensino fundamental e médio e pessoas que não frequentam mais a escola. Além disso, em relação à formação de plateia, o projeto buscará envolver 200 pessoas no que se refere o acesso ao conhecimento e desenvolvimento musical,  à participação das atividades e projetos culturais e à integração dos cursos e setores da UFFS e da universidade e comunidade regional de Laranjeiras do Sul.","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":7,"ids_cursos_envolvidos":"2612; 2503; 2202; 2601; 2310; 2300; 2703","nomes_cursos_envolvidos":"ADMINISTRAÇÃO - NOTURNO [LARANJEIRAS DO SUL]; AGRONOMIA - INTEGRAL [LARANJEIRAS DO SUL]; CIÊNCIAS BIOLÓGICAS - NOTURNO [LARANJEIRAS DO SUL]; CIÊNCIAS ECONÔMICAS - NOTURNO [LARANJEIRAS DO SUL]; ENGENHARIA DE ALIMENTOS - INTEGRAL [LARANJEIRAS DO SUL]; ENGENHARIA QUÍMICA - INTEGRAL [LARANJEIRAS DO SUL]; PEDAGOGIA - NOTURNO [LARANJEIRAS DO SUL]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Música","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":21,"projeto_registro":"CUL-2026-38","projeto_titulo":"Elas em Arte","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2030-05-01","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"GISELE LOURO PERES","nome_campus":"Laranjeiras do Sul","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"Cultura; Mulheres Artistas; Mulheres na Arte","resumo":"O Projeto Elas em Arte em como objetivo dar voz e visibilidade a mulheres (da comunidade acadêmica, regional e/ou nacional) que desenvolvem atividades artísticas, trazendo para a\r\nconversa alguns temas como: violência contra mulher, empoderamento feminino, as dificuldades de ser mulher, mãe e profissional, autoconhecimento, entre outros, bem\r\ncomo as vivências e experiências de preconceitos ocorridos durante suas carreiras e vida cotidiana.As ações do Projeto Elas em Arte ocorrerão, preferencialmente, mensalmente com o desenvolvimento de apresentações artísticas em locais públicos nos municípios de Laranjeiras do Sul e outros, pertencentes ao entorno da UFFS - campus Laranjeiras do Sul, e de mini documentários disponibilizados no Canal do Youtube Química em Arte.\r\nEm relação a metodologia para a elaboração das entrevistas, inicialmente será feita uma pesquisa bibliográfica sobre os entrevistados(as), criando-se um roteiro com perguntas relacionadas primeiramente a história de vida e trajetória musical. Após a entrevista gravada, realizar-se-á a edição do vídeo, com inserção de fotos e imagens para ilustrar os pontos abordados durante a entrevista. Após a edição, o vídeo será encaminhado ao\r\nentrevistado(a) para análise e aprovação do conteúdo, para posteriormente ser disponibilizado no Canal do YouTube do Química em Arte e nos perfis do instagram\r\n@elasemarte. As entrevistas com as convidadas terão um tempo médio de duração entre 1h a 2h, podendo ser de forma on-line ou presencial.\r\nOs resultados esperados residem em promover maior integração entre a comunidade acadêmica, em especial com todos os servidores da UFFS e discentes, e com a comunidade regional através das mídias digitais\r\ne apresentações públicas.","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":7,"ids_cursos_envolvidos":"2612; 2503; 2202; 2601; 2310; 2300; 2703","nomes_cursos_envolvidos":"ADMINISTRAÇÃO - NOTURNO [LARANJEIRAS DO SUL]; AGRONOMIA - INTEGRAL [LARANJEIRAS DO SUL]; CIÊNCIAS BIOLÓGICAS - NOTURNO [LARANJEIRAS DO SUL]; CIÊNCIAS ECONÔMICAS - NOTURNO [LARANJEIRAS DO SUL]; ENGENHARIA DE ALIMENTOS - INTEGRAL [LARANJEIRAS DO SUL]; ENGENHARIA QUÍMICA - INTEGRAL [LARANJEIRAS DO SUL]; PEDAGOGIA - NOTURNO [LARANJEIRAS DO SUL]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Música","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":22,"projeto_registro":"CUL-2026-37","projeto_titulo":"Jornada Karuguá-Guarani: vivência do cultivo do milho sagrado","data_inicio":"2026-04-08","data_fim":"2026-06-08","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"MARIA ENEIDA DE ALMEIDA","nome_campus":"Chapecó","desc_area_cnpq":"SAÚDE COLETIVA","palavras_chave":"Agroecologia; Cultura Guarani; Natureza; Povos Originários; Saúde Coletiva","resumo":"O cultivo do milho sagrado Avati-Eté é realizado ao longo de um ano, quando vivenciamos uma experiência sagrada junto à Mãe Terra e o Pai Céu (Nanderú), por meio da preparação da terra (INVERNO), o plantio das sementes (PRIMAVERA), a celebração da floração do milho (VERÃO) e a colheita do milho sagrado (OUTONO).\r\nSão quatro as principais atividades que devem ser realizadas preferencialmente em grupo (previamente organizado) e com teor ritualístico, respeitando a tradição Guarani, que se utiliza exclusivamente da medicina do Milho e do Cachimbo da PAZ (Petanguá) como instrumento de oração e proteção e do Xamanismo Matricial com sua tradicional prática da Roda de Cura com fogo central, abertura da Roda de Cura por meio da invocação às sete direções e Canções Guaranis e de rezo dos Povos Nativos e Ancestrais, bem como canções que inspirem à nossa conexão com o Sagrado e à preservação da Natureza.\r\nPreservar as sementes do Milho Sagrado é contribuir para garantir a Vida das próximas sete gerações, como afirmam os Povos Nativos. ","modalidade":"EVENTO","quant_cursos_envolvidos":3,"ids_cursos_envolvidos":"1501; 1740; 1411","nomes_cursos_envolvidos":"AGRONOMIA - MATUTINO [CHAPECÓ]; CIÊNCIAS SOCIAIS - MATUTINO [CHAPECÓ]; MEDICINA - INTEGRAL [CHAPECÓ]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Patrimônio Cultural material e imaterial","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":23,"projeto_registro":"CUL-2026-36","projeto_titulo":"Quinta Dançante","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2027-04-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"THIAGO SOARES LEITE","nome_campus":"Erechim","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"Dança; Integração; Interação; Ludicidade; Ritmos","resumo":"A Dança é a arte de movimentar o corpo de forma expressiva e através de movimentos ritmados, em geral com algum acompanhamento sonoro. É uma forma de expressão praticada desde os tempos pré-históricos, sendo capaz de exprimir por meio da corporeidade toda uma complexidade de emoções. O significado da dança vai além da expressão artística, podendo ser vista como entretenimento, desenvolvimento da criatividade e forma de comunicação. Através da dança, uma pessoa pode expressar o seu estado de espírito. A dança pode ser acompanhada por instrumentos de percussão ou melódicos, ou ainda pela leitura de diferentes textos. Essa linguagem teve forte influência nas sociedades ao longo dos tempos. Como via de socialização e disseminação de cultura, proporcionou ao mundo o conhecimento sobre a diversidade cultural dos diferentes povos, especialmente através das danças folclóricas.\r\n\r\nO Projeto Quinta Dançante (que já esteve vigente no ano de 2022, 2023, 2024 e 2025) tem como objetivo estabelecer um dia da semana, a quinta-feira, dedicado à dança no Campus Erechim. Não que os demais dias da semana também não possam ser dançantes, todos os dias e noites são dançantes, mas o intento é estabelecer um dia da semana para as Oficinas de Dança no Campus. Em três quintas por modalidade, serão ofertadas aulas de danças, dos mais diferentes ritmos. Agora entre março e abril  de 2026, tivemos, na Quinta Dançante, a oficina de Jazz e Contemporâneo, ministrada por uma estudante do Curso de Arquitetura e Urbanismo. Em alguns casos, dependendo do perfil dos participantes e da familiaridade com a modalidade de dança ofertada nas oficinas, fazemos apresentações artísticas montadas a partir dessas oficinas. Mas isso não é e não será uma obrigatoriedade e sim uma possibilidade a depender do andamento das oficinas e do interesse de ministrantes e participantes. O principal objetivo do projeto não é produzir apresentações, mas promover o contato dos participantes (alunos, servidores, comunidade externa) com a ludicidade e com a riqueza cultural que se manifesta nas muitas modalidade de dança. A Quinta Dançante é para ser prazerosa, alegre, descontraída e não um curso no qual as pessoas vão apenas para obter certificados de cultura (embora as oficinas forneçam certificação) ou com peso de ter que aprender rigorosamente determinado ritmo para se apresentar em algum evento. Ou seja, estamos primando pela vivência e pela experimentação das danças, pelo movimentar o corpo em ritmo, integração e descontração.\r\n\r\nA Quinta Dançante acontece na UFFS – Campus Erechim, nas quintas-feiras, no horário do meio-dia, das 12:30 às 13:30 ou do entardecer, entre 17:00 e 19:00.\r\n\r\nTodos os encontros são gratuitos e abertos a comunidade interna e externa.\r\n\r\nOs ministrantes das oficinas são pessoas da comunidade universitária ou externa com notório saber na área de dança.\r\n","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":16,"ids_cursos_envolvidos":"5502; 5524; 5610; 5102; 5203; 5742; 5752; 5302; 5312; 5702; 5712; 5713; 5722; 5723; 5510; 5732","nomes_cursos_envolvidos":"AGRONOMIA - INTEGRAL [ERECHIM]; AGRONOMIA - INTEGRAL [ERECHIM]; ARQUITETURA E URBANISMO - INTEGRAL [ERECHIM]; CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO - NOTURNO [ERECHIM]; CIÊNCIAS BIOLÓGICAS - INTEGRAL [ERECHIM]; CIÊNCIAS SOCIAIS - NOTURNO [ERECHIM]; EDUCAÇÃO ESPECIAL INCLUSIVA - INTEGRAL [ERECHIM]; ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA - MATUTINO [ERECHIM]; ENGENHARIA CIVIL - NOTURNO [ERECHIM]; FILOSOFIA - NOTURNO [ERECHIM]; GEOGRAFIA - NOTURNO [ERECHIM]; GEOGRAFIA - NOTURNO [ERECHIM]; HISTÓRIA - NOTURNO [ERECHIM]; HISTÓRIA - NOTURNO [ERECHIM]; INTERDISCIPLINAR EM EDUCAÇÃO DO CAMPO: CIÊNCIAS DA NATUREZA - INTEGRAL [ERECHIM]; PEDAGOGIA - NOTURNO [ERECHIM]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":null,"data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":24,"projeto_registro":"CUL-2026-35","projeto_titulo":"Cine Vagamundo","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2027-04-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"THIAGO SOARES LEITE","nome_campus":"Erechim","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"Cinema; Debate; Diálogos; Estética; Linguagens","resumo":"O termo “cinema” tem diferentes significados ligados à cinematografia, dos quais o mais importante consiste “no registro e na exibição de imagens em movimento na tela”. O cinema, portanto, pode ser a arte e a técnica da cinematografia.\r\n\r\nA Universidade não deve fornecer apenas conteúdos didáticos previstos para a formação em um determinado curso, mas um saber cultural amplo. Nesse sentido, o cinema representa um importante meio de aprendizado e fruição estética. Contudo, o acesso a salas de cinema é difícil na região de Erechim, tanto por haver poucas salas, onde cada exibição tem um custo alto, quanto pela pouca diversidade em relação aos filmes exibidos. Nesse sentido, buscamos torna a Universidade um lugar onde também seja possível ter acesso a produções cinematográficas de qualidade e pouco disponíveis em salas comerciais. Entende-se também que cada filme é um instrumento fomentador do debate em torno de alguma temática, podendo e devendo ser utilizado como um ativador de diálogos em torno de questões sociais de alta relevância.\r\n\r\nO projeto Cine Vagamundo acontece desde 2013 na UFFS – Campus Erechim. Em alguns momentos, foi institucionalizado enquanto projeto de cultura, em outros, esteve inserido como ação de cultura dentro de projetos ou programa mais amplos. Nos anos da pandemia, o projeto não aconteceu, permanecendo suspenso, até porque o seu principal objetivo era a exibição de filmes no espaço físico da Universidade, e nem alunos, nem servidores estavam frequentando a Universidade naquele período. Em 2023, o Cine Vagamundo, a exibição de filmes na UFFS – Campus Erechim, foi retomada e ampliada em uma frente, privilegiando a exibição de filmes locais e regionais, nesta ordem: Cinema de Erechim, Cinema Gaúcho, Cinema Brasileiro e Cinema Latino Americano.\r\n\t\r\nEm 2024, fizemos várias parcerias com a comunidade externa para exibição de produções cinematógráficas erechinenses, exibindo alguns trabalhos produzidos na cidade: o curta-metragem documental “Que cara tem uma mãe?”, dirigido e produzido por Bruna Todeschini, que inclusive teve algmas cenas gravadas na UFFS; os curtas “A casa da Vó” e “Amor Fantasma”, produzidos pela produtora local z97filmes e aprovados e apoiados pela Lei Paulo Gustavo e o curta “FM”, dirigido pelo cineasta Cassiano Zanela. Todas as atividades foram acompanhadas de conversas com elenco, produtores e diretores, fomentando, desse modo, o debate sobre os caminhos e possibilidade para ampliar a produção local e regional de Cinema. Também exibimos outros filmes com temáticas expecificas, como LGBTQIAPN+ e meio ambiente, por exemplo.\r\n\t\r\nEm 2025, o projeto, se aproveitando do momento efervencente que vive o Cinema Nacinal, já exibiu o filme “Auto da Compadecida II”, com comentários do Prof. Daniel de Bem e o filme “Ainda Estou Aqui”, com comentários do Prof. Gerson Severo.\r\n\r\nTambém na edição do último ciclo (maio de 2025/abril de 2026) do projeto, exibimos bastante cinema produzindo em Erechim com recursos da lei Aldir Blanc, como o Filme “Pedro Matador”, o documentário “Terra de Mulheres” e o Filme “Elas”. Todos os trabalhos contam com estudante da UFFS – Campus Erechim na equipe de produção.\r\n\r\nPara edição do novo ciclo (maio de 2026/abril de 2027) do projeto estamos em contato com o Ministerio da Cultura para ter acesso à plataforma Tela Brasil, uma iniciativa pública que oferecerá gratuitamente à população conteúdos audiovisuais brasileiros de curtas, médias, e longas-metragens, além de obras seriadas, colocando a UFFS – Campus Erechim como entidade exibidora de cinema. Tal medida tem por finalidade facilitar o acesso aos filme, especialmente do cinema nacional, já com o direitos autorais liberados para a exibição pública em espaços de ensino.\r\n\r\nEnfim, a proposta do Cine Vagamundo visa continuar exibindo cinema de forma gratuita na Universidade, incentivando a apropriação da cultura e debate sobre cinema e, dentro do possivel, ampliar os parceiros externos: curadores, produtores, cineastas, entidades públicas e privadas, todos aqueles que puderem nos ajudar a fortalecer o projeto.\r\n\r\nO  Cine Vagamundo também intenta  continuar incentivando a produção cinematográfica no Campus Erechim por meio de mostras de material audiovisual, de conteúdo criativo produzido por alunos, servidores e professores do Campus.","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":16,"ids_cursos_envolvidos":"5502; 5524; 5610; 5102; 5203; 5742; 5752; 5302; 5312; 5702; 5713; 5712; 5722; 5723; 5510; 5732","nomes_cursos_envolvidos":"AGRONOMIA - INTEGRAL [ERECHIM]; AGRONOMIA - INTEGRAL [ERECHIM]; ARQUITETURA E URBANISMO - INTEGRAL [ERECHIM]; CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO - NOTURNO [ERECHIM]; CIÊNCIAS BIOLÓGICAS - INTEGRAL [ERECHIM]; CIÊNCIAS SOCIAIS - NOTURNO [ERECHIM]; EDUCAÇÃO ESPECIAL INCLUSIVA - INTEGRAL [ERECHIM]; ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA - MATUTINO [ERECHIM]; ENGENHARIA CIVIL - NOTURNO [ERECHIM]; FILOSOFIA - NOTURNO [ERECHIM]; GEOGRAFIA - NOTURNO [ERECHIM]; GEOGRAFIA - NOTURNO [ERECHIM]; HISTÓRIA - NOTURNO [ERECHIM]; HISTÓRIA - NOTURNO [ERECHIM]; INTERDISCIPLINAR EM EDUCAÇÃO DO CAMPO: CIÊNCIAS DA NATUREZA - INTEGRAL [ERECHIM]; PEDAGOGIA - NOTURNO [ERECHIM]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":null,"data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":25,"projeto_registro":"CUL-2026-34","projeto_titulo":"Grupo Vocal Universitário","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2027-04-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"TATIANA GAFFURI DA SILVA","nome_campus":"Chapecó","desc_area_cnpq":"ENFERMAGEM","palavras_chave":"Canto Coral; Música; Promoção de Saúde; Saúde Mental","resumo":"Projeto de Cultura desenvolvido em ambiente universitário com a finalidade de produção de vida, afetos e grupalidade. O Grupo Vocal Universitário está em atividade desde agosto de 2025 e realiza ensaios semanais nas dependências do Campus Chapecó. Participam estudantes de graduação de diversos cursos e no mês de dezembro de 2025 realizou apresentação no I Festival IntegraSom. A proposta visa institucionar o projeto e ter uma bolsa de cultura para a estudante regente do grupo. ","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":15,"ids_cursos_envolvidos":"1600; 1501; 1100; 1610; 1740; 1400; 1301; 1310; 1700; 1710; 1720; 1800; 1110; 1411; 1730","nomes_cursos_envolvidos":"ADMINISTRAÇÃO - MATUTINO [CHAPECÓ]; AGRONOMIA - MATUTINO [CHAPECÓ]; CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO - VESPERTINO [CHAPECÓ]; CIÊNCIAS ECONÔMICAS - NOTURNO [CHAPECÓ]; CIÊNCIAS SOCIAIS - MATUTINO [CHAPECÓ]; ENFERMAGEM - INTEGRAL [CHAPECÓ]; ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA - INTEGRAL [CHAPECÓ]; ENGENHARIA CIVIL - INTEGRAL [CHAPECÓ]; FILOSOFIA - MATUTINO [CHAPECÓ]; GEOGRAFIA - MATUTINO [CHAPECÓ]; HISTÓRIA - MATUTINO [CHAPECÓ]; LETRAS - PORTUGUÊS E ESPANHOL - MATUTINO [CHAPECÓ]; MATEMÁTICA - NOTURNO [CHAPECÓ]; MEDICINA - INTEGRAL [CHAPECÓ]; PEDAGOGIA - MATUTINO [CHAPECÓ]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Música","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":26,"projeto_registro":"CUL-2026-33","projeto_titulo":"Ampliando o RPG como Prática Colaborativa e Criativa no Ambiente Universitário","data_inicio":"2026-04-28","data_fim":"2026-06-14","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"LUIZ FELIPE LEAO MAIA BRANDAO","nome_campus":"Erechim","desc_area_cnpq":"ARQUITETURA E URBANISMO","palavras_chave":"Arquitetura e Urbanismo; Cultura lúdica; Role Playing Game","resumo":"\r\nO projeto de extensão “Ampliando o RPG como Prática Colaborativa e Criativa no Ambiente Universitário” propõe a continuidade de encontros presenciais no campus Erechim da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), dedicados à prática de jogos de interpretação de papéis (Roleplaying Games — RPGs). A partir de uma primeira edição já realizada, a proposta busca consolidar o RPG como ferramenta de interação social, criação coletiva e experimentação cultural no ambiente acadêmico.\r\n\r\nAberta a estudantes de diferentes cursos e à comunidade externa, a ação promove o desenvolvimento de competências como criatividade, pensamento crítico e trabalho em equipe, em consonância com as diretrizes do curso de Arquitetura e Urbanismo. 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No ano de 2025, o Devassos, grupo de teatro que atua há mais de 10 anos no Campus Erechim, sendo contemplado diversas vezes por editais de Bolsa Cultura, tornou-se um programa de cultura e um coletivo cultural reconhecido como ponto de cultura pelo Edital Cultura Viva (Premiação de Pontos e Pontões de Cultura – EDITAL PADRONIZADO CHAMAMENTO PÚBLICO 04/2024 - Lei Aldir Blanc - Prefeitura Municipal de Erechim / Ministério da Cultura). Tendo, desse modo, sua atuação no âmbito da produção e da formação teatral consolidada e reconhecida dentro e fora da Universidade Federal da Fronteira Sul.\r\n\r\nA proposta aqui apresentada, denominada \"Devassos - montagens e apresentações de teatro\", busca dar conta das ações do programa que envolvem o fazer teatral, a produção de teatro propriamente dita e vão ao encontro das intenções do programa, que envolvem: *continuar despertando o apreço pelo assistir teatro e pelo fazer teatral na comunidade, interna e regional da UFFS-Campus Erechim; *montar peças e/ou performances para serem apresentadas ao público; *promover apresentações para a comunidade interna do Campus Erechim e para a comunidade regional, primando sempre pelo aumento do público expectador; *fazer, ao menos, uma apresentação fora da cidade de Erechim, buscando divulgar o grupo e a universidade para além dos limites do Campus e do município, primando sempre pelo aumento do público expectador; *fazer, ao menos, uma apresentação fora da cidade de Erechim, buscando divulgar o grupo e a universidade para além dos limites do Campus e do município.\r\n\r\nO projeto \"Devassos - montagens e apresentações de teatro\" sintetiza as peças, esquetes, intervenções e apresentações que serão realizadas pelo grupo de teatro, no período de vigência 1 de maio de 2026 até 30 abril de 2027, incluindo também tudo o que envolve uma montagem cênica: pesquisa, leituras, construção de dramaturgias, ensaios e montagem de cenários e figurinos.\r\n\r\nEm maio de 2026, o grupo já tem agendadas apresentações da peça Rapsódia Imigrante (trabalho construído no ano de 2025) na Feira Jovem, no interior do município de Tapejara e na Feira do Livro de Erechim. Finalizadas essas apresentações, o grupo pretende se dedicar a Festa Junina da UFFS-  Campus Erechim, em que já tradicionalmente monta o Casamento Caipira. No segundo semestre de 2026 o Devassos pretende trabalhar em duas montagens, uma destinada ao público infantil, inspirada no livro \"Contos indígenas brasileiros\" de Daniel Munduruku e outra com a temática da violência contra as mulheres na Universidade, onde os próprios estudantes que participam do grupo devem construir a dramaturgia. As duas peças devem ser apresentadas no VI Festival de Cultura -Etapa Local e Geral e também no Seminário de Pesquisa e Extensão (SEPE) e no Portas Abertas e em outros locais de Erechim e região caso surjam convites e parcerias. No final de outubro, o Devassos também pretende promover uma intervenção cênica inspirada no Dia das Bruxas.\r\n\r\nCronograma:\r\n\r\n- 11/04 - Apresentação da peça Rapsódia Imigrante na Feira jovem em Tapejara/RS.\r\n- 08/05 - Apresentação da peça Rapsódia Imigrante  na  Feira do Livro Erechim\r\n- 11/06 - Apresentação do Casamento Caipira na Festa Junina da UFFS\r\n- 12/08 - Apresentação do espetáculo sobre violência contra mulher no VI Festival Cultura de Fronteira Etapa Local - Campus Erechim (se vencer a etapa local, deve apresentar o mesmo trabalho na Etapa Geral, no  Campus  Chapecó,  em 25/09)\r\n- 25/09 -  Apresentação do espetáculo infantil “Contos indígenas brasileiros” inspirado no livro de Daniel Munduruku no VI Festival Cultura de Fronteira- Etapa Geral Campus Chapecó (apresentação já agendada com a Pró-reitória de Extensão e Cultura da Universidade Federal da Fronteira Sul)\r\n- Outubro de 2026 (ainda sem data) – Apresentações no SEPE e no Portas Abertas\r\n- 30/10 - Intervenção Artística do Dia das Bruxas\r\n- O Devassos ensaia/reuni-se toda a quarta e quinta-feira, das 12:00 às 13:30. E todos os dias da semana quando está perto de uma apresentação.\r\n\r\n\r\nOBS: Entre novembro de 2026 e abril de 2027, devemos fazer outras apresentações, muitos convites costumam ocorrer, mas ainda não temos nada claramente definido para inserir  cronograma acima. \r\n\r\n\r\nAtualemnte o Devassos, Grupo de Teatro da UFFS  Campus Erechim conta com mais de 20 integrantes, a maioria estudantes sem experiência prévia com artês cênicas, mas que se interessaram por vivênciar o teatro dentro da Universidade.  A participação dos estudantes no grupo de teatro  promove o desenvolvimento de habilidades artísticas e pessoais. Além de estimular a criatividade e a expressão, o teatro ajuda a melhorar a comunicação, a confiança e a empatia. O que deve contribuir em muito formação desses universitários, auxiliar no exercicio de suas futuras carreiras e torná-los cidadões mais conscientes da importância do lúdico, das artes e da cultura em nosssa sociedade. \r\nO teatro, mesmo sem pertercer ao Devassos, sendo apenas público expectador, evolve a comunidade universitária e  gera memórias inesquecíveis.\r\n\r\nO Devassos, por meio do Projeto \"montagens e apresentações de teatro\",  busca ser uma ferramenta importante para a divulgação da UFFS- Campus Erechim,  uma vez  que as apresentações teatrais podem atrair um público externo diversificado ,  promovendo  a visibilidade da univeverdiade, além de criar uma identidade cultural e artística para a instituição. ","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":16,"ids_cursos_envolvidos":"5502; 5524; 5610; 5102; 5203; 5742; 5752; 5302; 5312; 5702; 5712; 5713; 5722; 5723; 5510; 5732","nomes_cursos_envolvidos":"AGRONOMIA - INTEGRAL [ERECHIM]; AGRONOMIA - INTEGRAL [ERECHIM]; ARQUITETURA E URBANISMO - INTEGRAL [ERECHIM]; CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO - NOTURNO [ERECHIM]; CIÊNCIAS BIOLÓGICAS - INTEGRAL [ERECHIM]; CIÊNCIAS SOCIAIS - NOTURNO [ERECHIM]; EDUCAÇÃO ESPECIAL INCLUSIVA - INTEGRAL [ERECHIM]; ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA - MATUTINO [ERECHIM]; ENGENHARIA CIVIL - NOTURNO [ERECHIM]; FILOSOFIA - NOTURNO [ERECHIM]; GEOGRAFIA - NOTURNO [ERECHIM]; GEOGRAFIA - NOTURNO [ERECHIM]; HISTÓRIA - NOTURNO [ERECHIM]; HISTÓRIA - NOTURNO [ERECHIM]; INTERDISCIPLINAR EM EDUCAÇÃO DO CAMPO: CIÊNCIAS DA NATUREZA - INTEGRAL [ERECHIM]; PEDAGOGIA - NOTURNO [ERECHIM]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Artes cênicas","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":28,"projeto_registro":"CUL-2026-31","projeto_titulo":"Sons do Meio-dia","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2027-04-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"JORGE VALDAIR PSIDONIK","nome_campus":"Erechim","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"Cultura universitária; Diversidade cultural; Educação musical; Extensão universitária; Música","resumo":"O projeto Sons do Meio-Dia consiste na reedição de uma ação de extensão voltada à educação musical e ao entretenimento no ambiente universitário já realizado em três edicões, denominado Viagem ao Mundo da Música. A proposta prevê a exibição de músicas no Campus, nas quartas-feiras no horário do meio dia. As músicas serão agrupadas em gêneros musicais ou artistas específicos. As atividades incluem pesquisa, produção de materiais e apresentações com suporte audiovisual e/ou performances ao vivo, contando com a participação de artistas locais. O projeto busca promover o acesso à diversidade musical, incentivar a formação cultural e proporcionar um espaço de convivência e aprendizado não formal.","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":4,"ids_cursos_envolvidos":"5502; 5610; 5203; 5302","nomes_cursos_envolvidos":"AGRONOMIA - INTEGRAL [ERECHIM]; ARQUITETURA E URBANISMO - INTEGRAL [ERECHIM]; CIÊNCIAS BIOLÓGICAS - INTEGRAL [ERECHIM]; ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA - MATUTINO [ERECHIM]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Música","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":29,"projeto_registro":"CUL-2026-30","projeto_titulo":"Amor Primordial ","data_inicio":"2026-03-10","data_fim":"2026-03-24","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"LUIZ CARLOS SORDI","nome_campus":"Chapecó","desc_area_cnpq":"EDUCAÇÃO","palavras_chave":"Afetividade; Prazer em Viver.; Vitalidade.","resumo":"\r\nO Percursos Amor Primordial faz encontros comunitários continuados, utilizando a Biodanza como metodologia de fortalecimento de vínculos, escuta coletiva e comunicação democrática. A iniciativa responde ao contexto contemporâneo de isolamento social  empobrecimento da afetividade, criando espaços presenciais de encontro, pertencimento e promoção da saúde Mental.","modalidade":"EVENTO","quant_cursos_envolvidos":1,"ids_cursos_envolvidos":"1730","nomes_cursos_envolvidos":"PEDAGOGIA - MATUTINO [CHAPECÓ]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Multilinguagem","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":30,"projeto_registro":"CUL-2026-29","projeto_titulo":"IV CampeANATO – IV Campeonato Regional de Anatomia Humana da Universidade Federal da Fronteira Sul","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2027-04-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"DEBORA TAVARES DE RESENDE E SILVA","nome_campus":"Chapecó","desc_area_cnpq":"MEDICINA","palavras_chave":"anatomia; competição; formação complementar; Show","resumo":"O CampAnato já aconteceu em 3 edições anteriores e cada ano que passa, é possível atingir um número maior de participantes e outras IESs. A realização do IV CampAnato fará com que possa-se promover educação continuada e ampliada do conhecimento adquirido em sala de aula. Além disso, idealizamos e realizaremos o IV Campeonato de Anatomia e Fisiologia Humana (CampeAnato), buscando ampliar a visibilidade da universidade e promover a integração com estudantes de outras IESs. Espera-se que o evento supere nossas expectativas, contando com a participação de alunos de mais locais, visto que nossa última edição teve a participação da Unochapecó, da Unidep e até da UNIOESTE de Cascavel-PR. Acreditamos que alcançaremos plenamente nossos propósitos, proporcionando uma experiência única aos membros do grupo, distinta da vivenciada por outros discentes que não participaram da iniciativa.\r\nO CampAnato é um campeonato de anatomia humana, onde os alunos irão participar de uma competição de conhecimentos sobre o tema, em duplas, e estes participaram de algumas etapas. A comissão organizadora irá pensar em todas etapas e ira planejar o evento.\r\n“CampeANATO - IV Campeonato de Anatomia Humana da Universidade Federal da Fronteira Sul”, na UFFS - campus Chapecó, será um evento de cultura, o qual será na área de Anatofisiologia, e será tanto como desafio para qualquer estudante e discente de algum curso da área da saúde, como também para divulgar a própria UFFS – campus Chapecó para outras universidades próximas ao oeste catarinense. Esse evento de cultura cem outras edições contou com a participação de mais ou menos 130 estudantes (40 duplas competindo e de 7 membros organizadores do grupo de estudos que estruturaram e sistematizaram o Projeto. Contou, ainda, com 3 etapas de realização: prova teórica de anatomia e fisiologia de assuntos diversificados em 20 questões, prova prática em estruturas artificiais do Laboratório de Anatomia da Universidade Federal da Fronteira Sul no Bloco B em 10 bancas e, por fim, a realização de um Quiz Show com perguntas clínicas da área.\r\nO QUIZZ-SHOW foi o sucesso deste evento.\r\nQuanto à estruturação planejada, a equipe contará com a reserva de Bloco B da universidade, de salas, do laboratório e de outros recursos, como a Copa. A realização, desse modo, ocorrerá visando concretizar o objetivo inicial de divulgar a Universidade e de desafiar os estudantes da área da saúde nessa área da medicina tão importante e fundamental para uma boa formação. Durante a realização do III CampAnato, tivemos a participação ativa de duplas competindo de quatro (4) Universidades distintas, de dois (2) Estados: MEDICINA UNOCHAPECÓ, Medicina UNIDEP de Pato Branco-PR, medicina UNIOESTE de Cascavel-PR e da própria Universidade Federal da Fronteira Sul - Chapecó-SC. Foi sensacional. Pretende-se ampliar ainda mais este evento, atingindo um número maior de participantes e IESs.","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":2,"ids_cursos_envolvidos":"1400; 1411","nomes_cursos_envolvidos":"ENFERMAGEM - INTEGRAL [CHAPECÓ]; MEDICINA - INTEGRAL [CHAPECÓ]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Multilinguagem","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":31,"projeto_registro":"CUL-2026-28","projeto_titulo":"IntegraSons – Apresentações Musicais em eventos da UFFS e Comunidade Regional","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2027-04-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"ANDERSON FUNAI","nome_campus":"Chapecó","desc_area_cnpq":"ENFERMAGEM","palavras_chave":"Música; Promoção de Saúde; Saúde Mental","resumo":"O IntegraSons – Apresentações Musicais em eventos da UFFS e Comunidade Regional é uma ação do programa IntegraSom - música ao vivo como estratégia de integração e promoção de saúde mental da comunidade acadêmica da UFFS e Regional dedicada à realização de apresentações musicais ao vivo em eventos institucionais da UFFS Campus Chapecó e em atividades voltadas à comunidade regional, com foco em integração, fortalecimento de vínculos e promoção da saúde mental. Essas apresentações são estruturadas para ocorrer em diferentes contextos, como semanas acadêmicas, datas comemorativas, atividades de extensão e eventos culturais, combinando repertórios diversificados e acesso gratuito para toda a comunidade acadêmica e os moradores da região.\r\nO objetivo central dessa ação é usar a música ao vivo como ferramenta de integração entre estudantes, servidores e público externo, criando espaços de convivência mais acolhedores e colaborativos dentro da universidade e na cidade. Ao articular artistas, grupos musicais e bolsistas do projeto, o IntegraSons – Apresentações Musicais busca ampliar o alcance cultural da UFFS, contribuir para a valorização da produção artística local e oferecer momentos de lazer e expressão que dialoguem com a missão institucional de ensino, pesquisa e extensão. 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Tem como eixo responsável para montar e manter a estrutura de apoio necessária para as apresentações musicais ao vivo voltadas à integração e à promoção da saúde mental da comunidade acadêmica. Esse componente não se limita apenas ao palco, mas envolve coordenação de equipe, recursos humanos e logística de eventos.","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":0,"ids_cursos_envolvidos":null,"nomes_cursos_envolvidos":null,"situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Música","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":33,"projeto_registro":"CUL-2026-26","projeto_titulo":"A Imigração Através da Literatura","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2027-04-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"ISABEL ROSA GRITTI","nome_campus":"Erechim","desc_area_cnpq":"HISTÓRIA","palavras_chave":"DESLOCAMENTO; IMIGRAÇÃO; LITERATURA","resumo":"\r\n   Objetivamos melhor entender os diversos aspectos presentes no processo migratório apresentados pela literatura. As obras literárias serão contextualizadas para que os elementos discutidos na narrativa literária sejam compreendidos. A utilização deste genêro literário como estudo da História têm conquistado espaço na medida em que o surgimento de uma nova historiografia trouxe a possibilidade de novas fontes e abordagens no campo historiográfico.Diante disso, distante está o esgotamento da temática migratória.Como um movimento perene e constante, novos grupos de diferentes territórios deslocam-se e novos desafios nos são colocados.A questão básica: por que migram, continua buscando  resposta e estas são cada vez mais complexas. 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Realizadas nos espaços do campus Passo Fundo, as ações buscam democratizar o acesso à arte e fortalecer os vínculos entre a comunidade acadêmica e o público regional.","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":3,"ids_cursos_envolvidos":"6401; 6; 6400","nomes_cursos_envolvidos":"ENFERMAGEM - INTEGRAL [PASSO FUNDO]; LATO SENSU PASSO FUNDO - INTEGRAL [PASSO FUNDO]; MEDICINA - INTEGRAL [PASSO FUNDO]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Multilinguagem","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":35,"projeto_registro":"CUL-2026-24","projeto_titulo":"Pausa Musical: Entre Notas e Conversas","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2028-12-31","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"JOSSIMARA POLETTINI","nome_campus":"Passo Fundo","desc_area_cnpq":"SAÚDE COLETIVA","palavras_chave":"Artes; Música; Saúde","resumo":"Este projeto promove a integração entre a universidade e a sociedade por meio da música e da cultura viva. A iniciativa estrutura-se em três eixos principais: a oferta de oficinas práticas de instrumentos musicais para a comunidade acadêmica e regional; a organização de eventos artísticos que dão visibilidade a talentos locais; e a realização de festas temáticas e ações de cultura viva. 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Soma-se a isso a experiência acumulada em ações extensionistas, que apontaram a relevância de iniciativas voltadas à promoção da saúde, prevenção de doenças e ao cuidado integral. O uso do cinema como ferramenta pedagógica possibilita abordar, de forma sensível e crítica, os determinantes sociais do processo saúde-doença, além de favorecer o diálogo com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). O projeto será desenvolvido por meio de sessões bimestrais de cine-debate, com exibição de obras audiovisuais seguidas de discussões mediadas por docentes, estudantes ou convidados. As obras serão selecionadas conforme relevância temática e acessibilidade, priorizando materiais de domínio público ou com licença livre. A metodologia adotada será participativa e dialógica, inspirada em Paulo Freire, utilizando perguntas-problema para estimular a reflexão crítica. As atividades envolverão estudantes, profissionais de saúde e comunidade, com produção de registros reflexivos, como relatos e sínteses. O projeto será organizado em etapas de planejamento, execução e avaliação. Espera-se promover a formação crítica e humanizada dos participantes, fortalecendo a articulação entre ensino, pesquisa e extensão, ampliando o diálogo entre universidade, serviços e comunidade e contribuindo para a qualificação das práticas em saúde, em consonância com os princípios do SUS.\r\n\r\nMetodologia\r\nEtapas:\r\n1. Planejamento (Maio 2026):\r\n• Definição da programação anual de obras audiovisuais (filmes e vídeos) e facilitadores dos debates;\r\n• Organização do espaço físico e divulgação das sessões.\r\n\r\n2.Execução (Junho 2026 à março 2027):\r\n•Exibição de um filme a cada dois meses, sempre na última sexta-feira à tarde. A indicação das obras audiovisuais levará em conta serem de acesso público (domínio público, produções do SUS, documentários disponíveis em plataformas oficiais ou com licença livre).\r\n• Após cada sessão, realização de debate mediado por docentes ou convidados da área da saúde, cultura ou ciências humanas;\r\n• Produção de relato reflexivo pelos participantes e registro fotográfico/documental da atividade.\r\n\r\n3. Avaliação final e Relatório (Abril 2027):\r\n• Sistematização das discussões em relatório final;\r\n• Compartilhamento dos resultados com a comunidade acadêmica e os serviços parceiros.\r\n\r\nAbordagem metodológica:\r\n• Metodologia participativa e dialógica, inspirada em Paulo Freire;\r\n• Utilização do cinema como recurso de sensibilização e educação popular;\r\n• Debates baseados em perguntas-problema e temas emergentes;\r\n• Avaliação coletiva das sessões e dos aprendizados produzidos.\r\n\r\n4.Cronograma de Execução\r\n\r\nMês\t           Atividade\t Responsáveis\r\nMaio\r\n2026 \t Planejamento e seleção das obras audiovisuais - Coordenação e equipe\r\n\r\nJunho\r\n2026 \t Sessão 1 - Equipe CineSaúde\r\n\r\nAgosto\r\n2026\t        Sessão 2 – Equipe CineSaúde\r\n\r\nOutubro\r\n2026\t        Sessão 3 – Equipe CineSaúde\r\n\r\nDezembro\r\n2026\t        Sessão 4 – Equipe CineSaúde\r\n\r\nMarço\r\n2027\t        Sessão 5 – Equipe CineSaúde\r\n\r\nAbril\r\n2027\t        Avaliação final e relatório - Coordenação e equipe\r\n\r\nResultados Esperados\r\n• Fortalecimento da extensão universitária como espaço de formação cidadã e crítica;\r\n• Ampliação do diálogo entre universidade e sociedade;\r\n• Sensibilização dos participantes para os determinantes sociais da saúde;\r\n• Produção de materiais extensionistas (relatos, vídeos, podcasts);\r\n• Consolidação do CineSaúde como ação permanente da UFFS – Campus Passo Fundo.\r\n\r\nAvaliação\r\nA avaliação será contínua e participativa, envolvendo:\r\n• Registro de frequência e participação;\r\n• Aplicação de formulário de avaliação ao final de cada sessão;\r\n• Relatórios qualitativos elaborados pela equipe;\r\n• Análise final do impacto formativo e comunitário do projeto.\r\n\r\nReferências\r\nBRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Educação Popular em Saúde no SUS (PNEPS-SUS). Brasília: MS, 2013.\r\nBRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Educação Permanente em Saúde. Brasília: MS, 2009.\r\nFREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.\r\nCAMPOS, Gastão Wagner de Sousa. Saúde Paideia. São Paulo: Hucitec, 2000.\r\nUFFS. Resolução nº 40/CONSUNI-CGRAD/2017 – Normas para Ações de Extensão Universitária.\r\n\r\n\r\n","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":2,"ids_cursos_envolvidos":"6401; 6400","nomes_cursos_envolvidos":"ENFERMAGEM - INTEGRAL [PASSO FUNDO]; MEDICINA - INTEGRAL [PASSO FUNDO]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":null,"data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":38,"projeto_registro":"CUL-2026-21","projeto_titulo":"Programa de cultura Grupo de teatro la broma ","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2028-04-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"ANA CAROLINA TEIXEIRA PINTO","nome_campus":"Realeza","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"coletivo cultural; dramaturgia autoral; jogos teatrais; oficinas; teatro","resumo":"O Programa Coletivo Cultural Grupo de teatro La broma, em concordância com as diretrizes da COEPE, propõe o desenvolvimento de grupo de artes performáticas, apreciação de arte e formação de plateia. Além disso, seguindo as orientações do Edital Nº 102/GR/UFFS/2026 visa realizar ações culturais em grupo com foco no teatro, \"com o objetivo de potencializar o uso da criatividade coletiva, a interação entre arte, cultura e o conhecimento científico e o fortalecimento da cultura como dimensão fundamental da formação humana integral no ensino superior\". O presente programa conta com os seguintes projetos de cultura: Laboratório de dramaturgia: Grupo de teatro La broma e Oficinas de jogos teatrais: Grupo de teatro La broma. Os projetos trabalharão em conjunto, posto que os estudos da base teórica e prática serão realizados nos dois projetos e os alunos, bolsistas e voluntários, envolvidos atuarão em ambos. ","modalidade":"PROGRAMA","quant_cursos_envolvidos":6,"ids_cursos_envolvidos":"3602; 3201; 3803; 3530; 3410; 3704","nomes_cursos_envolvidos":"ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA - NOTURNO [REALEZA]; CIÊNCIAS BIOLÓGICAS - NOTURNO [REALEZA]; LETRAS - PORTUGUÊS E ESPANHOL - NOTURNO [REALEZA]; MEDICINA VETERINÁRIA - INTEGRAL [REALEZA]; NUTRIÇÃO - MATUTINO [REALEZA]; PEDAGOGIA - NOTURNO [REALEZA]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Artes cênicas","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":39,"projeto_registro":"CUL-2026-20","projeto_titulo":"Trama Latina - Coletivo de tambores da UFFS","data_inicio":"2026-04-02","data_fim":"2027-04-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"MARCELA ALVARES MACIEL","nome_campus":"Erechim","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"Cultura Digital; Musicoterapia comunitária; Paisagem Sonora","resumo":"O projeto Trama Latina - Coletivo de Tambores da UFFS propõe um arranjo cultural transdisciplinar no Campus Erechim, articulando patrimônio cultural, educação sonora e musicoterapia comunitária sob a égide do programa Fronteiras Sonoras. A proposta parte da identificação de uma lacuna crítica: a fragmentação entre o fazer artístico, o bem-estar social e a sustentabilidade ambiental, que negligencia o potencial da arte sonora como ferramenta de resiliência e cuidado. Diante desse cenário, o objetivo geral é promover a formação musical e o fortalecimento da identidade cultural latino-americana através da percussão e da luteria sustentável. A metodologia estrutura-se em um ciclo que integra oficinas de construção artesanal de instrumentos  a partir de materiais recicláveis, evoluindo para a prática coletiva e a formação de uma orquestra de ritmos latinos. Este processo consolida-se como um espaço de curricularização da extensão, integrando estudantes de graduação e pesquisadores do Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas (PPGICH) na investigação da paisagem sonora e da cartografia dos afetos. Como resultados esperados, o projeto busca a reabilitação do ambiente acústico urbano e a democratização do acesso ao saber cultural por meio da difusão digital na TV Fronteira e de intercâmbios internacionais com mestres sul-americanos. Alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS 3, 4, 11 e 12) da Agenda 2030 da ONU, a iniciativa pretende gerar impactos tangíveis na formação de capital cultural e benefícios intangíveis na melhoria da qualidade de vida e na consciência ambiental da comunidade acadêmica e regional.","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":3,"ids_cursos_envolvidos":"5610; 5722; 5510","nomes_cursos_envolvidos":"ARQUITETURA E URBANISMO - INTEGRAL [ERECHIM]; HISTÓRIA - NOTURNO [ERECHIM]; INTERDISCIPLINAR EM EDUCAÇÃO DO CAMPO: CIÊNCIAS DA NATUREZA - INTEGRAL [ERECHIM]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Patrimônio Cultural material e imaterial","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":40,"projeto_registro":"CUL-2026-19","projeto_titulo":"Semana dos Povos Indígenas","data_inicio":"2026-04-06","data_fim":"2026-04-10","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"ELISIANE DA SILVA QUEVEDO","nome_campus":"Erechim","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"Cultura; etnias; Indigenas; saberes populares","resumo":"A Semana dos Povos Indígenas da UFFS - Campus Erechim pretende celebrar e valorizar a história, tradições e conhecimentos ancestrais dos povos indígenas.  O evento inclui cerimônias, oficinas e atividades culturais que promovem a conscientização e o respeito à diversidade indígena.\r\n\r\nProgramação:\r\n\r\n7/04 – Cerimônia de Abertura (19h)- Cerimônia de abertura com falas de representantes indígenas.\r\n- Apresentação Cultural e Oficina: \"Memórias Ancestrais: Cosmologias e Narrativas Indígenas\".\r\n\r\n08/04 – Oficinas- Oficina de Brincos de Pena (17h às 19h) – Sala 218 do bloco dos professores.\r\n- Oficina de Pulseiras (19h30 às 21h) – Sala 304 B.\r\n- Oficina de Filtro dos Sonhos (19h30 às 21h) – Sala 305 A.\r\n    - Certificação no local.\r\n\r\n09/04 – Atividades Culturais- Jogos Indígenas (a partir das 13h) – Campo da UFFS.\r\n- Comidas Típicas – Baniwa e Kaingang (a partir das 17h).\r\n    - Preparar: Bosaque.\r\n    - Experimento: Copa do Bloco B.\r\n- Pinturas e Grafismos (18h30 às 19h30) – Auditório do Bloco B.\r\n- Noite de Desfile (a partir das 19h30) – Saguão do Bloco B.\r\n    - Escolha da Miss e Mister Indígena da UFFS.","modalidade":"EVENTO","quant_cursos_envolvidos":12,"ids_cursos_envolvidos":"5502; 5610; 5203; 5742; 5302; 5702; 5712; 5713; 5722; 5723; 5510; 5732","nomes_cursos_envolvidos":"AGRONOMIA - INTEGRAL [ERECHIM]; ARQUITETURA E URBANISMO - INTEGRAL [ERECHIM]; CIÊNCIAS BIOLÓGICAS - INTEGRAL [ERECHIM]; CIÊNCIAS SOCIAIS - NOTURNO [ERECHIM]; ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA - MATUTINO [ERECHIM]; FILOSOFIA - NOTURNO [ERECHIM]; GEOGRAFIA - NOTURNO [ERECHIM]; GEOGRAFIA - NOTURNO [ERECHIM]; HISTÓRIA - NOTURNO [ERECHIM]; HISTÓRIA - NOTURNO [ERECHIM]; INTERDISCIPLINAR EM EDUCAÇÃO DO CAMPO: CIÊNCIAS DA NATUREZA - INTEGRAL [ERECHIM]; PEDAGOGIA - NOTURNO [ERECHIM]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Patrimônio Cultural material e imaterial","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":41,"projeto_registro":"CUL-2026-18","projeto_titulo":"TV Fronteira UFFS – Comunicação, Cultura e Divulgação das Ações Universitárias","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2027-04-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"JORGE VALDAIR PSIDONIK","nome_campus":"Erechim","desc_area_cnpq":"COMUNICAÇÃO","palavras_chave":"Comunicação universitária; Cultura universitária; Divulgação científica; Extensão universitária; Mídias digitais","resumo":"O projeto TV Fronteira UFFS – Comunicação, Cultura e Divulgação das Ações Universitárias tem como objetivo fortalecer a comunicação universitária, a divulgação científica e cultural e a aproximação entre universidade e sociedade por meio da produção de conteúdos audiovisuais, transmissões de eventos institucionais, produção de materiais gráficos e divulgação das ações acadêmicas em redes sociais e plataformas digitais. O projeto envolve estudantes na produção de conteúdos, operação de equipamentos audiovisuais, cobertura de eventos e planejamento de comunicação da TV Fronteira em ações de extensão e cultura. A iniciativa contribui para a formação acadêmica dos estudantes, amplia a visibilidade das ações da universidade e promove a democratização do conhecimento produzido no ambiente universitário, fortalecendo a relação entre universidade e comunidade.","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":12,"ids_cursos_envolvidos":"5502; 5610; 5102; 5203; 5742; 5302; 5312; 5702; 5712; 5722; 5510; 5732","nomes_cursos_envolvidos":"AGRONOMIA - INTEGRAL [ERECHIM]; ARQUITETURA E URBANISMO - INTEGRAL [ERECHIM]; CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO - NOTURNO [ERECHIM]; CIÊNCIAS BIOLÓGICAS - INTEGRAL [ERECHIM]; CIÊNCIAS SOCIAIS - NOTURNO [ERECHIM]; ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA - MATUTINO [ERECHIM]; ENGENHARIA CIVIL - NOTURNO [ERECHIM]; FILOSOFIA - NOTURNO [ERECHIM]; GEOGRAFIA - NOTURNO [ERECHIM]; HISTÓRIA - NOTURNO [ERECHIM]; INTERDISCIPLINAR EM EDUCAÇÃO DO CAMPO: CIÊNCIAS DA NATUREZA - INTEGRAL [ERECHIM]; PEDAGOGIA - NOTURNO [ERECHIM]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Audiovisual","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":42,"projeto_registro":"CUL-2026-17","projeto_titulo":"Oficinas de jogos teatrais: Grupo de Teatro La Broma ","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2028-04-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"ANA CAROLINA TEIXEIRA PINTO","nome_campus":"Realeza","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"conexão de grupo; criatividade; educação básica; jogos teatrais","resumo":"O projeto Oficinas de jogos teatrais: Grupo de Teatro La Broma visa oferecer oficinas de jogos teatrais para escolas parceiras dos municípios de Realeza, Santa Izabel do Oeste e Ampére. A partir da teoria e práticas desenvolvidas por Augusto Boal, Viola Spolin e Anne Bogart, as oficinas de jogos teatrais resultam fins específicos como, por exemplo,: ativação da atenção máxima; execução de ações; ativação de diferentes sentimentos por meio da fala e expressão corporal; ativação da audição; desenvolvimento da criatividade e imaginação; concentração; seriedade e conexão de grupo. Portanto, entendemos os jogos teatrais como ferramentas auxiliares das atividades pedagógicas já oferecidas nas escolas;  e também primordiais para a formação dos futuros docentes, estudantes dos Cursos de licenciaturas do campus Realeza. \r\n","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":5,"ids_cursos_envolvidos":"3201; 3101; 3803; 3704; 3121","nomes_cursos_envolvidos":"CIÊNCIAS BIOLÓGICAS - NOTURNO [REALEZA]; FÍSICA - NOTURNO [REALEZA]; LETRAS - PORTUGUÊS E ESPANHOL - NOTURNO [REALEZA]; PEDAGOGIA - NOTURNO [REALEZA]; QUÍMICA - NOTURNO [REALEZA]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Artes cênicas","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":43,"projeto_registro":"CUL-2026-16","projeto_titulo":"Laboratório de dramaturgia: Grupo de teatro La broma","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2028-04-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"ANA CAROLINA TEIXEIRA PINTO","nome_campus":"Realeza","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"coletivo cultural; dramaturgia; teatro","resumo":"O Laboratório de dramaturgia: Grupo de teatro La broma, em concordância com as diretrizes da COEPE, propõe o desenvolvimento de grupo de artes performáticas, apreciação de arte e formação de plateia. O grupo, que nasceu em 2011 do Projeto de Extensão Língua e cultura hispânica e atua desde então no Campus Realeza, conta com alunos da UFFS de diferentes cursos de graduação e de pós- graduação e da comunidade regional. Ao longo dos anos, já realizou apresentações em várias cidades da região, em eventos nacionais e internacionais. As atividades que são desenvolvidas visam proporcionar outras possibilidades de reflexão a partir de diferentes linguagens, particularmente, aquelas vinculadas às artes cênicas. Nesta edição a proposta é de encontros semanais de 3 horas presenciais aos sábados focada na criação e composição de dramaturgia autoral partindo de obras literárias consagradas e desenvolvimento de técnicas de interpretação para atores. Como resultados esperados está a realização de espetáculo teatral autoral nas escolas dos municípios de Realeza, Santa Izabel Do Oeste e Ampere, além de eventos na UFFS e região. \r\n\r\n","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":6,"ids_cursos_envolvidos":"3602; 3201; 3803; 3530; 3410; 3704","nomes_cursos_envolvidos":"ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA - NOTURNO [REALEZA]; CIÊNCIAS BIOLÓGICAS - NOTURNO [REALEZA]; LETRAS - PORTUGUÊS E ESPANHOL - NOTURNO [REALEZA]; MEDICINA VETERINÁRIA - INTEGRAL [REALEZA]; NUTRIÇÃO - MATUTINO [REALEZA]; PEDAGOGIA - NOTURNO [REALEZA]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Artes cênicas","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":44,"projeto_registro":"CUL-2026-15","projeto_titulo":"La Bienvenida: IV Jornada de Estudios de Lengua, Cultura y Literatura Hispánicas","data_inicio":"2026-03-26","data_fim":"2026-03-26","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"NAIANE CAROLINA MENTA TRES","nome_campus":"Realeza","desc_area_cnpq":"LETRAS","palavras_chave":"Cultura; Língua e Literatura em espanhol; Língua Espanhola","resumo":"La bienvenida é um evento que enaltece os estudos da língua e da literatura em língua espanhola por meio da cultura. A atividade integra todas as fases do curso de Letras Português e Espanhol da UFFS, campus Realeza em uma noite dividida em dois blocos. O primeiro bloco é composto por apresentações artísticas e culturais, os acadêmicos realizam declamações, contações de história, obras de teatro, cantam músicas ou utilizam-se de outras expressões. A ideia é proporcionar um palco aberto para que os acadêmicos se identifiquem com a língua espanhola e sua cultura, podendo apresentar propostas desenvolvidas em sala de aula ou criadas pelos próprios acadêmicos. Já no segundo bloco de atividades, os laboratórios e salas de aula tornam-se espaço de oficinas. Vislumbrando um encontro feito por estudantes e dedicado aos estudantes, as oficinas são organizadas por bolsistas de projetos como a monitoria em língua espanhola, o CelUFFS ou outros projetos coordenados por professores da área. ","modalidade":"EVENTO","quant_cursos_envolvidos":0,"ids_cursos_envolvidos":null,"nomes_cursos_envolvidos":null,"situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Multilinguagem","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":45,"projeto_registro":"CUL-2026-14","projeto_titulo":"Narrativas Cruzadas da Sociedade","data_inicio":"2026-04-27","data_fim":"2028-04-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"GUSTAVO OLSZANSKI ACRANI","nome_campus":"Passo Fundo","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"Cultura; Empatia; Identidade; Narrativas; Saúde","resumo":"O projeto propõe a produção de uma série de mini-documentários a partir de histórias de vida de pessoas inseridas em diferentes contextos sociais. A ideia é compreender como elementos culturais atravessam essas trajetórias e participam da construção da identidade.\r\nAo longo do processo, essas narrativas são colocadas em relação de forma indireta, por meio de referências culturais que funcionam como ponto de conexão entre os participantes. Em alguns casos, essas aproximações aparecem com mais clareza; em outros, surgem de maneira mais sutil.\r\nDe modo geral, a proposta busca estimular reflexões sobre diversidade, empatia e reconhecimento do outro, além de contribuir para a formação acadêmica, especialmente na área da saúde, ao valorizar dimensões sociais e subjetivas do cuidado.\r\n","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":2,"ids_cursos_envolvidos":"6401; 6400","nomes_cursos_envolvidos":"ENFERMAGEM - INTEGRAL [PASSO FUNDO]; MEDICINA - INTEGRAL [PASSO FUNDO]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Artes visuais","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":46,"projeto_registro":"CUL-2026-13","projeto_titulo":"DIA DA FAMÍLIA NA UNIVERSIDADE","data_inicio":"2026-03-29","data_fim":"2026-03-29","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"JORGE VALDAIR PSIDONIK","nome_campus":"Erechim","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"Dia da Família; Inserção na Comunidade; Integração Regional; Portas Abertas","resumo":"O projeto “Dia da Família na Universidade” consiste na realização de um evento de integração entre a universidade e a comunidade regional, promovido pelo campus Erechim da Universidade Federal da Fronteira Sul. O evento será aberto ao público, especialmente aos familiares de estudantes e futuros estudantes, com o objetivo de apresentar a estrutura da universidade, seus cursos, laboratórios, áreas experimentais e espaços de convivência, ao mesmo tempo em que proporciona um dia de lazer, cultura e integração social. A programação inclui visitas guiadas, atividades esportivas, recreação infantil, pescaria, caminhada nas áreas experimentais e almoço no Restaurante Universitário, promovendo a aproximação entre universidade e comunidade e fortalecendo o papel social da instituição pública.","modalidade":"EVENTO","quant_cursos_envolvidos":13,"ids_cursos_envolvidos":"5502; 5610; 5102; 5203; 5742; 5752; 5302; 5312; 5702; 5712; 5713; 5510; 5732","nomes_cursos_envolvidos":"AGRONOMIA - INTEGRAL [ERECHIM]; ARQUITETURA E URBANISMO - INTEGRAL [ERECHIM]; CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO - NOTURNO [ERECHIM]; CIÊNCIAS BIOLÓGICAS - INTEGRAL [ERECHIM]; CIÊNCIAS SOCIAIS - NOTURNO [ERECHIM]; EDUCAÇÃO ESPECIAL INCLUSIVA - INTEGRAL [ERECHIM]; ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA - MATUTINO [ERECHIM]; ENGENHARIA CIVIL - NOTURNO [ERECHIM]; FILOSOFIA - NOTURNO [ERECHIM]; GEOGRAFIA - NOTURNO [ERECHIM]; GEOGRAFIA - NOTURNO [ERECHIM]; INTERDISCIPLINAR EM EDUCAÇÃO DO CAMPO: CIÊNCIAS DA NATUREZA - INTEGRAL [ERECHIM]; PEDAGOGIA - NOTURNO [ERECHIM]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Multilinguagem","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":47,"projeto_registro":"CUL-2026-12","projeto_titulo":"VI Festival de Cultura - Etapa Local Campus ErechimProjeto sem título","data_inicio":"2026-08-12","data_fim":"2026-08-12","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"ELISIANE DA SILVA QUEVEDO","nome_campus":"Erechim","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"Artes Cênicas; Artes Visuais; Curta-metragem; Literatura; Música","resumo":"Buscando promover o desenvolvimento cultural e artístico da comunidade acadêmica e ampliar o alcance das reflexões sobre arte e cultura em seu potencial de transformação da sociedade, o Festival Cultura de Fronteira acontece na Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) desde 2018, se solidificando como uma atividade pedagógica e institucional que visa contemplar ações de arte e cultura previstas como Atividades Curriculares Complementares nos Projetos Pedagógicos dos Cursos. \r\n\r\nNo ano de 2024, o Festival contou com algumas novidades, como a oferta de oficinas preparatórias no mês de maio e a inclusão de uma nova linguagem (pintura/gravura/desenho). Naquele ano o IV Festival Cultura de Fronteira foi realizado concomitantemente com as comemorações dos 15 anos da UFFS, e as obras deveriam guardar relação com o tema proposto: UFFS 15 Anos – Memórias e Saberes. \r\n\r\nEm 2025, o V Festival  Cultura de Fronteira continuou  a promover o desenvolvimento cultural e artístico da comunidade acadêmica e regional, com diversas modalidades, incluindo Artes Visuais, Artes Cênicas, Literatura, Música e Curta-metragem. A etapa local do festival no Campus Erechim ocorreu no  dia 20 de agosto e contou com a presença do Pró-Reitor de Extensão e Cultura da Universidade  Federal da  Fronteira Sul, Willian Simões e do Diretor de Cultura da Universidade  Federal da  Fronteira Su, Ronnie Reus Schroeder.\r\n\r\n Em 2026, VI Festival  Cultura de Fronteira, cuja a etapa local no Campus Erechim está prevista para o dia 12 de agosto (no período da tarde e da noite), pretende ser um evento  ainda mais envolvente e participativo, sempre valorizando a cultura como um pilar fundamental para a formação integral dos estudantes,\r\n\r\nNesse processo de realização de um evento cultural que engloba toda a instituição e seus multi-campi, a UFFS reafirma seu compromisso com a promoção da arte e da criatividade, incentivando a expressão e a inovação em todas as suas formas. É um momento de celebração da diversidade cultural e de reconhecimento da importância da arte na construção de uma sociedade mais justa e inclusiva.\r\n\r\n","modalidade":"EVENTO","quant_cursos_envolvidos":14,"ids_cursos_envolvidos":"5524; 5502; 5610; 5102; 5203; 5742; 5752; 5302; 5702; 5713; 5712; 5722; 5510; 5732","nomes_cursos_envolvidos":"AGRONOMIA - INTEGRAL [ERECHIM]; AGRONOMIA - INTEGRAL [ERECHIM]; ARQUITETURA E URBANISMO - INTEGRAL [ERECHIM]; CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO - NOTURNO [ERECHIM]; CIÊNCIAS BIOLÓGICAS - INTEGRAL [ERECHIM]; CIÊNCIAS SOCIAIS - NOTURNO [ERECHIM]; EDUCAÇÃO ESPECIAL INCLUSIVA - INTEGRAL [ERECHIM]; ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA - MATUTINO [ERECHIM]; FILOSOFIA - NOTURNO [ERECHIM]; GEOGRAFIA - NOTURNO [ERECHIM]; GEOGRAFIA - NOTURNO [ERECHIM]; HISTÓRIA - NOTURNO [ERECHIM]; INTERDISCIPLINAR EM EDUCAÇÃO DO CAMPO: CIÊNCIAS DA NATUREZA - INTEGRAL [ERECHIM]; PEDAGOGIA - NOTURNO [ERECHIM]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Multilinguagem","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":48,"projeto_registro":"CUL-2026-11","projeto_titulo":"VI Festival Cultura de Fronteira - Fase local Realeza","data_inicio":"2026-03-13","data_fim":"2026-09-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"ANA CAROLINA TEIXEIRA PINTO","nome_campus":"Realeza","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"arte; cultura; festival","resumo":"O Festival Cultura de Fronteira segue o seu momento de consolidação, após cinco edições, se apresenta como uma\r\natividade cultural esperada pela comunidade acadêmica. O novo cenário cultural que vive o Brasil, com reconhecimento\r\ninternacional de nossa produção cultural, só auxilia nesse processo de consolidação de ações no segmento. Com o intuito de\r\nrearticular e consolidar grupos culturais dentro da UFFS, fortalecendo ações afirmativas surge a sexta edição do Festival Cultura de\r\nFronteira. Buscando apresentar um amplo espectro de linguagens, se constituindo em uma ação relevante e de fôlego, na medida\r\nem que busca trabalhar com, música, artes cênicas, artes visuais, audiovisual e literatura, contemplando um rol expressivo de\r\nmanifestações culturais, articuladas com a realidade sociocultural de cada região. Diante disso, a realização de um festival que\r\ncontemple a diversidade cultural da Mesorregião da Grande Fronteira do Mercosul busca proporcionar espaços diferenciados para\r\nexpressar a identidade cultural. No ano de 2017 ocorreu o I Concurso Cultural da UFFS contemplando as modalidades de Contos e\r\nFotografias. Em 2018, buscando contemplar uma diversidade maior de linguagens artístico culturais e um intercâmbio entre os\r\nCampi, ampliou-se para o I FESTIVAL CULTURA DE FRONTEIRA. Já em 2019, ocorre o II Festival Cultura de Fronteira, com\r\ndesenvolvimento por meio da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROEC). Já a III edição desenvolveu-se em período pós-pandemia,\r\nonde o grande desafio foi novamente aproximar as pessoas, frente ainda há uma dificuldade de agregar muitas pessoas em um\r\núnico espaço. Na IV e maior edição do Festival, contamos com 178 inscritos nas etapas locais, fazendo com que tivéssemos uma\r\ngrande etapa geral, realizada concomitantemente com as comemorações dos 15 anos da UFFS. A quinta edição apresentou número\r\nparecidos com a quarta edição, foram 171 inscritos. Vencidas as etapas e com o êxito existente desde a primeira edição, apresentamos em 2026 a sexta edição. A premissa central é promover o desenvolvimento cultural e artístico da comunidade acadêmica e ampliar o alcance das reflexões sobre arte e cultura em seu potencial de transformação da sociedade. Neste contexto, visa possibilitar o intercâmbio e a livre expressão cultural entre artistas amadores e\r\nprofissionais da comunidade acadêmica da Universidade Federal da Fronteira Sul. Trata-se de uma atividade pedagógica e\r\ninstitucional, que busca contemplar ações de arte e cultura, e que estão previstas como Atividades Curriculares Complementares\r\nnos Projetos Pedagógicos dos Cursos.","modalidade":"EVENTO","quant_cursos_envolvidos":0,"ids_cursos_envolvidos":null,"nomes_cursos_envolvidos":null,"situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Multilinguagem","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":49,"projeto_registro":"CUL-2026-10","projeto_titulo":"MULHERES VIVAS 8M UFFS 2026","data_inicio":"2026-03-17","data_fim":"2026-06-12","quant_coordenadores":2,"coordenadores":"MICHELE BATISTA; NOELI GEMELLI REALI","nome_campus":"Chapecó","desc_area_cnpq":"EDUCAÇÃO","palavras_chave":"EDUCAÇÃO; FEMINICÍDIO; VIOLÊNCIA DOMÉSTICA","resumo":"O evento MULHERES VIVAS 8M UFFS 2026, faz parte de um conjunto de ações promovidas pelo Coletivo 8M que reúne várias entidades locais, regionais e nacionais em torno das problemáticas que envolvem as violências, as lutas e as conquistas feministas. Feminicídio é o tema selecionado para discussão e promoção de ações de combate a esta pandemia revelado pelos dados nos últimos anos. A direção do campus, o curso de Pedagogia, o Centro Acadêmico de Pedagogia, o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher/UFFS e o Coletivo 8M/Chapecó promovem várias ações no sentido de expor a problemática e criar ações de conscientização e mobilização de enfrentamento a todos os tipos de violência contra as mulheres. O evento prevê um mapeamento dos tipos e lugares de violência vivenciadas pelas professoras, estudantes, servidoras e terceirizadas com intuito de crias estratégias que alterem o quadro atual. Haverá também a inauguração do BANCO VERMELHO, atividade vinculada à reitoria; um painel de debate e um ciclo de cine debate contabilizando 16 h. ","modalidade":"EVENTO","quant_cursos_envolvidos":1,"ids_cursos_envolvidos":"1731","nomes_cursos_envolvidos":"PEDAGOGIA - NOTURNO [CHAPECÓ]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Audiovisual","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":50,"projeto_registro":"CUL-2026-9","projeto_titulo":"Exibição do documentário O Evangelho da Revolução & Mesa-Redonda","data_inicio":"2026-03-31","data_fim":"2026-03-31","quant_coordenadores":2,"coordenadores":"JULIO CESAR STOBBE; SARAH DE CASSIA RIBEIRO","nome_campus":"Passo Fundo","desc_area_cnpq":"COMUNICAÇÃO","palavras_chave":"Cinema; Cultura; Debate; Direitos Humanos; Movimentos Sociais","resumo":"Sobre o documentário: O Evangelho da Revolução é um documentário dirigido por François-Xavier Drouet (França) que reconstrói a participação de cristãs e cristãos inspirados pela Teologia da Libertação nas lutas sociais e processos revolucionários da América Latina — Brasil, México, El Salvador e Nicarágua. Com duração aproximada de 1h55min, o longa tem circulação em festivais e sessões no Brasil e na Europa, sendo descrito pela imprensa como o primeiro documentário dedicado à história da Teologia da Libertação no continente.","modalidade":"EVENTO","quant_cursos_envolvidos":2,"ids_cursos_envolvidos":"6401; 6400","nomes_cursos_envolvidos":"ENFERMAGEM - INTEGRAL [PASSO FUNDO]; MEDICINA - INTEGRAL [PASSO FUNDO]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Audiovisual","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":51,"projeto_registro":"CUL-2026-8","projeto_titulo":"Dia internacional da mulher","data_inicio":"2026-03-09","data_fim":"2026-03-09","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"ANA CAROLINA TEIXEIRA PINTO","nome_campus":"Realeza","desc_area_cnpq":"EDUCAÇÃO","palavras_chave":"educação; mulher; violência doméstica","resumo":"O evento em alusão ao dia internacional da mulher ocorrerá na noite do dia 09 de março e contará com a Palestra intitulada \"Violência Doméstica e a Urgência da Proteção\" realizada pela advogada Dra. Gabriela de Azevedo Machado e o Juiz Dr. Carlos Villalba. O evento aberto a toda comunidade acadêmica e envolvente é  organizado pela Coordenação Adjunta de Cultura do Campus Realeza em parceria com o Conselho da Comunidade da Comarca de Realeza. As atividades iniciarão 19h no auditório do bloco A com a apresentação musical temática do Projeto Cultura Musical, logo o diretor do Campus professor Dr. Marcos Beal realizará a abertura do evento e na sequência a coordenadora adjunta de cultura, professora Dra. Ana Carolina Teixeira Pinto fará a apresentação do evento e dos palestrantes. A palestra será conduzida pelo Juiz Dr. Carlos Villalba e pela Advogada Dra. Gabriela de Azevedo Machado, que apresentarão dados sobre casos de violência na região, evidenciando a necessidade de ações integradas e políticas públicas efetivas, além da importância da realização de denúncias, já que a responsabilidade no enfrentamento à violência doméstica não é apenas da vítima ou dos órgãos de segurança, mas de toda a coletividade. Também será apresentado um panorama das iniciativas em andamento na comarca, retomando a apresentação de projetos voltados à reeducação de homens autores de violência – como o programa que trabalha a ressignificação de comportamentos. No momento final o público será convidado para participar com perguntas a respeito do tema, totalizando 4 horas de evento. \r\n\r\n\r\n ","modalidade":"EVENTO","quant_cursos_envolvidos":7,"ids_cursos_envolvidos":"3602; 3201; 3111; 3803; 3410; 3704; 3121","nomes_cursos_envolvidos":"ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA - NOTURNO [REALEZA]; CIÊNCIAS BIOLÓGICAS - NOTURNO [REALEZA]; CIÊNCIAS NATURAIS - NOTURNO [REALEZA]; LETRAS - PORTUGUÊS E ESPANHOL - NOTURNO [REALEZA]; NUTRIÇÃO - MATUTINO [REALEZA]; PEDAGOGIA - NOTURNO [REALEZA]; QUÍMICA - NOTURNO [REALEZA]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Patrimônio Cultural material e imaterial","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":52,"projeto_registro":"CUL-2026-7","projeto_titulo":"Sunset da Federal - Chapecó","data_inicio":"2026-03-10","data_fim":"2026-04-10","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"FLAVIA AIGNER PAN","nome_campus":"Chapecó","desc_area_cnpq":"EDUCAÇÃO","palavras_chave":"Acolhimento; Convivência; Cultura; Integração Universitária; Música","resumo":"O projeto de cultura \"Sunset da Federal\" configura-se como uma ação cultural vespertina realizada no campus universitário, cujo objetivo precípuo é fomentar a integração da comunidade acadêmica (discentes, docentes e técnicos-administrativos). A iniciativa busca valorizar as manifestações culturais e fortalecer os vínculos interpessoais por meio da música e da interação.\r\nOriginado para estabelecer um espaço de acolhimento diferenciado e afetivo, a atividade visa proporcionar um ambiente propício à partilha de vivências, saberes e expectativas. A estrutura do evento contempla apresentações musicais de diversos gêneros, atividades interativas e a facilitação de grupos de discussão, destinados a incentivar a colaboração no meio acadêmico, sendo complementada pela disponibilização de bebidas não alcoólicas aos participantes. A atividade será realizada no dia 20 de março de 2026 ao entardecer no campus de Chapecó.","modalidade":"EVENTO","quant_cursos_envolvidos":0,"ids_cursos_envolvidos":null,"nomes_cursos_envolvidos":null,"situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Música","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":53,"projeto_registro":"CUL-2026-6","projeto_titulo":"Festival Universitário da Literatura e do Livro","data_inicio":"2026-04-22","data_fim":"2026-04-24","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"PABLO LEMOS BERNED","nome_campus":"Cerro Largo","desc_area_cnpq":"LETRAS","palavras_chave":"Curricularização da Extensão; Literatura Infanil e Juvenil; Mediação de Leitura","resumo":"O Festival Universitário da Literatura e do Livro tem por objetivo reunir escritores locais, críticos literários, agentes culturais e público leitor para fomentar a leitura no espaço universitário e na comunidade em geral. São previstas mesas redondas voltadas à produção, circulação e valorização do texto literário, oficinas e lançamentos de livros. A iniciativa decorre do processo de inclusão da extensão e da cultura nos currículos da UFFS, que proporciona uma formação caracterizada pelo protagonismo estudantil e pela atuação junto à Educação Básica. Esta edição ocorre no contexto de comemoração dos 400 anos das Missões Jesuíticas e Guarani.","modalidade":"EVENTO","quant_cursos_envolvidos":1,"ids_cursos_envolvidos":"4802","nomes_cursos_envolvidos":"LETRAS - PORTUGUÊS E ESPANHOL - NOTURNO [CERRO LARGO]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Patrimônio Cultural material e imaterial","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":54,"projeto_registro":"CUL-2026-5","projeto_titulo":"Ações Culturais Avulsas 2025 - Campus Erechim","data_inicio":"2026-04-01","data_fim":"2026-04-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"ELISIANE DA SILVA QUEVEDO","nome_campus":"Erechim","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"Arte-educação; Cultura; Integração; Saberes; Vivências","resumo":"Ações Culturais Avulsas 2025 - Campus Erechim\r\n\r\nO presente projeto visa certificar as atividades culturais realizadas no Campus Erechim em 2025 que não estavam inseridas em nenhum projeto ou programa e aconteceram sem que houvesse tempo de preencher um formulário para certificaçãoa. O objetivo é reconhecer e valorizar as ações culturais avulsas realizadas pela comunidade acadêmica, promovendo a cultura e a extensão universitária.\r\n\r\n\r\nAbaixo, segue a lista das atividades culturais avulsas realizadas no Campus Erechim em 2025:\r\n\r\n1. Momento Cultural - Inauguração do Canteiro Experimental (12/11/2025)\r\n2. Programação Cultural de Abertura do 2º Semestre\r\n    - Curso de Organização Financeira (25/08)\r\n    - Yoga ao Pôr do Sol (12/08, 19/08 e 26/08)\r\n    - Caminhada fotográfica noturna (14/08)\r\n    - Workshop Escrita Criativa (13/08)\r\n3. Oficina de Arteterapia e Mindfulness (02/06, 09/06, 16/06 e 23/06)\r\n4. Lançamento do Livro “Povo Planta” e Vivência Poética no Jardim Sensorial (07/04)\r\n5. Programação Cultural de Abertura do 1º Semestre\r\n    - City Tour Exclusivo UFFS (21/03)\r\n    - Espiral de Ervas do Campus Erechim (15/03)\r\n    - Yoga ao Pôr-do-Sol (10/03, 17/03 e 24/03)\r\n","modalidade":"EVENTO","quant_cursos_envolvidos":13,"ids_cursos_envolvidos":"5502; 5610; 5203; 5742; 5302; 5312; 5702; 5713; 5712; 5722; 5723; 5510; 5732","nomes_cursos_envolvidos":"AGRONOMIA - INTEGRAL [ERECHIM]; ARQUITETURA E URBANISMO - INTEGRAL [ERECHIM]; CIÊNCIAS BIOLÓGICAS - INTEGRAL [ERECHIM]; CIÊNCIAS SOCIAIS - NOTURNO [ERECHIM]; ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA - MATUTINO [ERECHIM]; ENGENHARIA CIVIL - NOTURNO [ERECHIM]; FILOSOFIA - NOTURNO [ERECHIM]; GEOGRAFIA - NOTURNO [ERECHIM]; GEOGRAFIA - NOTURNO [ERECHIM]; HISTÓRIA - NOTURNO [ERECHIM]; HISTÓRIA - NOTURNO [ERECHIM]; INTERDISCIPLINAR EM EDUCAÇÃO DO CAMPO: CIÊNCIAS DA NATUREZA - INTEGRAL [ERECHIM]; PEDAGOGIA - NOTURNO [ERECHIM]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Multilinguagem","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":55,"projeto_registro":"CUL-2026-4","projeto_titulo":" Cine-debate do documentário Fen’Nó – Tributo a Uma Guerreira","data_inicio":"2026-03-05","data_fim":"2026-03-05","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"ANTONIO LUIZ MIRANDA","nome_campus":"Chapecó","desc_area_cnpq":"HISTÓRIA","palavras_chave":"Fe'Nó; Indígena; Kaingang","resumo":"O evento consiste na exibição do documentário Fendó – Tributo a Uma Guerreira \r\n(2000), que retrata a trajetória de Ana da Luz do Nascimento, conhecida como Fen’Nó, \r\nliderança do povo Kaingang da Aldeia Toldo Chimbangue, em Chapecó (SC), e sua atuação na \r\nluta pelos direitos territoriais e culturais de seu povo. Após a exibição, haverá uma fala da \r\nprofessora doutora Adiles Savoldi, autora de pesquisa sobre essa liderança, seguida de debate \r\ncom o público. A atividade é destinada especialmente aos estudantes dos cursos de História, \r\nCiências Sociais e demais licenciaturas, promovendo reflexões sobre memória, resistência \r\nindígena e o processo de colonização regional. ","modalidade":"EVENTO","quant_cursos_envolvidos":1,"ids_cursos_envolvidos":"1720","nomes_cursos_envolvidos":"HISTÓRIA - MATUTINO [CHAPECÓ]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":null,"data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":56,"projeto_registro":"CUL-2026-3","projeto_titulo":"Sunset da Federal - Erechim","data_inicio":"2026-03-03","data_fim":"2026-03-31","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"FLAVIA AIGNER PAN","nome_campus":"Chapecó","desc_area_cnpq":"EDUCAÇÃO","palavras_chave":"Acolhimento; Convivência; Cultura; Integração Universitária; Música","resumo":" O projeto de cultura \"Sunset da Federal\" configura-se como uma ação cultural vespertina realizada no campus universitário, cujo objetivo precípuo é fomentar a integração da comunidade acadêmica (discentes, docentes e técnicos-administrativos). A iniciativa busca valorizar as manifestações culturais e fortalecer os vínculos interpessoais por meio da música e da interação.\r\n\r\nOriginado para estabelecer um espaço de acolhimento diferenciado e afetivo, a atividade visa proporcionar um ambiente propício à partilha de vivências, saberes e expectativas. A estrutura do evento contempla apresentações musicais de diversos gêneros, atividades interativas e a facilitação de grupos de discussão, destinados a incentivar a colaboração no meio acadêmico, sendo complementada pela disponibilização de bebidas não alcoólicas aos participantes. 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É momento de grande reflexão e também para questionarmos desta história que marca profundamente a geografia humana do nosso estado, constituindo-se em um evento de grande relevância para a comunidade acadêmica e a sociedade em geral. A Universidade Federal da Fronteira Sul, ao sediar esse seminário, demonstra seu comprometimento com a promoção do conhecimento interdisciplinar e com a busca por soluções para desafios contemporâneos que envolvem a cultura, a história, o patrimônio e o território da Região das Missões. \r\nMais do que comemorar a data, este é um ponto de convergência – um momento para entrelaçar três questões fundamentais para compreender a Região e planejar o seu futuro, que são: a História, o Patrimônio e o Território.\r\nHistória: Encontros, Resistências e Utopias - Em 1626, com a fundação de São Nicolau à margem do rio Uruguai, iniciou-se uma experiência ímpar na América. Não se trata, porém, de uma narrativa única ou simples. É a história de um encontro violento e criativo entre o projeto evangelizador e político da Companhia de Jesus e os modos de vida, a espiritualidade e a organização social dos povos Guarani. Foram criadas reduções que se tornaram cidades-estado autossuficientes, centros de produção artística, intelectual e agrícola que despertaram admiração e cobiça. Uma sociedade teocrática que, paradoxalmente, protegeu e reorganizou comunidades indígenas sob uma lógica europeia, criando um território missioneiro autônomo que desafiava os poderes coloniais de Portugal e Espanha. É também a história de uma ruptura trágica. Os tratados de fronteira, a guerra guaranítica e a expulsão dos jesuítas em 1768 marcaram o fim desse projeto e o início da dispersão, do extermínio e da diáspora dos povos missioneiros. A história que nos chega é, portanto, uma sobreposição de camadas: a da glória arquitetônica e cultural, e a da violência, do desterro e da resistência silenciada.\r\nPatrimônio: Ruínas, Memória Viva e Reconhecimento – As ruínas de São Miguel Arcanjo, reconhecidas como Patrimônio Mundial pela UNESCO, são a materialização de um passado grandioso, testemunhas de uma arquitetura de síntese – onde o barroco europeu foi reinterpretado por mãos indígenas. Este patrimônio monumental é um ícone, um símbolo de identidade para o Rio Grande do Sul. Mas nosso seminário se propõe a ampliar esse olhar. O patrimônio missioneiro não está apenas na pedra. Está na toponímia (nos nomes dos rios, das cidades), na culinária (na erva-mate, no chimarrão, herdado do hábito guarani), no artesanato, e, sobretudo, na memória viva dos povos Guarani Mbyá e Ñandeva que ainda hoje habitam a região. É um patrimônio material e imaterial, que exige políticas de preservação que sejam também de valorização das culturas originárias.\r\nTerritório: Conflitos, Fronteiras e Permanências - As Missões moldaram a geopolítica do Cone Sul. Elas definiram, durante séculos, uma fronteira viva e contestada entre os impérios ibéricos. O território missioneiro, uma vez expulso os jesuítas, tornou-se objeto de disputa, doação de sesmarias e, posteriormente, da construção da identidade gaúcha, muitas vezes apagando o protagonismo indígena. Discutir território é falar do Tape – o caminho, a rede que ligava os povos. É analisar como esse espaço foi fragmentado, apropriado e redistribuído. E, de modo crucial, é reconhecer as lutas atuais por terra e reconhecimento dos povos indígenas, herdeiros diretos desse processo histórico. O território missioneiro não é apenas um passado glorioso; é um presente em disputa, carregado de demandas por justiça e reparação.\r\nO objetivo do seminário é o de estabelecer diálogos, relembrar o passado, conhecer a situação atual e propor possibilidade de futuro, tanto da Região Missioneira como dos seus habitantes atuais e dos remanescentes dos originários.","modalidade":"EVENTO","quant_cursos_envolvidos":0,"ids_cursos_envolvidos":null,"nomes_cursos_envolvidos":null,"situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Patrimônio Cultural material e imaterial","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":58,"projeto_registro":"CUL-2026-1","projeto_titulo":"VI Festival Cultura de Fronteira","data_inicio":"2026-01-26","data_fim":"2026-09-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"RONNIE REUS SCHROEDER","nome_campus":"Cerro Largo","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"Arte; Cultura; Festival","resumo":"O Festival Cultura de Fronteira segue o seu momento de consolidação, após cinco edições, se apresenta como uma atividade cultural esperada pela comunidade acadêmica. O novo cenário cultural que vive o Brasil, com reconhecimento\r\ninternacional de nossa produção cultural, só auxilia nesse processo de consolidação de ações no segmento. Com o intuito de rearticular e consolidar grupos culturais dentro da UFFS, fortalecendo ações afirmativas surge a sexta edição do Festival Cultura de Fronteira. Buscando apresentar um amplo espectro de linguagens, se constituindo em uma ação relevante e de fôlego, na medida em que busca trabalhar com, música, artes cênicas, artes visuais, audiovisual e literatura, contemplando um rol expressivo de manifestações culturais, articuladas com a realidade sociocultural de cada região. Diante disso, a realização de um festival que contemple a diversidade cultural da Mesorregião da Grande Fronteira do Mercosul busca proporcionar espaços diferenciados para expressar a identidade cultural. No ano de 2017 ocorreu o I Concurso Cultural da UFFS contemplando as modalidades de Contos e Fotografias. Em 2018, buscando contemplar uma diversidade maior de linguagens artístico culturais e um intercâmbio entre os Campi, ampliou-se para o I FESTIVAL CULTURA DE FRONTEIRA. Já em 2019, ocorre o II Festival Cultura de Fronteira, com desenvolvimento por meio da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROEC). Já a III edição desenvolveu-se em período pós-pandemia, onde o grande desafio foi novamente aproximar as pessoas, frente ainda há uma dificuldade de agregar muitas pessoas em um único espaço. Na IV e maior edição do Festival, contamos com 178 inscritos nas etapas locais, fazendo com que tivéssemos uma grande etapa geral, realizada concomitantemente com as comemorações dos 15 anos da UFFS. A quinta edição apresentou número parecidos com a quarta edição, foram 171 inscritos, o ponto alto foi a etapa final que contou com mais de 400 participantes no Teatro Iguassú em Laranjeiras do Sul. Vencidas as etapas e com o êxito\r\nexistente desde a primeira edição, apresentamos em 2026 a sexta edição. A premissa central é promover o desenvolvimento cultural e artístico da comunidade acadêmica e ampliar o alcance das reflexões sobre arte e cultura em seu potencial de transformação da sociedade. Neste contexto, visa possibilitar o intercâmbio e a livre expressão cultural entre artistas amadores e profissionais da comunidade acadêmica da Universidade Federal da Fronteira Sul. Trata-se de uma atividade pedagógica e institucional, que busca contemplar ações de arte e cultura, e que estão previstas como Atividades Curriculares Complementares nos Projetos Pedagógicos dos Cursos.\r\n","modalidade":"EVENTO","quant_cursos_envolvidos":0,"ids_cursos_envolvidos":null,"nomes_cursos_envolvidos":null,"situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Multilinguagem","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":59,"projeto_registro":"CUL-2025-88","projeto_titulo":"Cine InterAções","data_inicio":"2025-12-01","data_fim":"2025-12-01","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"FABIO CARMINATI","nome_campus":"Chapecó","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"cine debate; Hidroelétricas; Interação; Justiça climática","resumo":"O objetivo principal deste evento é proporcionar aos participantes a possibilidade de interação e reflexão sobre o movimento de resistência há construção de barragens que existe no território que abrange a Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) . O evento proporciona para a imersão cinematográfica na realidade retratada pela exibição nomeada “Pedra Vermelha” da Margot Filmes. Trata-se do anúncio da construção de 25 grandes hidrelétricas na Bacia do Rio Uruguai deu origem a um movimento de resistência que virou símbolo de mobilização popular na América Latina. São mais de 40 anos de luta contra o dilúvio programado do Rio Uruguai. Uma pedra no caminho do projeto da Usina Hidrelétrica de Itapiranga. A exibição do filme na UFFS visa o uso político do cinema, a fim de debater a ação global e local do movimento social dos Atingidos por Barragens no âmbito global e local, utilizando do conhecimento vivenciado e acumulado nas áreas de Ciências Sociais e História. Além disso, o cine interações provoca o diálogo pela interdisciplinariedade, visando a troca e a aproximação de conhecimentos entre a teoria produzida na universidade, a produção cinematográfica e a vivência dos atingidos que configuram em sua maioria comunidades camponesas e pescadoras da região. O que interessa a partir do evento é realizar a divulgação científica do processo de produção do filme, e como a organização retratada, o Movimento dos Atingidos por Barragens, se insere nas dinâmicas da história da organização de grupos no Oeste Catarinense. Cumpre-se assim um dos objetivos da Extensão universitária, ao propiciar o diálogo e incorporação da história da comunidade que cerca territorialmente a universidade. Além disso, provoca-se o uso da ciência política, sociologia e da antropologia utilizando-se daquilo que é de seu uso social, produzindo conhecimentos e horizontes futuros por meio da exibição do filme e provocando a ampliação do imaginário político e social dos participantes, que é uma das funções das ciências sociais como ciência - ao ser uma ciência capaz de entrelaçar a vida cotidiana aos fatores globais – isto é, ir do singular ao universal para que outros mundos possíveis sejam articulados, em referência ao conceito de Imaginação sociológica de Wright Mills,  um dos autores base da prática do Projeto de Extensão Interações. O evento irá ocorrer dia 01 de dezembro de 2025, no auditório do bloco C da Universidade Federal da Fronteira Sul, às 19h00.","modalidade":"EVENTO","quant_cursos_envolvidos":2,"ids_cursos_envolvidos":"1741; 1721","nomes_cursos_envolvidos":"CIÊNCIAS SOCIAIS - NOTURNO [CHAPECÓ]; HISTÓRIA - NOTURNO [CHAPECÓ]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Audiovisual","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":60,"projeto_registro":"CUL-2025-87","projeto_titulo":" Sunset da Federal - Realeza","data_inicio":"2025-11-11","data_fim":"2025-12-19","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"FLAVIA AIGNER PAN","nome_campus":"Chapecó","desc_area_cnpq":"EDUCAÇÃO","palavras_chave":"Acolhimento; Convivência; Cultura; Integração Universitária; Música","resumo":"O projeto de cultura \"Sunset da Federal\" configura-se como uma ação cultural vespertina realizada no campus universitário, cujo objetivo precípuo é fomentar a integração da comunidade acadêmica (discentes, docentes e técnicos-administrativos). A iniciativa busca valorizar as manifestações culturais e fortalecer os vínculos interpessoais por meio da música e da interação.\r\n\r\nOriginado  para estabelecer um espaço de acolhimento diferenciado e afetivo, a atividade visa proporcionar um ambiente propício à partilha de vivências, saberes e expectativas. A estrutura do evento contempla apresentações musicais de diversos gêneros, atividades interativas e a facilitação de grupos de discussão, destinados a incentivar a colaboração no meio acadêmico, sendo complementada pela disponibilização de bebidas não alcoólicas aos participantes. 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Este evento tem como objetivo celebrar o espírito natalino, promover a integração entre os diversos segmentos da nossa universidade e, ao mesmo tempo, realizar uma ação solidária em prol daqueles que mais precisam.\r\n\r\n","modalidade":"EVENTO","quant_cursos_envolvidos":0,"ids_cursos_envolvidos":null,"nomes_cursos_envolvidos":null,"situacao_projeto":"PROJETO_AGUARDA_AVALIACAO","linguagem":"Artes visuais","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":62,"projeto_registro":"CUL-2025-85","projeto_titulo":"Espaço Ficção: Clube de Leitura UFFS","data_inicio":"2025-12-01","data_fim":"2027-12-31","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"PAULO HENRIQUE VAILATI","nome_campus":"Laranjeiras do Sul","desc_area_cnpq":"EDUCAÇÃO","palavras_chave":"Diálogo; Ficção; Leitura; Literatura; Narrativa","resumo":"O projeto “Espaço Ficção: Clube de Leitura UFFS” propõe a criação de um clube de leitura vinculado à Biblioteca da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), com o objetivo de promover a análise, a interpretação e a discussão de obras literárias de ficção, abrangendo principalmente romances, novelas e contos. A iniciativa busca ampliar o caráter predominantemente técnico e científico do acervo e das atividades desenvolvidas na instituição, reconhecendo na literatura ficcional um instrumento privilegiado para o exercício do pensamento crítico, da sensibilidade estética, do diálogo intergeracional e da empatia. Por meio das narrativas ficcionais, pretende-se incentivar reflexões acerca de temas sociais, políticos e culturais, fomentando debates que estimulem a leitura como prática transformadora e emancipatória.\r\nO clube priorizará a leitura de obras de autores e autoras nacionais contemporâneos, especialmente aquelas que representem a diversidade de vozes, contextos e perspectivas presentes na sociedade brasileira. Além de constituir-se como um espaço físico de encontro e convivência, o projeto visa consolidar-se também como um espaço simbólico de imaginação, escuta e reflexão, capaz de integrar a comunidade acadêmica e o público externo. Dessa forma, o “Espaço Ficção” contribuirá para o fortalecimento das ações de extensão universitária, para a formação cidadã e para a promoção do hábito da leitura como prática cultural essencial à construção de uma sociedade crítica, plural e democrática. Para além disso, o projeto prevê a comunicação com municípios vizinhos e a extensão de convites para que escritores regionais participem de rodas de conversa acerca de suas próprias obras, ou mesmo forneçam oficinas de escrita e processo criativo, dentre outras temáticas afins.\r\n\r\nO projeto será desenvolvido a partir de encontros periódicos presenciais e/ou híbridos na Biblioteca da UFFS ou em outros locais a serem combinados, tanto no meio institucional quanto em ambientes externos, como cafés. A metodologia contempla as seguintes etapas:\r\n\r\nPlanejamento e organização inicial;\r\nSeleção de equipe coordenadora (técnico responsável pelo projeto, docente responsável como colaborador, bolsista selecionado e colaboradores informais do setor que estejam disponíveis para auxílio e participação);\r\nDefinição de cronograma e seleção das primeiras obras a serem lidas;\r\nDivulgação do clube de leitura na comunidade acadêmica e externa, principalmente por meio virtual (redes sociais);\r\nPlanejamento, preparação e execução das atividades pela equipe responsável, realizadas mês a mês;\r\nEncontros mensais para discussão das obras selecionadas, mediadas pela equipe coordenadora;\r\nRealização de interpretações compartilhadas sobre as leituras, debates temáticos e rodas de conversa;\r\nIntegração com autores e autoras, por meio de videochamadas projetadas em tela;\r\nParcerias com o Centro de Línguas da UFFS para debates específicos interdisciplinares;\r\nAções abertas à comunidade (oficinas de escrita e exposições de livros selecionados pelo Clube).\r\n\r\nReferências:\r\n\r\nBARTHES, Roland. O prazer do texto. São Paulo: Perspectiva, 2015.\r\nCANDIDO, Antonio. A literatura e a formação do homem. In: Vários escritos. São Paulo: Duas Cidades, 2004.\r\nCOSSON, Rildo. Letramento literário: teoria e prática. São Paulo: Contexto, 2014.\r\nFREIRE, Paulo. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. São Paulo: Cortez, 2011.\r\nKARNAL, Leandro. Para pensar e escrever melhor: pequenos textos. São Paulo: Planeta, 2024.\r\nTODOROV, Tzvetan. A literatura em perigo. Rio de Janeiro: Difel, 2009.\r\n\r\nResultados Esperados:\r\n\r\nCriação de um espaço permanente de leitura e discussão literária na universidade;\r\nAmpliação do acervo de obras de ficção contemporânea na Biblioteca da UFFS;\r\nEngajamento de estudantes, servidores e comunidade externa em práticas culturais e reflexivas;\r\nDesenvolvimento de competências críticas, interpretativas e comunicativas nos participantes;\r\nFortalecimento das ações de extensão e integração universidade–sociedade, promovendo a democratização do acesso à literatura;\r\nConsolidação do “Espaço Ficção” como referência institucional em mediação de leitura e formação cultural;\r\n\r\nProdutos Acadêmicos Esperados:\r\n\r\nRelatos de experiência e artigos científicos sobre mediação de leitura, formação leitora e extensão universitária;\r\nApresentação no Seminário de Ensino, Pesquisa e Extensão (SEPE) e demais eventos similares;\r\nCatálogo digital com as obras discutidas.\r\n","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":15,"ids_cursos_envolvidos":"2612; 2503; 2202; 2601; 2713; 2714; 2521; 2550; 2721; 2310; 2510; 2300; 2531; 2540; 2703","nomes_cursos_envolvidos":"ADMINISTRAÇÃO - NOTURNO [LARANJEIRAS DO SUL]; AGRONOMIA - INTEGRAL [LARANJEIRAS DO SUL]; CIÊNCIAS BIOLÓGICAS - NOTURNO [LARANJEIRAS DO SUL]; CIÊNCIAS ECONÔMICAS - NOTURNO [LARANJEIRAS DO SUL]; CIÊNCIAS SOCIAIS - NOTURNO [LARANJEIRAS DO SUL]; CIÊNCIAS SOCIAIS - NOTURNO [LARANJEIRAS DO SUL]; DESENVOLVIMENTO RURAL E GESTÃO AGROINDUSTRIAL - INTEGRAL [LARANJEIRAS DO SUL]; EDUCAÇÃO DO CAMPO: CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS - INTEGRAL [LARANJEIRAS DO SUL]; EDUCAÇÃO ESPECIAL INCLUSIVA - INTEGRAL [LARANJEIRAS DO SUL]; ENGENHARIA DE ALIMENTOS - INTEGRAL [LARANJEIRAS DO SUL]; ENGENHARIA DE AQUICULTURA - MATUTINO [LARANJEIRAS DO SUL]; ENGENHARIA QUÍMICA - INTEGRAL [LARANJEIRAS DO SUL]; INTERDISCIPLINAR EM EDUCAÇÃO DO CAMPO: CIÊNCIAS DA NATUREZA - NOTURNO [LARANJEIRAS DO SUL]; INTERDISCIPLINAR EM EDUCAÇÃO DO CAMPO: CIÊNCIAS NATURAIS, MATEMÁTICA E CIÊNCIAS AGRÁRIAS - INTEGRAL [LARANJEIRAS DO SUL]; PEDAGOGIA - NOTURNO [LARANJEIRAS DO SUL]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Multilinguagem","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":63,"projeto_registro":"CUL-2025-84","projeto_titulo":"Programa Cultura Musical - Levando a cultura por meio da música no Campus Realeza e Comunidade Regional (2026/2027)","data_inicio":"2026-01-02","data_fim":"2027-12-31","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"GIULIANO KLUCH","nome_campus":"Realeza","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"ARTE; comunidade; CULTURA; LAZER; VOZES","resumo":"Partindo da discussão da política pública brasileira e do papel da universidade na democratização do acesso à produção, formação e difusão cultural, o projeto pretende ser um propulsor para o fortalecimento e a valorização das diversas manifestações\r\nmusicais brasileiras e internacionais, difundindo a cultura musical e mobilizando a comunidade acadêmica e também a comunidade regional.\r\nO projeto, busca criar um grupo musical, que interpretará músicas consagradas nacionais e internacionais, bem como, músicas autorais, criação e produção dos arranjos vocais e instrumentais, que serão desenvolvidos a partir das referências musicais já existentes, aliando às influências conceituais de cada músico participante, estimulando o processo criativo, desenvolvendo assim a identidade autenticidade do grupo em sua livre interpretação musical, corporal e performática. O grupo será formado por docentes, discentes e servidores técnicos da UFFS, bem como, membros da comunidade regional que\r\ntenham habilidades e conhecimentos musicais ou que queiram desenvolver seus talentos junto com a equipe do projeto.\r\nO repertório a ser trabalhado se baseará em músicas dos mais variados gêneros musicais, em nível internacional, nacional e regional. Resgatando e valorizando a cultura musical local, trazendo conscientização musical para a comunidade ao mesmo tempo do resgate histórico de músicas consagradas nacionalmente.\r\nConsiderando a importância da música na vida social das populações e a escassez de atividades culturais na UFFS/Realeza, bem como, no município e região, pretende-se contribuir com a difusão da cultura musical, estimulando o gosto pela música, formando\r\nnovas plateias, a partir da realização de Eventos Culturais, Shows e Saraus Musicais acessíveis à comunidade acadêmica e Regional.\r\n\r\nProgramação de atividades:\r\nENCONTROS SEMANAIS PARA ENSAIOS.\r\nAPRESENTAÇÕES EM EVENTOS INTERNOS DA UFFS E EXTERNOS.\r\nREUNIÕES MENSAIS DE AVALIAÇÃO.\r\nREUNIÃO DE DEFINIÇÃO DE REPERTÓRIO\r\nREUNIÃO DE ORGANIZAÇÃO DAS APRESENTAÇÕES \r\nREUNIÃO DE COMPOSIÇÃO, ARRANJO DE MÚSICAS AUTORAIS\r\nELABORAÇÃO DE RELATÓRIOS \r\nDIVULGAÇÃO DO PROJETO NA COMUNIDADE ACADÊMICA E REGIONAL\r\nPROSPECÇÃO DE NOVAS PARCERIAS EXTERNAS\r\nOFERTAR OFICINAS DE MÚSICA EM EVENTOS DO CAMPUS E/OU DA COMUNIDADE REGIONAL\r\n\r\nSistema de avaliação da ação pelo público atendido Serão feitas avaliações subjetivas por meio de diálogo com os coordenadores dos eventos institucionais ou organizadores dos eventos promovidos pela comunidade Regional.\r\n\r\nSistema de avaliação da ação pela equipe executora Far-se-á avaliações mensais das atividades junto com as reuniões para definição de repertório. Também serão feitas avaliações ao final de cada ciclo.\r\n\r\nImpactos da ação para a equipe executora \r\nPotencializar os talentos musicais presentes no campus, promover interação positiva e promover novos conhecimentos musicais e culturais dos envolvidos\r\n\r\nImpactos da ação para o público-alvo\r\nReativar bons momentos vividos a partir de cada música executada, trazer a memória da música nacional, junto com apresentação de músicas autorais.\r\n\r\nPlano de trabalho do(s) estudante(s)\r\nDescrever as atividades previstas\r\nEnsaios semanais.\r\nApresentações em eventos.\r\nAdministração das redes sociais do grupo.\r\nApresentar relatório de atividades ao final de cada ciclo\r\nDesenvolver atividades administrativas do projeto\r\nParticipação em todas as atividades do grupo.\r\n\r\nA ação proposta promove oportunidade de aprendizagem discente, em alinhamento ao perfil do egresso e contribui para o cumprimento dos objetivos do(s) Projeto(s) Pedagógico(s) do(s) Curso(s) em questão?\r\nContexto conforme PPC, incluindo número da página de referência\r\nConforme PPC do curso de Nutrição do Campus Realeza, na página 07,  “construírem caminhos para superar os entraves históricos ao desenvolvimento econômico, social e cultural da região fronteiriça no Sul do Brasil”, na página 11 “[...]diversidade cultural com participação dos diferentes sujeitos sociais nos órgãos de representação colegiada e estudantis;”, na Página 14 [...]voltada a atender as demandas da região da fronteira, no ensino de graduação e pós-graduação, na pesquisa, na extensão e na cultura.”,  Página 19 “A visibilidade e a identidade institucional é conhecida e, aos poucos, explicita as diferentes funções da universidade na sociedade: formar pessoas e, com elas, transformar as distintas realidades regionais, urbanas e rurais, via produção científica e cultural”. Também, podemos ver conexões com o PPC do Curso de Medicina Veterinária onde podemos citar na página 17 “(1) Conhecimento, cultura e formação Humana; (2) História e memória regional; (3) Movimentos Sociais, cidadania e emancipação; (4) Agricultura familiar, agroecologia e desenvolvimento regional; (5) Energias renováveis, meio Ambiente e sustentabilidade; (6) Desenvolvimento regional, tecnologia e inovação; (7) Gestão das cidades, sustentabilidade e qualidade de vida; (8) Políticas e práticas de promoção da saúde coletiva; (9) Educação básica e formação de professores; (10) Juventude, cultura e trabalho; (11) Linguagem e comunicação”, também na página 24 e 25 “b) despertar nos estudantes a consciência sobre as questões que dizem respeito ao convívio humano em sociedade, às relações de poder, às valorações sociais, à organização sócio político-econômica e cultural das sociedades, nas suas várias dimensões (municipal, estadual, nacional, regional, internacional). No PPC do curso de letra, na página 17 “O uso de uma língua pelos sujeitos que dela se apropriaram não possibilita apenas a socialização do conhecimento e da cultura produzidos e o diálogo harmônico pelo compartilhamento de ideias, mas principalmente o confronto de pontos de vista sobre o ser humano e sobre o mundo. Possibilita, ainda, a produção de novos saberes (e não somente os relacionados à própria língua e literatura[…] […] Acrescenta-se que a realidade plurilíngue e multicultural da região de abrangência do Campus Realeza, bem como dos demais campi da UFFS (Noroeste do Rio Grande do Sul, Oeste de Santa Catarina e Sudoeste do Paraná, que compreende 396 municípios, totalizando 120.000 km² e uma população de 3,8 milhões de habitantes) e dos demais países que integram o Mercosul pode ser citada como justificativa de ordem cultural, política e estratégica para a oferta do Curso de Graduação em Letras - Português e Espanhol - Licenciatura)”. \r\n\r\n\r\n\r\nCross I. (2001). Music, cognition, culture, and evolution. Annals of the New York Academy of Sciences, 930, 28–42.\r\n\r\nRabinowitch, T. C. (2020). The potential of music to effect social change. Music & Science, 3, 2059204320939772.\r\n\r\nDaykin, N. et al (2018). What works for wellbeing? 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Esta ação, busca trazer mais clareza na atuação do Grupo, como forma de divulgação das atividades promovidas pela Universidade, é um instrumento de acesso a mídias locais, a partir da música.\r\n\r\nPartindo da discussão da política pública brasileira e do papel da universidade na democratização do acesso à produção, formação e difusão cultural, o projeto pretende ser um propulsor para o fortalecimento e a valorização das diversas manifestações\r\nmusicais brasileiras e internacionais, difundindo a cultura musical e mobilizando a comunidade acadêmica e também a comunidade regional.\r\nO projeto, busca criar um grupo musical, que interpretará músicas consagradas nacionais e internacionais, bem como, músicas autorais, criação e produção dos arranjos vocais e instrumentais, que serão desenvolvidos a partir das referências musicais já existentes, aliando às influências conceituais de cada músico participante, estimulando o processo criativo, desenvolvendo assim a identidade autenticidade do grupo em sua livre interpretação musical, corporal e performática. 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Nos anos de 2024 e 2025 as ações do Clube estavam vinculadas ao projeto de cultura Joaninha ou o que é, no entanto, com a necessidade de ampliação das ações a proposta se consolidou como um projeto. O projeto integra-se à rede nacional Leia Mulheres, movimento que existe em mais de 100 cidades brasileiras com o objetivo de promover a leitura de livros escritos por mulheres e fomentar discussões sobre questões de gênero, representatividade literária e cânone. A proposta fundamenta-se nos estudos de crítica literária, crítica literária feminista, nos debates sobre representatividade e diversidade na literatura, e na perspectiva da leitura como prática social transformadora. Metodologicamente, o clube funcionará com encontros mensais presenciais e/ou híbridos, nos quais serão discutidas obras previamente selecionadas de forma democrática pelo grupo. As atividades incluem: rodas de leitura e debate, encontros com autoras, produção de resenhas críticas, eventos literários temáticos e ações de incentivo à leitura em escolas e espaços comunitários. Como resultados esperados, prevê-se a formação de uma comunidade leitora crítica e engajada, a ampliação do repertório literário dos participantes com foco em autoras mulheres, a produção de conteúdo crítico sobre as obras lidas, e a contribuição para a desconstrução de desigualdades de gênero no campo literário. O projeto visa alcançar estudantes universitários, professores da educação básica, comunidade externa e público em geral interessado em literatura, estimando a participação de aproximadamente 150 pessoas por ano. 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Ao longo de um ano, serão realizadas oficinas mensais que unem arte, cultura e práticas de autoconhecimento, com o objetivo de fortalecer habilidades socioemocionais essenciais, como comunicação, empatia, criatividade e autoconfiança. Por meio de dinâmicas expressivas, atividades teatrais, exercícios de fala e escuta ativa, os participantes aprenderão a comunicar-se com autenticidade e presença. O projeto propõe uma jornada de crescimento pessoal e coletivo, estimulando o protagonismo juvenil e a construção de uma cultura de convivência e diálogo no ambiente universitário. Como resultado final, será realizada uma mostra cultural que apresentará os aprendizados e expressões desenvolvidos ao longo do percurso.\r\nFUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA \r\n\tO contexto universitário é visto de forma ambígua relacionado tanto ao bem- estar e desenvolvimento técnico quanto ao surgimento de problemas psicológicos relacionados a fatores como pressão por produtividade e a autocobrança, enfraquecimento das relações sociais, o afastamento de familiares, amigos e de atividades prazerosas; além do cansaço físico e mental, alterações no sono, nervosismo, preocupação, ansiedade e sensação de pressão constante ( SILVA, TONI, 2021).\r\n\tConforme o relatório do Fórum Nacional de Pró-Reitores de Assuntos Comunitários Estudantis (FONAPRACE, 2019), entre uma amostra de 424.128 estudantes de Instituições Federais de Ensino Superior (IFES) no Brasil, 83,5% relataram ter enfrentado algum tipo de dificuldade emocional nos últimos 12 meses, sendo a ansiedade o sintoma mais frequente, presente em 63,6% dos casos. Levando em conta que estudos nacionais e internacionais apontam que estudantes universitários apresentam maior vulnerabilidade ao desenvolvimento de transtornos mentais, como depressão, ansiedade e estresse, em comparação com a população geral (LOPES et al., 2022).\r\n\tA pesquisa de Soares et al. (2016) indicou que estudantes de Ensino Superior com maiores habilidades sociais tendem a relatar experiências acadêmicas mais positivas. Em contrapartida, aqueles com habilidades sociais menos desenvolvidas apresentam maior probabilidade de enfrentar dificuldades nas interações interpessoais comuns no ambiente universitário, o que pode afetar o desempenho acadêmico, gerar insatisfação, aumentar o risco de abandono do curso e contribuir para problemas de saúde mental e física.\r\n\tPortanto, estudos mostram que alunos que, desde os primeiros semestres, conseguem se integrar tanto no meio acadêmico quanto no social, o que depende de um bom conjunto de competências interpessoais, apresentam maiores chances de adaptação, além de desenvolvimento intelectual e pessoal, elementos fundamentais para o êxito acadêmico e profissional. Além disso, esses estudantes têm maior acesso a estímulos sociais, favorecendo seu bem-estar físico e emocional e aprimorando sua percepção de qualidade de vida (RIBEIRO & BOLSONI-SILVA, 2011).\r\nMetodologia\r\nO projeto será desenvolvido ao longo de 12 meses, com encontros mensais presenciais realizados na Universidade Federal da Fronteira Sul – Campus Realeza, em parceria com o Rotary Club local e com o UFFS – Campus Laranjeiras do Sul. Todas as atividades serão conduzidas de forma interdisciplinar, priorizando metodologias ativas, vivenciais e participativas, que estimulem o protagonismo, a criatividade e o desenvolvimento pessoal dos estudantes.\r\nSerão realizadas oficinas de expressão corporal e vocal, com exercícios de respiração, postura, dicção, improvisação teatral e uso de recursos como karaokê e podcasts, para aprimorar autoconfiança, comunicação assertiva e percepção da influência do corpo e da voz nas interações humanas. Haverá também um ciclo de encontros mensais em formato de rodas de conversa, mediadas por educadores, abordando temas como autoconhecimento, empatia, ansiedade e convivência, incluindo atividades práticas de reflexão, dinâmicas de escuta ativa e entrevistas entre participantes, promovendo equilíbrio emocional e fortalecimento de vínculos. \r\nParalelamente, os estudantes participarão de oficinas de criação artística, utilizando pintura, colagem, escrita criativa, fotografia e outras formas de expressão, cujas produções serão reunidas em uma exposição coletiva aberta à comunidade acadêmica, valorizando o protagonismo estudantil e a expressão cultural. Além disso, será desenvolvido um laboratório de soft skills com dinâmicas e desafios colaborativos, como jogos de tomada de decisão, debates orientados e resolução criativa de problemas, para fortalecer liderança, escuta ativa, empatia e cooperação, integrando recursos como podcasts, entrevistas gravadas e apresentações em grupo. \r\nO projeto terá como culminância um evento cultural, com saraú e mostra artística, promovendo apresentações de música, poesia, teatro e dança, acompanhadas de espaço de diálogo com o público, integrando cursos, valorizando a arte e fortalecendo a comunidade acadêmica. Todas as ações serão avaliadas por meio de observações, registros fotográficos, formulários e relatos reflexivos dos participantes, permitindo mensurar o impacto das atividades no desenvolvimento pessoal, social e acadêmico dos estudantes, com o suporte das parcerias institucionais.\r\n REFERENCIAS \r\nMATTESON, Miriam L.; ANDERSON, Lorien; BOYDEN, Cynthia. \"Soft skills\": Uma frase em busca de significado. portal: Libraries and the Academy , v. 16, n. 1, p. 71-88, 2016. Disponível em:< https://muse.jhu.edu/pub/1/article/609811/summary?casa_token=C1v9kA_BWAcAAAAA:7sWfYnnmTs42EKJ4eaB-G9Qpr_sIVZgDwfUZuKNl8ZEHHtQlt4MjFFpu8pOztPGhjGwkr6ijb4o> Acesso em: 27 out. 2025\r\n\r\nPINHEIRO‑CAROZZO, N. et al. Habilidades sociais e saúde mental: um estudo bibliométrico da produção brasileira. Psicologia em Revista, v. 26, n. 1, p. 101‑124, 2020. DOI: 10.5752/P.1678‑9563.2020v26n1p101‑124.\r\nDisponível em: https://periodicos.pucminas.br/psicologiaemrevista/article/view/13030\r\n. Acesso em: 27 out. 2025.\r\n\r\nPINTO, M. C. do N. et al. Habilidades sociais e saúde mental de estudantes de graduação. Revista Psicopedagogia, São Paulo, v. 40, n. 123, p. 313–323, 2023. DOI: 10.51207/2179-4057.20230030.\r\nDisponível em: https://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?pid=S0103-84862023000300313&script=sci_arttext. Acesso em: 27 out. 2025.\r\n\r\nSilva, M. V., & Toni, C. G. D. S. (2021). \"Melhor fase da vida\"? - avaliação do bem-estar subjetivo de estudantes universitários. Psicologia Argumento, 39(107), 1022-1042. https://doi.org/10.7213/psicolargum39.107.AO02  Acesso em: 27 out. 2025.\r\n\r\nLopes, F. M., Lessa, R. T., Carvalho, R. A., Reichert, R. A., Andrade, A. L. M., & Micheli, D. (2022). Transtornos mentais comuns em estudantes universitários: Uma revisão sistemática da literatura. Psicologia em Pesquisa, 16(1), 1-23. https://doi.org/10.34019/1982-1247.2022.v16.31105 Acesso em: 27 out. 2025.\r\n\r\nSoares, A. B., Leme, V. B. R., Nogueira, C. C., Maia, F. A., & Lima, C. A. (2016). Situações interpessoais: O que dizem os estudantes universitários? In A. B. Soares. L. Mourão, & M. M. P. E. Motta (Orgs.), Estudante universitário brasileiro: Características cognitivas, habilidades relacionais e transição para o mercado de trabalho (pp. 115-126). Appris Editora.Acesso em: 27 out. 2025.\r\n\r\nRibeiro, D. C., & Bolsoni-Silva, A. T. (2011). Potencialidades e dificuldades interpessoais de estudantes universitários: estudo de caracterização. Acta Comportamentalia, 19(2), 205-224. Acesso em: 27 out. 2025.\r\n\r\n\r\n","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":4,"ids_cursos_envolvidos":"2310; 3803; 3530; 3410","nomes_cursos_envolvidos":"ENGENHARIA DE ALIMENTOS - INTEGRAL [LARANJEIRAS DO SUL]; LETRAS - PORTUGUÊS E ESPANHOL - NOTURNO [REALEZA]; MEDICINA VETERINÁRIA - INTEGRAL [REALEZA]; NUTRIÇÃO - MATUTINO [REALEZA]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Multilinguagem","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":68,"projeto_registro":"CUL-2025-79","projeto_titulo":"Cultura do cavalo: tradições, práticas e animal como instrumento de reabilitação","data_inicio":"2025-10-30","data_fim":"2030-10-29","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"DALILA MOTER BENVEGNU","nome_campus":"Realeza","desc_area_cnpq":"MEDICINA VETERINÁRIA","palavras_chave":"Cultura gaúcha; Equino; Patrimônio imaterial; Regionalismo","resumo":"O projeto “Cultura do Cavalo: Tradições, Práticas e Animal como Instrumento de Reabilitação” constitui uma iniciativa ampla e integradora, voltada à preservação, difusão e valorização da cultura gaúcha, tendo o cavalo como eixo central de suas ações. Reconhecendo a importância histórica, simbólica, social e pedagógica desse animal, a proposta articula múltiplas dimensões culturais, educativas, gastronômicas, artísticas, sociais e terapêuticas, promovendo experiências que combinam conhecimento, arte, festividade, culinária regional, educação formal e não formal e inclusão social. A necessidade de uma iniciativa dessa natureza surge frente aos processos contemporâneos de urbanização, transformações sociais e ameaças à continuidade das tradições, reforçando o papel do cavalo como símbolo de bravura, liberdade, identidade regional e continuidade histórica, além de mediador cultural e pedagógico. A cultura gaúcha consolidou-se ao longo de séculos por meio de práticas festivas, religiosas, literárias, musicais, artísticas e gastronômicas, nas quais o cavalo ocupa posição central. Ele está presente na história das estâncias, nas lidas campeiras e nas narrativas orais transmitidas de geração em geração, manifestando-se em música nativista, dança folclórica, declamação de versos, contação de causos, lendas campeiras, bordados, artesanato, pinturas, esculturas e gastronomia típica. As celebrações da Missa Crioula evidenciam a religiosidade sincrética e os vínculos comunitários, enquanto os Centros de Tradições Gaúchas (CTGs) desempenham papel estratégico na preservação e promoção dessas práticas culturais. Nas regiões de fronteira com Argentina e Uruguai, a circulação de músicas, danças, contos, receitas e expressões artísticas reflete um patrimônio cultural compartilhado, destacando o cavalo como elemento central de identidade e continuidade histórica. O projeto organiza suas ações em múltiplos eixos integrados, contemplando aspectos culturais, educativos, sociais, artísticos e terapêuticos. A valorização da cultura gaúcha será realizada por meio de palestras, oficinas, apresentações e registros de saberes tradicionais, fortalecendo o sentimento de pertencimento e promovendo o resgate do patrimônio imaterial. A realização de um festival de cultura reunirá música, dança, literatura campeira, exposições artísticas, contação de histórias e experiências gastronômicas, proporcionando integração social, visibilidade regional e intercâmbio cultural entre comunidades e gerações. As exposições e apresentações de quadros, pinturas, esculturas, bordados e artesanato em madeira possibilitarão que o público compreenda a vida campeira, o simbolismo do cavalo e técnicas artísticas tradicionais. O canto nativista será promovido em apresentações e oficinas, permitindo resgate do repertório musical histórico, valorização da memória coletiva e estímulo à prática artística entre crianças, jovens e adultos. Declamações de versos, poemas e causos tradicionalistas fortalecerão a tradição oral, incentivando expressão artística, criatividade, alfabetização cultural e transmissão de valores éticos e históricos. A dimensão gastronômica será contemplada por meio de festivais culinários, que valorizarão pratos típicos, técnicas tradicionais e produtos locais, promovendo a economia criativa, integração comunitária e vivência sensorial da cultura regional. A gastronomia será integrada às demais manifestações culturais, possibilitando a compreensão da relação entre alimento, história, identidade e vida campeira. A Missa Crioula e outras \r\nações em parceria com igrejas reforçarão a dimensão religiosa, evidenciando tradições litúrgicas e promovendo encontros comunitários intergeracionais. O “dicionário equino” sistematizará e difundirá o vocabulário relacionado aos cavalos, seu manejo, comportamento e simbologia, funcionando como ferramenta pedagógica para escolas e instituições culturais, consolidando o cavalo como mediador de conhecimento, tradição e ética. O projeto terá forte atuação em escolas da região, por meio de oficinas de literatura, artes, música, gastronomia e atividades pedagógicas com cavalos, promovendo interdisciplinaridade entre história, biologia, ética animal e cultura regional. O centro de tradições gaúchas (CTG) de Realeza funcionará como parceiro estratégico, oferecendo infraestrutura, conhecimento técnico e apoio na realização de festivais, oficinas e apresentações, garantindo fidelidade à tradição e engajamento comunitário. O programa de equoterapia, voltado para atividades lúdicas com alunos, crianças e cavalos, será desenvolvido juntamente com colaboradores, com o objetivo de proporcionar contato direto com os animais, promover o desenvolvimento de habilidades socioemocionais e facilitar a aprendizagem sobre manejo, comportamento e cuidados. Dessa forma, pretende-se consolidar o cavalo como instrumento educativo, social e terapêutico, oferecendo experiências práticas que aliem aprendizado, bem-estar animal e inclusão social. Exposições de quadros e pinturas, bordados e artesanato em madeira fortalecerão a dimensão artística, preservando técnicas tradicionais, promovendo educação estética e sensibilidade cultural, e estimulando a economia criativa local. O projeto ainda inclui a realização de oficinas direcionadas a pessoas com pouco contato com cavalos, oferecendo oportunidades para que conheçam melhor esses animais, sua história, comportamento, manejo e importância cultural. Por meio dessas atividades, os participantes poderão esclarecer dúvidas, observar boas práticas de cuidado e compreender o papel do cavalo na sociedade, na cultura gaúcha e em contextos educativos e terapêuticos. As oficinas serão conduzidas por alunos da graduação, pós-graduação, mestrandos e médicos veterinários voluntários, garantindo que a transmissão de conhecimento seja segura, precisa e interativa, combinando demonstrações práticas, exposições teóricas e vivências diretas com os animais. Essa abordagem permite o desenvolvimento de empatia, respeito aos cavalos e compreensão do seu valor social, cultural e pedagógico, ao mesmo tempo em que aproxima os participantes de tradições, histórias e saberes associados à vida campeira e ao patrimônio cultural regional. Além disso, o projeto prevê que participantes que já realizaram estágios ou experiências práticas com cavalos possam compartilhar seus conhecimentos e vivências com os demais colegas durante as oficinas ou seminários. Essa troca de experiências enriquece o aprendizado coletivo, permitindo que os participantes aprendam não apenas com os profissionais responsáveis, mas também com relatos práticos de colegas sobre manejo, comportamento, cuidados e situações reais vivenciadas em campo. Essa abordagem colaborativa fortalece o senso de comunidade, estimula a reflexão crítica, valoriza diferentes perspectivas e aproxima os participantes da realidade cotidiana do trabalho com cavalos, consolidando o aprendizado teórico e prático de maneira integrada e significativa. A metodologia adotada combina estratégias de difusão cultural, educação formal e não formal, oficinas práticas, festivais culturais e gastronômicos, exposições e atividades lúdicas. As ações serão desenvolvidas em parceria com escolas, CTGs, igrejas, artistas, produtores culturais e profissionais de educação e saúde, garantindo abordagem multidisciplinar e integrada. Paralelamente, às oficinas de equoterapia e o dicionário equino possibilitarão que os saberes tradicionais sejam sistematizados, difundidos \r\ne transmitidos às novas gerações, garantindo continuidade cultural. O impacto esperado é amplo. Culturalmente, o projeto preserva e difunde tradições gaúchas, fortalecendo identidade regional e valorizando expressões artísticas, literárias, musicais, folclóricas e culinárias. Socialmente, promove inclusão, integração comunitária, desenvolvimento de habilidades socioemocionais e respeito aos animais. Educacionalmente, estimula a interdisciplinaridade, aproxima estudantes da cultura local, promove criatividade, produção literária e artística, e amplia experiências sensoriais e cognitivas. A inclusão de festivais gastronômicos fortalece a economia criativa e integra a tradição alimentar à cultura regional. Na área da saúde, as práticas com cavalos contribuem para reabilitação física, cognitiva e emocional. Em síntese, o projeto representa uma iniciativa integradora capaz de articular diversos eixos tendo o cavalo como peça central. Ao implementar ações coordenadas e participativas, busca-se fortalecer identidade cultural gaúcha, promover inclusão social e educativa, valorizar saberes e práticas tradicionais, estimular produção artística e literária, consolidar espaços de convivência intergeracional e reforçar a memória histórica. Ao contemplar tanto a dimensão simbólica quanto prática do cavalo, a iniciativa reafirma sua importância como patrimônio cultural, agente pedagógico e instrumento de transformação social, educativa e terapêutica, evidenciando a necessidade de projetos que preservem, atualizem e difundam tradições culturais de maneira inclusiva, sustentável e acessível, integrando múltiplas expressões que constituem a identidade do povo gaúcho. Este projeto visa avaliar e valorizar a cultura gaúcha e as tradições associadas, com foco em práticas culturais regionais e na preservação do patrimônio imaterial. Os dados coletados e as atividades desenvolvidas poderão servir como base para futuras pesquisas e publicações acadêmicas, contribuindo para o avanço do conhecimento na área de cultura e patrimônio regional. O conhecimento produzido será compartilhado em eventos acadêmicos e culturais, beneficiando não apenas a comunidade local, mas também pesquisadores e profissionais de outras regiões. Os estudantes envolvidos no projeto têm a oportunidade de aprender na prática sobre organização de eventos culturais, promoção de tradições e preservação do patrimônio imaterial, gerando um efeito positivo a longo prazo na formação de profissionais capacitados para atuar na valorização da cultura local. As atividades propostas permitem que os participantes tenham acesso a experiências culturais enriquecedoras de forma gratuita ou acessível. Essa prática promove a educação e a conscientização sobre a importância da preservação cultural, incentivando a comunidade a adotar atitudes de cuidado, respeito e valorização das tradições. Além disso, o envolvimento de diferentes públicos, incluindo proprietários, artistas e jovens estudantes, fortalece relações interpessoais e a solidariedade comunitária, criando uma cultura de participação e pertencimento. O impacto do projeto também se estende à economia local, ao valorizar práticas culturais tradicionais e gerar oportunidades de eventos que movimentam a região. Dessa forma, o projeto não apenas busca a preservação e difusão da cultura gaúcha, mas também estabelece bases para um futuro em que as tradições regionais sejam reconhecidas, valorizadas e mantidas de forma sustentável. Por meio do projeto, serão produzidos dois ou mais resumos científicos e/ou de cultura a serem apresentados em eventos acadêmicos, em especial no Seminário de Ensino, Pesquisa e Extensão (SEPE) da UFFS, além da confecção de materiais informativos e educativos para a comunidade. \r\n","modalidade":"PROGRAMA","quant_cursos_envolvidos":5,"ids_cursos_envolvidos":"3201; 3803; 3530; 3410; 3121","nomes_cursos_envolvidos":"CIÊNCIAS BIOLÓGICAS - NOTURNO [REALEZA]; LETRAS - PORTUGUÊS E ESPANHOL - NOTURNO [REALEZA]; MEDICINA VETERINÁRIA - INTEGRAL [REALEZA]; NUTRIÇÃO - MATUTINO [REALEZA]; QUÍMICA - NOTURNO [REALEZA]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Patrimônio Cultural material e imaterial","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":69,"projeto_registro":"CUL-2025-78","projeto_titulo":"V SER AFRO - Semana de Resistência: Articulando Falas, Reivindicando Origens e Descolonizando Mentes","data_inicio":"2025-11-10","data_fim":"2025-11-14","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"DANIELE ROSA MONTEIRO","nome_campus":"Erechim","desc_area_cnpq":"EDUCAÇÃO","palavras_chave":"Decolonialidade; Educação antirracista; Preconceito; Racismo","resumo":"A Ser Afro tem como objetivo promover a difusão da história e da cultura africana e afro-brasileira como elemento para fomentar uma educação antirracista, pautada no respeito à diversidade. É uma semana dedicada a trocas de experiências, por meio de encontros em mesas de debates, oficinas temáticas, seminário e apresentações culturais. A programação é pensada de forma a explorar os aspectos socioculturais do “ser afro” no Brasil e no mundo atual, elencando como principais temáticas: a educação para relações étnico-raciais, a presença do negro na universidade, na literatura, na música, no cinema, teatro etc., abordando também questões referentes a religiosidade, feminismo negro, entre outras. As atividades são voltadas tanto para a comunidade acadêmica quanto para a comunidade regional e convidam todos a dialogar, refletir e problematizar as manifestações de violência, discriminação racial e o não reconhecimento do negro como sujeito de direto na ocupação de todos os espaços e instituições que constituem a vida em sociedade. Nesse sentido, a Ser Afro, semana alusiva ao dia Nacional da Consciência Negra, instituída pela Lei Federal 12.519 de 10 de novembro de 2011, se configura em uma oportunidade de pensar e construir coletivamente, caminhos, alternativas e ações para promover a igualdade de direitos e oportunidades e a visibilidade do negro na sociedade.","modalidade":"EVENTO","quant_cursos_envolvidos":4,"ids_cursos_envolvidos":"5502; 5712; 5722; 5732","nomes_cursos_envolvidos":"AGRONOMIA - INTEGRAL [ERECHIM]; GEOGRAFIA - NOTURNO [ERECHIM]; HISTÓRIA - NOTURNO [ERECHIM]; PEDAGOGIA - NOTURNO [ERECHIM]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Patrimônio Cultural material e imaterial","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":70,"projeto_registro":"CUL-2025-77","projeto_titulo":"Raízes Gaúchas: o cavalo como expressão de cultura, arte e tradição","data_inicio":"2025-10-30","data_fim":"2030-10-29","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"VANESSA SILVA RETUCI","nome_campus":"Realeza","desc_area_cnpq":"MEDICINA VETERINÁRIA","palavras_chave":"Cultura gaúcha; Equino; Regionalismo","resumo":"O projeto “Raízes Gaúchas” tem como objetivo preservar e difundir o patrimônio cultural gaúcho a partir do cavalo como símbolo de identidade e elemento inspirador das manifestações artísticas, literárias e gastronômicas regionais. Serão realizadas oficinas, festivais culturais, exposições, apresentações artísticas e gastronômicAs, articulando a universidade, CTGs, escolas e comunidades locais. O cavalo será abordado como tema de expressão estética e histórica, promovendo a integração entre gerações e fortalecendo o sentimento de pertencimento cultural.","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":7,"ids_cursos_envolvidos":"5502; 3201; 4300; 3803; 3530; 3410; 3121","nomes_cursos_envolvidos":"AGRONOMIA - INTEGRAL [ERECHIM]; CIÊNCIAS BIOLÓGICAS - NOTURNO [REALEZA]; ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA - INTEGRAL [CERRO LARGO]; LETRAS - PORTUGUÊS E ESPANHOL - NOTURNO [REALEZA]; MEDICINA VETERINÁRIA - INTEGRAL [REALEZA]; NUTRIÇÃO - MATUTINO [REALEZA]; QUÍMICA - NOTURNO [REALEZA]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Patrimônio Cultural material e imaterial","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":71,"projeto_registro":"CUL-2025-76","projeto_titulo":"Cavalo e Educação: inclusão, equoterapia e saberes tradicionais.","data_inicio":"2025-10-30","data_fim":"2030-10-29","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"VANESSA SILVA RETUCI","nome_campus":"Realeza","desc_area_cnpq":"MEDICINA VETERINÁRIA","palavras_chave":"Aprendizagem; Equino; Equitação terapêutica; Regionalismo","resumo":"O projeto “Cavalo e Educação” tem foco na dimensão pedagógica, terapêutica e social da relação entre seres humanos e equinos. 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Inspirado na obra “Geografia da Fome” (1946), de Josué de Castro, o projeto pretende investigar, compreender e ressignificar o papel das raízes, sementes e ervas nativas na cultura alimentar regional, articulando o tema da fome a partir de uma perspectiva geográfica, ecológica e cultural. Durante um ano, o grupo de estudo  composto por um bolsista, acadêmicos, professores, instituições parceiras e membros da comunidade  desenvolverá atividades de pesquisa, oficinas de culinária, produção de massas artesanais e experimentações culinárias que utilizem ingredientes tradicionais, como mandioca, batata-doce, ervas, chás, sementes, frutos, entre outros. 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Na feira tinha de tudo, “Só falta poesia”, como disse Dona Maria, uma feirante e líder no Movimento das Mulheres Agricultoras. A ideia de um espaço literário aberto foi o ponto central, mas a interação com outras linguagens foi estimulada, e a “Feira de Poesias” tornou-se itinerante. O projeto iniciou com Mario Quintana, seguido por Cecília Meireles e Carlos Drummond de Andrade. A “Feira de Poesias” atingiu o seu objetivo porque a poesia foi para as ruas. A poesia é viva, e a fizemos democrática e coletiva, sedutora, arrastando o inusitado para o palco, fazendo parar as manhãs de sábado, embaladas em versos que se espalharam pela praça. Além da feira dos produtores, o grupo fez apresentações na Praça da Matriz; no SEPE e DIVERSA, Campus Realeza; na 1a Campereada do PET/Medicina Veterinária/Agricultura Familiar; Feira do Livro do Rotaract e na 1a FACIR. Devido à grande aceitação pelo público, a Feira de Poesias, teve a sua segunda edição em 2016. Apresentamos a Feira de Poesias em sua terceira edição, com a mesma proposta de levar a poesia para as ruas, onde o povo está, pois, escrita foi, para ser apreciada, compreendida ou não. O objetivo desta proposta cultural é dar continuidade a aproximação da poesia do público ou o público da poesia em inserções itinerantes na comunidade acadêmica e externa. 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A iniciativa visa integrar educação ambiental, valorização cultural e práticas agroecológicas, por meio da implantação de um jardim botânico comunitário. O espaço reunirá áreas de cultivo de plantas medicinais, flores nativas, árvores frutíferas e sementes crioulas, configurando-se como um ambiente de aprendizagem interdisciplinar, pesquisa e vivência intercultural.\r\nO projeto tem como base metodológica a pedagogia da alternância e a pesquisa-ação participativa, envolvendo estudantes, professores, técnicos e membros da comunidade indígena na construção e manutenção do espaço. Busca-se fortalecer o diálogo entre saberes tradicionais e científicos, promovendo a formação de professores comprometidos com a sustentabilidade, a valorização da identidade dos povos do campo e o estímulo ao turismo de base comunitária. Além de contribuir para a preservação da biodiversidade local, o projeto se propõe a ser um referencial de extensão universitária crítica e emancipadora, consolidando a parceria entre universidade e comunidade na construção de práticas educativas transformadoras.","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":1,"ids_cursos_envolvidos":"2550","nomes_cursos_envolvidos":"EDUCAÇÃO DO CAMPO: CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS - INTEGRAL [LARANJEIRAS DO SUL]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Multilinguagem","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":75,"projeto_registro":"CUL-2025-72","projeto_titulo":"Sabores da Terra","data_inicio":"2026-01-02","data_fim":"2026-12-31","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"ELISANDRA APARECIDA CALLEGARI GESSI","nome_campus":"Laranjeiras do Sul","desc_area_cnpq":"GEOGRAFIA","palavras_chave":"cultura alimentar; gastronomia regional; panificação; sementes","resumo":"O projeto Sabores da Terra propõe a valorização da cultura alimentar e dos saberes tradicionais do território Cantuquiriguaçu, por meio da panificação artesanal com ervas, sementes e raízes regionais. A iniciativa parte do reconhecimento da riqueza biocultural existente na região, onde comunidades camponesas e povos indígenas preservam práticas de cultivo e preparo de alimentos baseadas na convivência harmoniosa com a natureza.\r\nO projeto integra acadêmicos, professores, estudantes de escolas do campo e produtores rurais em um processo formativo e criativo, promovendo oficinas de panificação que utilizam ingredientes locais  como mandioca, batata-doce, cará, abóbora, alho, cebola, cúrcuma, ora-pro-nóbis e outras ervas aromáticas. O objetivo é fortalecer a identidade gastronômica regional, incentivar o resgate cultural e contribuir para a geração de renda sustentável, ao mesmo tempo que conhecer a obra Geografia da Fome de Josué de Castro.\r\nFundamentado nos estudos sobre cultura alimentar e desenvolvimento territorial (Belasco, 2008; Montanari, 2010; Ribeiro, 1996), Josué de Castro (1946) projeto compreende a gastronomia como prática de resistência e expressão cultural, reafirmando a importância do alimento como símbolo de pertencimento, memória e identidade.","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":1,"ids_cursos_envolvidos":"2550","nomes_cursos_envolvidos":"EDUCAÇÃO DO CAMPO: CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS - INTEGRAL [LARANJEIRAS DO SUL]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Patrimônio Cultural material e imaterial","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":76,"projeto_registro":"CUL-2025-71","projeto_titulo":"Sunset Portas Abertas","data_inicio":"2025-09-23","data_fim":"2025-10-25","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"FLAVIA AIGNER PAN","nome_campus":"Chapecó","desc_area_cnpq":"EDUCAÇÃO","palavras_chave":"Acolhimento; Bem estar; Convivência; Cultura; Integração Universitária","resumo":": A edição Sunset Portas Abertas é um Projeto cultural, uma atividade que ocorre ao entardecer no campus universitário.\r\nSeu objetivo é promover integração entre toda a comunidade acadêmica, celebrando a cultura, a música, a amizade e as conexões\r\ninterpessoais. O projeto nasceu da vontade dos coordenadores em proporcionar um momento alegre e estimulante, com\r\ncompartilhamento de expectativas, saberes e vivências. Um acolhimento diferenciado e ao mesmo tempo afetivo. Entre os\r\nprincipais elementos do projeto estão as apresentações de músicas eletrônicas e demais estilos, atividades interativas e grupos de\r\ndiscussão que incentivam a amizade e a colaboração no meio acadêmico, também, a oferta de bebidas não alcoólicas refrescantes\r\npara os participantes.\r\nA Atividade UFFS de Portas Abertas 2025 – Campus Chapecó, o Campus Chapecó convida escolas e estudantes do Ensino Médio de\r\ntoda a região Oeste de Santa Catarina para participarem do evento “UFFS de Portas Abertas”, ocorrerá no campus, no dia 8 de\r\noutubro de 2025, das 8h30 às 21h30. O evento tem como objetivo apresentar a universidade, seus cursos, laboratórios, espaços\r\nacadêmicos e atividades culturais, proporcionando aos futuros acadêmicos uma experiência completa da vida universitária.\r\nA edição do Sunset Portas Abertas se espande para a recepção dos alunos de escolas da região, ampliando o conceito de \"Campus Universitário\".","modalidade":"EVENTO","quant_cursos_envolvidos":0,"ids_cursos_envolvidos":null,"nomes_cursos_envolvidos":null,"situacao_projeto":"PROJETO_FINALIZADO","linguagem":null,"data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":77,"projeto_registro":"CUL-2025-70","projeto_titulo":"Festa de 16 anos da Universidade Federal da Fronteira Sul - UFFS Campus Erechim","data_inicio":"2025-09-28","data_fim":"2025-09-28","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"JORGE VALDAIR PSIDONIK","nome_campus":"Erechim","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"Cultura e extensão na UFFS; Envolvimento comunidade; Festa de 16 anos","resumo":"A Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) completa em 2025, 16 anos de presença na região. Fundada em 2009, a UFFS surgiu para suprir uma histórica demanda por ensino superior público e de qualidade no sul do Brasil. Com a missão de produzir ensino, pesquisa e extensão, a universidade se consolidou como um pilar de formação, transformação social e integração com a comunidade. Para comemorar este marco importante, será realizada uma grande festa, que inclui atividades culturais, esportivas, de lazer e de confraternização, com o objetivo de promover a aproximação com a comunidade, divulgar os cursos e os espaços da universidade, e celebrar a trajetória da UFFS. 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A iniciativa busca aproximar a comunidade acadêmica da sociedade, traduzindo a produção científica em linguagem acessível, dinâmica e atrativa, por meio de recursos audiovisuais contemporâneos, como filmagens aéreas e edições criativas. Além de valorizar a ciência e a cultura produzidas na universidade, o projeto pretende fortalecer a identidade institucional, ampliar o engajamento do público jovem e criar um acervo digital que destaque a relevância social, cultural e científica da UFFS.","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":10,"ids_cursos_envolvidos":"4601; 4500; 4110; 4200; 4300; 4100; 4802; 4131; 4705; 4120","nomes_cursos_envolvidos":"ADMINISTRAÇÃO - MATUTINO [CERRO LARGO]; AGRONOMIA - INTEGRAL [CERRO LARGO]; CIÊNCIAS: BIOLOGIA, FÍSICA E QUÍMICA - NOTURNO [CERRO LARGO]; CIÊNCIAS BIOLÓGICAS - VESPERTINO [CERRO LARGO]; ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA - INTEGRAL [CERRO LARGO]; FÍSICA - NOTURNO [CERRO LARGO]; LETRAS - PORTUGUÊS E ESPANHOL - NOTURNO [CERRO LARGO]; MATEMÁTICA - NOTURNO [CERRO LARGO]; PEDAGOGIA - NOTURNO [CERRO LARGO]; QUÍMICA - NOTURNO [CERRO LARGO]","situacao_projeto":"PROJETO_FINALIZADO","linguagem":"Audiovisual","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":80,"projeto_registro":"CUL-2025-67","projeto_titulo":"XI SEMANA ACADËMICA DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO","data_inicio":"2025-09-02","data_fim":"2025-11-25","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"MONIZE SAMARA VISENTINI","nome_campus":"Cerro Largo","desc_area_cnpq":"ADMINISTRAÇÃO","palavras_chave":"ADMINISTRAÇÃO; CONHECIMENTO; EXTENSÃO; GESTÃO DE PESSOAS","resumo":"A semana acadêmica acontecerá de 20 a 24 de outubro de 2025, nas dependências da UFFS Campus Cerro Largo (Auditório do Bloco A). Serão realizadas mesas redondas, palestras e um projeto de ação social, em que os participantes irão arrecadar alimentos e materiais de higiene que serão doados para o Lar do Idoso de Cerro Largo. A Semana Acadêmica do Curso de Administração é um Evento organizado pelos alunos matriculados no CCR GCS635 - TÓPICOS ESPECIAIS VI, pela EMPRESA JÚNIOR do Curso e pelo DIRETÓRIO ACADÊMICO. \r\nA programação completa do evento está detalhada no Capítulo 11 no formulário em anexo, Campo “PROGRAMAÇÃO”.\r\n","modalidade":"EVENTO","quant_cursos_envolvidos":0,"ids_cursos_envolvidos":null,"nomes_cursos_envolvidos":null,"situacao_projeto":"PROJETO_FINALIZADO","linguagem":null,"data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":81,"projeto_registro":"CUL-2025-66","projeto_titulo":"Sunset da Federal - edição de inverno","data_inicio":"2025-09-01","data_fim":"2025-09-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"FLAVIA AIGNER PAN","nome_campus":"Chapecó","desc_area_cnpq":"EDUCAÇÃO","palavras_chave":"Acolhimento; Bem estar; Cultura; Extensão; Música","resumo":"O “Sunset da Federal - edição de inverno” é um Projeto cultural, uma atividade que ocorre ao entardecer no campus universitário. Seu objetivo é promover integração entre toda a comunidade acadêmica, celebrando a cultura, a música, a amizade e as conexões interpessoais. O projeto nasceu da vontade dos coordenadores em proporcionar um momento alegre e estimulante, com compartilhamento de expectativas, saberes e vivências. Um acolhimento diferenciado e ao mesmo tempo afetivo. Entre os principais elementos do projeto estão as apresentações de músicas eletrônicas e demais estilos, atividades interativas e grupos de discussão que incentivam a amizade e a colaboração no meio acadêmico, também, a oferta de bebidas não alcoólicas refrescantes para os participantes","modalidade":"EVENTO","quant_cursos_envolvidos":1,"ids_cursos_envolvidos":"1","nomes_cursos_envolvidos":"LATO SENSU CHAPECÓ - INTEGRAL [CHAPECÓ]","situacao_projeto":"PROJETO_FINALIZADO","linguagem":null,"data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":82,"projeto_registro":"CUL-2025-65","projeto_titulo":"V Prêmio Cultural Pindorama","data_inicio":"2025-08-15","data_fim":"2025-12-31","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"RONNIE REUS SCHROEDER","nome_campus":"Cerro Largo","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"Cultura; Pindorama; Prêmio Cultural","resumo":"O projeto proposto pela Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) segue o princípio constitucional de integrar ensino, pesquisa e extensão. A extensão universitária visa promover avanços, conquistas e benefícios através da criação cultural e artística. A cultura é uma parte importante da educação e segue as Diretrizes da Extensão na Educação Superior Brasileira, podendo contribuir para a carga horária dos cursos de graduação da UFFS, conforme a RESOLUÇÃO Nº 93/CONSUNI/UFFS/2021. Nesta quarta edição, o Prêmio Cultural Pindorama, idealizado pela Universidade do Pampa (UNIPAMPA), também é organizado e realizado pela UFFS, pelo Instituto Federal Farroupilha (IFFAR), pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel), pela Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), Universidade Federal do Paraná (UFPR), da Universidade Tencológica Federal do paraná (UTFPR) e, neste ano, conta com o acréscimo da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA) e Universidade Federal do Rio Grande (FURG). Em conjunto, e por meio de Edital Unificado, o V Prêmio Cultural Pindorama irá selecionar obras artísticas que reflitam o tema proposto, com objetivo de incentivar a reflexão artística acerca da realidade, valorizando a produção cultural e estimulando o surgimento de novos artistas. Serão selecionadas obras nas categorias poema, fotografia, audiovisual e dança. Os detalhes relativos ao V Prêmio Cultural Pindorama - estarão contemplados no Edital Unificado.","modalidade":"EVENTO","quant_cursos_envolvidos":0,"ids_cursos_envolvidos":null,"nomes_cursos_envolvidos":null,"situacao_projeto":"PROJETO_FINALIZADO","linguagem":"Multilinguagem","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":83,"projeto_registro":"CUL-2025-64","projeto_titulo":"O mercado audiovisual no Brasil","data_inicio":"2025-10-16","data_fim":"2025-10-22","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"LUIS EDUARDO AZEVEDO MODLER","nome_campus":"Erechim","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"cinema local; curta metragem; Pedro Matador; produção audiovisual","resumo":"SINOPSE DO FILME:Pedro Quevedo recebeu uma encomenda. Alguém deve morrer em breve. Pedro, O Matador, vive no Rio Grande do Sul no final do século XIX. Todos o conhecem e todos o temem. Sua profissão é fazer justiça a mando dos ricos e poderosos da época. Morales é a encomenda e, como sempre, Pedro vai ao encalço do seu alvo como quem caça uma presa. Espreita, escuta, espera o momento certo. Pedro luta com sua consciência. De quem é a mão que segura a faca que fere suas vítimas? Em meio às dúvidas, Pedro Quevedo busca nos seus meios as informações que o levarão ao paradeiro de um condenado.\r\nO EVENTO: Serão exibidos tanto o filme \"Pedro Matador\" como o seu making of e será proveria uma palestra pela diretor e produtora do filme com o tema \"O mercado audiovisual no Brasil\". Serão feitas apresentações em quatro escolas de ensino médio de Erechim.","modalidade":"EVENTO","quant_cursos_envolvidos":2,"ids_cursos_envolvidos":"5610; 5203","nomes_cursos_envolvidos":"ARQUITETURA E URBANISMO - INTEGRAL [ERECHIM]; CIÊNCIAS BIOLÓGICAS - INTEGRAL [ERECHIM]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Multilinguagem","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":84,"projeto_registro":"CUL-2025-63","projeto_titulo":"Eixo Formação do 8o Magnólia Festival","data_inicio":"2025-09-19","data_fim":"2025-09-20","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"RUBI IARA GARCIA VIEIRA","nome_campus":"Chapecó","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"difusão musical; diversidade cultural; produção cultural","resumo":"O presente projeto visa garantir a certificação da participação nas atividades de formação previstas no 8o Magnólia Festival às quais ocorrerão nas dependencias da UFFS campus Chapecó e desta forma contribuir com a MAGFEST PRODUCOES ARTÍSTICAS LTDA, responsável pela execusão do Festival, na promoção da diversidade cultural e da democratização do acesso à música no interior de Santa Catarina. A parceria inclui a certificação da participação nas três atividades de formação que ocorrerão no dia 19/9/2025, assim como a cessão do espaço e dos equipamentos necessários para a realização destas atividades. Espera-se a participação de 100 pessoas.","modalidade":"EVENTO","quant_cursos_envolvidos":0,"ids_cursos_envolvidos":null,"nomes_cursos_envolvidos":null,"situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Música","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":85,"projeto_registro":"CUL-2025-62","projeto_titulo":"IV Festa Junina e II Gincana Junina da UFFS Campus Passo Fundo","data_inicio":"2025-06-24","data_fim":"2025-06-24","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"RENATA DOS SANTOS RABELLO BERNARDO","nome_campus":"Passo Fundo","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"Confraternização; Cultura; Tradições","resumo":"Seis turmas se inscreveram para participar da II Gincana Junina. As turmas competiram em diversas brincadeiras, incluindo pular corda (em dupla e individual), corrida do saco, corrida do milho na\r\ncolher, pescaria, dança da cadeira, argolas e o maior número de membros de cada turma na\r\nquadrilha. Na primeira etapa, as turmas competirão entre si nas quartas de final, e os ganhadores\r\ndessa fase passaram para a semifinal. Considerando que o número de turmas inscritas não forma\r\nconfrontos em números pares na semifinal, e para garantir maior integridade à disputa, foi\r\nrealizado um sorteio de duas turmas que iniciarão a competição diretamente na semifinal. Dessa\r\nforma, quatro turmas competirão nas quartas de final e os vencedores dessas disputas competirão\r\ncom as turmas sorteadas na semifinal. As turmas selecionadas foram escolhidas aleatoriamente por\r\nmeio de um sorteador digital gratuito (https://sorteio.com/sorteio-de-nomes). A organização dos\r\nconfrontos entre as turmas seguiu os moldes de chaveamento de campeonatos e foi realizada por\r\nmeio de sorteio. Na segunda etapa, após sortear as turmas que iniciarão na semifinal, foi sorteada a\r\nordem das turmas que competirão nas quartas de final, utilizando o mesmo sorteador digital. O\r\nsorteio foi gravado para assegurar imparcialidade e o resultado disponibilizado em uma planilha\r\neletrônica, divulgada nos grupos oficiais da faculdade. Nas modalidades coletivas, como dança das\r\ncadeiras e quadrilha, não houve enfrentamento direto entre as turmas. Nestas modalidades, todas as\r\nturmas competirão simultaneamente. A pontuação das brincadeiras de pular corda, pescaria,\r\nargolas, corrida do saco, corrida do milho na colher e dança das cadeiras foi atribuída da seguinte\r\nforma: 1º Lugar (3 pontos), 2º Lugar (2 pontos) e 3º Lugar (1 ponto). Para a dança da quadrilha, a\r\npontuação foi de um ponto por acadêmico participante, e ao final, a pontuação geral foi calculada\r\npara declarar os vencedores. Durante o evento, haverá a partilha de comidas típicas e a escolha, por\r\nconsenso, da rainha e do rei do milho, realizada por uma banca avaliadora composta por três\r\nprofessores. Eles usarão como critério de avaliação o traje junino mais bem elaborado e criativo,\r\npremiando os vencedores com faixa e coroa. Além disso, será montada uma barraca de maquiagem\r\ncaipira, aberta a todos os participantes. Também será realizado o correio elegante. No final, haverá a tradicional dança da quadrilha com músicas típicas da\r\nfesta, seguida da premiação das turmas que mais pontuaram na gincana, com troféus para o\r\nprimeiro, segundo e terceiro lugares.","modalidade":"EVENTO","quant_cursos_envolvidos":2,"ids_cursos_envolvidos":"6401; 6400","nomes_cursos_envolvidos":"ENFERMAGEM - INTEGRAL [PASSO FUNDO]; MEDICINA - INTEGRAL [PASSO FUNDO]","situacao_projeto":"PROJETO_FINALIZADO","linguagem":"Multilinguagem","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":86,"projeto_registro":"CUL-2025-61","projeto_titulo":"Cavalgada da 76 ª Chama Crioula","data_inicio":"2025-07-16","data_fim":"2025-09-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"RONNIE REUS SCHROEDER","nome_campus":"Cerro Largo","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"Chama crioula; CTG; Tradicionalismo","resumo":"O Brasil é rico em diversidade e em aspectos culturais, sejam eles materiais ou imateriais. Uma das culturas mais ricas em seu conteúdo é a cultura gaúcha, com hábitos, costumes e tradições enraizados e bem definidos. Quando se fala em tradições, o Movimento Tradicionalista Gaúcho - MTG, tem o seu papel de destaque, ele surge com o intuito de preservar e cultivar as tradições culturais da região, tendo como objetivos básicos: 1º Congregar os Centros de Tradições Gaúchas (CTGs) e entidades afins para constituir uma associação que permite padronização de procedimentos e realização de atividades com abrangência estadual ou nacional das quais participam todos os filiados com interesse no tema; 2º Preservar o núcleo da formação gaúcha e a ideologia consubstanciada nos estudos da história, da tradição e do folclore, além do que constam nos documentos fundamentais, como as teses aprovadas em congressos e a Carta de Princípios que define os objetivos do tradicionalismo gaúcho desde o ano de 1961. Atualmente, são mais de 1.600 entidades juridicamente constituídas e quase um milhão de associados, na região sul e em todo o Brasil (MTG, 2016). Segundo a Confederação Brasileira da Tradição Gaúcha – CBTG, em dados atualizados em 2019, há 2.575 CTGs e 4.031 Piquetes/Entidades Similares. Atuantes nas atividades diárias, nos congressos e convenções, nos eventos de âmbito estadual, nos debates sobre a história, música, folclore, cavalgadas, lida campeira, fandangos, jovens, família, valores, princípios, crenças e tudo o mais que fascina os tradicionalistas. Dentre estas atividades, tem a tradicional geração e distribuição da ‘Chama Crioula’. A Chama Crioula é anualmente acesa e distribuída às regiões tradicionalistas do Rio Grande do Sul, e também fora dele, onde tradicionalistas de Santa Catarina retiraram a sua centelha deste fogo simbólico. A Chama Crioula representa a história, tradição e a alma da sociedade gaúcha, construída ao longo dos séculos. Ela foi gerada pela primeira vez no ano de 1947, quando João Carlos Paixão Cortes retirou uma centelha da Pira da Pátria, antes da mesma ser extinta no dia 7 de setembro, e acompanhado de Cyro Dutra Ferreira e Fernando Machado Vieira a conduziu até o Colégio Júlio de Castilhos, onde permaneceu até ser extinta no dia 20 de Setembro com o primeiro baile gauchesco no Teresópolis Tênis Clube. A Chama Crioula é o fogo que simboliza fertilidade, calor, claridade, ardor, paixão, hospitalidade e coragem. Simboliza, enfim, a Tradição Gaúcha. Representa o gaúcho idealizado no espírito heroico, dos farroupilhas, com os ideais de justiça e liberdade, visando a aproximação dos povos. A Chama, considerado o símbolo mais importante, fica ao meio. Depois, a bandeira do Brasil, de “maior poder”, fica à direita, e a do Rio Grande do Sul e esquerda. A cada ano o MTG, escolhe uma cidade do Estado do Rio Grande do Sul, geralmente no mês de agosto, com finalidade de confraternização, apresentações culturais e acender a Chama Crioula e distribuí-la para todo território gaúcho e demais localidades que cultivam estas tradições. Permanecendo esta chama acesa até as comemorações da Semana da Farroupilha e Dia do Gaúcho, no dia 20 de setembro, onde são realizadas nos Centros de Tradição Gaúcha – CTG, em todo território brasileiro. (Fonte: https://www.mtg.org.br/wp content/uploads/2020/06/ESTATUTO_MTG.pdf). A proposta deste projeto é atender a disponibilidade apresentada à UFFS por membros da sua comunidade regional, especificamente os Cavaleiros de Xapecó, a fim de explorar aspectos históricos da cavalgada e eventos de geração e distribuição da Chama, com as finalidades acadêmicas de registro histórico. Para cumprimento da demanda, serão realizadas as seguintes atividades:\r\n- Participação na definição do trajeto a ser percorrido e locais de parada e repouso da cavalgada conhecida como demarcação ou precursoria, a ser realizada em 03 ou 04 dias; \r\n- Registros fotográficos entre 1 e 31/8/2025; \r\n- Acompanhamento com servidor Médico Veterinário no trajeto, dando suporte ao deslocamento; \r\n- A cavalgada, por se tratar de evento cultural, pode ser explorado por professores e estudantes do curso de história, fazendo o registro fotográfico e histórico da Cavalgada de transporte da Chama Crioula do ano de 2025 de Caxias do Sul – RS a Chapecó – SC; \r\n- Elaborar uma seleção de documentos históricos referentes à Geração da Chama Crioula e sua distribuição; \r\n- Construção de cronologia das cavalgadas anteriores; \r\n- Volta a atuar com papel de protagonismo da UFFS na chama crioula em SC.","modalidade":"EVENTO","quant_cursos_envolvidos":2,"ids_cursos_envolvidos":"1720; 1721","nomes_cursos_envolvidos":"HISTÓRIA - MATUTINO [CHAPECÓ]; HISTÓRIA - NOTURNO [CHAPECÓ]","situacao_projeto":"PROJETO_FINALIZADO","linguagem":"Patrimônio Cultural material e imaterial","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":87,"projeto_registro":"CUL-2025-60","projeto_titulo":"V Festival de Cultura - Etapa Local Campus Erechim ","data_inicio":"2025-08-20","data_fim":"2025-08-20","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"ELISIANE DA SILVA QUEVEDO","nome_campus":"Erechim","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"Artes Cênicas; Artes Visuais; Curta-Metragem; Literatura; Música","resumo":"Buscando promover o desenvolvimento cultural e artístico da comunidade acadêmica e ampliar o alcance das reflexões sobre arte e cultura em seu potencial de transformação da sociedade, o Festival Cultura de Fronteira acontece na Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) desde 2018, se solidificando como uma atividade pedagógica e institucional que visa contemplar ações de arte e cultura previstas como Atividades Curriculares Complementares nos Projetos Pedagógicos dos Cursos.\r\n\r\nNo ano de 2024, o Festival contou com algumas novidades, como a oferta de oficinas preparatórias no mês de maio e a inclusão de uma nova linguagem (pintura/gravura/desenho). O IV Festival Cultura de Fronteira foi realizado concomitantemente com as comemorações dos 15 anos da UFFS, e as obras deveriam guardar relação com o tema proposto: UFFS 15 Anos – Memórias e Saberes.\r\n\r\nEm 2025, o festival continua a promover o desenvolvimento cultural e artístico da comunidade acadêmica e regional, com diversas modalidades, incluindo Artes Visuais, Artes Cênicas, Literatura, Música e Curta-metragem. A etapa local do festival no Campus Erechim está marcada para o dia 20 de agosto. Valorizando a cultura como um pilar fundamental para a formação integral dos estudantes, a UFFS reafirma seu compromisso com a promoção da arte e da criatividade, incentivando a expressão e a inovação em todas as suas formas. É um momento de celebração da diversidade cultural e de reconhecimento da importância da arte na construção de uma sociedade mais justa e inclusiva.","modalidade":"EVENTO","quant_cursos_envolvidos":15,"ids_cursos_envolvidos":"5524; 5502; 5610; 5203; 5742; 5752; 5302; 5312; 5702; 5713; 5712; 5722; 5723; 5510; 5732","nomes_cursos_envolvidos":"AGRONOMIA - INTEGRAL [ERECHIM]; AGRONOMIA - INTEGRAL [ERECHIM]; ARQUITETURA E URBANISMO - INTEGRAL [ERECHIM]; CIÊNCIAS BIOLÓGICAS - INTEGRAL [ERECHIM]; CIÊNCIAS SOCIAIS - NOTURNO [ERECHIM]; EDUCAÇÃO ESPECIAL INCLUSIVA - INTEGRAL [ERECHIM]; ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA - MATUTINO [ERECHIM]; ENGENHARIA CIVIL - NOTURNO [ERECHIM]; FILOSOFIA - NOTURNO [ERECHIM]; GEOGRAFIA - NOTURNO [ERECHIM]; GEOGRAFIA - NOTURNO [ERECHIM]; HISTÓRIA - NOTURNO [ERECHIM]; HISTÓRIA - NOTURNO [ERECHIM]; INTERDISCIPLINAR EM EDUCAÇÃO DO CAMPO: CIÊNCIAS DA NATUREZA - INTEGRAL [ERECHIM]; PEDAGOGIA - NOTURNO [ERECHIM]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Multilinguagem","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":88,"projeto_registro":"CUL-2025-59","projeto_titulo":"V Festival Cultura de Fronteira – Etapa Passo Fundo","data_inicio":"2025-08-27","data_fim":"2025-08-27","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"RENATA DOS SANTOS RABELLO BERNARDO","nome_campus":"Passo Fundo","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"Artes; Cultura; Saúde","resumo":"PROGRAMAÇÃO\r\nETAPA LOCAL CAMPUS PASSO FUNDO\r\n27/08/2025 (QUARTA-FEIRA)\r\n\r\nABERTURA\r\n17h\r\nCerimônia de Boas-vindas\r\nAuditório Bloco A \r\n\r\nAPRESENTAÇÃO DAS OBRAS INSCRITAS\r\n\r\nARTES VISUAIS (PINTURA/GRAVURA/DESENHO E FOTOGRAFIA)\r\n\r\n17:15h\r\nAuditório Bloco A \r\nApresentador\r\nObra\r\n\r\nIsabela Ulthes Fonseca\r\nVéu\r\n\r\nJackson Menezes de Araújo\r\nA mãe do Brasil é indígena\r\n\r\nKauan Nedeff de Ávila\r\nAlento\r\n\r\nKerolin Queite de Almeida Andrade\r\nToda pedra tem memória\r\n\r\nLarissa Lopes Endlich\r\nFlores de campus\r\n\r\nMaicon Cerbaro\r\nCyberpunk\r\n\r\n\r\nLITERATURA: CONTOS E POESIAS\r\n17h45\r\nAuditório Bloco A \r\nApresentador\r\nObra\r\n\r\nEmily Raiane Beilke Mussoline\r\nAinda\r\n\r\nLarissa Lopes Endlich\r\nMais um dia de aprendiz\r\n\r\nLivia de Oliveira Sabioni\r\nParapraxias do mundo\r\n\r\nMÚSICA\r\n18h15\r\nAuditório Bloco A \r\nApresentadores\r\nObra\r\n\r\nIzadora Ferreira dos Santos\r\nVilarejo\r\n\r\nRicieri Mocelin\r\nMilonga abaixo do mau tempo – José Cláudio Machado\r\n\r\nENCERRAMENTO\r\n18h45\r\nMúsica Ambiente / Reunião da Comissão Local\r\nAuditório Bloco A\r\n\r\n19h00\r\nApresentação e Reconhecimento dos Destaques\r\nAuditório Bloco A ","modalidade":"EVENTO","quant_cursos_envolvidos":2,"ids_cursos_envolvidos":"6401; 6400","nomes_cursos_envolvidos":"ENFERMAGEM - INTEGRAL [PASSO FUNDO]; MEDICINA - INTEGRAL [PASSO FUNDO]","situacao_projeto":"PROJETO_FINALIZADO","linguagem":"Multilinguagem","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":89,"projeto_registro":"CUL-2025-58","projeto_titulo":"V FESTIVAL CULTURA DE FRONTEIRA ","data_inicio":"2025-04-07","data_fim":"2025-08-21","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"LUIZ CARLOS SORDI","nome_campus":"Chapecó","desc_area_cnpq":"SOCIOLOGIA","palavras_chave":"Arte; Criatividade; Cultura; Festival; Integração.","resumo":"Esta atividade visa estimular a apresentação de obras artísticas e culturais produzidas pela comunidade universitária da\r\nUFFS, incentivando e reconhecendo a manifestação da diversidade artística e cultural dos grupos sociais que integram a\r\nUniversidade. O tema também contempla a celebração dos 16 anos de UFFS.\r\n","modalidade":"EVENTO","quant_cursos_envolvidos":1,"ids_cursos_envolvidos":"1","nomes_cursos_envolvidos":"LATO SENSU CHAPECÓ - INTEGRAL [CHAPECÓ]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":null,"data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":90,"projeto_registro":"CUL-2025-57","projeto_titulo":"Semana Cultural do Quero-Quero","data_inicio":"2025-06-24","data_fim":"2025-06-28","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"MARCELA ALVARES MACIEL","nome_campus":"Erechim","desc_area_cnpq":"ARQUITETURA E URBANISMO","palavras_chave":"Educação integral; Expressão Cultural; Protagonismo estudantil","resumo":"A Semana Cultural do Quero-quero é uma ação cultural promovida pela Associação Atlética da Arquitetura e Urbanismo do campus Erechim da UFFS que visa fortalecer a integração comunitária, valorizar a diversidade cultural e fomentar a formação integral dos estudantes por meio de atividades artísticas, expressivas e educativas. Com uma programação distribuída ao longo de uma semana, o evento reúne oficinas, práticas colaborativas e experiências sensoriais e criativas. Trata-se de uma ação construída de forma horizontal por estudantes e docentes da área da arquitetura e urbanismo, com o apoio de coletivos culturais e parceiros locais.\r\n","modalidade":"EVENTO","quant_cursos_envolvidos":1,"ids_cursos_envolvidos":"5610","nomes_cursos_envolvidos":"ARQUITETURA E URBANISMO - INTEGRAL [ERECHIM]","situacao_projeto":"PROJETO_FINALIZADO","linguagem":"Multilinguagem","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":91,"projeto_registro":"CUL-2025-56","projeto_titulo":"I Encontro de Egressos do Curso Interdisciplinar em Educação do Campo","data_inicio":"2025-07-07","data_fim":"2025-07-07","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"DIONEI RUA DOS SANTOS","nome_campus":"Erechim","desc_area_cnpq":"EDUCAÇÃO","palavras_chave":"Educação do Campo; Egressos; Formação de professores","resumo":"O I Encontro de Egressos do Curso Interdisciplinar em Educação do Campo tem como finalidade promover o reencontro entre a universidade e os(as) profissionais formados(as) ao longo dos últimos anos, criando um espaço de escuta, partilha de experiências e fortalecimento dos vínculos com o curso. A ação surge da necessidade de acompanhar as trajetórias dos(as) egressos(as), compreender os impactos da formação em suas práticas pedagógicas e fomentar redes colaborativas em defesa da Educação do Campo.\r\n\r\nA programação será realizada no dia 07 de julho, em formato híbrido (presencial e on-line), e contará com mesa de abertura, roda de conversa com egressos, apresentação de experiências e atividades culturais. Espera-se, com o evento, valorizar as práticas desenvolvidas nos territórios, incentivar a articulação entre universidade e campo, além de levantar contribuições para o aprimoramento do curso. O encontro também terá impactos formativos para os(as) estudantes atuais, que poderão dialogar com as experiências profissionais dos(as) egressos(as) e refletir sobre seu próprio percurso formativo.","modalidade":"EVENTO","quant_cursos_envolvidos":1,"ids_cursos_envolvidos":"5510","nomes_cursos_envolvidos":"INTERDISCIPLINAR EM EDUCAÇÃO DO CAMPO: CIÊNCIAS DA NATUREZA - INTEGRAL [ERECHIM]","situacao_projeto":"PROJETO_FINALIZADO","linguagem":null,"data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":92,"projeto_registro":"CUL-2025-55","projeto_titulo":"IX Semana Acadêmica do Curso de Ciências Sociais – “(Re)Existências e Territorialidades”","data_inicio":"2025-06-02","data_fim":"2025-06-14","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"RUBI IARA GARCIA VIEIRA","nome_campus":"Chapecó","desc_area_cnpq":"SOCIOLOGIA","palavras_chave":"reexistência; sociabilidade; territorialidades","resumo":"Areaização da IX semana acadêmica de CS visa promover a continuidade deste evento que marca a trajetória do curso de ciências sociais. Organizada por discentes em colaboração com a coordenação do curso. São 3 noites de atividades artísticas e acadêmicas  sobre “(Re)Existências e Territorialidades”, envolvendo a participação da comunidade. Para o encerramento será realizada uma caminhada com a participação de discentes e docentes. Esperasse a participação de 85 estudantes e 15 docentes vincuados e vinculadas ao curso.","modalidade":"EVENTO","quant_cursos_envolvidos":1,"ids_cursos_envolvidos":"1741","nomes_cursos_envolvidos":"CIÊNCIAS SOCIAIS - NOTURNO [CHAPECÓ]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":null,"data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":93,"projeto_registro":"CUL-2025-54","projeto_titulo":"Palestra Feminismos e Direito: diálogos entre a maternidade solo e a violência de gênero.","data_inicio":"2025-06-20","data_fim":"2025-07-08","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"DANIELE ROSA MONTEIRO","nome_campus":"Erechim","desc_area_cnpq":"EDUCAÇÃO","palavras_chave":"Desigualdade de classe; Direito; Maternidade solo; Racismo; Violência de gênero","resumo":"A palestra Maternidade e o Direito à Existência: reflexões sobre gênero, violência e raça no ambiente do Direito e da Educação, trata-se da proposta de autoria da acadêmica Nicole Maria Teixeira e do acadêmico Guido Esturaro do Amaral.  A intenção é realizar um evento realizado em 1 noite, com duração de aproximadamente 2 horas e 10 minutos - sobre maternidade solo, que contempla – entre outros aspectos, a violência de gênero, o racismo e a desigualdade de classes. ","modalidade":"EVENTO","quant_cursos_envolvidos":2,"ids_cursos_envolvidos":"5742; 5702","nomes_cursos_envolvidos":"CIÊNCIAS SOCIAIS - NOTURNO [ERECHIM]; FILOSOFIA - NOTURNO [ERECHIM]","situacao_projeto":"PROJETO_FINALIZADO","linguagem":"Patrimônio Cultural material e imaterial","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":94,"projeto_registro":"CUL-2025-53","projeto_titulo":"Música Sem Fronteira ","data_inicio":"2025-06-01","data_fim":"2025-12-23","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"LUIZ CARLOS SORDI","nome_campus":"Chapecó","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"Afeto; Cultura; Formação; Música; Voz","resumo":"O Projeto Música Sem Fronteira trás a Tocata de Natal e A Comunidade Canta;  \r\nsão ações culturais itinerantes que tem como objetivo levar apresentações gratuitas de músicas: \r\na) A Tocata de natal está voltada a músicas natalinas em 10 (dez) comunidades\r\nperiféricas e espaços de saúde de Chapecó/SC, através de uma orquestra com 18 integrantes,\r\n oferecendo ao público a oportunidade de resgatar o espírito da data, vivenciando um repertório composto de 12 músicas\r\ntradicionais e clássicas de Natal, uma poesia natalina, e um breve históric0 de\r\ncada canção. b)A Comunidade Canta, resgata a memória de músicas do cancioneiro popular e domínio\r\npúblico, reunidas na cartilha “A Comunidade Canta” e que marcaram as\r\ncomunidades interioranas e periféricas de Chapecó nos anos 70 e 80.\r\nSerão realizadas 6 (seis) apresentações, uma em cada comunidade escolhida.\r\nAs apresentações serão realizadas por uma Orquestra de Câmara, que\r\noferece ao público a oportunidade de apreciar e ter acesso à cultura de forma\r\ngratuita, promovendo intercâmbios culturais e fortalecendo a identidade da\r\ncultura local.","modalidade":"EVENTO","quant_cursos_envolvidos":1,"ids_cursos_envolvidos":"1740","nomes_cursos_envolvidos":"CIÊNCIAS SOCIAIS - MATUTINO [CHAPECÓ]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Música","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":95,"projeto_registro":"CUL-2025-52","projeto_titulo":"Slam de Poesias - Semana do Hip Hop","data_inicio":"2025-05-22","data_fim":"2025-05-22","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"DANIELE ROSA MONTEIRO","nome_campus":"Erechim","desc_area_cnpq":"EDUCAÇÃO","palavras_chave":"Hip Hop; Lei 5.884/2015; Poesia; Slam","resumo":"Trata-se da proposta trazida pela integrante do Coletivo de Mulheres Negras Beatriz Nascimento,  a acadêmica  Jaqueline Sousa. O objetivo é realizar uma batalha de  Slam de poesias na Universidade Federal da Fronteira Sul no Campus Erechim no dia 22 de maio como parte da programação da semana Hip Hop.  Esse evento está legitimado pela Lei Municipal Nº 5.884/2015 que institui a semana municipal do hip hop, sendo essa atividade desenvolvida pelo Coletivo Batalha do Quinto Elemento com o apoio da Prefeitura de Erechim, através da Secretaria Municipal de Cultura e Esporte. Portanto, o evento tem como objetivo dar visibilidade para as expressões artística produzidas pelas periferias e pelo próprio movimento Hip Hop.","modalidade":"EVENTO","quant_cursos_envolvidos":11,"ids_cursos_envolvidos":"5524; 5610; 5203; 5742; 5302; 5312; 5702; 5712; 5723; 5510; 5732","nomes_cursos_envolvidos":"AGRONOMIA - INTEGRAL [ERECHIM]; ARQUITETURA E URBANISMO - INTEGRAL [ERECHIM]; CIÊNCIAS BIOLÓGICAS - INTEGRAL [ERECHIM]; CIÊNCIAS SOCIAIS - NOTURNO [ERECHIM]; ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA - MATUTINO [ERECHIM]; ENGENHARIA CIVIL - NOTURNO [ERECHIM]; FILOSOFIA - NOTURNO [ERECHIM]; GEOGRAFIA - NOTURNO [ERECHIM]; HISTÓRIA - NOTURNO [ERECHIM]; INTERDISCIPLINAR EM EDUCAÇÃO DO CAMPO: CIÊNCIAS DA NATUREZA - INTEGRAL [ERECHIM]; PEDAGOGIA - NOTURNO [ERECHIM]","situacao_projeto":"PROJETO_FINALIZADO","linguagem":"Patrimônio Cultural material e imaterial","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":96,"projeto_registro":"CUL-2025-51","projeto_titulo":"RPG como Prática Colaborativa e Criativa no Ambiente Universitário","data_inicio":"2025-05-06","data_fim":"2025-09-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"LUIZ FELIPE LEAO MAIA BRANDAO","nome_campus":"Erechim","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"Arquitetura e Urbanismo; Cultura lúdica; Role Playing Game","resumo":"O projeto de extensão \"RPG como Prática Colaborativa e Criativa no Ambiente Universitário\" propõe a realização de encontros presenciais no campus Erechim da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), voltados à prática de jogos de interpretação de papéis (Roleplaying Games — RPGs). A iniciativa visa promover a interação social, o desenvolvimento da criatividade e o fortalecimento da cultura lúdica na universidade, por meio da criação colaborativa de narrativas ficcionais. A ação se insere no âmbito dos objetivos do Projeto Pedagógico do Curso de Arquitetura e Urbanismo da UFFS, ao estimular a formação crítica, investigativa e voltada ao diálogo com a diversidade social. Serão realizados onze encontros semanais, nos quais os estudantes construirão cenários, personagens e histórias de forma conjunta, sob a mediação de um \"mestre de jogo\". O projeto também busca fomentar a reflexão sobre a potencial aplicação pedagógica dos RPGs em áreas como a Arquitetura e o Urbanismo, apontando para a possibilidade de criação futura de jogos educativos. A metodologia envolve a preparação prévia de cada sessão pelos estudantes colaboradores, a sistematização dos processos vivenciados e a avaliação contínua da experiência. Espera-se, como resultado, a consolidação do RPG como ferramenta de criação colaborativa e a produção de materiais reflexivos que possam subsidiar futuras ações de ensino, pesquisa e extensão.","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":1,"ids_cursos_envolvidos":"5610","nomes_cursos_envolvidos":"ARQUITETURA E URBANISMO - INTEGRAL [ERECHIM]","situacao_projeto":"PROJETO_FINALIZADO","linguagem":"Multilinguagem","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":97,"projeto_registro":"CUL-2025-50","projeto_titulo":"Patrimônio Histórico Arquitetônico de Gaurama-RS: Viagem de estudos ","data_inicio":"2025-04-23","data_fim":"2025-04-23","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"DANIELLA RECHE","nome_campus":"Erechim","desc_area_cnpq":"ARQUITETURA E URBANISMO","palavras_chave":"Arquitetura e Urbanismo; Intervenções contemporâneas; Patrimônio histórico arquitetônico","resumo":"O município de Gaurama, emancipado na década de 50, é referência regional em relação a políticas de valorização do patrimônio cultural e artístico, com um conjunto de edificações reconhecido e tombado pelo município. As iniciativas de restauração desses edifícios, com o intuito de retomada de sua importância no cotidiano da população, tornam-se exemplo para a formação crítica dos estudantes de Arquitetura e Urbanismo.\r\nA viagem de estudos proposta objetiva o reconhecimento e vivência desse patrimônio, assim como a análise das soluções arquitetônicas contemporâneas presentes, permitindo a consolidação dos conteúdos ministrados em sala de aula.\r\n","modalidade":"EVENTO","quant_cursos_envolvidos":1,"ids_cursos_envolvidos":"5610","nomes_cursos_envolvidos":"ARQUITETURA E URBANISMO - INTEGRAL [ERECHIM]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":null,"data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":98,"projeto_registro":"CUL-2025-49","projeto_titulo":"Grupo de Estudos do Coletivo de Mulheres Negras Beatriz Nascimento","data_inicio":"2025-05-03","data_fim":"2025-07-20","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"DANIELE ROSA MONTEIRO","nome_campus":"Erechim","desc_area_cnpq":"EDUCAÇÃO","palavras_chave":"Educação antirracista; Formação de professores; Lei Federal 11.645; Práticas pedagógicas","resumo":"Trata-se da proposta do grupo de estudos coordenado pelo Coletivo de Mulheres Negras  Beatriz Nascimento que pretende, para sua 4ª edição, realizar a mediação da leitura do livro: Como ser um educador antirracista da autora Bárbara Carine (2023). Conjuntamente com a explanação de experiências práticas realizadas em sala de aula pela professora mestranda Tainá Silva Santos e mediada pela professora Mestra em Educação Angélica da Veiga. Serão seis encontros realizados aos sábados com início no dia 03 de maio e término no dia 07 de junho de modo remoto via Meet com duração máxima de duas horas. Serão contemplados estudantes e professores da UFFS, professores das escolas da região e comunidade externa. Contribuir com o debate sobre a Educação para as Relações Étnico-Raciais (ERER) é uma das pautas do Coletivo Beatriz Nascimento e também uma exigência da Lei Federal 11.645/08 que toda instituição de ensino deve atender. Portanto, o grupo de estudos intenciona por meio da ação proposta contribuir com esse debate tão caro e relevante para a população negra.\r\n\r\n","modalidade":"EVENTO","quant_cursos_envolvidos":3,"ids_cursos_envolvidos":"5524; 5713; 5732","nomes_cursos_envolvidos":"AGRONOMIA - INTEGRAL [ERECHIM]; GEOGRAFIA - NOTURNO [ERECHIM]; PEDAGOGIA - NOTURNO [ERECHIM]","situacao_projeto":"PROJETO_FINALIZADO","linguagem":"Patrimônio Cultural material e imaterial","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":99,"projeto_registro":"CUL-2025-48","projeto_titulo":"Conta aí! Oficina de contação de histórias - 4ª edição","data_inicio":"2025-05-01","data_fim":"2026-04-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"ANDREIA INES HANEL CEREZOLI","nome_campus":"Erechim","desc_area_cnpq":"LETRAS","palavras_chave":"Contação de histórias; Linguagem; patrimônio cultural; Protagonismo discente","resumo":"O Projeto - Conta aí! Oficina de Contação de Histórias - 4. edição, surge como uma demanda da comunidade regional em virtude da recepção dos eventos anteriores, respectivamente: 2021, 2022 e 2023. Assim, o projeto voltado para a sensibilização e formação para a contação de histórias, permeia todos os cursos de graduação-licenciatura da UFFS, bem como os cursos de pós-graduação latu-sensu e strictu sensu. Mesclando teoria e prática, pretende envolver os participantes na escuta de diferentes histórias e em momentos de conversa com escritores, valorizando a produção literária local e regional. Além do caráter pedagógico da oficina, também é importante ressaltar o protagonismo dos discentes que estarão ministrando algumas etapas da oficina, inclusive divulgando a produção literária discente.","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":6,"ids_cursos_envolvidos":"5742; 5702; 5722; 5510; 1800; 4802","nomes_cursos_envolvidos":"CIÊNCIAS SOCIAIS - NOTURNO [ERECHIM]; FILOSOFIA - NOTURNO [ERECHIM]; HISTÓRIA - NOTURNO [ERECHIM]; INTERDISCIPLINAR EM EDUCAÇÃO DO CAMPO: CIÊNCIAS DA NATUREZA - INTEGRAL [ERECHIM]; LETRAS - PORTUGUÊS E ESPANHOL - MATUTINO [CHAPECÓ]; LETRAS - PORTUGUÊS E ESPANHOL - NOTURNO [CERRO LARGO]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Multilinguagem","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"},{"_id":100,"projeto_registro":"CUL-2025-47","projeto_titulo":"LEITURAS DRAMÁTICAS DE \"O INCÊNDIO\" DE JORGE ANDRADE","data_inicio":"2025-05-01","data_fim":"2026-04-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"DELCIO MARQUETTI","nome_campus":"Chapecó","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"Chapecó; Jorge Andrade; Leitura dramática; Peça teatral \"O Incêndio\"; Teatro","resumo":"O projeto propõe a realização de ensaios e duas apresentações de leituras dramáticas da peça O Incêndio, de Jorge Andrade, em parceria com o SESC Chapecó (e-mail em anexo). Publicada em 1979, a obra recupera o episódio ocorrido em Chapecó na década de 1950, quando quatro homens foram linchados e assassinados após um incêndio na igreja local. A montagem visa provocar reflexões sobre memória, justiça e a violência histórica em contextos locais, fomentando o debate acadêmico e artístico na comunidade. O projeto será realizado com estudantes do curso de Licenciatura em História e do PPGICH da UFFS, envolvendo também a comunidade externa em oficinas e debates sobre o processo criativo e o impacto da peça.","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":1,"ids_cursos_envolvidos":"1721","nomes_cursos_envolvidos":"HISTÓRIA - NOTURNO [CHAPECÓ]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Artes cênicas","data_atualizacao":"2026-05-04T02:30:16"}], "fields": [{"id": "_id", "type": "int"}, {"id": "projeto_registro", "type": "text", "info": {"label": "N\u00ba Registro", "notes": "N\u00famero de Registro do projeto no sistema Prisma. Ele \u00e9 formado por tipo(CUL/ENS/EXT/PES) - ano - n\u00famero sequencial. Todos os projetos possuem n\u00famero de registro, com exce\u00e7\u00e3o dos rascunhos (os quais n\u00e3o s\u00e3o listados nesta rela\u00e7\u00e3o)"}}, {"id": "projeto_titulo", "type": "text", "info": {"label": "T\u00edtulo", "notes": "T\u00edtulo do Projeto."}}, {"id": "data_inicio", "type": "date", "info": {"label": "Data de In\u00edcio", "notes": "Data em que o projeto come\u00e7ou ou em pretende ser iniciado."}}, {"id": "data_fim", "type": "date", "info": {"label": "Data de T\u00e9rmino", "notes": "Data em que o projeto terminou ou em que se prev\u00ea que encerrar\u00e1."}}, {"id": "quant_coordenadores", "type": "int4", "info": {"label": "Quantidade de Cooordenadores", "notes": "Quantidade de coordenadores do projeto. 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Um projeto pode possuir v\u00e1rios campi envolvidos, mas somente um ser\u00e1 o respons\u00e1vel por sua cria\u00e7\u00e3o (que pode ser a Reitoria tamb\u00e9m)."}}, {"id": "desc_area_cnpq", "type": "text", "info": {"label": "Grande \u00c1rea CNPq", "notes": "\u00c1rea de conhecimento do projeto em rela\u00e7\u00e3o ao CNPq."}}, {"id": "palavras_chave", "type": "text", "info": {"label": "Palavras-chave", "notes": "Palavras-chave relacionadas ao projeto."}}, {"id": "resumo", "type": "text", "info": {"label": "Resumo", "notes": "Descri\u00e7\u00e3o sucinta sobre o que trata o projeto e quais os seus objetivos."}}, {"id": "modalidade", "type": "text", "info": {"label": "Modalidade", "notes": "Modalidade do projeto."}}, {"id": "quant_cursos_envolvidos", "type": "int4", "info": {"label": "Quantidade de Cursos Envolvidos", "notes": "Quantidade de cursos que est\u00e3o envolvidos no projeto (de gradua\u00e7\u00e3o e p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o). N\u00e3o existe a obrigatoriedade de envolvimento de algum curso da UFFS nos projetos. Al\u00e9m disso, um ou mais cursos podem estar envolvidos."}}, {"id": "ids_cursos_envolvidos", "type": "text", "info": {"label": "IDS dos Cursos Envolvidos", "notes": "IDS de todos os cursos envolvidos no projeto, separados por ponto e v\u00edrgula."}}, {"id": "nomes_cursos_envolvidos", "type": "text", "info": {"label": "Cursos Envolvidos", "notes": "Nome de todos os cursos envolvidos no projeto, separados por ponto e v\u00edrgula. Nesse relat\u00f3rio, ofertas em turno distinto de um mesmo curso s\u00e3o considerados como cursos distintos. Por exemplo Administra\u00e7\u00e3o - Matutino e Administra\u00e7\u00e3o - Noturno."}}, {"id": "situacao_projeto", "type": "text", "info": {"label": "Situa\u00e7\u00e3o", "notes": "Situa\u00e7\u00e3o atual do projeto."}}, {"id": "linguagem", "type": "text", "info": {"label": "Linguagem", "notes": "Campo exclusivo dos projetos de cultura."}}, {"id": "data_atualizacao", "type": "timestamp", "info": {"label": "Data de atualiza\u00e7\u00e3o", "notes": "Data de atualiza\u00e7\u00e3o do conjunto de dado, no formato YYYY-MM-DD (ano-m\u00eas-dia)."}}], "_links": {"start": "/api/3/action/datastore_search?resource_id=a9ea16ba-79d1-4fdd-82b3-e2cd309e39e1", "next": "/api/3/action/datastore_search?resource_id=a9ea16ba-79d1-4fdd-82b3-e2cd309e39e1&offset=100"}, "total": 462, "total_was_estimated": false}}