{"help": "https://dados.uffs.edu.br/ko_KR/api/3/action/help_show?name=datastore_search", "success": true, "result": {"include_total": true, "limit": 100, "records_format": "objects", "resource_id": "a9ea16ba-79d1-4fdd-82b3-e2cd309e39e1", "total_estimation_threshold": null, "records": [{"_id":7632,"projeto_registro":"CUL-2026-106","projeto_titulo":"6º Sunset da Federal – Celebração do Aniversário da UFFS","data_inicio":"2026-09-15","data_fim":"2026-09-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"FLAVIA AIGNER PAN","nome_campus":"Chapecó","desc_area_cnpq":"LINGUÍSTICA","palavras_chave":"Acolhimento; Convivência; Cultura; Integração Universitária; Música","resumo":"O \"Sunset da Federal\" é um projeto de extensão de natureza cultural, concebido como uma atividade que ocorre ao entardecer no campus universitário, em ambiente de integração e convivência acadêmica. 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A obra desloca a narrativa tradicionalmente associada à região amazônica para o contexto do interior do Paraná, incorporando elementos característicos da cultura local, como as festas juninas, as narrativas orais transmitidas entre gerações e o imaginário construído em torno das florestas de pinheiros presentes na região sudoeste.  A narrativa acompanha uma jovem moradora de uma pequena cidade do interior que participa das festividades juninas organizadas pela comunidade local. Entre os frequentadores da festa encontra-se um homem estranho, sempre presente, mas dificilmente lembrado pelos demais moradores. Enquanto os mais velhos associam as festas à perda dos valores tradicionais e ao surgimento de comportamentos considerados inadequados, histórias antigas voltam a circular pela cidade. Relatos sobre desaparecimentos, gestações incomuns e acontecimentos inexplicáveis começam a se misturar às lembranças coletivas da comunidade. Após uma experiência traumática, a protagonista passa a perceber a presença constante dessa figura misteriosa em diferentes momentos de sua vida. Conforme busca compreender o que aconteceu, descobre que outras mulheres da cidade também carregam histórias semelhantes, algumas recentes, outras pertencentes a gerações passadas. A investigação não busca explicar completamente a natureza da criatura, mas revelar como o medo, o silêncio e a violência atravessam o tempo e permanecem vivos na memória das pessoas. A proposta utiliza o horror psicológico como principal linguagem narrativa. Em vez da exposição explícita da violência ou da criatura, a obra pretende construir uma atmosfera de inquietação através de elementos simbólicos recorrentes, como bandeirinhas juninas perdidas entre os pinheiros, músicas festivas ecoando à distância, espaços vazios e a presença constante do homem de terno rosa observando os acontecimentos ao fundo dos enquadramentos. 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Mulheres de diferentes gerações compartilham experiências e reconhecem umas nas outras marcas semelhantes, estabelecendo uma rede de compreensão que se contrapõe ao isolamento produzido pelo trauma. Nesse contexto, a sobrevivência não é apresentada como esquecimento ou superação completa da dor, mas como a capacidade de continuar vivendo apesar dela. A execução da proposta será dividida em etapas de pesquisa, desenvolvimento de roteiro, pré-produção, gravação, pós-produção e apresentação final. Inicialmente serão aprofundadas pesquisas sobre o folclore brasileiro, o horror folclórico contemporâneo, as tradições juninas e as narrativas populares do interior paranaense. Em seguida será realizado o desenvolvimento do roteiro e do planejamento visual da obra. A fase de pré-produção envolverá seleção de elenco, definição de locações, organização dos figurinos e planejamento das gravações. 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Justificativa / fundamentação O projeto parte da compreensão de três eixos que se articulam entre si: (1) as mulheres na universidade e suas histórias de resistência; (2) a moda como ferramenta historicamente política, utilizada por movimentos de subcultura e contracultura; (3) a fotografia analógica, em filme, como processo que conecta o trabalho manual ao tema da expressão pela moda. Objetivo geral Promover um processo de criação artística colaborativa com mulheres da comunidade UFFS, utilizando a moda e a fotografia analógica como linguagens de expressão de identidade e resistência, culminando em exposição pública. Objetivos específicos Discutir, por meio de oficinas teóricas, a história da moda brasileira, os movimentos de subcultura e contracultura, os conceitos de identidade de Stuart Hall e a moda como linguagem política. Ensinar técnicas básicas de modelagem e customização têxtil. Ensinar técnicas de costura à mão e à máquina, aplicadas à customização criativa de peças de roupa. Documentar todo o processo por meio de fotografia analógica. Produzir uma exposição fotográfica e uma instalação com as peças criadas, apresentadas no Seminário SEPE 2026. Metodologia O projeto será desenvolvido em cinco fases. Fase 1 - Oficinas teóricas (2h30), em quatro blocos: história da moda brasileira (raízes indígenas, herança africana, colonização, modernismo e demanda por identidade brasileira no mercado internacional); subcultura e contracultura (análise de como cada movimento usou a moda como resistência); conceitos de identidade de Stuart Hall (identidade como construção narrativa); moda como linguagem política. Fase 2 - Oficinas práticas de modelagem (3h30): demonstração de técnicas de modelagem básica e de adaptação criativa; cada mulher desenha e adapta seu próprio molde. Fase 3 - Oficinas práticas de costura e customização (3h30): demonstração de costura à mão (tipos de pontos) e à máquina (regulagem, segurança, boas práticas); técnicas criativas como costuras visíveis como elemento artístico, aplicação de elementos decorativos, rasgos intencionais e customização livre; cada mulher corta e cria sua peça customizada; documentação com câmera fotográfica durante todo o processo. Materiais utilizados: roupas de brechó, tecidos variados, fitas, cordas, botões, contas, miçangas, apliques, linha, agulha, tesoura, alfinetes, fita métrica e máquinas de costura domésticas. Fase 4 - Documentação fotográfica artística: técnica de fotografia em filme, com câmera Fujifilm (modelo 4998152); documentação do processo durante as oficinas; sessão fotográfica dedicada a retratos finais; produção de aproximadamente 30 a 50 negativos. 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Apresentação / cronograma de apresentação Exposição montada durante o Seminário SEPE 2026, com fotos em painéis ou fixadas na parede, peças originais em exposição, painel contextualizador, contextualização verbal de 5 a 10 minutos, presença das mulheres participantes convidadas e visitação aberta ao público durante todo o evento.","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":0,"ids_cursos_envolvidos":null,"nomes_cursos_envolvidos":null,"situacao_projeto":"PROPOSTA_AVALIACAO","linguagem":"Artes visuais","data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"},{"_id":7636,"projeto_registro":"CUL-2026-102","projeto_titulo":"O Anjo","data_inicio":"2026-09-11","data_fim":"2026-11-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"GIULIANO KLUCH","nome_campus":"Realeza","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"ARTE; CULTURA; PROARTE","resumo":"A proposta consiste na criação e apresentação do poema narrativo inédito “O Anjo”, obra autoral que aborda temas como maternidade, luto, ancestralidade, memória e reconstrução por meio da escrita. O poema acompanha a trajetória simbólica de uma mulher negra que, após a perda de um filho representado pela figura de um anjo, encontra num universo de sonhos um espaço de encontro com histórias, vozes ancestrais e memórias que atravessam gerações. A partir dessas experiências, transforma a dor em criação literária, tornando-se guardiã de histórias e afetos. A obra será desenvolvida em versos livres, utilizando recursos da poesia narrativa, da alegoria e da literatura fantástica. A sua construção estética dialoga com temas ligados à ancestralidade, à oralidade, à memória e à valorização das histórias transmitidas entre gerações. Como produto final será gerado um poema inédito em língua portuguesa, apresentado em formato textual conforme as especificações do edital. 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São elas :Dandara dos Palmares; Antonieta de Barros; Nísia Floresta; Bertha Lutz; Marie Curie; Virginia Woolf; Simone de Beauvoir; Mileva Marić; Malala Yousafzai; Cleópatra; Conceição Evaristo; Maria da Penha.  Cada uma dessas mulheres será representada com características próprias, vestimentas e objetos simbólicos ligados diretamente às suas trajetórias. Esses elementos não são decorativos, mas fazem parte da construção da identidade de cada figura dentro da obra, reforçando suas contribuições e sua presença histórica.  Essas mulheres olham diretamente para quem observa a pintura. Eu escolho esse olhar frontal porque quero quebrar a posição confortável de quem vê a obra. Não é uma cena distante. É um confronto direto. Elas não estão apenas sendo vistas — elas estão olhando de volta, questionando, provocando, exigindo reflexão.O que te dizem? Te convidam a conhecê-las? A refletir com elas? A ser uma delas? Ou te incriminam? Testemunham contra ti?  No centro da composição, no lugar onde na obra original se encontra a figura de Jesus, coloco uma cadeira vazia. Ela abre perguntas: Quantas mais mulheres relevantes poderiam estar ocupando esta cadeira? Quantas foram esquecidas? Eu estou entre uma dessas mulheres? Talvez minha mãe, minha avó? Quantas mulheres nunca sequer conhecidas? Quantas mulheres apagadas, silenciadas, oprimidas, mortas, queimadas ou afogadas? Qual a ligação com Jesus? E com a religião?  Para realizar esta obra, estou estudando a vida e a trajetória de cada mulher representada, buscando compreender suas contribuições e contextos históricos. Esse estudo é parte essencial do processo, pois cada elemento visual da pintura será construído a partir dessa pesquisa.  Estou estudando pintura renascentista, especialmente na organização espacial e no uso da luz, a partir de referências como esse quadro do Leonardo da Vinci. Ao mesmo tempo, não busco reprodução do trabalho dele, e sim o uso da sua simbologia para criar um diálogo crítico com o tema proposto e o contexto em que vivemos.  A paleta de cores está sendo pensada a partir de um estudo de colorimetria. Quero trabalhar contrastes entre a  presença de mulheres imponentes e ausência,  o vazio simbólico da cadeira.  A execução será em pintura a óleo sobre tela, o que me permite construir camadas, profundidade e transições de luz e sombra com mais controle e densidade. Essa técnica também me interessa pelo tempo de elaboração, que exige construção gradual da imagem.  Em termos materiais, utilizarei um chassi grande formato retangular, tela (tecido) em linho, cavalete grande de madeira,gesso acrílico, espátulas de diferentes tamanhos, lixa, fita, carvão,fio de alinhamento, fixador, tintas a óleo, pincéis de diferentes espessuras, solventes e  mediums próprios para pintura a óleo, secantes, óleo de linhaça, sabão específico para tinta a óleo, verniz e iluminação móvel para estúdio.  O cronograma da execução da tela em etapas ficou assim: pesquisa das referências históricas e visuais, definição compositiva, estudos preliminares (fase que estou agora), desenho base em tamanho aumentado, preparação da tela, passar o rascunho para tela,construção das primeiras camadas de pintura em blocos de cor, desenvolvimento de luz e sombra, profundidade com tonalidades diferentes, e finalização detalhada. Estimo um período de aproximadamente um mês e meio para conclusão da obra, já que pretendo trabalhar nele de forma contínua. 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A apresentação é inspirada na obra e vida de Violeta Parra,  A encenação é inspirada na vida, na pesquisa folclórica e na obra de Violeta Parra, apresentando uma composição dramatúrgica autoral cênica centrada na trajetória da artista chilena, protagonista que simboliza a resistência cultural, a invisibilidade das vozes populares e a busca por dignidade social. Por meio de uma linguagem contemporânea e intimista, o espetáculo promove reflexões sobre identidade latino-americana, desigualdade, o papel da mulher na preservação da memória coletiva e esperança, estabelecendo um diálogo profundo entre música, artes visuais, teatro e questões sociais contemporâneas. 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A proposta dialoga  com a temática do SEPE 2026 - “Meninas e Mulheres na Ciência”, ao colocar em evidência a trajetória de uma protagonista feminina que atuou de forma precursora e científica na área das Ciências Humanas — especificamente na Etnografia e na Musicologia —, por meio da coleta, catalogação e preservação do patrimônio imaterial do seu povo, rompendo com a exclusão de gênero na pesquisa de campo. 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Os detalhes relativos ao Prêmio Cultural Pindorama 2026-2027 - estarão contemplados no Edital Unificado.\r\n","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":0,"ids_cursos_envolvidos":null,"nomes_cursos_envolvidos":null,"situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Multilinguagem","data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"},{"_id":7640,"projeto_registro":"CUL-2026-98","projeto_titulo":"Objeto de exposição ","data_inicio":"2026-09-10","data_fim":"2026-11-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"FLAVIA AIGNER PAN","nome_campus":"Chapecó","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"Artes; Cultura; PROARTE","resumo":"A proposta consiste no desenvolvimento de um conto em prosa poética que pretende abordar temas como objetificação feminina, afetividade e assexualidade. Intitulado provisoriamente Objeto de Exposição, o texto parte da imagem de uma obra de arte em um museu para refletir sobre a diferença entre ser vista e ser possuída, explorando como determinadas expectativas sociais podem transformar pessoas, especialmente mulheres, em objetos de desejo e consumo. A narrativa deverá acompanhar uma personagem que busca compreender sua própria forma de amar em uma sociedade que frequentemente associa afeto à intimidade física. A proposta também pretende explorar experiências sáficas, discutindo como a objetificação não se limita às relações heterossexuais e pode se manifestar de diferentes formas, inclusive em relações entre mulheres. A construção da obra terá como base experiências pessoais relacionadas à vivência assexual, além de referências literárias e artísticas que dialogam com os temas abordados. 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Tear, trama e bordado: olhar(te) a vida em mandala é uma instalação poética e visual que propõe um percurso de sensibilização sobre a diversidade humana, a inclusão e os direitos sociais, a partir das experiências, memórias e identidades de grupos historicamente marginalizados. A obra contempla as temáticas dos povos indígenas, comunidades negras e quilombolas, mulheres, imigrantes e comunidade LGBTQIA+ e PCD/s. A proposta toma o tear, trama, bordado e mandala como metáforas da vida em sociedade. Assim como um tecido é constituído por diferentes fios que se entrelaçam para formar uma única composição, a sociedade é construída por múltiplas histórias, culturas, saberes, afetos e trajetórias que se conectam e se transformam mutuamente. A instalação será composta por elementos em formato de silhuetas artísticas representando sujeitos e coletividades vinculados às temáticas abordadas, além de mandalas, um elemento artesanal que significa universo/coletividade, concêntrica( de dentro para fora) dado ao formato circular. As silhuetas e a mandalas funcionarão como símbolos visuais das diferentes identidades presentes na trama social, permitindo que o público reconheça a pluralidade de experiências que constituem a vida coletiva. Junto às silhuetas estarão dispostos poemas autorais, fragmentos poéticos e palavras-chave que abordam memórias, pertencimentos, lutas, afetos, ancestralidades, deslocamentos, resistências e esperanças. A relação entre imagem e poesia cria um espaço de diálogo entre o visível e o narrado, possibilitando múltiplas interpretações e experiências estéticas. O conceito de olhar(te) a vida propõe um duplo movimento de reflexão: olhar a própria trajetória e olhar o outro em sua singularidade. 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A obra aborda as temáticas dos povos indígenas, comunidades negras e quilombolas, mulheres, imigrantes e comunidade LGBTQIA+, articulando suas narrativas por meio da poesia e da linguagem visual. A instalação será construída predominantemente com papéis(sustentabilidade). Logo, será utilizada a técnica para origami tridimensional (3D), utilizados na criação de flores, formas orgânicas e estruturas volumétricas que conferem profundidade, movimento e expressividade à obra, além de silhuetas em papel vinculado a estética das temáticas. A escolha desse material dialoga com a proposta conceitual da instalação, uma vez que o ato de dobrar, compor e entrelaçar papéis simboliza a construção das identidades, das memórias e das relações humanas. Os elementos tridimensionais representarão diferentes trajetórias de vida que, embora marcadas por contextos distintos, encontram-se conectadas por afetos, ancestralidades, lutas e experiências compartilhadas. As flores produzidas em origami simbolizam a capacidade de florescimento mesmo diante das adversidades históricas enfrentadas por grupos socialmente marginalizados. Assim sendo, a proposta busca ressignificar narrativas presentes no imaginário coletivo, promovendo reflexões sobre diversidade, inclusão, direitos humanos e valorização das diferenças. Os poemas autorais, integrados à composição visual, funcionarão como vozes que emergem das flores e dos enlaces construídos na instalação, convidando o público a percorrer um espaço de escuta, sensibilidade e reflexão. Por meio da articulação entre literatura, arte visual e elementos tridimensionais, a obra pretende proporcionar uma experiência estética imersiva, na qual o florescimento individual e coletivo seja compreendido como resultado dos vínculos, afetos e encontros que constituem a vida em sociedade. Desse modo, essa versão dialoga diretamente com os critérios de avaliação do edital, especialmente exploração artística do tema, manifestação estética da temática, relação com o contexto social e cultural, originalidade da proposta e metodologia de criação.","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":0,"ids_cursos_envolvidos":null,"nomes_cursos_envolvidos":null,"situacao_projeto":"AGUARDA_PUBLICACAO","linguagem":null,"data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"},{"_id":7643,"projeto_registro":"CUL-2026-95","projeto_titulo":"Mulheres do Campo","data_inicio":"2026-09-10","data_fim":"2026-11-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"FLAVIA AIGNER PAN","nome_campus":"Chapecó","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"Artes; Cultura; PROARTE","resumo":"O recorte da obra consistirá nas mulheres do campo, mulheres que levam uma vida simples baseada na agricultura familiar. Essas mulheres possuem pouca representatividade na sociedade, pois muitas delas não tiveram oportunidade de estudar e levam uma vida longe de holofotes e da mídia, por isso escolhi representá-las. No campo, a mulher é muito valente, observando diversas famílias locais, nota-se o trabalho digno e o quão exaustivo pode ser para elas levar o sustento para sua família, muitas delas viúvas, dependem exclusivamente de sua força física para manterem-se no trabalho que aprenderam com os pais. Além disso, essas mulheres se expõem às diferentes condições climáticas, como Sol excessivo, secas e chuvas, independentemente do tempo, o trabalho é feito por elas. O tema será manifestado em minha obra por meio da representação de mulheres trabalhando, no cenário habitual de vida dessas mulheres, o campo. O trabalho árduo realizado por elas é pouco observado pela sociedade, visto que a maioria delas vive em pequenas propriedades no interior. 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Nesse contexto, as mulheres assumem um papel que envolve diversas atividades, como preparo de refeições, cuidado com os filhos e com a casa, alimentação dos animais, plantio e colheita de plantas e ordenha de vacas.  A originalidade da obra será garantida por meio da valorização do papel da mulher no meio rural, mostrando a importância delas na agricultura familiar e também a rotina da vida dessas mulheres. Buscarei representar a mulher como protagonista, mostrando sua força e dedicação por meio da arte. Além disso, incluirei elementos característicos do Oeste de Santa Catarina, como o relevo, a vegetação e as áreas de cultivo, reforçando a identidade regional e a relação das mulheres com esse território. A metodologia do trabalho envolve a técnica de aquarela, a obra será construída utilizando-se tintas aquareláveis, pincéis e papel de gramatura de 300 g/m² com textura dupla. 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A técnica de execução é a escrita narrativa em prosa, utilizando recursos como construção de personagem por ausência, supressão de falas diretas, ironia estrutural e ritmo seco. O texto foi produzido a partir de observações sobre invisibilidade social e dinâmicas familiares, com escolhas conscientes de remoção de cenas de conflito explícito para manter a indiferença como tônica da narrativa.  A materialidade da obra é o próprio texto escrito, dispensando suportes físicos adicionais — embora possa ser impresso em papel se necessário. A proposta se completa na leitura, uma vez que o conto não possui roteiro de encenação ou guia visual; sua existência é literal, e suas camadas de sentido dependem do ritmo, dos silêncios e das imagens construídas ao longo da leitura.  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Qualquer tentativa de resumir ou antecipar integralmente a experiência do conto reduz sua potência; portanto, o melhor detalhamento possível da proposta é o próprio texto.","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":0,"ids_cursos_envolvidos":null,"nomes_cursos_envolvidos":null,"situacao_projeto":"AGUARDA_PUBLICACAO","linguagem":null,"data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"},{"_id":7645,"projeto_registro":"CUL-2026-93","projeto_titulo":"Natureza-Viva: O Corpo em Desabrochar","data_inicio":"2026-09-10","data_fim":"2026-11-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"FLAVIA AIGNER PAN","nome_campus":"Chapecó","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"Artes; Cultura; PROARTE","resumo":"A proposta insere-se na categoria \"Mulheres\" e utiliza as artes visuais, por meio da linguagem da arte têxtil, para refletir sobre a participação das mulheres na história da arte e os tabus que ainda cercam o corpo e a sexualidade feminina. A obra, intitulada \"Natureza-Viva: O Corpo em Desabrochar\", consiste em uma composição têxtil construída em feltro, bordados, rendas, linhas e miçangas, que apresenta uma representação simbólica da vulva. O produto gerado será uma obra inédita de arte têxtil, anexada em uma moldura de dimensões aproximadas de 30x40 cm, destinada à exposição pública. Sendo acompanhada de um texto explicativo que contextualiza a proposta e apresenta informações sobre sexualidade feminina, autoconhecimento corporal, prazer, diversidade de corpos. A estrutura do trabalho foi pensada para possibilitar a exibição em parede ou sobre um suporte expositivo, o que privilegia a observação minuciosa de seus detalhes, relevos e texturas. Inspirada na tradição da pintura botânica e da natureza-morta, a composição revela gradualmente sua forma: à primeira vista, remete a flores e elementos vegetais; à medida que o olhar percorre seus detalhes, emerge a imagem da vulva. Esse processo de descoberta transforma a contemplação em uma experiência de reconhecimento e reflexão, estimulando o questionamento sobre os silenciamentos históricos que marcaram a representação do corpo feminino. A escolha da natureza-morta como ponto de partida dialoga com um contexto histórico em que as mulheres foram impedidas de acessar plenamente a formação artística e o estudo do corpo humano. Durante séculos, gêneros como a pintura botânica e a natureza-morta constituíram alguns dos poucos espaços legitimados para sua produção artística, enquanto a representação da figura humana permanecia restrita aos homens. A obra ressignifica esse legado ao transformar flores, folhas e formas vegetais na representação simbólica de uma parte do corpo historicamente silenciada. Entre as referências da pesquisa destacam-se artistas ligadas à pintura botânica, especialmente Marianne North, cujas composições inspiram a construção visual da obra pela riqueza formal e pela valorização dos elementos naturais. Essas referências dialogam com estudos sobre gênero, corpo e sexualidade feminina, articulando memória, história da arte e debates contemporâneos sobre autonomia corporal, conhecimento de si e direitos das mulheres. A opção por representar a vulva de forma simbólica, e não anatômica, busca ampliar as possibilidades de leitura da obra. A vulva é apresentada como metáfora do corpo feminino, da autonomia, da diversidade e do reconhecimento de si, afastando-se de uma abordagem ilustrativa para construir uma experiência poética e sensível. Ao utilizar elementos tradicionalmente associados à delicadeza e à contemplação da natureza, a obra propõe uma inversão de sentidos: aquilo que historicamente era permitido às mulheres pintar torna-se suporte para representar justamente o que lhes foi negado conhecer, estudar e representar. A linguagem das artes visuais desempenha papel central nessa construção. Feltro, bordados, rendas, linhas e miçangas conferem relevo, textura e profundidade à composição, estimulando uma observação atenta dos detalhes. Os materiais, tradicionalmente associados ao trabalho manual feminino, são deslocados para o campo da arte contemporânea e ressignificados como elementos conceituais da obra. A maciez dos tecidos contrasta simbolicamente com a rigidez dos tabus históricos relacionados ao corpo e à sexualidade feminina, reforçando a tensão entre acolhimento e repressão. A metodologia da proposta articula etapas de pesquisa já desenvolvidas e processos de criação que serão realizados durante a execução da obra. A fundamentação conceitual baseia-se em uma pesquisa histórica sobre a participação das mulheres na história da arte, com ênfase nas restrições ao acesso à formação artística e à representação do corpo humano, articulada a estudos sobre gênero, corpo e sexualidade feminina. Também foram pesquisadas artistas vinculadas à pintura botânica e à natureza-morta, especialmente Marianne North, cujas composições constituem importantes referências para a construção visual do projeto. A etapa de realização da obra compreenderá a definição da composição visual a partir de estudos de formas inspiradas em flores e elementos botânicos, a elaboração da paleta cromática e a seleção dos materiais têxteis, como feltro, linhas, rendas, tecidos, miçangas e elementos de bordado, considerando suas qualidades expressivas, táteis e simbólicas. Serão desenvolvidos estudos de composição para construir uma imagem que, inicialmente, remeta à tradição da natureza-morta e revele gradualmente a forma simbólica da vulva. A execução envolverá o desenho da composição, o recorte e a preparação dos materiais, a montagem da base têxtil, a aplicação de bordados, rendas e demais elementos em camadas sucessivas, buscando criar volumes, relevos e diferentes texturas. Ao longo desse processo serão realizados ajustes de composição, cores e materiais, de modo que a obra alcance o efeito visual e sensorial pretendido, articulando pesquisa histórica, experimentação estética e linguagem têxtil em uma produção coerente com sua proposta conceitual. A proposta dialoga diretamente com o contexto de Chapecó e do Oeste de Santa Catarina, onde valores conservadores ainda influenciam as discussões sobre gênero e sexualidade. Em uma realidade em que muitas mulheres são socializadas com pouco incentivo ao conhecimento do próprio corpo e ao diálogo sobre sexualidade, a obra busca contribuir para ampliar esse debate por meio de uma linguagem simbólica, sensível e acessível, favorecendo diferentes possibilidades de aproximação com o tema. A escolha da arte têxtil também estabelece uma conexão com a cultura regional, na qual o artesanato ocupa um lugar significativo como prática historicamente desenvolvida e transmitida entre mulheres. Ao utilizar bordado, feltro, rendas e outros materiais têxteis como linguagem artística contemporânea, a obra ressignifica técnicas tradicionalmente associadas ao fazer feminino, aproximando saberes artesanais, memória, produção artística e reflexão sobre o corpo e a autonomia das mulheres.  A proposta também está diretamente relacionada à minha trajetória profissional e acadêmica. 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","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":0,"ids_cursos_envolvidos":null,"nomes_cursos_envolvidos":null,"situacao_projeto":"AGUARDA_PUBLICACAO","linguagem":null,"data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"},{"_id":7646,"projeto_registro":"CUL-2026-92","projeto_titulo":"Onde ela quiser","data_inicio":"2026-09-10","data_fim":"2026-11-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"FLAVIA AIGNER PAN","nome_campus":"Chapecó","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"Artes; Cultura; PROARTE","resumo":"O projeto fotográfico \"Onde Ela Quiser\" propõe um ensaio documental e artístico sobre a presença feminina em diferentes espaços de trabalho e convivência social, retratando mulheres que exercem funções essenciais para o cotidiano da comunidade. A proposta busca evidenciar mulheres em profissões diversas, especialmente aquelas historicamente associadas ao universo masculino, como motoristas de ônibus, garis, trabalhadoras da construção civil, profissionais da segurança, entre outras, revelando suas trajetórias, sua força e sua capacidade de ocupar qualquer espaço que desejem.  A exploração artística do tema parte do entendimento de que o empoderamento feminino não se manifesta apenas em grandes conquistas ou discursos, mas também nos gestos cotidianos, no trabalho diário e na presença constante das mulheres na construção da sociedade. O recorte escolhido é relevante artisticamente porque transforma situações comuns em narrativas visuais carregadas de significado, valorizando personagens que muitas vezes permanecem invisibilizadas no imaginário coletivo. A proposta pretende sensibilizar o público para a diversidade de experiências femininas, promovendo reflexão sobre igualdade, pertencimento e reconhecimento.  A obra será desenvolvida por meio da fotografia documental com abordagem poética e humanizada. As imagens serão realizadas nos próprios ambientes de atuação das participantes, utilizando prioritariamente luz natural e elementos reais dos espaços retratados, preservando a autenticidade das cenas. A composição fotográfica buscará destacar expressões, gestos, detalhes e relações entre as mulheres e os ambientes que ocupam, construindo uma narrativa visual que una sensibilidade estética e potência simbólica. A intenção é que cada fotografia convide o observador a enxergar além da profissão representada, reconhecendo a história, a identidade e o protagonismo de cada mulher retratada.  A proposta dialoga diretamente com o contexto social e cultural contemporâneo, marcado pela ampliação da participação feminina em diferentes áreas profissionais e pela busca por maior equidade de gênero. Ao retratar mulheres da comunidade local, o projeto valoriza histórias reais e fortalece a identificação do público com as personagens fotografadas. Além disso, promove o reconhecimento de mulheres que contribuem diariamente para o funcionamento da cidade e para a transformação das estruturas sociais, reafirmando que o lugar da mulher é onde ela escolher estar.  A originalidade do projeto está na combinação entre fotografia documental e olhar poético. Em vez de representar o empoderamento feminino por meio de imagens idealizadas ou encenadas, a proposta busca encontrar beleza, força e significado na realidade cotidiana. O diferencial está em transformar mulheres comuns em protagonistas de uma narrativa artística capaz de despertar emoção, identificação e reflexão, revelando que a ocupação dos espaços acontece diariamente por meio da presença, do trabalho e da resistência dessas mulheres.  Para a construção da proposta será realizada pesquisa estética, histórica e conceitual sobre a participação das mulheres no mercado de trabalho, os processos de transformação dos papéis de gênero e as referências da fotografia documental contemporânea. Também serão desenvolvidos estudos de linguagem visual, enquadramento, iluminação, composição e retrato humanizado, além de conversas com as participantes para compreender suas histórias e trajetórias. Essa metodologia permitirá que a obra seja construída a partir da escuta, do respeito e da valorização das experiências retratadas. Como produto final, o projeto resultará em uma exposição fotográfica apresentada durante o SEPE, composta por no mínimo 10 fotografias inéditas de autoria própria, impressas em formato A3 em papel fotográfico e acompanhadas de legendas. As imagens serão produzidas por meio da técnica de fotografia documental artística, utilizando ambientes reais de trabalho, luz natural e tratamento digital para finalização estética. A materialidade da proposta consiste nas fotografias digitais e em suas respectivas impressões para exposição pública. Conforme previsto no edital, serão enviadas as fotografias das obras em formato JPG (até 5 MB por arquivo), bem como registros que comprovem a realização da exposição. Por meio dessa série fotográfica, o projeto busca valorizar a presença e o protagonismo das mulheres em diferentes espaços profissionais e sociais. ","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":0,"ids_cursos_envolvidos":null,"nomes_cursos_envolvidos":null,"situacao_projeto":"AGUARDA_PUBLICACAO","linguagem":null,"data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"},{"_id":7647,"projeto_registro":"CUL-2026-91","projeto_titulo":"Exposição de Pintura CONSTRUINDO IDENTIDADES","data_inicio":"2026-10-16","data_fim":"2026-10-22","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"MARILDA MERENCIA RODRIGUES","nome_campus":"Chapecó","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"Artes visuais; Identidades; Pintura","resumo":"O presente projeto visa contribuir com as ações de cultura no âmbito da Universidade Federal da Fronteira Sul e estabelecer diálogos com profissionais que atuam em outras instituições e que desenvolvem trabalhos no campo das artes visuais. Contempla uma exposição de pinturas em telas, produzidos por um grupo de pesquisa de estudantes oriundos da Escola de Artes de Chapecó, em diferentes etapas de formação, cujos estudos foram reunidos e selecionados à luz de um eixo orientador, qual seja, a construção de identidades. A exposição parte do reconhecimento da importância de estabelecer trocas, e de socializar as experiências estéticas. O projeto conta com a contribuição das artistas e professoras  nas áreas de Artes visuais, Ana Claudia Anschau e Fernanda Cristina Nicolau da Rosa, que contribuirão no processo curatorial da exposição.\r\nO projeto conta ainda com a colaboração de servidores da UFFS, Luiz Carlos Sordi, Coordenador Adjunto de Cultura, Tiago Daniel de Jesus Costa, bibliotecário e Liziara Sarmento Portella, servidora técnico administrativa.  A natureza da atividade pode ser compreendida como uma vernissagem, que contará, portanto com uma apresentação das pinturas e diálogos entre os estudantes pesquisadores e o público participante sobre os processos de criação em artes visuais.  A atividade visa criar uma ambiência, aproximação e vivência com as artes visuais, atividade importante para todas as áreas, com ênfase para as licenciaturas em humanidades e áreas da saúde. A atividade é alusiva também ao dia do Pintor, que é comemorado no dia 18/10.\r\nA abertura da exposição ocorrerá em forma de vernissagem, com a presença e exposição sobre os trabalhos dos proponentes. Haverá também no dia da abertura, a apresentação musical do Coletivo Violas Despenduradas, coordenado pelo professor de violão clássico, Daniel de Lima. 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A proposta pertence ao Programa do CelUFFS e visa estimular a conversação em língua espanhola, além do\r\naprofundamento, por meio de produções cinematográficas, do conhecimento cultural de países que falam o idioma e de temas\r\ntransversais. O público-alvo é composto pelos acadêmicos do curso de Letras Português e Espanhol do campus Realeza e os\r\nestudantes do Ensino Médio. Para a execução do projeto, o planejamento possui etapas como:\r\nacadêmicos bolsistas e/ou voluntários, com orientação de coordenadora do projeto e professor colaborador, realizam pesquisa\r\npara definir filmes que serão reproduzidos; organizam data, espaço de reprodução do filme e pontos de engajamento para debate;\r\nrealizam a “charla”; organizam os dados para certificação e avaliações dos participantes do projeto. Outra etapa é a divulgação dos\r\nresultados que passará por eventos institucionais, como o SEPE, e eventos externos. Além disso, diante das reflexões do ensino da\r\nlíngua espanhola por meio da cultura e com base na Agenda 2030 da ONU, produções de escrita acadêmica serão escritas para a\r\ndivulgação científica. A escolha dos filmes passará por avaliação com base em temáticas que contemplem os Objetivos de\r\nDesenvolvimento Sustentável (ODS): 1. Erradicação da pobreza; 3. Saúde e bem estar; 5. Igualdade de gênero; 10. Redução das\r\ndesigualdades; 16. 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Isso se deve ao fato da necessidade de valorização do\r\nespaço fronteiriço ao qual estamos inseridos. Na busca pela democratização da leitura, ocupar-se-á para as contações de histórias\r\nespaços como a biblioteca municipal de Realeza e a praça botânica, por exemplo. Bem como espaços da UFFS, priorizando o uso\r\ndo laboratório 105 - Formação de leitores. As ações correrão com datas e locais definidos pelo grupo e pela parceria externa\r\nestabelecida com a Secretaria Municipal de Educação de Realeza. Para além da parceria externa indicada, serão realizadas ações\r\ncom outras instituições, exemplificada pela contação de histórias que ocorre desde 2023 no encerramento de uma das Escolas de\r\nFronteira (San Antonio ou Bernardo de Irigoyen). O projeto se dedica a realizar contações de história e mediar leitura por meio de\r\natividades sensoriais (instalações e intervenções literárias). 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O projeto será desenvolvido por meio de pesquisa de campo, utilizando registros fotográficos, entrevistas e relatos de experiências dos educadores indígenas, evidenciando como a educação escolar indígena fortalece a língua, os costumes, a história e os conhecimentos transmitidos entre gerações.  Como produtos finais, serão produzidos um ensaio fotográfico acompanhado de textos descritivos, um catálogo digital contendo as fotografias e os relatos dos participantes e uma apresentação oral com exposição das imagens e dos resultados da pesquisa. As atividades incluirão visitas à escola e à comunidade, realização de entrevistas, registro fotográfico das práticas pedagógicas e da interação entre escola e comunidade, organização e edição do material produzido e elaboração dos textos explicativos.  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A proposta busca fortalecer a valorização da educação escolar indígena, dar visibilidade ao trabalho dos professores e professoras indígenas e contribuir para a preservação da memória, da identidade cultural e dos saberes da comunidade, aproximando a universidade da realidade vivenciada pela comunidade indígenas.","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":0,"ids_cursos_envolvidos":null,"nomes_cursos_envolvidos":null,"situacao_projeto":"AGUARDA_PUBLICACAO","linguagem":"Artes visuais","data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"},{"_id":7651,"projeto_registro":"CUL-2026-87","projeto_titulo":"Mulheres, entre ecos e frondes","data_inicio":"2026-09-01","data_fim":"2026-11-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"PABLO LEMOS BERNED","nome_campus":"Cerro Largo","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"artes; cultura; PROARTE","resumo":"O trabalho tem como objetivo valorizar e homenagear as mulheres da nossa região, apresentando suas vivências, saberes, anseios e receios através das técnicas de exsicata e fitotipia. Para isso, serão realizadas conversas e entrevistas com mulheres que vivem em Cerro Largo e região, na qual as participantes poderão compartilhar sua visão de mundo, os caminhos que decidiram trilhar e os ecos da discriminação e da misoginia sobre eles. Partes de suas histórias serão apresentadas na exposição como forma de reconhecer e valorizar a pluralidade das mulheres que conhecemos e convivemos diariamente. As fotografias das participantes serão impressas em folhas seguindo a técnica da fitotipia que utiliza folhas frescas de plantas, folhas de acetato, folhas de papel canson, porta-retrato para prensá-las e a luz solar ou uma estufa para secar a folha e transferir a imagem da fotografia desejada para ela, juntamente com exsicatas de plantas da região, produzidas com plantas frescas, prensa, cordas, jornais, papel pardo e a luz solar ou uma estufa para secar as plantas. Assim, serão conectados os conhecimentos botânicos e ecológicos com a sabedoria feminina. As folhas com as impressões e as exsicatas serão expostas em uma tela juntamente com o nome das participantes e breves descrições sobre suas atuações e visão sobre o mundo, segundo suas própria falas, visando homenageá-las e inspirar o público.","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":0,"ids_cursos_envolvidos":null,"nomes_cursos_envolvidos":null,"situacao_projeto":"AGUARDA_PUBLICACAO","linguagem":"Artes visuais","data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"},{"_id":7652,"projeto_registro":"CUL-2026-86","projeto_titulo":"Amor que atravessa","data_inicio":"2026-09-01","data_fim":"2026-11-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"PABLO LEMOS BERNED","nome_campus":"Cerro Largo","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"artes; cultura; PROARTE","resumo":"A proposta pretende abordar a historicidade da comunidade LGBTQIA+, em especial o amor entre mulheres, por meio de uma ilustração em aquarela que reúne figuras históricas da comunidade lésbica e suas parceiras ao longo dos séculos. Assim, afastando-se de representações que ressaltam somente a violência sofrida pela comunidade, a obra pretende realizar uma celebração da história invisibilizada das relações entre mulheres, muitas vezes apagadas por interpretações heteronormativas, valorizando a memória ao ressaltar a importância dessas mulheres nas conquistas de direitos e suas trajetórias de resistência e luta. Simultaneamente, através da disposição não-linear das figuras históricas ao longo da folha, marcadas pelos traços fluídos e pela fusão de cores característicos da pintura em aquarela, responsável por unir visualmente figuras de diferentes contextos histórico-culturais, a ilustração tem como objetivo simbolizar a continuidade histórica da comunidade LGBTQIA+ entre diferentes gerações, não se restringindo a um fenômeno característico da contemporaneidade mas sim um movimento que atravessa os séculos e as culturas. 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Será utilizado lápis de desenho e lápis de cor, sendo feito totalmente a mão. No desenho as duas figuras principais e a corrente serão apenas desenhadas com alguns detalhes de sombreamento, enquanto o fundo será colorido. 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Essa tela visaria retratar o silenciamento e as condições desumanas que vivem as mulheres em países como o Afeganistão. Nele, uma mulher de burca azul seria representada, e através dela os discursos que nós (demais mulheres) temos realizado nas redes sociais e movimentos, tentando de alguma forma dar visibilidade ao que têm acontecido às mulheres ao redor do mundo. Em momento de sentimento de impotência, retratar que precisamos \"falar alto o suficiente até que nossa voz seja finalmente ouvida, que devemos falar por nós e por todas as que não o podem\". A obra seria realizada com tinta guache (material de dominância) e com colagem sobre à pintura. ","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":0,"ids_cursos_envolvidos":null,"nomes_cursos_envolvidos":null,"situacao_projeto":"AGUARDA_PUBLICACAO","linguagem":"Artes visuais","data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"},{"_id":7655,"projeto_registro":"CUL-2026-83","projeto_titulo":"Onde o esgoto encontra vida","data_inicio":"2026-09-01","data_fim":"2026-11-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"PABLO LEMOS BERNED","nome_campus":"Cerro Largo","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"artes; cultura; PROARTE","resumo":"A proposta consiste na criação de uma obra de literatura periférica que une poesia e narrativa para abordar questões sociais e ambientais vivenciadas nas periferias e comunidades. O projeto terá como produto final um conjunto de poemas e um conto curto, podendo também ser adaptado para um curta audiovisual, retratando a relação entre pessoas, território, desigualdade e meio ambiente. 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Ao longo da formação brasileira, a comunidade negra participou decisivamente da construção econômica, política, social e cultural do país, mas grande parte dessa trajetória permaneceu invisibilizada ou reduzida a narrativas que privilegiaram outros protagonistas. \"Corpo-memória\" nasce dessa inquietação. Mais do que representar acontecimentos históricos, a pintura procura questionar como determinadas memórias foram ocultadas, quem teve o direito de narrar a história e quais marcas permanecem atravessando o presente. Diante da amplitude do tema “Comunidade Negra”, a obra rejeita uma narrativa cronológica da escravização e evita transformar a violência em espetáculo. Seu eixo não é o sofrimento, mas a memória. A proposta consiste em compreender o corpo negro como um arquivo vivo, onde passado e presente deixam de ocupar tempos distintos para coexistirem em uma mesma experiência histórica. Assim, a pintura desloca a discussão do acontecimento isolado para a permanência das estruturas, propondo uma leitura em que o tempo não se organiza por datas, mas por continuidades. No centro da composição encontra-se o retrato monumental de um homem negro. Sua presença organiza todo o campo visual. Os olhos fechados não sugerem derrota nem resignação; revelam introspecção. Não se trata de alguém que ignora o mundo ao seu redor, mas de alguém que carrega dentro de si uma memória que ultrapassa sua própria existência, permitindo que pensamentos, lembranças e ancestralidades transbordem para a tela. O personagem deixa de representar apenas um indivíduo para tornar-se metáfora da memória coletiva da população negra. Essa escolha altera completamente a leitura da obra. As imagens que emergem da mente do personagem não pertencem apenas ao passado, tampouco ilustram episódios históricos isolados. Elas coexistem sem hierarquia temporal porque a pintura parte da compreensão de que determinadas estruturas históricas não desapareceram; transformaram-se. O passado permanece inscrito nos corpos, nas instituições, nos territórios e nas formas pelas quais oportunidades, pertencimentos e reconhecimentos ainda são distribuídos na sociedade. Ao redor do personagem, pequenas cenas constroem uma narrativa fragmentada que exige do observador um olhar ativo. O navio remete às Grandes Navegações e ao tráfico transatlântico de africanos, processo que deslocou milhões de pessoas de seus territórios, rompeu famílias, interrompeu ancestralidades e sustentou a formação econômica do mundo moderno por meio da escravização. As costas marcadas pelos castigos físicos recordam que a violência não foi consequência acidental desse sistema, mas parte de sua própria lógica de funcionamento. Em outra parte da composição, grades evocam os zoológicos humanos, prática que expôs pessoas negras como objetos de curiosidade científica e entretenimento, revelando até onde a desumanização pôde ser institucionalizada. Eles referenciam o racismo científico lembrando como teorias pseudocientíficas procuraram legitimar hierarquias raciais e naturalizar desigualdades. Já a placa que separa \"whites\" e \"non-whites\" amplia a discussão, estabelecendo diálogo com o “apartheid” e com outras formas históricas de segregação racial institucionalizada. A obra não pretende igualar diferentes experiências históricas, mas evidenciar que todas elas compartilham uma mesma lógica: a produção sistemática da exclusão a partir da negação da humanidade do outro. A corrente presa ao pescoço do personagem constitui um dos elementos centrais da pintura. Ela não simboliza apenas o aprisionamento físico imposto pela escravização. Representa, sobretudo, o silenciamento histórico das vozes negras, o apagamento de saberes, de religiosidades, de idiomas, de manifestações culturais e de contribuições intelectuais que, durante séculos, permaneceram à margem da narrativa oficial sobre a formação do Brasil. Mesmo quando as correntes deixam de prender corpos, persistem outras formas de restrição, como o ocultamento de memórias, a invisibilização de protagonistas e a dificuldade de reconhecer a centralidade da população negra na construção da identidade nacional. Entretanto, a pintura recusa reduzir a comunidade negra à condição de vítima. O personagem ocupa o centro da tela com serenidade, imponência e dignidade. Sua postura rompe deliberadamente com representações que limitam a experiência negra ao sofrimento. O corpo retratado permanece erguido porque aquilo que atravessou os séculos não foi apenas a violência, mas também a capacidade de preservar identidades, reconstruir laços, produzir conhecimento, reinventar culturas e transformar adversidade em existência. As memória evocadas não carregam apenas marcas da opressão; carregam também a permanência da ancestralidade. É justamente essa permanência que orienta toda a composição. A pintura afirma que a história da comunidade negra não pode ser compreendida apenas pelas tentativas de apagamento que enfrentou, mas, sobretudo, pela extraordinária capacidade de continuar existindo, produzindo cultura, conhecimento, espiritualidade e pertencimento mesmo diante de sucessivas formas de exclusão. Nesse sentido, a obra aproxima-se da ideia de reexistência: mais do que resistir, a comunidade negra recriou continuamente maneiras de afirmar sua humanidade, preservar sua memória e transformar o próprio país. Ao aproximar imagens da escravização de elementos que remetem ao Brasil contemporâneo, \"Corpo-memória\" não propõe uma equivalência simplificadora entre diferentes períodos históricos. A pintura reconhece as profundas transformações ocorridas desde a abolição, mas convida o observador a refletir sobre como determinados processos históricos continuam projetando efeitos sobre a realidade atual. O tempo deixa de funcionar como uma sucessão de fatos encerrados e passa a ser compreendido como uma estrutura cujas consequências atravessam gerações. Essa leitura torna-se evidente quando a favela é inserida na mesma narrativa visual do navio negreiro. A aproximação entre essas imagens não pretende estabelecer uma relação única de causa e efeito nem reduzir a complexidade das desigualdades sociais brasileiras. Seu objetivo é provocar uma reflexão crítica sobre a forma como séculos de escravização, ausência de políticas de integração após a abolição, concentração histórica de riqueza e exclusão de oportunidades contribuíram para produzir desigualdades que ainda hoje se expressam na ocupação do território, no acesso à moradia, à educação, ao trabalho e aos espaços de poder. A favelização deixa de ser apenas uma paisagem urbana e transforma-se em metáfora visual de permanências históricas. A cadeira vazia reforça essa construção. Sua presença discreta rompe a expectativa de que toda violência seja explicitamente representada. Ao permanecer desocupada, ela sugere ausências. Sugere oportunidades que não chegam igualmente a todos, a exclusão ocupacional, a sub-representação em espaços de liderança e decisão e as barreiras invisíveis que frequentemente condicionam trajetórias individuais. A pintura evita respostas definitivas; prefere lançar perguntas ao observador. Quem ocupa esses lugares? Quem continua ausente deles? Quais processos históricos ajudam a compreender essa distribuição? É nesse ponto que a obra dialoga com o conceito de racismo estrutural. Em vez de restringir o racismo ao comportamento individual ou a manifestações explícitas de preconceito, a pintura propõe refletir sobre mecanismos históricos que permanecem influenciando relações sociais, instituições e oportunidades. As antigas correntes não reaparecem apenas como objetos materiais; transformam-se em barreiras menos visíveis, mas igualmente capazes de limitar pertencimentos, expectativas e reconhecimentos. O silêncio imposto pela corrente que prende o personagem não representa apenas a censura do passado, mas também as formas contemporâneas de invisibilização que dificultam o reconhecimento das contribuições negras para a sociedade brasileira. Essa reflexão conduz inevitavelmente ao debate sobre o chamado mito da Democracia Racial”, trazido como verdade por Gilberto Freyre. A obra reconhece a riqueza da formação multicultural brasileira e a profunda contribuição da população negra para a construção da identidade nacional. Contudo, questiona a ideia de que a miscigenação, por si só, teria eliminado desigualdades produzidas por séculos de escravização e exclusão. Ao colocar lado a lado símbolos históricos e contemporâneos, a pintura convida o observador a pensar que convivência e igualdade não são conceitos equivalentes. A valorização da diversidade somente se realiza plenamente quando acompanhada pelo reconhecimento das desigualdades que ainda persistem e pelo compromisso de enfrentá-las. Essa perspectiva aproxima a obra das reflexões de Kabengele Munanga, ao problematizar a utilização da democracia racial como narrativa capaz de obscurecer a permanência de desigualdades; dialoga com Florestan Fernandes, ao reconhecer que a abolição da escravidão não foi acompanhada por condições efetivas de integração social, educacional e econômica da população negra; e encontra ressonância em Abdias do Nascimento, cuja defesa da memória, da cultura afro-brasileira e da valorização da identidade negra inspira a compreensão de que romper o silenciamento constitui também um ato de justiça histórica. Essas referências, entretanto, não aparecem como ilustração teórica da pintura. Elas ampliam possibilidades de leitura de uma obra que permanece aberta às interpretações do público. Apesar da contundência da crítica, \"Corpo-memória\" não constrói uma narrativa de desesperança. A monumentalidade da figura central afirma exatamente o contrário. O homem negro não ocupa a tela como símbolo de derrota, mas de permanência. Sua serenidade desafia séculos de representações que associaram corpos negros exclusivamente à dor, à submissão ou à marginalidade. A pintura reivindica outro lugar para essa imagem: o da dignidade, da inteligência, da ancestralidade e da potência criadora. Ao devolver centralidade a esse personagem, a obra procura deslocar o olhar do espectador. Durante muito tempo, a produção artística sobre a população negra concentrou-se na denúncia da violência - uma denúncia necessária, mas insuficiente quando desvinculada da valorização daquilo que sobreviveu a ela. Em \"Corpo-memória\", a ancestralidade não aparece como nostalgia de um passado perdido, mas como força que continua produzindo cultura, conhecimento, espiritualidade, arte, ciência e formas de pertencimento. A comunidade negra não é apresentada apenas pela história das violências que enfrentou, mas pelo legado que construiu e continua construindo na literatura, na música, nas religiões de matriz africana, na culinária, na ciência, nas artes e em inúmeras dimensões que estruturam a sociedade brasileira. Essa compreensão orienta também as escolhas formais da pintura. Executada em óleo sobre tela, a obra utiliza uma paleta reduzida de ocres, terras e negros, estabelecendo um contraste entre luz e sombra que reforça o caráter dramático da composição sem recorrer ao excesso de elementos visuais. As pinceladas permanecem aparentes, recusando o acabamento fotográfico e aproximando a obra da tradição expressionista contemporânea. Cada camada de tinta preserva vestígios da anterior, transformando a própria superfície pictórica em metáfora da memória: assim como a história, nenhuma camada elimina completamente a que veio antes. O escorrimento da tinta na parte superior da tela intensifica essa construção simbólica. Sua ambiguidade permite múltiplas leituras: pode evocar sangue, suor, óleo ou simplesmente o peso do tempo. Mais do que representar um elemento específico, ele sugere que a história continua incidindo sobre o presente. A matéria pictórica deixa de desempenhar apenas uma função técnica e passa a integrar o discurso da obra, tornando visível a ideia que a sustenta desde o início: aquilo que marca profundamente uma sociedade não desaparece; permanece, transforma-se e continua exigindo reflexão. Ao deslocar o foco da violência para a permanência, \"Corpo-memória\" propõe uma inversão de perspectiva. A pintura não procura eternizar a população negra no lugar da dor, mas afirmar que nenhuma tentativa de apagamento foi capaz de interromper sua presença na construção do Brasil. Se a escravização buscou transformar pessoas em mercadorias; se o racismo científico procurou justificar hierarquias; se os zoológicos humanos tentaram animalizar os negros e se o silenciamento tentou apagar saberes, religiosidades, idiomas, lideranças e produções intelectuais, a história demonstra que a comunidade negra respondeu preservando aquilo que lhe era mais essencial: sua humanidade. Essa permanência manifesta-se na ancestralidade transmitida entre gerações, nas religiões de matriz africana que sobreviveram às perseguições, na riqueza das expressões culturais afro-brasileiras, na produção artística, científica e intelectual, nas formas comunitárias de organização, nos quilombos históricos e contemporâneos, nas lutas por direitos e na contínua reinvenção de identidades. Mais do que resistir, a comunidade negra reexistiu: transformou memória em pertencimento, cultura em afirmação e existência em ato permanente de dignidade. É essa dimensão que a pintura procura colocar no centro da narrativa. Por isso, a obra também constitui uma crítica ao próprio modo como a história brasileira foi frequentemente contada. Durante muito tempo, personagens negros apareceram associados quase exclusivamente à escravização, enquanto suas contribuições para a formação da sociedade permaneceram secundarizadas. \"Corpo-memória\" busca romper essa lógica. A memória representada na tela não pretende aprisionar a comunidade negra ao passado, mas devolver-lhe protagonismo histórico. Ao colocar um homem negro como eixo de toda a composição, a pintura afirma que ele não ocupa a margem da história nacional; ocupa um de seus centros constitutivos. Nesse sentido, o trabalho compreende que romper o silenciamento é mais do que denunciar injustiças. É reconhecer saberes historicamente invisibilizados, ampliar as vozes presentes na memória coletiva e questionar narrativas que naturalizaram desigualdades. A arte assume, assim, um papel que ultrapassa a representação estética: torna-se espaço de reflexão, de diálogo e de construção de novos olhares sobre a sociedade. A escolha da pintura como linguagem não é casual. Diferentemente da palavra escrita, a imagem permite que diferentes tempos coexistam simultaneamente. O observador percorre a composição livremente, estabelece conexões próprias e constrói interpretações a partir dos símbolos que encontra. A ausência de uma narrativa linear transforma a contemplação em exercício crítico. Cada elemento dialoga com os demais e somente adquire pleno significado quando inserido no conjunto da obra. Dessa forma, a pintura recusa respostas prontas e convida o público a reconhecer que compreender a história da comunidade negra exige também questionar as formas pelas quais aprendemos a olhar para ela. Mais do que ilustrar conceitos como racismo estrutural, exclusão ocupacional, segregação socioespacial ou mito da democracia racial, \"Corpo-memória\" procura provocar uma reflexão sobre a naturalização dessas permanências. A obra convida o espectador a perceber que estruturas históricas podem sobreviver mesmo quando suas formas se transformam e que enfrentá-las exige, antes de tudo, reconhecê-las. Ao mesmo tempo, afirma que memória não deve servir apenas para recordar violências, mas para preservar conquistas, fortalecer identidades e ampliar possibilidades de futuro. Assim, a pintura transforma a memória em gesto de reparação simbólica. Não porque pretenda corrigir sozinha injustiças históricas, mas porque compreende que nenhuma sociedade constrói um futuro verdadeiramente democrático enquanto parte de sua história permanece invisível. Valorizar a comunidade negra significa reconhecer que sua presença não se limita ao passado: ela continua produzindo conhecimento, arte, ciência, cultura, espiritualidade e novas formas de compreender o Brasil. O futuro sugerido pela obra nasce exatamente desse reconhecimento. \"Corpo-memória\" encerra-se, portanto, sem encerrar sua reflexão. As imagens permanecem abertas à interpretação do observador, lembrando que a história não se modifica quando é esquecida, mas quando é compreendida. A pintura propõe que o passado seja reconhecido sem simplificações, que o presente seja observado com senso crítico e que o futuro seja construído a partir do reconhecimento da dignidade, da ancestralidade e das contribuições da comunidade negra para a formação da sociedade brasileira. 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A obra propõe uma reflexão sobre mulheres cujas contribuições para a ciência, tecnologia e construção do conhecimento tiveram seu protagonismo reduzido, invisibilizado ou atribuído a outros personagens históricos. O projeto dialoga com discussões relacionadas ao chamado Efeito Matilda, conceito utilizado para descrever a recorrente invisibilização das contribuições femininas ao longo da história da ciência. A técnica utilizada será a ilustração digital, desenvolvida em software de pintura digital (Clip Studio Paint) e posteriormente impressa em alta resolução em uma folha A3. A materialidade da obra será parte essencial da proposta artística: através de dobras planejadas, a folha se transformará em uma zine, permitindo ao público descobrir gradualmente pequenas narrativas, personagens e referências relacionadas às mulheres retratadas. À medida que a publicação é aberta, novas histórias e conexões são reveladas. Quando completamente desdobrada, a obra apresenta uma composição visual única e ampla, formada pela união das páginas individuais. Essa imagem buscará representar a construção coletiva do conhecimento e da sociedade por mulheres que, embora presentes em diferentes momentos da história, frequentemente permaneceram ausentes de suas próprias narrativas. O desenvolvimento da obra envolverá pesquisa histórica e visual sobre trajetórias femininas invisibilizadas, levantamento de referências relacionadas ao Efeito Matilda, elaboração do roteiro narrativo da publicação, estudos de composição e experimentações de linguagem visual que permitam o funcionamento simultâneo da obra como narrativa sequencial e como imagem única quando totalmente aberta. A proposta busca utilizar o próprio sistema de dobras como linguagem narrativa e metáfora visual: aquilo que inicialmente se encontra oculto ou fragmentado torna-se visível apenas quando a obra é observada em sua totalidade, reproduzindo simbolicamente o processo de descoberta dessas trajetórias e contribuições. Mais do que apresentar respostas, a obra pretende despertar a curiosidade do público e incentivar a busca por narrativas e trajetórias que frequentemente permaneceram ausentes dos registros oficiais. Como produtos gerados serão produzidos: • 01 (uma) obra principal inédita e autoral em formato de zine-pôster, impressa em alta qualidade em folha A3 • Exemplares adicionais (cópias de circulação) destinados exclusivamente ao manuseio, interação e distribuição gratuita para o público durante o evento • Material expográfico para suporte e apresentação presencial durante o SEPE 2026. A apresentação ocorrerá presencialmente durante o SEPE, com a exposição da obra em dois formatos complementares: a zine montada para leitura e interação do público e a zine completamente desdobrada, permitindo a observação da composição integral e dos detalhes que se revelam apenas quando a obra é vista em sua totalidade. Por se tratar de uma ação desenvolvida no contexto universitário, a proposta busca também incentivar a reflexão sobre os processos de construção, transmissão e reconhecimento do conhecimento, convidando a comunidade acadêmica a questionar quais histórias costumam ser lembradas, ensinadas e difundidas, e quais permanecem apenas nas entrelinhas da História. ","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":1,"ids_cursos_envolvidos":"5610","nomes_cursos_envolvidos":"ARQUITETURA E URBANISMO - INTEGRAL [ERECHIM]","situacao_projeto":"PROPOSTA_AVALIACAO","linguagem":"Artes visuais","data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"},{"_id":7661,"projeto_registro":"CUL-2026-77","projeto_titulo":"O Protagonismo da Mulher Quilombola Através da Arte Urbana","data_inicio":"2026-08-31","data_fim":"2026-11-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"JORGE VALDAIR PSIDONIK","nome_campus":"Erechim","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"artes; cultura; PROARTE","resumo":"A proposta de criação artística visual intitulada “O Protagonismo da Mulher Quilombola Através da Arte Urbana” consiste na produção de uma pintura acrílica sobre tela (80x100cm), autoral e inédita, centrada na valorização da mulher negra quilombola, de seus saberes, de sua identidade e de sua contribuição para a formação cultural brasileira. A obra será desenvolvida a partir de referências visuais ligadas às estéticas periféricas, à cultura afro-brasileira, à figura feminina negra e à linguagem do grafite e da arte urbana, estabelecendo uma correspondência entre memória, ancestralidade, resistência e produção artística contemporânea. A relevância social e conceitual do trabalho está fundamentada nos debates promovidos pelo feminismo negro e na necessidade de ampliar a presença de mulheres negras e quilombolas nos espaços de produção, circulação e legitimação artística. Historicamente submetidas a processos de silenciamento e invisibilização, essas mulheres preservam conhecimentos, práticas culturais, memórias coletivas e formas de resistência que constituem um importante patrimônio imaterial. Nesse sentido, a obra busca contribuir para a valorização dessas trajetórias e para o enfrentamento do apagamento histórico, reconhecendo as mulheres quilombolas como protagonistas de suas próprias narrativas. 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A obra “O Protagonismo da Mulher Quilombola Através da Arte Urbana” será produzida em uma tela de 80 x 100 cm, utilizando uma composição visual centrada na figura da mulher negra quilombola. A imagem será construída a partir da relação entre retrato, símbolos de ancestralidade, referências à cultura afro-brasileira e elementos gráficos associados ao grafite e à arte urbana. A proposta estética buscará evidenciar força, pertencimento, identidade, memória e resistência, evitando representações estereotipadas e reconhecendo a mulher quilombola como sujeito ativo de sua própria história. O desenvolvimento da obra terá início com uma pesquisa teórica e iconográfica sobre comunidades quilombolas brasileiras, com atenção especial à presença e ao protagonismo feminino. Serão pesquisadas referências relacionadas às vestimentas, aos adornos, aos penteados, aos modos de organização comunitária, aos saberes tradicionais, à relação com o território e às manifestações culturais afro-brasileiras. Essa etapa terá como objetivo fornecer uma base conceitual e visual para a criação, contribuindo para que a representação seja desenvolvida de maneira respeitosa, contextualizada e coerente com os propósitos do projeto. Após a pesquisa, serão realizados estudos preliminares de composição, incluindo esboços, testes de formas, definição dos elementos simbólicos e elaboração da paleta cromática. Nessa etapa, será definida a posição da figura feminina, a distribuição dos componentes visuais e a relação entre os elementos figurativos e os traços característicos da arte urbana. Também serão realizados testes de cores e materiais para avaliar as combinações mais adequadas à proposta. Com a composição definida, o desenho será transferido para a tela e será iniciada a execução da pintura. A produção utilizará principalmente tinta acrílica e tinta spray, associadas a materiais como pincéis de diferentes espessuras, rolos, marcadores, canetas de tinta permanente, máscaras e outros instrumentos necessários à criação de linhas, manchas, texturas e sobreposições. A tinta acrílica será utilizada na construção das formas, dos volumes e dos detalhes, enquanto o spray contribuirá para a criação de fundos, efeitos de transição, contornos, texturas e interferências visuais relacionadas à linguagem do grafite. Durante a execução, serão trabalhadas camadas sucessivas de pintura, iniciando pela preparação e construção do fundo, seguida pela definição das principais formas, aplicação das cores, detalhamento da personagem e inserção dos elementos gráficos. O processo permitirá combinar técnicas tradicionais da pintura sobre tela com procedimentos próprios da arte urbana, fortalecendo a identidade visual da proposta. Após a conclusão da pintura, será realizada uma avaliação geral da composição, com correções de contorno, equilíbrio cromático, contraste e acabamento. Em seguida, será aplicado verniz apropriado para pintura artística, com a finalidade de proteger a superfície, preservar as cores e ampliar a durabilidade da obra. A exposição será realizada com a tela posicionada sobre um cavalete personalizado. Esse suporte também fará parte da proposta estética, sendo pintado com tinta spray, manchas, sobreposições e traços inspirados na arte urbana. A intervenção no cavalete buscará criar unidade entre a obra e sua forma de apresentação, reforçando a presença do grafite não apenas na pintura, mas também na estrutura expositiva. A apresentação final será acompanhada por uma ficha técnica e por um breve texto explicativo, contendo o título da obra, as dimensões, os materiais empregados e os principais conceitos abordados. Dessa forma, o público poderá compreender o processo de criação e a relação entre arte urbana, ancestralidade, protagonismo feminino negro e identidade quilombola. Etapas de execução 1. Pesquisa teórica e iconográfica Levantamento de referências sobre mulheres quilombolas, cultura afro-brasileira, ancestralidade, território, memória, feminismo negro e arte urbana. 2. Estudos e criação do desenho Produção de esboços, definição da composição, seleção dos elementos simbólicos e elaboração da paleta de cores. 3. Preparação dos materiais e da tela Organização dos materiais, preparação da superfície e realização de testes com tintas, sprays, marcadores e demais recursos. 4. Execução da pintura Criação do fundo, transferência do desenho, aplicação das camadas de tinta acrílica e spray, construção da figura principal e inserção dos elementos gráficos. 5. Detalhamento e acabamento Revisão da composição, correção dos traços, ajuste das cores, aplicação dos detalhes finais e utilização do verniz de proteção. 6. Personalização do cavalete Pintura do suporte expositivo com spray e elementos gráficos vinculados à linguagem da arte urbana. 7. Exposição e apresentação da obra Montagem da tela no cavalete, preparação da ficha técnica e apresentação pública do resultado final. 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A obra será desenvolvida a partir da linguagem da arte urbana, incorporando referências visuais do grafite e da cultura Hip Hop para construir uma narrativa que evidencia a força, a criatividade e o protagonismo da comunidade negra na produção artística contemporânea. A composição buscará representar uma personagem negra em posição de destaque, cercada por elementos que remetem à cultura Hip Hop (microfone, caixas de som, fones de ouvido, grafismos, lettering e intervenções inspiradas no grafite), integrados a símbolos que representam ancestralidade, identidade, coletividade e pertencimento. A combinação desses elementos pretende evidenciar que a música, a arte urbana e a ocupação criativa dos espaços constituem formas legítimas de preservação da memória, afirmação cultural e resistência frente às desigualdades historicamente impostas à população negra. A relevância social e conceitual da proposta fundamenta-se na necessidade de ampliar a visibilidade de grupos historicamente marginalizados nos espaços de produção e circulação artística. Apesar da profunda influência da população negra na formação da cultura brasileira, suas narrativas frequentemente permanecem sub-representadas nas instituições culturais e nos circuitos tradicionais das artes visuais. Nesse contexto, a obra propõe um exercício de reconhecimento e valorização dessas trajetórias, contribuindo para a construção de representações mais plurais, inclusivas e comprometidas com a diversidade cultural. A cultura Hip Hop ocupa papel central nessa proposta por constituir um dos mais importantes movimentos culturais contemporâneos originados em comunidades negras e periféricas. Muito além da música, o Hip Hop consolidou-se como um instrumento de educação, organização comunitária, fortalecimento identitário e transformação social. 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O processo ocorrerá em camadas sucessivas, iniciando pela construção do fundo, seguida pela definição das formas principais, aplicação das cores, detalhamento da figura central e finalização dos elementos gráficos. Após a conclusão da pintura serão realizados os ajustes finais de contraste, equilíbrio cromático e acabamento. Em seguida, será aplicada uma camada de verniz de proteção, garantindo maior durabilidade, preservação das cores e qualidade estética da obra. Como extensão da proposta artística, a tela será apresentada em um cavalete personalizado com pintura em spray, incorporando grafismos e elementos visuais inspirados na arte urbana. O suporte deixará de exercer apenas uma função estrutural e passará a integrar a narrativa visual da obra, reforçando a identidade estética do projeto e aproximando o espaço expositivo da linguagem do grafite. A etapa final consistirá na montagem da exposição, acompanhada de ficha técnica e texto curatorial apresentando os conceitos, materiais empregados e referências que fundamentaram a criação. 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A ideia é representar o quanto os mandatos sociais que recaem sobre as mulheres — tais como as tarefas domésticas, a maternidade e a pressão estética de ter que estar sempre arrumada — atrapalham o nosso tempo, os nossos sonhos e o nosso direito ao lazer. Como a apresentação será executada e detalhada: Eu começo a performance em silêncio, espalhando vários objetos no cenário que compõem a materialidade da cena: uma vassoura, brinquedos de criança, maquiagens, um espelho e panelas, deixando também o meu bambolê profissional no chão. Uso a técnica do teatro físico e da mímica para construir uma atmosfera de cansaço e rotina. Ao longo da cena, toda vez que tento brincar e girar o bambolê, \"lembro\" que preciso fazer alguma tarefa pendente, mostrando visualmente como esses papéis travam o nosso movimento. 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Produtos gerados com esta proposta: Como resultado direto deste plano de trabalho, os produtos gerados serão: a entrega de 01 intervenção artística solo de 15 minutos realizada em evento da UFFS, além da difusão prática da arte circense e da poesia feminista latino-americana dentro do ambiente universitário.","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":1,"ids_cursos_envolvidos":"5732","nomes_cursos_envolvidos":"PEDAGOGIA - NOTURNO [ERECHIM]","situacao_projeto":"PROPOSTA_AVALIACAO","linguagem":null,"data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"},{"_id":7664,"projeto_registro":"CUL-2026-74","projeto_titulo":"Resistência em Cores: Saúde, Direitos, Vivências, Arte e Cultura LGBTQIAPN+ - Semestre 2026.2","data_inicio":"2026-08-19","data_fim":"2026-08-19","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"RENATA DOS SANTOS RABELLO BERNARDO","nome_campus":"Passo Fundo","desc_area_cnpq":"SAÚDE COLETIVA","palavras_chave":"Cultura; direitos humanos; Saúde","resumo":"O evento \"Resistência em Cores: Saúde, Direitos, Vivências, Arte e Cultura LGBTQIAPN+\" constitui-se como uma atividade acadêmico-cultural, educativa, formativa e extensionista, voltada à promoção do diálogo sobre saúde, direitos humanos, diversidade, inclusão e valorização das expressões culturais da população LGBTQIAPN+. 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Busca-se promover discussões baseadas em evidências científicas, experiências profissionais e saberes comunitários, abordando aspectos relacionados à saúde integral, ao acolhimento nos serviços de saúde, à comunicação inclusiva, ao respeito às identidades, aos direitos humanos e ao enfrentamento das desigualdades, em consonância com os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS), especialmente universalidade, integralidade e equidade.\r\nComo resultados esperados, pretende-se fortalecer a formação humanística e crítica dos estudantes, ampliar o conhecimento sobre as especificidades da saúde da população LGBTQIAPN+, sensibilizar a comunidade acadêmica e externa para a valorização da diversidade e promover o diálogo entre universidade, movimento social e comunidade. Além disso, busca-se reconhecer a arte e a cultura como formas de expressão, pertencimento, resistência e construção de identidades. 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O novo cenário cultural que vive o Brasil, com reconhecimento internacional de nossa produção cultural, só auxilia nesse processo de consolidação de ações no segmento. Com o intuito de rearticular e consolidar grupos culturais dentro da UFFS, fortalecendo ações afirmativas surge a sexta edição do Festival Cultura de Fronteira. Buscando apresentar um amplo espectro de linguagens, se constituindo em uma ação relevante e de fôlego, na medida em que busca trabalhar com, música, artes cênicas, artes visuais, audiovisual e literatura, contemplando um rol expressivo de manifestações culturais, articuladas com a realidade sociocultural de cada região. Diante disso, a realização de um festival que contemple a diversidade cultural da Mesorregião da Grande Fronteira do Mercosul busca proporcionar espaços diferenciados para expressar a identidade cultural. No ano de 2017 ocorreu o I Concurso Cultural da UFFS contemplando as modalidades de Contos e Fotografias. Em 2018, buscando contemplar uma diversidade maior de linguagens artístico culturais e um intercâmbio entre os Campi, ampliou-se para o I FESTIVAL CULTURA DE FRONTEIRA. Já em 2019, ocorre o II Festival Cultura de Fronteira, com desenvolvimento por meio da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROEC). Já a III edição desenvolveu-se em período pós-pandemia, onde o grande desafio foi novamente aproximar as pessoas, frente ainda há uma dificuldade de agregar muitas pessoas em um único espaço. Na IV e maior edição do Festival, contamos com 178 inscritos nas etapas locais, fazendo com que tivéssemos uma grande etapa geral, realizada concomitantemente com as comemorações dos 15 anos da UFFS. A quinta edição apresentou número parecidos com a quarta edição, foram 171 inscritos, o ponto alto foi a etapa final que contou com mais de 400 participantes no Teatro Iguassú em Laranjeiras do Sul. Vencidas as etapas e com o êxito existente desde a primeira edição, apresentamos em 2026 a sexta edição. A premissa central é promover o desenvolvimento cultural e artístico da comunidade acadêmica e ampliar o alcance das reflexões sobre arte e cultura em seu potencial de transformação da sociedade. Neste contexto, visa possibilitar o intercâmbio e a livre expressão cultural entre artistas amadores e profissionais da comunidade acadêmica da Universidade Federal da Fronteira Sul. Trata-se de uma atividade pedagógica e institucional, que busca contemplar ações de arte e cultura, e que estão previstas como Atividades Curriculares Complementares nos Projetos Pedagógicos dos Cursos.","modalidade":"EVENTO","quant_cursos_envolvidos":0,"ids_cursos_envolvidos":null,"nomes_cursos_envolvidos":null,"situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Multilinguagem","data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"},{"_id":7672,"projeto_registro":"CUL-2026-66","projeto_titulo":"V Festa Junina e III Gincana Junina da UFFS Campus Passo Fundo","data_inicio":"2026-06-10","data_fim":"2026-06-10","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"RENATA DOS SANTOS RABELLO BERNARDO","nome_campus":"Passo Fundo","desc_area_cnpq":"SAÚDE COLETIVA","palavras_chave":"Cultura; Festa temática; Integração","resumo":"As turmas competirão em diversas brincadeiras, incluindo pular corda (em dupla e individual), corrida do saco, corrida do\r\nmilho na colher, pescaria, dança da cadeira, argolas e o maior número de membros de cada turma na\r\nquadrilha.  A organização dos\r\nconfrontos entre as turmas seguiu os moldes de chaveamento de campeonatos e foi realizada por\r\nmeio de sorteio.  A pontuação das brincadeiras de pular corda, pescaria,\r\nargolas, corrida do saco, corrida do milho na colher e dança das cadeiras foi atribuída da seguinte\r\nforma: 1º Lugar (3 pontos), 2º Lugar (2 pontos) e 3º Lugar (1 ponto). Para a dança da quadrilha, a\r\npontuação foi de um ponto por acadêmico participante, e ao final, a pontuação geral foi calculada\r\npara declarar os vencedores. Durante o evento, haverá a partilha de comidas típicas e a escolha, por\r\nconsenso, da rainha e do rei do milho, realizada por uma banca avaliadora composta por três\r\nprofessores. Eles usarão como critério de avaliação o traje junino mais bem elaborado e criativo,\r\npremiando os vencedores com faixa e coroa. Além disso, será montada uma barraca de maquiagem caipira, aberta a todos os participantes. Também será realizado o correio elegante. 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Em 2017, a semente do Festival teve início com o I Concurso Cultural da UFFS contemplando as modalidades de Contos e Fotografias.  Em 2018, contemplando uma diversidade maior de linguagens artístico-culturais e um intercâmbio entre os campi, ocorreu o I Festival Cultura de Fronteira, cuja etapa geral aconteceu no Campus Chapecó. Em 2019, no II Festival, a etapa geral foi realizada no Campus Realeza. Durante a pandemia de Covid-19, o Festival foi interrompido, sendo retomado com a III Edição em 2023, com a etapa geral no Campus Erechim.  Em 2024, as novidades foram a oferta de oficinas preparatórias e a inclusão da linguagem pintura/gravura/desenho, além da temática comemorativa ao aniversário da Universidade: UFFS 15 Anos – Memórias e Saberes.  2025 o espetáculo aconteceu no campus Laranjeiras do Sul e, em 2026, Chapecó volta a receber a Etapa Geral.\r\nOficina preparatória do campus Passo Fundo intitulada \"Oficina de fotografia com uso de celular\" ministrada pela professora Daniela Teixeira Borges. Ocorrerá no dia 09 de junho de 2026, de 17 as 19hs na sala 113 e no laboratório de habilidades.","modalidade":"EVENTO","quant_cursos_envolvidos":2,"ids_cursos_envolvidos":"6401; 6400","nomes_cursos_envolvidos":"ENFERMAGEM - INTEGRAL [PASSO FUNDO]; MEDICINA - INTEGRAL [PASSO FUNDO]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Artes visuais","data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"},{"_id":7674,"projeto_registro":"CUL-2026-64","projeto_titulo":"VI Festival Cultura de Fronteira - Campus Passo Fundo","data_inicio":"2026-08-18","data_fim":"2026-08-18","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"RENATA DOS SANTOS RABELLO BERNARDO","nome_campus":"Passo Fundo","desc_area_cnpq":"SAÚDE COLETIVA","palavras_chave":"Artes; Cultura; Universidade","resumo":"O Festival Cultura de Fronteira tem o objetivo de promover o desenvolvimento cultural e artístico da comunidade universitária e ampliar o alcance das reflexões sobre arte e cultura em seu potencial de transformação da sociedade, além de possibilitar o intercâmbio e a livre expressão cultural entre artistas amadores e profissionais na UFFS. 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Em 2024, as novidades foram a oferta de oficinas preparatórias e a inclusão da linguagem pintura/gravura/desenho, além da temática comemorativa ao aniversário da Universidade: UFFS 15 Anos – Memórias e Saberes.  2025 o espetáculo aconteceu no campus Laranjeiras do Sul e, em 2026, Chapecó volta a receber a Etapa Geral.","modalidade":"EVENTO","quant_cursos_envolvidos":2,"ids_cursos_envolvidos":"6401; 6400","nomes_cursos_envolvidos":"ENFERMAGEM - INTEGRAL [PASSO FUNDO]; MEDICINA - INTEGRAL [PASSO FUNDO]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Multilinguagem","data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"},{"_id":7675,"projeto_registro":"CUL-2026-63","projeto_titulo":"Cine-Debate: Reforma Psiquiátrica e os desafios atuais da RAPS de Passo Fundo","data_inicio":"2026-05-27","data_fim":"2026-05-27","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"RENATA DOS SANTOS RABELLO BERNARDO","nome_campus":"Passo Fundo","desc_area_cnpq":"SAÚDE COLETIVA","palavras_chave":"Cultura; Saúde coletiva; Saúde mental","resumo":"O evento “Cine-Debate: Reforma Psiquiátrica e os desafios atuais da RAPS de Passo\r\nFundo” cons􀆟tui-se como uma a􀆟vidade extensionista de caráter acadêmico, cultural e\r\nforma􀆟vo promovida pelo Diretório Acadêmico Rudah Jorge (DARJ), em parceria com a\r\nComissão de Saúde Mental do Conselho Municipal de Saúde de Passo Fundo, em alusão ao 18\r\nde Maio — Dia Nacional da Luta An􀆟manicomial.\r\nA proposta busca promover um espaço de reflexão, diálogo e construção cole􀆟va\r\nacerca da saúde mental, da Reforma Psiquiátrica Brasileira, do cuidado em liberdade e dos\r\ndesafios contemporâneos enfrentados pela Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) no município\r\nde Passo Fundo.\r\nA a􀆟vidade contará com a exibição dos curtas-metragens “Luta An􀆟manicomial no\r\nBrasil” (Rede PUC) e “O Antes e o Depois da Loucura”, seguidos de uma roda de conversa\r\ncomposta por profissionais da saúde, docentes, estudantes e integrantes da rede de saúde\r\nmental do município.\r\nA fundamentação da proposta relaciona-se à importância da discussão crí􀆟ca sobre\r\npolí􀆟cas públicas de saúde mental, direitos humanos, desins􀆟tucionalização e fortalecimento\r\ndo cuidado territorial e comunitário no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). O evento\r\ntambém busca fortalecer a integração entre universidade, serviços de saúde e comunidade,\r\nes􀆟mulando reflexões sobre prá􀆟cas de cuidado humanizadas, interdisciplinares e\r\nsocialmente comprome􀆟das.\r\nComo resultados esperados, pretende-se ampliar os espaços de debate sobre saúde\r\nmental dentro da universidade, fortalecer o diálogo entre diferentes atores da rede de atenção\r\n2\r\npsicossocial, es􀆟mular a formação crí􀆟ca dos estudantes e contribuir para a valorização das\r\nprá􀆟cas de cuidado em liberdade. Como produto acadêmico, prevê-se a emissão de\r\ncer􀆟ficados de par􀆟cipação e o registro ins􀆟tucional da a􀆟vidade junto à universidade.","modalidade":"EVENTO","quant_cursos_envolvidos":3,"ids_cursos_envolvidos":"6401; 6; 6400","nomes_cursos_envolvidos":"ENFERMAGEM - INTEGRAL [PASSO FUNDO]; LATO SENSU PASSO FUNDO - INTEGRAL [PASSO FUNDO]; MEDICINA - INTEGRAL [PASSO FUNDO]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Multilinguagem","data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"},{"_id":7676,"projeto_registro":"CUL-2026-62","projeto_titulo":"Cerimônia do Jaleco do Curso de Enfermagem – Semestre 2026.1","data_inicio":"2026-05-25","data_fim":"2026-05-25","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"RENATA DOS SANTOS RABELLO BERNARDO","nome_campus":"Passo Fundo","desc_area_cnpq":"ENFERMAGEM","palavras_chave":"calouros; Cultura; Enfermagem","resumo":"A Cerimônia do Jaleco do Curso de Enfermagem – Semestre 2026.1 cons􀆟tui-se como\r\numa a􀆟vidade acadêmica de caráter forma􀆟vo, simbólico e integrador des􀆟nada aos\r\nestudantes ingressantes do curso de Enfermagem da Universidade Federal da Fronteira Sul\r\n(UFFS) – Campus Passo Fundo. O evento busca marcar o início da trajetória acadêmica dos\r\nestudantes, promovendo reflexões relacionadas à é􀆟ca profissional, responsabilidade social,\r\nhumanização do cuidado em saúde e compromisso com uma atuação profissional é􀆟ca e\r\nsocialmente comprome􀆟da.\r\nA a􀆟vidade será desenvolvida por meio de acolhimento ins􀆟tucional, composição de\r\nmesa de autoridades, pronunciamentos de representantes da universidade, docentes e\r\nrepresentantes estudan􀆟s, além da realização da entrega simbólica dos jalecos aos estudantes\r\ningressantes. O evento contará com a par􀆟cipação de estudantes, familiares, docentes,\r\ntécnicos administra􀆟vos e comunidade acadêmica.\r\nA fundamentação da proposta relaciona-se à importância das a􀆟vidades simbólicas e\r\nde acolhimento no processo de construção da iden􀆟dade profissional e fortalecimento do\r\nsen􀆟mento de pertencimento universitário, especialmente nos cursos da área da saúde. A\r\ncerimônia busca es􀆟mular valores fundamentais da formação em Enfermagem, como é􀆟ca,\r\nempa􀆟a, responsabilidade social, respeito à vida e compromisso com o cuidado humanizado.\r\nComo resultados esperados, pretende-se promover integração entre estudantes e\r\ncomunidade acadêmica, fortalecer vínculos ins􀆟tucionais, es􀆟mular reflexões acerca da\r\nprá􀆟ca do cuidado em saúde e contribuir para o acolhimento dos estudantes ingressantes no\r\nambiente universitário. 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Ao longo de mais de dois anos de atividades contínuas, a iniciativa consolidou-se como um espaço de formação e valorização da paisagem urbana local, promovendo mais de 30 encontros de desenho de observação em diferentes pontos da cidade, com participação expressiva de estudantes de Arquitetura e Urbanismo e membros da comunidade.\r\n\r\nIntegrante da rede internacional Urban Sketchers, o grupo contribui para aproximar a população do patrimônio arquitetônico, histórico e cultural de Erechim, estimulando um olhar atento sobre a cidade e fortalecendo a consciência patrimonial e o sentimento de pertencimento. Além disso, a prática do desenho de observação atua como importante ferramenta de formação acadêmica, desenvolvendo habilidades de percepção espacial, leitura da paisagem urbana e sensibilidade crítica em relação aos espaços da cidade.\r\n\r\nA formalização do Urban Sketchers Erechim permitirá ampliar e consolidar suas ações culturais e educativas, possibilitando a realização de oficinas, exposições, publicações e eventos, além do fortalecimento de parcerias institucionais e da participação da cidade em redes nacionais e internacionais de desenho urbano. 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A UFFS integra a programação oficial com diversas atividades: palestras, oficinas, aulas abertas, esquete de teatro, lançamento de livros, bem como compondo um estande compartilhado entre diversas Instituições de Ensino. 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Nesse horizonte, a cultura não é concebida como elemento acessório, complementar ou decorativo da formação e da gestão em saúde, mas como dimensão constitutiva dos modos pelos quais sujeitos aprendem, ensinam, cuidam, trabalham, narram suas trajetórias e atribuem sentido à vida coletiva. Em um contexto marcado pela persistência de modelos formativos fragmentados, pela hegemonia de racionalidades biomédicas, pela dissociação entre teoria e prática e por dificuldades históricas de integração entre universidade, serviços de saúde e comunidade, torna-se estratégico construir iniciativas que mobilizem linguagens artístico-culturais como mediadoras de processos pedagógicos, políticos e sociais comprometidos com a humanização, a participação e a defesa da saúde pública. O título do programa, ao articular “luz, câmera” e “humaniz-ação”, expressa justamente a aposta de que a cultura, por meio de linguagens como audiovisual, história oral, fotografia, performance, escrita criativa, exposição, podcast, teatro e memória social, pode não apenas representar experiências, mas produzir deslocamentos concretos nas formas de perceber, ensinar e praticar o cuidado.\r\n\r\nA proposta fundamenta-se na compreensão de que o SUS, além de ser uma política pública estruturante, é também um campo narrativo e cultural, no qual usuários/as, profissionais, gestores/as, estudantes e comunidades elaboram cotidianamente experiências de acolhimento, sofrimento, luta, invenção, vínculo, burocracia, escuta, resistência e produção do cuidado. Contudo, boa parte dessas experiências permanece sub-representada, invisibilizada ou capturada por discursos institucionais excessivamente normativos, que nem sempre traduzem a densidade ética, afetiva e social da vida concreta nos territórios. Nesse sentido, a cultura pode operar como tecnologia social de escuta, expressão, mediação e reconhecimento, permitindo que o SUS seja pensado, contado, criticado e valorizado por aqueles/as que o constroem no cotidiano. Ao mesmo tempo, no interior da universidade, a incorporação de práticas culturais em processos formativos pode ampliar repertórios pedagógicos, favorecer aprendizagens mais implicadas com a realidade, tensionar a rigidez disciplinar e fortalecer a formação crítica, sensível e interprofissional. O programa propõe, portanto, a articulação de ações culturais permanentes, integradas e territorializadas, capazes de reunir estudantes, docentes, técnicos/as, trabalhadores/as do SUS, gestores/as e usuários/as em processos de criação, memória, registro, circulação e reflexão coletiva.\r\n\r\nTrata-se de um programa guarda-chuva que engloba, de forma articulada, dois projetos centrais e complementares. O primeiro dedica-se à produção de novas linguagens artístico-culturais a partir da ótica de usuários/as, profissionais e gestores/as em saúde, transformando experiências do SUS em narrativas coletivas, roteiros, registros audiovisuais, performances, podcasts e outras formas expressivas. O segundo volta-se à visibilização, ao registro e à preservação das histórias de quem construiu o SUS em Chapecó-SC, por meio da história oral, da memória social e da organização de acervos e produtos culturais capazes de reconhecer sujeitos e trajetórias invisibilizadas. A integração entre esses projetos confere unidade ao programa, pois ambos compartilham o mesmo eixo político-pedagógico: afirmar a cultura como campo estratégico para a humanização da formação e do cuidado, para a democratização da palavra e para o fortalecimento da integração ensino-serviço-comunidade. Assim, o programa busca constituir uma política cultural universitária e extensionista no campo da saúde, com capacidade de produzir efeitos formativos, institucionais, sociais e simbólicos duradouros.\r\n\r\nMetodologia\r\n\r\nA metodologia do programa será desenvolvida em perspectiva qualitativa, participativa, interdisciplinar, interprofissional e territorializada, articulando ensino, pesquisa, extensão e produção cultural. Sua operacionalização prevê planejamento contínuo, governança compartilhada e encadeamento de ações permanentes, de modo que os dois projetos vinculados se retroalimentem e formem uma rede integrada de criação, memória, formação e circulação cultural. A execução terá início com a constituição de uma coordenação geral e de um núcleo gestor ampliado, composto por representantes da universidade, de cursos da área da saúde e de áreas afins, de serviços do SUS, da gestão municipal, de conselhos e instâncias participativas, além de agentes culturais e estudantes extensionistas. Esse núcleo será responsável pela pactuação do plano de trabalho, pela definição do cronograma anual, pela articulação interinstitucional, pela gestão de recursos, pela comunicação do programa e pela avaliação processual das atividades. Serão realizadas reuniões periódicas de coordenação, com registro em ata, definição de responsabilidades, monitoramento das metas, análise de riscos operacionais e adequações metodológicas necessárias ao desenvolvimento das ações.\r\n\r\nEm sua fase inicial, o programa realizará mapeamento de atores, instituições, serviços, territórios e experiências culturais e formativas potencialmente vinculadas ao SUS e à universidade. Esse mapeamento envolverá levantamento de cursos e componentes curriculares com aderência temática, identificação de serviços de saúde e equipamentos culturais parceiros, reconhecimento de lideranças locais, trabalhadores/as históricos/as, usuários/as com trajetórias significativas, gestores/as e coletivos sociais interessados em participar. Paralelamente, será organizada uma etapa de sensibilização e mobilização, com encontros presenciais e/ou híbridos destinados à apresentação do programa, discussão de seus objetivos e construção de pactos éticos e metodológicos. Nesses encontros serão trabalhados temas como direito à memória, cultura e saúde, escuta qualificada, autoria compartilhada, uso de imagem, consentimento, respeito às trajetórias e compromisso com a devolutiva social dos produtos criados.\r\n\r\nA seguir, serão ofertadas ações formativas regulares, sob a forma de oficinas, laboratórios e ciclos de estudos, destinadas a estudantes, docentes, técnicos/as, trabalhadores/as do SUS, gestores/as e participantes da comunidade. Essas atividades terão caráter teórico-prático e abordarão fundamentos da relação entre cultura, saúde e formação; noções de história oral e memória social; introdução à narrativa, ao roteiro e ao storytelling; técnicas de entrevista, registro audiovisual e captação de som; fotografia documental; curadoria e montagem de exposições; linguagem de podcast; mediação cultural; escrita de perfis e crônicas de memória; princípios de acessibilidade comunicacional; e estratégias de circulação de produtos culturais em espaços universitários, comunitários e institucionais. As oficinas serão organizadas por módulos, com cargas horárias compatíveis com a participação de diferentes públicos, incluindo turmas em horários variados, materiais de apoio, certificação e acompanhamento por monitores/as e bolsistas.\r\n\r\nNo projeto voltado à produção de narrativas e linguagens culturais do SUS, a metodologia se desdobrará em rodas de conversa, círculos narrativos, oficinas de criação, laboratórios de roteiro e núcleos de produção colaborativa. Inicialmente, serão promovidos encontros de escuta com usuários/as, profissionais e gestores/as para identificação de temas sensíveis do cotidiano do cuidado, como acolhimento, acesso, humanização, trabalho em equipe, sofrimento institucional, vínculos, processos de gestão, experiências bem-sucedidas, violências sutis, invenções cotidianas e trajetórias de cuidado. Esses encontros gerarão um acervo preliminar de situações, cenas, falas, imagens e memórias que servirão de base à elaboração de produtos culturais. Em seguida, grupos mistos, formados intencionalmente por participantes com diferentes inserções e experiências, serão convidados a transformar essas vivências em roteiros, cenas, episódios de podcast, pequenos documentários, ensaios fotográficos, intervenções culturais, leituras dramáticas ou outras linguagens consideradas pertinentes. Cada grupo contará com facilitação de docentes, artistas convidados/as ou técnicos/as com experiência em criação coletiva, garantindo mediação de conflitos, apoio técnico e preservação do caráter participativo das decisões estéticas e narrativas.\r\n\r\nNo projeto dedicado às memórias do cuidado e às histórias de quem construiu o SUS em Chapecó-SC, a metodologia terá como eixo central a história oral, associada à produção cultural e à organização de acervo. Após definição de critérios de seleção dos/as participantes, serão identificadas pessoas com trajetórias relevantes para a construção local do SUS, contemplando diversidade geracional, territorial, institucional e profissional. Esse conjunto poderá incluir trabalhadores/as pioneiros/as da rede, gestores/as de diferentes períodos, usuários/as com forte participação social, conselheiros/as, lideranças comunitárias, apoiadores/as institucionais, agentes comunitários/as, docentes e demais sujeitos cujas experiências ajudem a compreender a constituição histórica do cuidado em Chapecó-SC. Com base nisso, serão realizadas entrevistas de história oral em profundidade, preferencialmente em locais significativos para os/as entrevistados/as ou em ambientes acordados previamente, com captação de áudio e vídeo, registros fotográficos e uso de roteiros semiestruturados. Após as entrevistas, o material será transcrito, sistematizado, revisado e, sempre que pertinente, devolvido aos/às participantes para validação ética e narrativa.\r\n\r\nOs materiais oriundos dos dois projetos serão submetidos a processos de curadoria, organização temática e produção técnica. Isso incluirá seleção de trechos de entrevistas, edição de vídeo e áudio, tratamento de imagens, redação de sinopses, elaboração de legendas, textos de apresentação, organização de conjuntos expositivos e construção de percursos narrativos para circulação pública. O programa buscará constituir um acervo digital de memória e criação cultural vinculado ao SUS e à universidade, reunindo entrevistas, fotografias, vídeos, roteiros, podcasts, registros de oficinas e demais materiais autorizados. Esse acervo será pensado não apenas como arquivo, mas como dispositivo pedagógico e político, passível de uso em componentes curriculares, atividades extensionistas, ações de educação permanente em saúde, eventos científicos, mostras culturais e processos de formação comunitária.\r\n\r\nDo ponto de vista da integração com a vida universitária, o programa será articulado a disciplinas de graduação e pós-graduação, projetos de extensão, estágios, ações de pesquisa, ligas acadêmicas, grupos de estudo e iniciativas de formação docente e técnica. Pretende-se que estudantes participem ativamente da elaboração, execução, registro e avaliação das ações, assumindo funções de bolsistas, monitores/as, entrevistadores/as, roteiristas, produtores/as culturais, mediadores/as de debate e organizadores/as de mostra. A inserção curricular poderá ocorrer por meio de atividades extensionistas vinculadas a componentes obrigatórios ou optativos, seminários integradores, jornadas temáticas, estágios interprofissionais e trabalhos de conclusão de curso articulados às ações do programa. Dessa forma, o programa não se limitará a ofertar eventos esporádicos, mas buscará impregnar a cultura institucional com práticas permanentes de escuta, criação e memória.\r\n\r\nA socialização e circulação dos resultados também constituirão parte essencial da metodologia. Serão organizadas mostras culturais universitárias e comunitárias, exibições comentadas de documentários e produtos audiovisuais, lançamento de episódios de podcast, exposições fotográficas, rodas públicas de memória, sessões de debate em serviços de saúde e eventos integrados à agenda acadêmica e municipal. Sempre que possível, essas ações serão acompanhadas de mediação cultural, de modo a estimular debate crítico e leitura contextualizada dos materiais, evitando consumo passivo dos produtos. A comunicação do programa utilizará canais institucionais e plataformas digitais, com identidade visual própria e estratégias de divulgação voltadas a diferentes públicos. Por fim, a avaliação se dará de forma processual e participativa, por meio de diários de campo, registros de frequência, questionários qualitativos, rodas avaliativas, entrevistas com participantes, análise dos produtos criados e sistematização das percepções sobre os efeitos formativos, culturais e institucionais do programa. Essa avaliação subsidiará relatórios, produções técnicas e publicações acadêmicas, além de orientar a continuidade e o aperfeiçoamento das ações.\r\n\r\nResultados esperados\r\n\r\nEspera-se que o programa produza, em primeiro lugar, a consolidação de uma agenda cultural permanente e estruturada no interior da universidade, articulada ao SUS e à comunidade, capaz de reconhecer a cultura como dimensão estratégica da formação, da extensão e da defesa da saúde pública. Em vez de ações isoladas, o objetivo é constituir uma política de médio e longo prazo, com continuidade, identidade própria, capacidade de mobilização social e impacto pedagógico institucional. Um resultado central será a formação de estudantes, docentes, técnicos/as e trabalhadores/as do SUS em linguagens artístico-culturais, metodologias narrativas, memória social e dispositivos de escuta, ampliando repertórios de atuação, comunicação e reflexão crítica sobre o cuidado. Espera-se que os/as participantes desenvolvam competências relacionadas à sensibilidade ética, à comunicação dialógica, à mediação cultural, ao trabalho coletivo, à leitura crítica do cotidiano dos serviços e à valorização da experiência como fonte legítima de conhecimento.\r\n\r\nNo plano material e cultural, o programa deverá gerar um conjunto consistente de produtos, entre os quais poderão figurar minidocumentários, episódios de podcast, acervos de história oral, exposições fotográficas, mostras audiovisuais, roteiros coletivos, intervenções artísticas, registros textuais e conteúdos digitais. Tais produtos terão duplo valor: por um lado, constituirão dispositivos de visibilização do SUS, de suas histórias e de seus protagonistas; por outro, funcionarão como materiais pedagógicos e extensionistas, passíveis de uso em aulas, seminários, formações em serviço, eventos culturais e debates públicos. No caso específico do eixo de memória, espera-se a constituição de um acervo inédito sobre a construção do SUS em Chapecó-SC, contribuindo para o reconhecimento de sujeitos, trajetórias e processos locais que, muitas vezes, permanecem fora dos registros oficiais. Esse acervo poderá fortalecer a identidade coletiva em torno da saúde pública, preservar memórias ameaçadas de apagamento e oferecer subsídios para novas pesquisas, projetos culturais e ações educativas.\r\n\r\nEspera-se ainda que o programa fortaleça a integração ensino-serviço-comunidade ao criar espaços compartilhados de produção cultural e interpretação da realidade. A aproximação entre usuários/as, estudantes, profissionais, gestores/as e comunidade, mediada por práticas de escuta e criação, tende a reduzir distâncias simbólicas, ampliar o reconhecimento mútuo e produzir novas formas de diálogo entre a universidade e os territórios. No âmbito da formação em saúde, o programa poderá tensionar currículos excessivamente conteudistas e fragmentados, mostrando, na prática, que a aprendizagem também se produz no encontro com a memória, com a arte, com a narrativa e com a complexidade concreta da vida social. Espera-se, igualmente, maior valorização institucional da extensão universitária, da cultura e da memória como eixos estruturantes da formação. No plano social e político, o programa poderá ampliar a visibilidade pública do SUS, contribuindo para sua defesa simbólica e social, ao mesmo tempo em que reconhece as pessoas que o constroem e o sustentam no cotidiano. Assim, os resultados esperados abrangem dimensões formativas, culturais, institucionais, sociais e políticas, reafirmando o potencial transformador da cultura nos processos de humanização da universidade, do currículo e do cuidado em saúde.\r\n\r\nContribuições para Interdisciplinaridade, Interprofissionalidade, ODS/ONU e curricularização da extensão\r\n\r\nAs contribuições do programa para a interdisciplinaridade são expressivas, na medida em que ele articula saberes, métodos e linguagens oriundos da saúde coletiva, das artes, da comunicação, da história, da educação e das ciências sociais, promovendo leitura ampliada dos processos de cuidado, formação e gestão. Em lugar de uma simples justaposição de áreas, o programa propõe um trabalho efetivamente transversal, no qual problemas complexos demandam interpretação compartilhada e elaboração conjunta de respostas. Ao transformar experiências do SUS em narrativas culturais e acervos de memória, o programa desestabiliza fronteiras rígidas entre campos disciplinares e favorece uma compreensão mais densa da saúde como fenômeno social, histórico, simbólico e político. Tal movimento fortalece uma perspectiva interdisciplinar comprometida não apenas com a integração de conteúdos, mas com a produção de novos modos de pensar e intervir.\r\n\r\nQuanto à interprofissionalidade, o programa cria condições concretas para o encontro e a colaboração entre diferentes categorias profissionais, estudantes de distintas áreas, gestores/as, técnicos/as e usuários/as, em situações que exigem escuta, corresponsabilidade, negociação de sentidos e produção compartilhada. Em vez de restringir a interprofissionalidade ao treinamento de competências clínicas ou organizacionais, a proposta a expande para o terreno da cultura, da memória e da narrativa, reconhecendo que o trabalho colaborativo também se fortalece quando os sujeitos constroem, juntos, leituras do cuidado, do território e da política pública. Ao atuar em oficinas, entrevistas, grupos de criação, processos curatoriais e momentos de circulação pública, os participantes exercitam comunicação, respeito à diferença, valorização dos saberes do outro, tomada de decisão compartilhada e construção coletiva de produtos e sentidos, o que contribui para uma formação interprofissional mais enraizada na realidade.\r\n\r\nNo tocante aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas, o programa dialoga diretamente com o ODS 3, ao valorizar o SUS, promover reflexão crítica sobre o cuidado e fortalecer, no plano simbólico e pedagógico, a defesa do direito à saúde e do bem-estar. Também se articula ao ODS 4, uma vez que propõe processos formativos inclusivos, críticos, criativos e socialmente referenciados, ampliando as possibilidades de educação de qualidade no ensino superior e na formação em serviço. Além disso, o programa contribui para o ODS 10, ao dar visibilidade a sujeitos e trajetórias frequentemente marginalizados ou sub-representados, e para o ODS 11, ao preservar memória social, patrimônio imaterial e pertencimento comunitário. Seu alinhamento com o ODS 17 é igualmente evidente, pois sua execução depende da construção de parcerias entre universidade, serviços de saúde, gestão pública, equipamentos culturais, coletivos sociais e comunidade. Dessa forma, o programa oferece uma contribuição concreta para agendas de desenvolvimento sustentável comprometidas com equidade, participação e fortalecimento de políticas públicas.\r\n\r\nNo que se refere à curricularização da extensão, o programa apresenta alto potencial estruturante, pois oferece uma base concreta para integrar ensino, pesquisa, cultura e extensão em experiências formativas contextualizadas e transformadoras. As ações propostas podem ser incorporadas a componentes curriculares, seminários integradores, atividades práticas, estágios, projetos de intervenção e percursos extensionistas, de modo que estudantes não apenas observem a realidade, mas atuem nela como sujeitos implicados, em diálogo com serviços e comunidades. Ao trabalhar com memória, narrativa e criação cultural, o programa favorece uma extensão universitária dialógica, crítica e não difusionista, na qual a comunidade não ocupa o lugar de receptora passiva, mas de coprodutora de saberes, metodologias e bens culturais. Essa perspectiva fortalece uma concepção de currículo vivo, aberto ao território, à experiência e à escuta, reafirmando a extensão como dimensão constitutiva da formação. Em síntese, o programa “Luz, câmera, humaniz-ação” contribui para reposicionar a cultura no centro dos debates sobre universidade, currículo e SUS, demonstrando que a humanização não se restringe a um discurso normativo, mas pode ser produzida em práticas concretas de memória, criação, escuta, participação e compromisso com a vida coletiva.","modalidade":"PROGRAMA","quant_cursos_envolvidos":2,"ids_cursos_envolvidos":"1400; 1411","nomes_cursos_envolvidos":"ENFERMAGEM - INTEGRAL [CHAPECÓ]; MEDICINA - INTEGRAL [CHAPECÓ]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Multilinguagem","data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"},{"_id":7682,"projeto_registro":"CUL-2026-56","projeto_titulo":"Memórias do Cuidado: histórias de quem construiu o SUS em Chapecó-SC","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2036-04-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"CLAUDIO CLAUDINO DA SILVA FILHO","nome_campus":"Chapecó","desc_area_cnpq":"ENFERMAGEM","palavras_chave":"Arte; Cultura; História; SUS","resumo":"Introdução\r\n\r\nO Sistema Único de Saúde (SUS) constitui-se como uma das mais importantes políticas públicas brasileiras, sendo resultado de processos históricos, sociais e políticos que envolveram a mobilização de diversos sujeitos e coletividades. Em nível local, como no município de Chapecó-SC, a construção do SUS foi marcada pela atuação de profissionais de saúde, gestores/as, usuários/as, lideranças comunitárias e instituições de ensino, que, ao longo das últimas décadas, contribuíram para a consolidação de práticas, serviços e modelos de cuidado no território. No entanto, grande parte dessas trajetórias permanece pouco documentada, dispersa ou invisibilizada, o que fragiliza a preservação da memória social do sistema e o reconhecimento dos sujeitos que o constituíram.\r\nA memória, enquanto dimensão fundamental da cultura, desempenha papel central na construção de identidades coletivas, na valorização de experiências históricas e na produção de sentidos sobre o presente. No campo da saúde, a memória do SUS não se restringe a marcos institucionais ou normativos, mas envolve narrativas vividas, experiências de cuidado, lutas políticas, desafios enfrentados e estratégias construídas no cotidiano dos serviços. Registrar essas histórias significa não apenas preservar o passado, mas também fortalecer o entendimento crítico sobre o sistema e suas transformações ao longo do tempo.\r\nNesse contexto, a articulação entre cultura e saúde emerge como estratégia potente para visibilizar e valorizar essas trajetórias, por meio da utilização de linguagens artístico-culturais que permitam traduzir experiências em narrativas acessíveis, sensíveis e socialmente mobilizadoras. A história oral, o audiovisual, a fotografia e outras formas de expressão cultural possibilitam transformar relatos individuais em patrimônio coletivo, ampliando sua circulação e impacto social.\r\nAlém disso, iniciativas voltadas à memória do SUS possuem importante dimensão formativa, ao possibilitar que estudantes, profissionais e comunidade conheçam os processos históricos que estruturaram o sistema, compreendam seus desafios e reconheçam seu papel na sua continuidade e fortalecimento. Ao valorizar diferentes vozes e perspectivas, tais projetos contribuem para uma formação mais crítica, reflexiva e comprometida com os princípios da saúde pública.\r\nDessa forma, o presente projeto propõe registrar, sistematizar e difundir as histórias de sujeitos que participaram da construção do SUS em Chapecó-SC, articulando memória social e produção cultural. Trata-se de uma iniciativa que busca valorizar trajetórias, promover reconhecimento e fortalecer a identidade do SUS enquanto patrimônio coletivo.\r\n\r\nMetodologia\r\n\r\nO projeto será desenvolvido a partir de uma abordagem qualitativa, participativa e cultural, estruturada em etapas operacionais interdependentes que articulam pesquisa de memória, formação cultural, produção artística e difusão pública.\r\nA primeira etapa consistirá na articulação institucional e planejamento operacional, envolvendo a Secretaria Municipal de Saúde de Chapecó, universidades (como a UFFS), serviços de saúde, conselhos de saúde e coletivos culturais. Serão realizadas reuniões para apresentação do projeto, definição de parcerias, pactuação de responsabilidades, elaboração do cronograma detalhado e definição de espaços físicos para realização das atividades.\r\nNa segunda etapa, será realizado o mapeamento e seleção dos participantes, com foco em sujeitos que tiveram participação relevante na construção do SUS no município. Serão considerados profissionais de diferentes categorias (enfermagem, medicina, agentes comunitários, gestão), gestores/as, usuários/as e lideranças sociais. Serão adotados critérios de diversidade geracional, territorial, institucional e de experiências, buscando contemplar diferentes períodos históricos do SUS em Chapecó.\r\nA terceira etapa envolverá a formação da equipe e capacitação em história oral e produção cultural, incluindo oficinas voltadas a estudantes, profissionais e participantes do projeto. Serão abordados temas como ética em pesquisa, técnicas de entrevista, escuta qualificada, construção de narrativas, captação audiovisual, fotografia documental e edição de conteúdo. Essa etapa visa qualificar tecnicamente os envolvidos para participação ativa no processo.\r\nNa quarta etapa, serão realizadas as entrevistas de história oral, utilizando roteiros semiestruturados que abordarão trajetórias pessoais, experiências no SUS, desafios enfrentados, conquistas e percepções sobre o cuidado em saúde. As entrevistas serão gravadas em áudio e vídeo, mediante consentimento ético, e acompanhadas de registros fotográficos. Estima-se a realização de 20 a 30 entrevistas, com duração média de 60 a 90 minutos cada.\r\nNa quinta etapa, ocorrerá a transcrição, organização e análise do material coletado, com identificação de eixos temáticos, construção de categorias narrativas e sistematização das histórias. Esse processo será realizado com participação da equipe e, sempre que possível, com devolutiva aos entrevistados para validação das narrativas.\r\nNa sexta etapa, será desenvolvida a produção dos produtos culturais, a partir das narrativas coletadas. Serão elaborados minidocumentários, episódios de podcast, exposição fotográfica e/ou mostra audiovisual. Os participantes serão organizados em grupos de trabalho para construção de roteiros, edição de vídeos, tratamento de imagens e produção dos conteúdos.\r\nNa sétima etapa, ocorrerá a curadoria e organização do acervo de memória, incluindo a criação de um acervo digital (site ou plataforma online) que reúna entrevistas, registros audiovisuais, fotografias e materiais produzidos, garantindo acesso público e preservação das informações.\r\nNa oitava etapa, será realizada a difusão e socialização dos resultados, por meio de mostras culturais, exibições públicas, eventos em serviços de saúde, universidades e espaços culturais do município. Serão promovidos debates com a comunidade, ampliando o alcance do projeto.\r\nPor fim, será conduzida uma avaliação participativa, utilizando entrevistas, grupos focais e registros reflexivos, com o objetivo de analisar os impactos do projeto na valorização da memória, formação dos participantes e fortalecimento do SUS.\r\n\r\nResultados esperados\r\n\r\nEspera-se a construção de um acervo estruturado de memória social do SUS em Chapecó-SC, reunindo relatos, imagens e narrativas de sujeitos que participaram de sua construção histórica. Esse acervo contribuirá para preservar e valorizar a história local do sistema de saúde.\r\nOutro resultado esperado é a produção de conteúdos artístico-culturais que ampliem a visibilidade do SUS, promovendo uma leitura mais sensível e crítica sobre suas práticas, desafios e conquistas. Esses materiais poderão ser utilizados em contextos educativos, culturais e formativos.\r\nO projeto também deverá promover o reconhecimento social dos sujeitos envolvidos, fortalecendo seu protagonismo e valorizando suas trajetórias. Espera-se contribuir para processos de pertencimento e identidade em relação ao SUS.\r\nNo campo da formação, prevê-se o desenvolvimento de competências relacionadas à comunicação, sensibilidade cultural, trabalho em equipe e reflexão crítica, especialmente entre estudantes e profissionais de saúde.\r\nAlém disso, o projeto deverá fortalecer a integração entre universidade, serviços de saúde e comunidade, ampliando espaços de diálogo e produção conjunta de conhecimento.\r\n\r\nContribuições para Interdisciplinaridade, Interprofissionalidade, ODS/ONU e curricularização da extensão\r\n\r\nO projeto promove interdisciplinaridade ao integrar conhecimentos das áreas da saúde, história, cultura, comunicação e ciências sociais, possibilitando uma compreensão ampliada da construção do SUS.\r\nNo âmbito da interprofissionalidade, estimula a colaboração entre diferentes categorias profissionais e atores sociais, favorecendo o desenvolvimento de competências relacionadas ao trabalho em equipe e à comunicação.\r\nEm relação aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, contribui para o ODS 3 (Saúde e Bem-Estar), ao valorizar o SUS; ODS 4 (Educação de Qualidade), ao promover formação crítica; e ODS 17 (Parcerias), ao fortalecer articulações institucionais.\r\nQuanto à curricularização da extensão, o projeto possibilita a inserção de estudantes em atividades que articulam ensino, pesquisa e extensão, promovendo formação comprometida com a realidade social e com os princípios do SUS.\r\n","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":2,"ids_cursos_envolvidos":"1400; 1411","nomes_cursos_envolvidos":"ENFERMAGEM - INTEGRAL [CHAPECÓ]; MEDICINA - INTEGRAL [CHAPECÓ]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Multilinguagem","data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"},{"_id":7683,"projeto_registro":"CUL-2026-55","projeto_titulo":"MedCast UFFS - Segunda edição","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2027-04-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"CARLOS SERGIO PRACA CONSALTER","nome_campus":"Chapecó","desc_area_cnpq":"MEDICINA","palavras_chave":"Ciência Acessível; Cultura; Extensão Universitária; Medicina; Podcast","resumo":"O projeto \"MedCast UFFS\" nasceu em 2025 e se mostrou como uma iniciativa cultural interdisciplinar e interprofissional que produz podcasts trimestrais explorando a medicina como fenômeno cultural, artístico e social, articulando saberes técnico-científicos, humanísticos e artísticos. A metodologia inclui planejamento temático, roteirização colaborativa, gravação no estúdio de podcasts do Campus Chapecó, edição sonora experimental e publicação em plataformas digitais, com divulgação ativa em redes sociais. Os resultados esperados são a produção de 4 episódios em formato de série documental, o desenvolvimento de linguagens inovadoras para comunicação científica e a formação crítica de ouvintes e participantes quanto às relações entre medicalização e cultura. O projeto gera produtos acadêmicos como artigos e relatórios de impacto social, além de capacitar estudantes em produção midiática. A ação é desenvolvida em parceria com o Hospital da Plástica Incutis Ltda, que apoiam a difusão dos conteúdos. A abrangência regional justifica-se pela distribuição digital dos episódios, que atingirão públicos diversificados em múltiplos municípios, potencializando o alcance temático e a inclusão de entrevistados de diferentes contextos geográficos. Envolve interdisciplinaridade com os cursos de Medicina (Chapecó e Passo Fundo) e Pós-graduação em Ciências Biomédicas (Chapecó). A execução conta com interprofissionalidade, integrando docentes, estudantes, servidores e colaboradores externos. O projeto impacta a formação discente ao desenvolver competências em comunicação científica, trabalho em equipe multidisciplinar e extensão universitária, alinhadas à curricularização da extensão. Seu alcance social prevê atingir diretamente mais de 200 pessoas e indiretamente mais de 5.000 via plataformas digitais, democratizando o debate sobre saúde e cultura. Além do caráter informativo, o MedCast propõe uma intervenção cultural, usando o áudio para fomentar reflexões coletivas sobre o papel da medicina na sociedade, com potencial para influenciar políticas públicas e práticas educativas.\r\nAtividade: Os membros do MedCast serão responsáveis por todo o processo de produção do podcast, desenvolvendo trabalho contínuo de criação cultural com base nos espaços da UFFS. As atividades terão como centro operacional o Estúdio de Gravação de Podcasts (sala 105, bloco A, Campus Chapecó), onde serão realizadas as principais etapas de produção. A equipe executará pesquisas temáticas aprofundadas para selecionar assuntos que explorem as conexões entre medicina, arte e sociedade, priorizando abordagens inovadoras. Em seguida, desenvolverão roteiros criativos que unam precisão científica com narrativa acessível, transformando conceitos médicos em conteúdo atraente para o público geral. As gravações dos episódios acontecerão integralmente no estúdio universitário, aproveitando a infraestrutura de qualidade disponível, com possíveis complementações em outros espaços quando necessário para ambientações específicas. O processo incluirá captação de áudio, edição sonora com incorporação de elementos artísticos e finalização para garantir padrões de excelência. A divulgação será realizada através das plataformas digitais e canais próprios da UFFS, com estratégias ativas de engajamento nas redes sociais. 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Estruturado pelos princípios da universalidade, da integralidade e da equidade, o SUS não se resume a uma rede técnico-administrativa de ações e serviços, mas conforma um espaço vivo de relações, conflitos, aprendizagens, afetos, negociações e disputas de sentidos sobre a própria vida social. Em seu cotidiano, cruzam-se experiências de usuários/as, trabalhadores/as, gestores/as, estudantes, familiares, lideranças comunitárias e diferentes coletivos sociais, produzindo narrativas múltiplas acerca do cuidado, do sofrimento, do acolhimento, da prevenção, da gestão e do direito à saúde. Compreender o SUS apenas por indicadores, fluxos, protocolos e normativas é insuficiente para apreender sua densidade humana, simbólica e política. Há, portanto, necessidade de reconhecer que o sistema também é tecido por memórias, vozes, imagens, sensibilidades, repertórios culturais e linguagens que expressam, traduzem e disputam sentidos sobre a experiência de viver, adoecer, cuidar e ser cuidado/a no Brasil.\r\nNessa direção, a cultura não deve ser tratada como elemento acessório ao campo da saúde, mas como dimensão constitutiva das formas pelas quais sujeitos e coletividades significam o corpo, a doença, o sofrimento, a cura, o cuidado e as instituições. As práticas culturais atravessam o SUS em seus tempos, espaços, ritos, discursos, sociabilidades e modos de produzir vínculo. Nos corredores de uma unidade básica de saúde, nas filas de espera, nos conselhos locais, nas visitas domiciliares, nas reuniões de equipe, nos grupos educativos e nos atendimentos individualizados, são produzidas narrativas sobre dignidade, escuta, medo, esperança, abandono, solidariedade, burocracia, invenção e resistência. Tais narrativas, entretanto, nem sempre alcançam visibilidade pública, legitimidade institucional ou reconhecimento acadêmico, permanecendo fragmentadas, silenciadas ou capturadas por linguagens técnicas que não dão conta da riqueza de seus significados.\r\nA articulação entre saúde e cultura, nesse contexto, apresenta elevado potencial de inovação social, educativa e política. As linguagens artístico-culturais, ao mobilizarem sensibilidade, imaginação, estética, memória e criação coletiva, podem transformar experiências dispersas em narrativas compartilháveis, acessíveis e socialmente mobilizadoras. Teatro, roteiro, audiovisual, performance, literatura, poesia falada, radionovela, podcast, fanzine, fotografia social, exposição multimídia e outras formas expressivas possibilitam traduzir conteúdos complexos do cotidiano do SUS sem reduzir sua densidade, ampliando sua potência de comunicação e reflexão. Por meio da arte e da cultura, experiências frequentemente tratadas como casos isolados podem ser reelaboradas como cenas reveladoras de desigualdades, potências institucionais, dilemas éticos, conflitos de classe, gênero, raça, território e geração, bem como de estratégias inventivas de resistência e produção do cuidado.\r\nPropor que o SUS seja “roteirizado e dirigido por múltiplos atores” significa afirmar que a construção de narrativas sobre a saúde pública não deve ficar restrita a especialistas em comunicação, gestores centrais ou porta-vozes institucionais. Ao contrário, a produção de linguagens sobre o SUS precisa incluir, de maneira ativa e horizontal, aqueles/as que o vivenciam cotidianamente. Usuários/as, profissionais e gestores/as não são apenas fontes de informação para um produto cultural previamente concebido; são sujeitos de enunciação, autoria, interpretação, cena e direção. São capazes de selecionar temas, definir conflitos, nomear violências e potências, escolher enquadramentos simbólicos, compor personagens e produzir estética a partir de suas próprias experiências. A centralidade da participação desloca a cultura de um lugar de “representação sobre o outro” para um lugar de criação compartilhada entre sujeitos implicados em realidades comuns, ainda que atravessadas por posições desiguais.\r\nO presente projeto cultural parte justamente desse horizonte: construir processos coletivos de escuta, criação, sistematização narrativa e produção artístico-cultural no interior e em diálogo com o SUS, tomando como matéria-prima as experiências de usuários/as, profissionais e gestores/as em saúde. Pretende-se favorecer a emergência de novas linguagens capazes de comunicar, problematizar e valorizar o sistema público de saúde a partir de olhares situados, sensíveis e plurais. Não se trata de elaborar propaganda institucional nem de romantizar o cotidiano dos serviços. A proposta é criar condições para que contradições, sofrimentos, invenções, vínculos, memórias, falhas, disputas e conquistas do SUS sejam reelaborados em obras e processos culturais comprometidos com a escuta, a participação social, a democratização da linguagem e a defesa da saúde como direito.\r\nPor fim, este projeto compreende a criação cultural como processo e como produto. As oficinas, laboratórios e mostras serão experiências formativas, de diálogo e criação coletiva no projeto.\r\n\r\nMETODOLOGIA\r\n\r\nO projeto será desenvolvido com base em abordagem participativa, processual, territorializada e interdisciplinar, articulando ações de mobilização social, formação estética, escuta qualificada, criação colaborativa, produção cultural, circulação pública e avaliação compartilhada. Seu desenho metodológico considera que a qualidade de uma ação cultural vinculada ao SUS depende da capacidade de criar condições concretas para a participação autoral dos sujeitos envolvidos. Por essa razão, as atividades serão organizadas em eixos operacionais complementares, com cronograma flexível e pactuado, respeitando especificidades dos territórios, das instituições parceiras e dos grupos participantes.\r\nO primeiro eixo corresponderá à articulação institucional, mapeamento territorial e mobilização inicial. Nessa fase, serão estabelecidos contatos formais com secretarias municipais de saúde, coordenações de atenção básica, serviços especializados, instituições de ensino, equipamentos culturais, conselhos locais e coletivos comunitários interessados em participar da proposta. Serão realizadas reuniões de apresentação com equipes gestoras e técnicas para pactuação de objetivos, definição de espaços para atividades, identificação de públicos prioritários, alinhamento de agendas e levantamento de demandas logísticas. Paralelamente, será efetuado mapeamento preliminar de experiências, grupos e iniciativas culturais já existentes nos territórios, bem como de temas sensíveis associados ao cotidiano do SUS que possam subsidiar os processos criativos. Essa etapa incluirá produção de materiais de divulgação, formulários de inscrição e estratégias de convite dirigidas a usuários/as, profissionais e gestores/as, buscando diversidade de gênero, geração, ocupação, território, vínculo institucional e trajetória de participação social.\r\nO segundo eixo envolverá a composição do grupo ampliado do projeto e a realização de encontros de sensibilização. Pretende-se constituir um coletivo heterogêneo de participantes, garantindo presença equilibrada de usuários/as do SUS, trabalhadores/as de diferentes categorias profissionais, gestores/as e estudantes extensionistas ou bolsistas vinculados/as à proposta. Os encontros de sensibilização terão caráter introdutório e acolhedor, com duração prevista entre duas e três horas cada, e buscarão apresentar os fundamentos do projeto, discutir a interface entre saúde, cultura e direito à narrativa, além de construir pactos de convivência, escuta, ética, uso de imagem, cuidado mútuo e corresponsabilidade. Nesses momentos, serão utilizados disparadores como exibição de pequenos vídeos, leitura compartilhada de textos curtos, dinâmicas de apresentação e rodas de conversa sobre experiências marcantes no SUS.\r\nO terceiro eixo corresponderá às oficinas formativas em linguagens artístico-culturais. Serão ofertados módulos articulados entre si, totalizando carga horária suficiente para combinar experimentação estética e aprofundamento reflexivo. Entre os conteúdos previstos, destacam-se: fundamentos de narrativa e construção de cenas; escrita criativa e autobiográfica; noções introdutórias de roteiro; dramaturgia do cotidiano; expressão corporal e presença cênica; voz, oralidade e narração; fotografia social e composição visual; gravação e edição básica de áudio e vídeo; performance e intervenção cultural em espaços públicos; curadoria e mediação de mostras. Cada oficina combinará momentos expositivos breves, exercícios práticos, dinâmicas em pequenos grupos e espaços de partilha coletiva. O foco será possibilitar que pessoas com distintas trajetórias de escolarização e familiaridade com a arte possam encontrar formas legítimas de expressão e autoria.\r\nO quarto eixo será dedicado aos dispositivos de escuta e recolha de experiências. Após a sensibilização e as oficinas iniciais, serão realizados círculos narrativos temáticos, rodas de memória, entrevistas de inspiração autobiográfica, caminhadas comentadas pelos territórios, exercícios de observação participante em serviços e sessões de criação a partir de objetos, imagens e palavras-chave. Esses dispositivos terão a função de reunir material simbólico e narrativo para a elaboração das obras, respeitando sempre a vontade dos/as participantes quanto ao grau de exposição de suas histórias pessoais. Entre os temas que poderão emergir, destacam-se: acolhimento e espera; itinerários de acesso; encontros bem-sucedidos e experiências de violência institucional; trabalho em equipe e conflitos cotidianos; gestão, escassez e invenção; cuidado em saúde mental; atenção às populações vulnerabilizadas; memória das lutas pelo SUS; marcas da pandemia; experiências intersetoriais; cuidado domiciliar; e desafios de comunicação entre usuários/as, profissionais e gestão.\r\nO quinto eixo compreenderá os laboratórios de criação coletiva. Com base no acervo narrativo construído nas etapas anteriores, os/as participantes serão organizados/as em pequenos núcleos mistos, compostos preferencialmente por usuários/as, profissionais, gestores/as e estudantes, para elaboração de propostas artísticas. Cada núcleo contará com acompanhamento de facilitadores/as da equipe do projeto, responsáveis por mediar conflitos, apoiar a sistematização de ideias, sugerir recursos expressivos e garantir que a participação permaneça efetivamente compartilhada. Nessa fase, serão definidos recortes temáticos, linguagens prioritárias, formatos, títulos provisórios, personagens, cenas, roteiros, trilhas, elementos visuais e possibilidades de circulação. A meta não é padronizar produtos, mas incentivar diversidade de formas. Assim, um grupo poderá optar por curta-metragem documental, outro por cena teatral, outro por podcast em episódios, outro por exposição fotográfica comentada, outro por leitura dramática, outro por instalação multimídia ou zine ilustrado.\r\nO sétimo eixo será o da produção propriamente dita. Para produtos audiovisuais, serão realizados roteiros finais, definição de planos de filmagem, captação de imagens, gravação de entrevistas ou cenas, recolha de sons ambientes e organização do banco de imagens. Para produções cênicas, ocorrerão ensaios, construção de marcações, experimentação de figurinos, exercícios de presença e adequação da cena ao espaço de apresentação. Para podcasts e radionovelas, serão desenvolvidos roteiros sonoros, locuções, sonoplastia e edição. Para exposições ou instalações, haverá seleção de imagens, textos de parede, montagem espacial e estratégias de mediação com o público. Em todos os casos, a equipe técnica do projeto terá função de apoio e qualificação, mas a autoria coletiva dos grupos será preservada.\r\nO oitavo eixo contemplará momentos sistemáticos de devolutiva interna e crítica compartilhada. Antes da circulação pública, cada núcleo apresentará versões preliminares de seus materiais aos demais participantes do projeto, em sessões de escuta, visualização ou apresentação-piloto. Tais momentos permitirão colher impressões, perceber ruídos de comunicação, avaliar coerência ética e estética, revisar escolhas narrativas e aprimorar a acessibilidade dos produtos. Essa etapa de revisão coletiva também contribuirá para o fortalecimento da aprendizagem estética e política do grupo.\r\nO nono eixo será a circulação pública, socialização e mediação cultural. As obras produzidas serão apresentadas em mostras, sessões comentadas, eventos culturais, atividades extensionistas, espaços de educação permanente em saúde, unidades de saúde, instituições de ensino, conselhos e equipamentos culturais parceiros. Sempre que possível, as exibições ou apresentações serão acompanhadas de rodas de conversa com os/as autores/as e públicos participantes, favorecendo processos de mediação, escuta de recepção e debate sobre os temas suscitados. A circulação digital também será considerada, mediante disponibilização de parte dos materiais em plataformas institucionais, redes sociais do projeto ou ambientes virtuais parceiros, respeitando as autorizações firmadas.\r\nO décimo eixo consistirá no registro, monitoramento e avaliação processual. Durante toda a execução, serão mantidos diários de campo, atas sintéticas de encontros, registros fotográficos, fichas de participação, mapas de atividades realizadas, relatórios mensais e portfólio do projeto. A avaliação não ficará restrita ao final, mas será desenvolvida de modo contínuo, permitindo ajustes de percurso. Serão observados aspectos como adesão dos públicos, permanência dos/as participantes, qualidade da mediação, pertinência dos formatos escolhidos, desafios logísticos, grau de colaboração entre os diferentes segmentos e efeitos percebidos sobre expressão, escuta, vínculo e leitura crítica do SUS.\r\nDo ponto de vista operacional, a equipe mínima prevista compreenderá coordenação geral, coordenação de produção, facilitadores/as de oficinas, apoio técnico audiovisual, apoio de comunicação, bolsistas ou extensionistas e colaboradores/as convidados/as da área artística e da saúde. O calendário será organizado em ciclos, permitindo alternância entre encontros formativos, oficinas práticas, laboratórios, produção e circulação. Para garantir inclusão, buscar-se-á definir horários compatíveis com rotinas de trabalho e cuidado, ofertar certificados de participação, assegurar materiais de apoio, prever acessibilidade comunicacional sempre que possível e adotar linguagem clara nos convites e orientações.\r\nEm síntese, a metodologia do projeto se estrutura como percurso de cocriação cultural enraizado no território e na vida institucional do SUS. Não se limita a “usar” histórias dos sujeitos para produzir conteúdos; propõe-se a construir ambientes em que os próprios sujeitos possam elaborar, interpretar, discutir e difundir artisticamente suas experiências. Trata-se, portanto, de método que articula formação, produção, participação e devolutiva pública, valorizando tanto os processos quanto os resultados e reconhecendo a cultura como prática de escuta, intervenção e democratização da palavra.\r\n\r\nRESULTADOS ESPERADOS\r\n\r\nEspera-se, em primeiro lugar, constituir um processo cultural participativo capaz de reunir, em torno de objetivos comuns, sujeitos que habitualmente ocupam posições distintas no funcionamento do SUS. Ao aproximar usuários/as, profissionais, gestores/as e estudantes em experiências de criação compartilhada, o projeto pretende ampliar a escuta recíproca, reduzir distâncias simbólicas e favorecer a construção de novas formas de reconhecimento entre os atores implicados. Tal resultado é especialmente relevante em contextos marcados por rotinas aceleradas, hierarquias rígidas e linguagens institucionais que, por vezes, limitam a expressão de experiências complexas e divergentes.\r\nComo resultado material, espera-se produzir conjunto plural de obras e dispositivos artístico-culturais derivados dos laboratórios de criação, tais como curtas-metragens, cenas teatrais, podcasts, exposições, leituras performáticas, registros fotográficos comentados, zines, videoensaios ou outras linguagens definidas pelos grupos. A pluralidade formal é, em si, resultado desejado, pois expressa a recusa de uma narrativa única sobre o SUS e reafirma a legitimidade de diferentes modos de dizer, representar e sentir a saúde pública. Essas produções deverão compor acervo cultural passível de circular em ambientes acadêmicos, institucionais, comunitários e digitais, ampliando sua capacidade de alcance e incidência.\r\nNo plano simbólico e formativo, espera-se que os/as participantes desenvolvam maior confiança em sua capacidade de narrar, criar e interpretar criticamente o cotidiano do SUS. Usuários/as poderão ver reconhecida a legitimidade de suas experiências e memórias; profissionais poderão reelaborar questões relacionadas a trabalho, vínculo, sofrimento institucional e ética do cuidado; gestores/as poderão explicitar dilemas decisórios, tensões de gestão e estratégias locais de sustentação da política pública. Espera-se, assim, fortalecimento da autoria, da autoestima cultural, do sentimento de pertencimento e do exercício da palavra pública por parte dos diferentes segmentos envolvidos.\r\nOutro resultado esperado consiste na qualificação dos processos de comunicação sobre o SUS. Ao produzir materiais baseados em escuta qualificada e autoria compartilhada, o projeto poderá contribuir para deslocar representações simplistas ou estigmatizantes sobre o sistema, oferecendo narrativas mais densas, críticas e socialmente situadas. Não se busca construir discurso idealizado, mas ampliar repertórios sociais de compreensão do SUS, incluindo suas contradições, potências e historicidade. A médio prazo, tais materiais poderão ser utilizados em ações de educação permanente, formação estudantil, campanhas locais, debates públicos e atividades comunitárias, funcionando como disparadores de reflexão e diálogo.\r\nTambém se espera fortalecer vínculos entre universidade, serviços de saúde, gestão local e comunidade, consolidando uma rede interinstitucional de cooperação em torno da cultura e da saúde. Esse fortalecimento poderá se expressar na continuidade de parcerias, na abertura de novos espaços para extensão universitária, na incorporação de linguagens artísticas em ações formativas e na valorização de equipamentos culturais como parceiros estratégicos do SUS. Ainda que o projeto tenha duração delimitada, pretende-se que deixe capacidades instaladas, repertórios metodológicos compartilhados e memória institucional passível de inspirar novas iniciativas.\r\nPor fim, espera-se produzir efeitos subjetivos e coletivos decisivos para o sentido da proposta: abertura de espaços de escuta e elaboração simbólica; reconhecimento de histórias invisibilizadas; fortalecimento de memórias locais sobre o SUS; ampliação do direito à participação cultural; e produção de experiências em que a criação artística opere como forma de cuidado, reflexão e mobilização social. Em síntese, os resultados esperados abrangem dimensões materiais, formativas, simbólicas, institucionais e políticas, reafirmando a cultura como via legítima de defesa, problematização e reinvenção do SUS.\r\n\r\nCONTRIBUIÇÕES PARA INTERDISCIPLINARIDADE, INTERPROFISSIONALIDADE, ODS/ONU E CURRICULARIZAÇÃO DA EXTENSÃO\r\n\r\nNo campo da interdisciplinaridade, o projeto contribui ao articular saberes, métodos e sensibilidades provenientes da saúde coletiva, das artes, da comunicação, das ciências humanas e sociais, da educação e da gestão pública. Em vez de justapor áreas de conhecimento de maneira meramente formal, a proposta cria situações concretas em que problemas, narrativas e produtos exigem leitura compartilhada de múltiplas dimensões da realidade. Ao trabalhar com narrativas do SUS em linguagens artístico-culturais, o projeto favorece deslocamentos epistemológicos, questiona compartimentalizações rígidas e incentiva a produção de sínteses interpretativas mais complexas. Desse modo, a interdisciplinaridade aparece não apenas como princípio abstrato, mas como prática efetiva de elaboração coletiva.\r\nQuanto à interprofissionalidade, a proposta oferece espaço privilegiado para experimentação do trabalho colaborativo entre diferentes categorias e papéis sociais no campo da saúde. Ao participar de oficinas, laboratórios e produções conjuntas, profissionais de distintas áreas, gestores/as, estudantes e usuários/as são convocados/as a reconhecer limites e potências de seus próprios lugares de fala, bem como a negociar sentidos, prioridades e formas de ação. Esse exercício contribui para o desenvolvimento de competências interprofissionais, como comunicação dialógica, escuta ativa, corresponsabilização, tomada de decisão compartilhada, manejo de conflitos e valorização da complementaridade entre saberes.\r\nNo que se refere aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas, a iniciativa dialoga de modo direto com diferentes metas. Sua contribuição mais imediata se vincula ao ODS 3, ao fortalecer a valorização social do SUS, promover debate público qualificado sobre saúde e apoiar práticas de cuidado comprometidas com dignidade, participação e bem-estar. Também se relaciona ao ODS 4, ao criar percursos formativos inovadores, inclusivos e socialmente referenciados, integrando educação, cultura e experiência territorial. Além disso, o projeto incide sobre o ODS 10, ao ampliar visibilidade de vozes frequentemente sub-representadas e ao favorecer processos de expressão cultural que podem combater desigualdades simbólicas. Dialoga, ainda, com o ODS 11, na medida em que valoriza culturas locais, memória social, espaços públicos e pertencimento comunitário. Por fim, articula-se fortemente ao ODS 17, ao depender da construção de parcerias entre universidade, serviços, gestão, comunidade e equipamentos culturais.\r\nEm relação à curricularização da extensão, o projeto apresenta aderência expressiva ao princípio de integração entre ensino, pesquisa e extensão, uma vez que propõe intervenção social formativa baseada em demandas e experiências concretas dos territórios. A participação estudantil não se limita à execução operacional de tarefas; envolve inserção em processos de escuta, mediação, planejamento, criação, produção e avaliação, possibilitando aprendizagem situada e compromisso ético com a realidade social. Ao atuar junto a usuários/as, trabalhadores/as e gestores/as em ações culturais vinculadas ao SUS, estudantes ampliam sua compreensão sobre o papel social da universidade, sobre os sentidos da participação comunitária e sobre a necessidade de linguagens acessíveis na produção e circulação do conhecimento. Essa experiência pode enriquecer componentes curriculares, projetos integradores, estágios, práticas extensionistas e ações de formação cidadã.\r\nA curricularização da extensão também se fortalece porque o projeto produz conhecimentos reciprocamente construídos. A comunidade e os serviços não figuram como destinatários passivos da ação universitária, mas como coprodutores de saberes, metodologias e materiais culturais. Tal perspectiva contribui para superar modelos difusionistas de extensão e se aproxima de uma concepção dialógica, crítica e socialmente comprometida. Os produtos e registros do projeto poderão retroalimentar atividades de ensino e pesquisa, gerando debates em sala de aula, análises metodológicas e reflexões sobre cultura, participação social e políticas públicas.\r\nEm síntese, as contribuições do projeto ultrapassam a realização de produtos culturais isolados. Sua relevância reside em demonstrar, na prática, que cultura, saúde e educação podem compor arranjos criativos de transformação social, fortalecendo o SUS como direito, patrimônio público e território de narrativas plurais. Ao reunir múltiplos atores para roteirizar e dirigir novas linguagens sobre a saúde pública, a proposta amplia possibilidades de interdisciplinaridade, densifica experiências interprofissionais, contribui para objetivos globais de desenvolvimento sustentável e consolida a extensão universitária como prática de formação, escuta e compromisso com a vida coletiva.\r\n","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":2,"ids_cursos_envolvidos":"1400; 1411","nomes_cursos_envolvidos":"ENFERMAGEM - INTEGRAL [CHAPECÓ]; MEDICINA - INTEGRAL [CHAPECÓ]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Multilinguagem","data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"},{"_id":7685,"projeto_registro":"CUL-2026-53","projeto_titulo":"Canteiro Vivo: Qualificação dos espaços de uso coletivo do Canteiro Experimental da UFFS","data_inicio":"2026-04-08","data_fim":"2027-04-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"FERNANDA MACHADO DILL","nome_campus":"Erechim","desc_area_cnpq":"ARQUITETURA E URBANISMO","palavras_chave":"Canteiro experimental; Convivência; Cultura; Espaços coletivos","resumo":"O projeto de cultura “Canteiro Vivo” propõe o desenvolvimento e a execução de espaços de uso coletivo no canteiro experimental do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), compreendendo o espaço construído como suporte para práticas culturais, convivência e produção coletiva.\r\n\r\nA iniciativa parte da compreensão de que os espaços físicos influenciam diretamente as formas de interação social e de construção cultural. 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A proposta busca ampliar a visibilidade dos estudantes indígenas por meio da expressão dos grafismos tradicionais de suas etnias, reconhecendo-os como formas legítimas de produção de conhecimento, identidade e memória.\r\n\r\nPara além das ações já desenvolvidas, o projeto propõe a ampliação das atividades culturais, incluindo oficinas, rodas de conversa, intervenções artísticas e exposições, fortalecendo o protagonismo dos estudantes indígenas e ampliando o diálogo com a comunidade acadêmica e externa. As ações articulam saberes ancestrais e práticas contemporâneas, promovendo espaços de criação coletiva e troca de experiências.\r\n\r\nDestaca-se a articulação com o Centro de Apoio e Promoção da Agroecologia – CAPA, fortalecendo a integração entre cultura, território e práticas sustentáveis, bem como a integração com outros projetos de extensão do campus, especialmente a Cozinha Ancestral, conduzida pelo Varanda – Escritório Modelo de Arquitetura e Urbanismo. 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A proposta integra universidade e sociedade por meio de oficinas culturais e processos criativos participativos envolvendo estudantes de graduação e pós-graduação, docentes, músicos e participantes de espaços culturais regionais, especialmente Centros de Tradições Gaúchas (CTGs). A ação será desenvolvida em parceria com o Grupo Musical Flor de Tuna, grupo artístico regional com atuação em formação e produção musical, que contribuirá para a mediação artística das atividades e para a aproximação com circuitos culturais locais. 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O objetivo central da proposta é promover a qualidade de vida e a saúde estudantil na UFFS Campus Chapecó por meio de um cronograma de atividades dividido em quatro fases fundamentais. A execução do projeto oferece oficinas regulares de iniciação esportiva em modalidades como futsal, basquete, handebol e voleibol, além de Intervenções Culturais de Intervalo (ICI) envolvendo baterias, dança e bandas. Com uma abrangência que impacta diretamente mais de 3.000 discentes de diversos cursos do campus, a ação fomenta a interdisciplinaridade e o protagonismo estudantil. A metodologia inclui a formação de frentes de trabalho e parcerias estratégicas com entidades externas e internas da UFFS, culminando na realização da I Semana de Esporte, Lazer e Cultura da UFFS (I SELC-UFFS) em março de 2027. Espera-se, como resultado, a consolidação da quadra poliesportiva como polo cultural, a promoção da saúde no ambiente universitário e a produção de relatórios de lições aprendidas e outros documentos oficiais, assegurando a formação de egressos com visão humanista e competências de gestão organizacional em todos os cursos afetados","modalidade":"PROGRAMA","quant_cursos_envolvidos":0,"ids_cursos_envolvidos":null,"nomes_cursos_envolvidos":null,"situacao_projeto":"PROPOSTA_CANCELADA","linguagem":"Multilinguagem","data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"},{"_id":7692,"projeto_registro":"CUL-2026-46","projeto_titulo":"Sampa ao Pampa","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2028-05-01","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"ROBERTA TITTON","nome_campus":"Cerro Largo","desc_area_cnpq":"LETRAS","palavras_chave":"Cultura Nativista; Cultura Popular; Música","resumo":"O programa “Sampa ao Pampa” é composto por jovens universitários que buscam promover a cultura musical, com ênfase na tradição gaúcha e nativista, por meio de apresentações artísticas e atividades diversas. A proposta visa integrar a universidade e comunidade, difundindo a música como ferramenta de valorização cultural e interação social.\r\n\r\n","modalidade":"PROGRAMA","quant_cursos_envolvidos":3,"ids_cursos_envolvidos":"4500; 4300; 4802","nomes_cursos_envolvidos":"AGRONOMIA - INTEGRAL [CERRO LARGO]; ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA - INTEGRAL [CERRO LARGO]; LETRAS - PORTUGUÊS E ESPANHOL - NOTURNO [CERRO LARGO]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Música","data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"},{"_id":7693,"projeto_registro":"CUL-2026-45","projeto_titulo":"Coletivos Culturais na Música","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2030-05-01","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"MARTINHO MACHADO JUNIOR","nome_campus":"Laranjeiras do Sul","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"Grupos Musicais; Mulheres na Arte; Repertório Musical","resumo":"O Programa de Cultura Coletivos Culturais na Música tem por objetivo potencializar o uso da criatividade coletiva, a  interação entre arte, cultura e o conhecimento científico, e o fortalecimento da cultura como  dimensão fundamental da formação humana integral no ensino superior da UFFS. Nesse sentido, o programa desenvolverá atividades práticas de instrumentalização musical diversificada, grupos de estudo voltados à disseminação do conhecimento do repertório de diferentes gêneros, como o samba, o rock, o blues, a bossa nova, o reggae, o sertanejo e o chorinho,  e a realização de entrevistas valorizando a cultura e seus respectivos artistas.\r\nCom a finalidade de promover a excelência e o alto impacto institucional do Programa na região de entorno da UFFS, campus Laranjeiras do Sul - PR, as ações do programa encontram-se estruturadas nos seguintes eixos:\r\nImpacto na Formação Estudantil: A ação oferece aos estudantes de graduação da UFFS (na condição de bolsistas e voluntários) uma experiência teórica e prática alinhada ao processo de curricularização da extensão, colaborando para a sua formação cidadã e transformação social.\r\nInteração Dialógica e Alcance Social: A disseminação do conhecimento musical ocorrerá por meio de parceria ativa com a comunidade regional (comprovada via carta de aceite), visando atender às demandas locais e beneficiar um maior número possível de pessoas. Essa abordagem encontra-se de acordo com os estudos de Coutinho e Rocha (2024), que defendem a prática educativa pautada no diálogo multicultural e nas vivências sociais como forma de fortalecer as relações humanas.\r\nInterprofissionalidade e Interdisciplinaridade: As atividades musicais serão orientadas por uma equipe diversificada de diferentes cursos de graduação/pós-graduação que reúne docentes, discentes, técnicos-administrativos e colaboradores externos. Neste sentido, o Programa corrobora com Coutinho e Rocha (2024) em relação ao fomento à interdisciplinaridade e na valorização dialética dos diferentes saberes musicais.\r\nOs aspectos teórico-metodológicos do Programa encontram-se relacionados à integração ensino-pesquisa-extensão para transformação social, à  curricularização da extensão como premissa fundamental, fundamentados nas reflexões de Gohn (2014) e Fialho, Neves e Oliva (2024) e alinhados à Base Nacional Comum Curricular (BNCC) (BRASIL, 2018) no que se refere ao desenvolvimento da habilidade de “Identificar e apreciar criticamente diversas formas e gêneros de expressão musical, reconhecendo e analisando os usos e as funções da música em diversos contextos de circulação, em especial, aqueles da vida cotidiana.” \r\nO desenvolvimento do Programa ocorrerá em cinco etapas principais, sendo a capacitação dos bolsistas e voluntários, o diagnóstico participativo, o planejamento colaborativo, a implementação flexível das ações com apresentações públicas e oficinas de instrumentos musicais e a avaliação contínua quantitativa e qualitativa do Programa. Inicialmente, tem-se previstas três ações vinculadas ao Programa, sendo: Educação Musical, com foco na iniciação da comunidade acadêmica e regional aos instrumentos musicais e a realização de apresentações públicas; Sarau Química em Arte: A ação Sarau Química em Arte tem por objetivo principal apresentar o aspecto humano de nossa comunidade acadêmica, regional e nacional através da apreciação e/ou desenvolvimento da arte e da cultura,  bem como, realizar uma resgaste sobre a sua trajetória de vida acadêmica e/ou em sua área específica de conhecimento e de atuação; Elas em Arte:têm como objetivo dar voz e visibilidade a mulheres (da comunidade acadêmica, regional e/ou nacional) que desenvolvem atividades artísticas, trazendo para a conversa alguns temas como: violência contra mulher, empoderamento feminino, as dificuldades de ser mulher, mãe e profissional, autoconhecimento, entre outros, bem como as vivências e experiências de preconceitos ocorridos durante suas carreiras e vida cotidiana.\r\nEstas ações buscam promover a interdisciplinaridade e o diálogo entre a UFFS e a comunidade, com o envolvimento de vários cursos de graduação como Biologia, Pedagogia, Ciências Econômicas, Agronomia, Engenharia Química, Engenharia de Alimentos, Administração e de pós-graduação como o mestrado em Agroecologia e Desenvolvimento Rural Sustentável (PPGADR). Os resultados esperados abrangem o impacto na comunidade regional, a partir das disseminação de conhecimento musical e de repertório, fortalecimento de vínculos com instituições públicas, do desenvolvimento de materiais didáticos e audiovisuais, da capacitação e protagonismo estudantil e de professores, e da produção cultural e divulgação. As publicações e outros produtos acadêmicos esperados incluem a escrita e submissão de um artigo científico sobre as experiências do programa, um vídeo das ações, guias didáticos e materiais de apoio para as ações específicas.","modalidade":"PROGRAMA","quant_cursos_envolvidos":7,"ids_cursos_envolvidos":"2612; 2503; 2202; 2601; 2310; 2300; 2703","nomes_cursos_envolvidos":"ADMINISTRAÇÃO - NOTURNO [LARANJEIRAS DO SUL]; AGRONOMIA - INTEGRAL [LARANJEIRAS DO SUL]; CIÊNCIAS BIOLÓGICAS - NOTURNO [LARANJEIRAS DO SUL]; CIÊNCIAS ECONÔMICAS - NOTURNO [LARANJEIRAS DO SUL]; ENGENHARIA DE ALIMENTOS - INTEGRAL [LARANJEIRAS DO SUL]; ENGENHARIA QUÍMICA - INTEGRAL [LARANJEIRAS DO SUL]; PEDAGOGIA - NOTURNO [LARANJEIRAS DO SUL]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Música","data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"},{"_id":7694,"projeto_registro":"CUL-2026-44","projeto_titulo":"Sarau Química em Arte","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2030-05-01","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"MARTINHO MACHADO JUNIOR","nome_campus":"Laranjeiras do Sul","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"Artistas; Cultura; Música","resumo":"O Projeto Sarau Química  Sarau Química em Arte tem por objetivo principal apresentar o aspecto humano  de nossa comunidade acadêmica, regional e nacional através da apreciação e/ou  desenvolvimento da música.. As ações do Projeto ocorrerão, preferencialmente, mensalmente com o desenvolvimento de apresentações artísticas em locais públicos nos municípios de Laranjeiras do Sul e outros, pertencentes ao entorno da UFFS - campus Laranjeiras do Sul, e de mini documentários disponibilizados no Canal do Youtube Química em Arte. Em relação a metodologia para a elaboração das entrevistas, inicialmente será feita uma pesquisa bibliográfica sobre os entrevistados(as), criando-se um roteiro com perguntas relacionadas primeiramente a história de vida e trajetória musical. Após a entrevista gravada, realizar-se-á a edição do vídeo, com inserção de fotos e imagens para ilustrar os pontos abordados durante a entrevista. Após a edição, o vídeo será encaminhado ao entrevistado(a) para análise e aprovação do conteúdo, para posteriormente ser disponibilizado no Canal do YouTube do Química em Arte e nos perfis do instagram @quimicaemarte. As entrevistas com as convidadas terão um tempo médio de duração entre 1h a 2h, podendo ser de forma on-line ou presencial. Os resultados esperados residem em promover maior integração entre a comunidade acadêmica, em especial com todos os servidores da UFFS e discentes, e com a comunidade regional através das mídias digitais e apresentações públicas.","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":7,"ids_cursos_envolvidos":"2612; 2503; 2202; 2601; 2310; 2300; 2703","nomes_cursos_envolvidos":"ADMINISTRAÇÃO - NOTURNO [LARANJEIRAS DO SUL]; AGRONOMIA - INTEGRAL [LARANJEIRAS DO SUL]; CIÊNCIAS BIOLÓGICAS - NOTURNO [LARANJEIRAS DO SUL]; CIÊNCIAS ECONÔMICAS - NOTURNO [LARANJEIRAS DO SUL]; ENGENHARIA DE ALIMENTOS - INTEGRAL [LARANJEIRAS DO SUL]; ENGENHARIA QUÍMICA - INTEGRAL [LARANJEIRAS DO SUL]; PEDAGOGIA - NOTURNO [LARANJEIRAS DO SUL]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Música","data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"},{"_id":7695,"projeto_registro":"CUL-2026-43","projeto_titulo":"Sampa ao Pampa na Comunidade","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2028-05-01","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"ROBERTA TITTON","nome_campus":"Cerro Largo","desc_area_cnpq":"LETRAS","palavras_chave":"Cultura Nativista; Cultura Popular; Música","resumo":"Projeto voltado à realização de apresentações musicais em eventos comunitários, promovendo a integração entre universidade e sociedade.\r\n\r\n","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":3,"ids_cursos_envolvidos":"4500; 4300; 4802","nomes_cursos_envolvidos":"AGRONOMIA - INTEGRAL [CERRO LARGO]; ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA - INTEGRAL [CERRO LARGO]; LETRAS - PORTUGUÊS E ESPANHOL - NOTURNO [CERRO LARGO]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Música","data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"},{"_id":7696,"projeto_registro":"CUL-2026-42","projeto_titulo":"Sampa ao Pampa na Universidade","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2028-05-01","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"ROBERTA TITTON","nome_campus":"Cerro Largo","desc_area_cnpq":"LETRAS","palavras_chave":"Cultura Nativista; Cultura Popular; Música","resumo":"Projeto voltado à realização de apresentações musicais dentro da universidade, promovendo a integração entre acadêmicos e valorizando a cultura regional no ambiente acadêmico.\r\n\r\n","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":3,"ids_cursos_envolvidos":"4500; 4300; 4802","nomes_cursos_envolvidos":"AGRONOMIA - INTEGRAL [CERRO LARGO]; ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA - INTEGRAL [CERRO LARGO]; LETRAS - PORTUGUÊS E ESPANHOL - NOTURNO [CERRO LARGO]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Música","data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"},{"_id":7697,"projeto_registro":"CUL-2026-41","projeto_titulo":"Atlas de Anatomia da Universidade Federal da Fronteira Sul ","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2027-04-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"SARAH FRANCO VIEIRA DE OLIVEIRA MACIEL","nome_campus":"Chapecó","desc_area_cnpq":"MEDICINA","palavras_chave":"Anatomia Humana; Atlas Anatômico; Difusão do Conhecimento; Ensino em Saúde; Material Didático","resumo":"O projeto propõe a continuidade e ampliação do Atlas Anatômico da UFFS, que evoluiu de um material fotográfico digital para um recurso didático mais completo, com conteúdo teórico estruturado. A iniciativa integra ensino, pesquisa e extensão, contribuindo para a formação acadêmica, produção científica e difusão do conhecimento.\r\nAlém de apoiar o ensino em cursos da saúde, o atlas valoriza o acervo anatômico como patrimônio institucional e amplia o acesso a materiais de qualidade para a comunidade acadêmica regional. Também se destaca como produto cultural, ao preservar a memória institucional e democratizar o conhecimento por meio de formatos digital e físico.","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":2,"ids_cursos_envolvidos":"1400; 1411","nomes_cursos_envolvidos":"ENFERMAGEM - INTEGRAL [CHAPECÓ]; MEDICINA - INTEGRAL [CHAPECÓ]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Multilinguagem","data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"},{"_id":7698,"projeto_registro":"CUL-2026-40","projeto_titulo":"CLEPES: Clube de Leituras e Podcast sobre Escritoras(es) pela Saúde","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2027-04-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"HELENA DE MORAES FERNANDES","nome_campus":"Passo Fundo","desc_area_cnpq":"LETRAS","palavras_chave":"Clube de leitura; Comunicação e Saúde; Literatura; Podcast; Saúde Coletiva","resumo":"Escritoras(es) tem produzido um legado Literário protege, respeita e incentiva estudantes, profissionais e público atual sobre assuntos da Saúde. Nesse sentido, inclusive, assuntos que seguem como desafios atuais como Vacinação e relação médica(o)-pacientes (entre outros). Por isso, propomos o projeto \"CLEPES: Clube de leituras e podcast sobre escritoras(es) pela saúde\", objetivando integrar\r\nestudantes de medicina, de enfermagem, de letras, de comunicação e de Pedagogia (Educação) da região do Planalto médio (e além da região, via Podcast) através de estudos, diálogos e produção de um quadro para podcast sobre o assunto. Além disso, a experiência da Coordenadora proponente (Professora Helena Fernandes) em ensinar sobre Literatura e Saúde desde 2015, levou à identificação da necessidade de valorização da memória dessas(es) escritoras(es). Para o Projeto atualmente proposto (CLEPES), a metodologia\r\nconsiste em realizar reuniões mensais híbridas (com uma parte dos participantes via moodle (online) e outra parte presencialmente\r\nna UFFS PF ou em  nossa Instituição parceira APL PF) de leituras sobre a obra dessas(es) autoras(es). Nesse contexto, destacamos a parceria da Academia Passo Fundense de Letras (APL), engajada instituição Cultural com 87 anos de História e que \"tem por finalidade primordial a prática da Literatura em língua portuguesa e a congregação dos escritores passo-fundenses, bem como buscar o desenvolvimento e a expansão da arte literária em todos seus gêneros (https://www.apletras.com.br).\" Entre as atividades do CLEPES, definiremos atividade(s) conjunta(s) em diálogo com a APL. Destacamos, também, que haverá integração entre este Projeto CLEPES e o módulo de ensino, optativo, \"Comunicação e Saúde\", nos cursos de Medicina e Enfermagem UFFS PF (Formação curricular da extensão). E na Pós-Graduação em Comunicação e Saúde (Parceria UFFS PF e UFFS ERE e com docentes de outras instituições como UFSM, UPF e IOT PF). [ é necessário atualizar no Prisma a opção para selecionar esse curso que mencionei: Curso Lato Sensu - Especialização em Comunicação e Saúde UFFS PF] Entre os resultados pelos quais trabalharemos, Publicações e outros produtos acadêmicos, estão: 1) a produção de um capítulo de E-book pela Editora UFFS, o Segundo da Série Comunicação e Saúde; 2) a produção e a divulgação do quadro \"Literacura\" no Podcast \"Diga saúde com a UFFS\" em diversas redes sociais (Como o instagram) e em plataformas como o Spotify e o Youtube (Canal do Diga Saúde UFFS). \r\n","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":3,"ids_cursos_envolvidos":"6401; 6; 6400","nomes_cursos_envolvidos":"ENFERMAGEM - INTEGRAL [PASSO FUNDO]; LATO SENSU PASSO FUNDO - INTEGRAL [PASSO FUNDO]; MEDICINA - INTEGRAL [PASSO FUNDO]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Patrimônio Cultural material e imaterial","data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"},{"_id":7699,"projeto_registro":"CUL-2026-39","projeto_titulo":"Educação Musical","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2030-05-01","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"MARTINHO MACHADO JUNIOR","nome_campus":"Laranjeiras do Sul","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"Cultura; Repertório Musical; Socialização","resumo":"Desde 2013, através do Projeto de Educação Musical da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), campus Laranjeiras do Sul, busca-se formar, informar, integrar e interagir a comunidade interna e externa da UFFS. Neste sentido, este projeto tem por objetivo desenvolver um conjunto de ações na forma de capacitação aos bolsistas e voluntários, apresentações musicais abertas ao público, oferta de aulas teóricas e práticas de instrumentos musicais tais como o violão, guitarra e o contrabaixo aos acadêmicos da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), campus Laranjeiras do Sul, aos estudantes de escolas públicas e privadas de Laranjeiras do Sul e demais pessoas interessadas. A partir  do desenvolvimento da  ação Educação Musical, pretende-se possibilitar aos envolvidos o acesso ao conhecimento e desenvolvimento musical,  à participação das atividades e projetos culturais, à integração dos cursos e setores da UFFS e da universidade com a comunidade regional de Laranjeiras do Sul-PR. \r\nAtravés do desenvolvimento desta ação pretende-se atender 90 alunos de instrumentos musicais contemplando acadêmicos e servidores da UFFS, alunos do ensino fundamental e médio e pessoas que não frequentam mais a escola. Além disso, em relação à formação de plateia, o projeto buscará envolver 200 pessoas no que se refere o acesso ao conhecimento e desenvolvimento musical,  à participação das atividades e projetos culturais e à integração dos cursos e setores da UFFS e da universidade e comunidade regional de Laranjeiras do Sul.","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":7,"ids_cursos_envolvidos":"2612; 2503; 2202; 2601; 2310; 2300; 2703","nomes_cursos_envolvidos":"ADMINISTRAÇÃO - NOTURNO [LARANJEIRAS DO SUL]; AGRONOMIA - INTEGRAL [LARANJEIRAS DO SUL]; CIÊNCIAS BIOLÓGICAS - NOTURNO [LARANJEIRAS DO SUL]; CIÊNCIAS ECONÔMICAS - NOTURNO [LARANJEIRAS DO SUL]; ENGENHARIA DE ALIMENTOS - INTEGRAL [LARANJEIRAS DO SUL]; ENGENHARIA QUÍMICA - INTEGRAL [LARANJEIRAS DO SUL]; PEDAGOGIA - NOTURNO [LARANJEIRAS DO SUL]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Música","data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"},{"_id":7700,"projeto_registro":"CUL-2026-38","projeto_titulo":"Elas em Arte","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2030-05-01","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"GISELE LOURO PERES","nome_campus":"Laranjeiras do Sul","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"Cultura; Mulheres Artistas; Mulheres na Arte","resumo":"O Projeto Elas em Arte em como objetivo dar voz e visibilidade a mulheres (da comunidade acadêmica, regional e/ou nacional) que desenvolvem atividades artísticas, trazendo para a\r\nconversa alguns temas como: violência contra mulher, empoderamento feminino, as dificuldades de ser mulher, mãe e profissional, autoconhecimento, entre outros, bem\r\ncomo as vivências e experiências de preconceitos ocorridos durante suas carreiras e vida cotidiana.As ações do Projeto Elas em Arte ocorrerão, preferencialmente, mensalmente com o desenvolvimento de apresentações artísticas em locais públicos nos municípios de Laranjeiras do Sul e outros, pertencentes ao entorno da UFFS - campus Laranjeiras do Sul, e de mini documentários disponibilizados no Canal do Youtube Química em Arte.\r\nEm relação a metodologia para a elaboração das entrevistas, inicialmente será feita uma pesquisa bibliográfica sobre os entrevistados(as), criando-se um roteiro com perguntas relacionadas primeiramente a história de vida e trajetória musical. Após a entrevista gravada, realizar-se-á a edição do vídeo, com inserção de fotos e imagens para ilustrar os pontos abordados durante a entrevista. Após a edição, o vídeo será encaminhado ao\r\nentrevistado(a) para análise e aprovação do conteúdo, para posteriormente ser disponibilizado no Canal do YouTube do Química em Arte e nos perfis do instagram\r\n@elasemarte. As entrevistas com as convidadas terão um tempo médio de duração entre 1h a 2h, podendo ser de forma on-line ou presencial.\r\nOs resultados esperados residem em promover maior integração entre a comunidade acadêmica, em especial com todos os servidores da UFFS e discentes, e com a comunidade regional através das mídias digitais\r\ne apresentações públicas.","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":7,"ids_cursos_envolvidos":"2612; 2503; 2202; 2601; 2310; 2300; 2703","nomes_cursos_envolvidos":"ADMINISTRAÇÃO - NOTURNO [LARANJEIRAS DO SUL]; AGRONOMIA - INTEGRAL [LARANJEIRAS DO SUL]; CIÊNCIAS BIOLÓGICAS - NOTURNO [LARANJEIRAS DO SUL]; CIÊNCIAS ECONÔMICAS - NOTURNO [LARANJEIRAS DO SUL]; ENGENHARIA DE ALIMENTOS - INTEGRAL [LARANJEIRAS DO SUL]; ENGENHARIA QUÍMICA - INTEGRAL [LARANJEIRAS DO SUL]; PEDAGOGIA - NOTURNO [LARANJEIRAS DO SUL]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Música","data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"},{"_id":7701,"projeto_registro":"CUL-2026-37","projeto_titulo":"Jornada Karuguá-Guarani: vivência do cultivo do milho sagrado","data_inicio":"2026-04-08","data_fim":"2026-06-08","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"MARIA ENEIDA DE ALMEIDA","nome_campus":"Chapecó","desc_area_cnpq":"SAÚDE COLETIVA","palavras_chave":"Agroecologia; Cultura Guarani; Natureza; Povos Originários; Saúde Coletiva","resumo":"O cultivo do milho sagrado Avati-Eté é realizado ao longo de um ano, quando vivenciamos uma experiência sagrada junto à Mãe Terra e o Pai Céu (Nanderú), por meio da preparação da terra (INVERNO), o plantio das sementes (PRIMAVERA), a celebração da floração do milho (VERÃO) e a colheita do milho sagrado (OUTONO).\r\nSão quatro as principais atividades que devem ser realizadas preferencialmente em grupo (previamente organizado) e com teor ritualístico, respeitando a tradição Guarani, que se utiliza exclusivamente da medicina do Milho e do Cachimbo da PAZ (Petanguá) como instrumento de oração e proteção e do Xamanismo Matricial com sua tradicional prática da Roda de Cura com fogo central, abertura da Roda de Cura por meio da invocação às sete direções e Canções Guaranis e de rezo dos Povos Nativos e Ancestrais, bem como canções que inspirem à nossa conexão com o Sagrado e à preservação da Natureza.\r\nPreservar as sementes do Milho Sagrado é contribuir para garantir a Vida das próximas sete gerações, como afirmam os Povos Nativos. ","modalidade":"EVENTO","quant_cursos_envolvidos":3,"ids_cursos_envolvidos":"1501; 1740; 1411","nomes_cursos_envolvidos":"AGRONOMIA - MATUTINO [CHAPECÓ]; CIÊNCIAS SOCIAIS - MATUTINO [CHAPECÓ]; MEDICINA - INTEGRAL [CHAPECÓ]","situacao_projeto":"PROJETO_AGUARDA_CERTIFICACAO","linguagem":"Patrimônio Cultural material e imaterial","data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"},{"_id":7702,"projeto_registro":"CUL-2026-36","projeto_titulo":"Quinta Dançante","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2027-04-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"THIAGO SOARES LEITE","nome_campus":"Erechim","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"Dança; Integração; Interação; Ludicidade; Ritmos","resumo":"A Dança é a arte de movimentar o corpo de forma expressiva e através de movimentos ritmados, em geral com algum acompanhamento sonoro. É uma forma de expressão praticada desde os tempos pré-históricos, sendo capaz de exprimir por meio da corporeidade toda uma complexidade de emoções. O significado da dança vai além da expressão artística, podendo ser vista como entretenimento, desenvolvimento da criatividade e forma de comunicação. Através da dança, uma pessoa pode expressar o seu estado de espírito. A dança pode ser acompanhada por instrumentos de percussão ou melódicos, ou ainda pela leitura de diferentes textos. Essa linguagem teve forte influência nas sociedades ao longo dos tempos. Como via de socialização e disseminação de cultura, proporcionou ao mundo o conhecimento sobre a diversidade cultural dos diferentes povos, especialmente através das danças folclóricas.\r\n\r\nO Projeto Quinta Dançante (que já esteve vigente no ano de 2022, 2023, 2024 e 2025) tem como objetivo estabelecer um dia da semana, a quinta-feira, dedicado à dança no Campus Erechim. Não que os demais dias da semana também não possam ser dançantes, todos os dias e noites são dançantes, mas o intento é estabelecer um dia da semana para as Oficinas de Dança no Campus. Em três quintas por modalidade, serão ofertadas aulas de danças, dos mais diferentes ritmos. Agora entre março e abril  de 2026, tivemos, na Quinta Dançante, a oficina de Jazz e Contemporâneo, ministrada por uma estudante do Curso de Arquitetura e Urbanismo. Em alguns casos, dependendo do perfil dos participantes e da familiaridade com a modalidade de dança ofertada nas oficinas, fazemos apresentações artísticas montadas a partir dessas oficinas. Mas isso não é e não será uma obrigatoriedade e sim uma possibilidade a depender do andamento das oficinas e do interesse de ministrantes e participantes. O principal objetivo do projeto não é produzir apresentações, mas promover o contato dos participantes (alunos, servidores, comunidade externa) com a ludicidade e com a riqueza cultural que se manifesta nas muitas modalidade de dança. A Quinta Dançante é para ser prazerosa, alegre, descontraída e não um curso no qual as pessoas vão apenas para obter certificados de cultura (embora as oficinas forneçam certificação) ou com peso de ter que aprender rigorosamente determinado ritmo para se apresentar em algum evento. Ou seja, estamos primando pela vivência e pela experimentação das danças, pelo movimentar o corpo em ritmo, integração e descontração.\r\n\r\nA Quinta Dançante acontece na UFFS – Campus Erechim, nas quintas-feiras, no horário do meio-dia, das 12:30 às 13:30 ou do entardecer, entre 17:00 e 19:00.\r\n\r\nTodos os encontros são gratuitos e abertos a comunidade interna e externa.\r\n\r\nOs ministrantes das oficinas são pessoas da comunidade universitária ou externa com notório saber na área de dança.\r\n","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":16,"ids_cursos_envolvidos":"5524; 5502; 5610; 5102; 5203; 5742; 5752; 5302; 5312; 5702; 5713; 5712; 5722; 5723; 5510; 5732","nomes_cursos_envolvidos":"AGRONOMIA - INTEGRAL [ERECHIM]; AGRONOMIA - INTEGRAL [ERECHIM]; ARQUITETURA E URBANISMO - INTEGRAL [ERECHIM]; CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO - NOTURNO [ERECHIM]; CIÊNCIAS BIOLÓGICAS - INTEGRAL [ERECHIM]; CIÊNCIAS SOCIAIS - NOTURNO [ERECHIM]; EDUCAÇÃO ESPECIAL INCLUSIVA - INTEGRAL [ERECHIM]; ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA - MATUTINO [ERECHIM]; ENGENHARIA CIVIL - NOTURNO [ERECHIM]; FILOSOFIA - NOTURNO [ERECHIM]; GEOGRAFIA - NOTURNO [ERECHIM]; GEOGRAFIA - NOTURNO [ERECHIM]; HISTÓRIA - NOTURNO [ERECHIM]; HISTÓRIA - NOTURNO [ERECHIM]; INTERDISCIPLINAR EM EDUCAÇÃO DO CAMPO: CIÊNCIAS DA NATUREZA - INTEGRAL [ERECHIM]; PEDAGOGIA - NOTURNO [ERECHIM]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":null,"data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"},{"_id":7703,"projeto_registro":"CUL-2026-35","projeto_titulo":"Cine Vagamundo","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2027-04-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"THIAGO SOARES LEITE","nome_campus":"Erechim","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"Cinema; Debate; Diálogos; Estética; Linguagens","resumo":"O termo “cinema” tem diferentes significados ligados à cinematografia, dos quais o mais importante consiste “no registro e na exibição de imagens em movimento na tela”. O cinema, portanto, pode ser a arte e a técnica da cinematografia.\r\n\r\nA Universidade não deve fornecer apenas conteúdos didáticos previstos para a formação em um determinado curso, mas um saber cultural amplo. Nesse sentido, o cinema representa um importante meio de aprendizado e fruição estética. Contudo, o acesso a salas de cinema é difícil na região de Erechim, tanto por haver poucas salas, onde cada exibição tem um custo alto, quanto pela pouca diversidade em relação aos filmes exibidos. Nesse sentido, buscamos torna a Universidade um lugar onde também seja possível ter acesso a produções cinematográficas de qualidade e pouco disponíveis em salas comerciais. Entende-se também que cada filme é um instrumento fomentador do debate em torno de alguma temática, podendo e devendo ser utilizado como um ativador de diálogos em torno de questões sociais de alta relevância.\r\n\r\nO projeto Cine Vagamundo acontece desde 2013 na UFFS – Campus Erechim. Em alguns momentos, foi institucionalizado enquanto projeto de cultura, em outros, esteve inserido como ação de cultura dentro de projetos ou programa mais amplos. Nos anos da pandemia, o projeto não aconteceu, permanecendo suspenso, até porque o seu principal objetivo era a exibição de filmes no espaço físico da Universidade, e nem alunos, nem servidores estavam frequentando a Universidade naquele período. Em 2023, o Cine Vagamundo, a exibição de filmes na UFFS – Campus Erechim, foi retomada e ampliada em uma frente, privilegiando a exibição de filmes locais e regionais, nesta ordem: Cinema de Erechim, Cinema Gaúcho, Cinema Brasileiro e Cinema Latino Americano.\r\n\t\r\nEm 2024, fizemos várias parcerias com a comunidade externa para exibição de produções cinematógráficas erechinenses, exibindo alguns trabalhos produzidos na cidade: o curta-metragem documental “Que cara tem uma mãe?”, dirigido e produzido por Bruna Todeschini, que inclusive teve algmas cenas gravadas na UFFS; os curtas “A casa da Vó” e “Amor Fantasma”, produzidos pela produtora local z97filmes e aprovados e apoiados pela Lei Paulo Gustavo e o curta “FM”, dirigido pelo cineasta Cassiano Zanela. Todas as atividades foram acompanhadas de conversas com elenco, produtores e diretores, fomentando, desse modo, o debate sobre os caminhos e possibilidade para ampliar a produção local e regional de Cinema. Também exibimos outros filmes com temáticas expecificas, como LGBTQIAPN+ e meio ambiente, por exemplo.\r\n\t\r\nEm 2025, o projeto, se aproveitando do momento efervencente que vive o Cinema Nacinal, já exibiu o filme “Auto da Compadecida II”, com comentários do Prof. Daniel de Bem e o filme “Ainda Estou Aqui”, com comentários do Prof. Gerson Severo.\r\n\r\nTambém na edição do último ciclo (maio de 2025/abril de 2026) do projeto, exibimos bastante cinema produzindo em Erechim com recursos da lei Aldir Blanc, como o Filme “Pedro Matador”, o documentário “Terra de Mulheres” e o Filme “Elas”. Todos os trabalhos contam com estudante da UFFS – Campus Erechim na equipe de produção.\r\n\r\nPara edição do novo ciclo (maio de 2026/abril de 2027) do projeto estamos em contato com o Ministerio da Cultura para ter acesso à plataforma Tela Brasil, uma iniciativa pública que oferecerá gratuitamente à população conteúdos audiovisuais brasileiros de curtas, médias, e longas-metragens, além de obras seriadas, colocando a UFFS – Campus Erechim como entidade exibidora de cinema. Tal medida tem por finalidade facilitar o acesso aos filme, especialmente do cinema nacional, já com o direitos autorais liberados para a exibição pública em espaços de ensino.\r\n\r\nEnfim, a proposta do Cine Vagamundo visa continuar exibindo cinema de forma gratuita na Universidade, incentivando a apropriação da cultura e debate sobre cinema e, dentro do possivel, ampliar os parceiros externos: curadores, produtores, cineastas, entidades públicas e privadas, todos aqueles que puderem nos ajudar a fortalecer o projeto.\r\n\r\nO  Cine Vagamundo também intenta  continuar incentivando a produção cinematográfica no Campus Erechim por meio de mostras de material audiovisual, de conteúdo criativo produzido por alunos, servidores e professores do Campus.","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":16,"ids_cursos_envolvidos":"5502; 5524; 5610; 5102; 5203; 5742; 5752; 5302; 5312; 5702; 5712; 5713; 5722; 5723; 5510; 5732","nomes_cursos_envolvidos":"AGRONOMIA - INTEGRAL [ERECHIM]; AGRONOMIA - INTEGRAL [ERECHIM]; ARQUITETURA E URBANISMO - INTEGRAL [ERECHIM]; CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO - NOTURNO [ERECHIM]; CIÊNCIAS BIOLÓGICAS - INTEGRAL [ERECHIM]; CIÊNCIAS SOCIAIS - NOTURNO [ERECHIM]; EDUCAÇÃO ESPECIAL INCLUSIVA - INTEGRAL [ERECHIM]; ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA - MATUTINO [ERECHIM]; ENGENHARIA CIVIL - NOTURNO [ERECHIM]; FILOSOFIA - NOTURNO [ERECHIM]; GEOGRAFIA - NOTURNO [ERECHIM]; GEOGRAFIA - NOTURNO [ERECHIM]; HISTÓRIA - NOTURNO [ERECHIM]; HISTÓRIA - NOTURNO [ERECHIM]; INTERDISCIPLINAR EM EDUCAÇÃO DO CAMPO: CIÊNCIAS DA NATUREZA - INTEGRAL [ERECHIM]; PEDAGOGIA - NOTURNO [ERECHIM]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":null,"data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"},{"_id":7704,"projeto_registro":"CUL-2026-34","projeto_titulo":"Grupo Vocal Universitário","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2027-04-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"TATIANA GAFFURI DA SILVA","nome_campus":"Chapecó","desc_area_cnpq":"ENFERMAGEM","palavras_chave":"Canto Coral; Música; Promoção de Saúde; Saúde Mental","resumo":"Projeto de Cultura desenvolvido em ambiente universitário com a finalidade de produção de vida, afetos e grupalidade. O Grupo Vocal Universitário está em atividade desde agosto de 2025 e realiza ensaios semanais nas dependências do Campus Chapecó. Participam estudantes de graduação de diversos cursos e no mês de dezembro de 2025 realizou apresentação no I Festival IntegraSom. A proposta visa institucionar o projeto e ter uma bolsa de cultura para a estudante regente do grupo. ","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":15,"ids_cursos_envolvidos":"1600; 1501; 1100; 1610; 1740; 1400; 1301; 1310; 1700; 1710; 1720; 1800; 1110; 1411; 1730","nomes_cursos_envolvidos":"ADMINISTRAÇÃO - MATUTINO [CHAPECÓ]; AGRONOMIA - MATUTINO [CHAPECÓ]; CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO - VESPERTINO [CHAPECÓ]; CIÊNCIAS ECONÔMICAS - NOTURNO [CHAPECÓ]; CIÊNCIAS SOCIAIS - MATUTINO [CHAPECÓ]; ENFERMAGEM - INTEGRAL [CHAPECÓ]; ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA - INTEGRAL [CHAPECÓ]; ENGENHARIA CIVIL - INTEGRAL [CHAPECÓ]; FILOSOFIA - MATUTINO [CHAPECÓ]; GEOGRAFIA - MATUTINO [CHAPECÓ]; HISTÓRIA - MATUTINO [CHAPECÓ]; LETRAS - PORTUGUÊS E ESPANHOL - MATUTINO [CHAPECÓ]; MATEMÁTICA - NOTURNO [CHAPECÓ]; MEDICINA - INTEGRAL [CHAPECÓ]; PEDAGOGIA - MATUTINO [CHAPECÓ]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Música","data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"},{"_id":7705,"projeto_registro":"CUL-2026-33","projeto_titulo":"Ampliando o RPG como Prática Colaborativa e Criativa no Ambiente Universitário","data_inicio":"2026-04-28","data_fim":"2026-06-14","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"LUIZ FELIPE LEAO MAIA BRANDAO","nome_campus":"Erechim","desc_area_cnpq":"ARQUITETURA E URBANISMO","palavras_chave":"Arquitetura e Urbanismo; Cultura lúdica; Role Playing Game","resumo":"\r\nO projeto de extensão “Ampliando o RPG como Prática Colaborativa e Criativa no Ambiente Universitário” propõe a continuidade de encontros presenciais no campus Erechim da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), dedicados à prática de jogos de interpretação de papéis (Roleplaying Games — RPGs). A partir de uma primeira edição já realizada, a proposta busca consolidar o RPG como ferramenta de interação social, criação coletiva e experimentação cultural no ambiente acadêmico.\r\n\r\nAberta a estudantes de diferentes cursos e à comunidade externa, a ação promove o desenvolvimento de competências como criatividade, pensamento crítico e trabalho em equipe, em consonância com as diretrizes do curso de Arquitetura e Urbanismo. Ademais, visa fomentar a reflexão sobre o uso pedagógico dos RPGs, com potencial aplicação futura na elaboração de jogos educativos, articulando extensão, ensino e produção de conhecimento.","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":0,"ids_cursos_envolvidos":null,"nomes_cursos_envolvidos":null,"situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Multilinguagem","data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"},{"_id":7706,"projeto_registro":"CUL-2026-32","projeto_titulo":"Devassos - montagens e apresentações de teatro","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2027-04-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"ELISIANE DA SILVA QUEVEDO","nome_campus":"Erechim","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"Coletivo; Montagem; Produção Cênica; Teatro","resumo":"\r\nA presente proposta se insere nas ações do Programa o Devassos, Grupo de Teatro da UFFS - Campus Erechim (CUL-2025-0022), com vigência até 30 de abril de 2027. No ano de 2025, o Devassos, grupo de teatro que atua há mais de 10 anos no Campus Erechim, sendo contemplado diversas vezes por editais de Bolsa Cultura, tornou-se um programa de cultura e um coletivo cultural reconhecido como ponto de cultura pelo Edital Cultura Viva (Premiação de Pontos e Pontões de Cultura – EDITAL PADRONIZADO CHAMAMENTO PÚBLICO 04/2024 - Lei Aldir Blanc - Prefeitura Municipal de Erechim / Ministério da Cultura). Tendo, desse modo, sua atuação no âmbito da produção e da formação teatral consolidada e reconhecida dentro e fora da Universidade Federal da Fronteira Sul.\r\n\r\nA proposta aqui apresentada, denominada \"Devassos - montagens e apresentações de teatro\", busca dar conta das ações do programa que envolvem o fazer teatral, a produção de teatro propriamente dita e vão ao encontro das intenções do programa, que envolvem: *continuar despertando o apreço pelo assistir teatro e pelo fazer teatral na comunidade, interna e regional da UFFS-Campus Erechim; *montar peças e/ou performances para serem apresentadas ao público; *promover apresentações para a comunidade interna do Campus Erechim e para a comunidade regional, primando sempre pelo aumento do público expectador; *fazer, ao menos, uma apresentação fora da cidade de Erechim, buscando divulgar o grupo e a universidade para além dos limites do Campus e do município, primando sempre pelo aumento do público expectador; *fazer, ao menos, uma apresentação fora da cidade de Erechim, buscando divulgar o grupo e a universidade para além dos limites do Campus e do município.\r\n\r\nO projeto \"Devassos - montagens e apresentações de teatro\" sintetiza as peças, esquetes, intervenções e apresentações que serão realizadas pelo grupo de teatro, no período de vigência 1 de maio de 2026 até 30 abril de 2027, incluindo também tudo o que envolve uma montagem cênica: pesquisa, leituras, construção de dramaturgias, ensaios e montagem de cenários e figurinos.\r\n\r\nEm maio de 2026, o grupo já tem agendadas apresentações da peça Rapsódia Imigrante (trabalho construído no ano de 2025) na Feira Jovem, no interior do município de Tapejara e na Feira do Livro de Erechim. Finalizadas essas apresentações, o grupo pretende se dedicar a Festa Junina da UFFS-  Campus Erechim, em que já tradicionalmente monta o Casamento Caipira. No segundo semestre de 2026 o Devassos pretende trabalhar em duas montagens, uma destinada ao público infantil, inspirada no livro \"Contos indígenas brasileiros\" de Daniel Munduruku e outra com a temática da violência contra as mulheres na Universidade, onde os próprios estudantes que participam do grupo devem construir a dramaturgia. As duas peças devem ser apresentadas no VI Festival de Cultura -Etapa Local e Geral e também no Seminário de Pesquisa e Extensão (SEPE) e no Portas Abertas e em outros locais de Erechim e região caso surjam convites e parcerias. No final de outubro, o Devassos também pretende promover uma intervenção cênica inspirada no Dia das Bruxas.\r\n\r\nCronograma:\r\n\r\n- 11/04 - Apresentação da peça Rapsódia Imigrante na Feira jovem em Tapejara/RS.\r\n- 08/05 - Apresentação da peça Rapsódia Imigrante  na  Feira do Livro Erechim\r\n- 11/06 - Apresentação do Casamento Caipira na Festa Junina da UFFS\r\n- 12/08 - Apresentação do espetáculo sobre violência contra mulher no VI Festival Cultura de Fronteira Etapa Local - Campus Erechim (se vencer a etapa local, deve apresentar o mesmo trabalho na Etapa Geral, no  Campus  Chapecó,  em 25/09)\r\n- 25/09 -  Apresentação do espetáculo infantil “Contos indígenas brasileiros” inspirado no livro de Daniel Munduruku no VI Festival Cultura de Fronteira- Etapa Geral Campus Chapecó (apresentação já agendada com a Pró-reitória de Extensão e Cultura da Universidade Federal da Fronteira Sul)\r\n- Outubro de 2026 (ainda sem data) – Apresentações no SEPE e no Portas Abertas\r\n- 30/10 - Intervenção Artística do Dia das Bruxas\r\n- O Devassos ensaia/reuni-se toda a quarta e quinta-feira, das 12:00 às 13:30. E todos os dias da semana quando está perto de uma apresentação.\r\n\r\n\r\nOBS: Entre novembro de 2026 e abril de 2027, devemos fazer outras apresentações, muitos convites costumam ocorrer, mas ainda não temos nada claramente definido para inserir  cronograma acima. \r\n\r\n\r\nAtualemnte o Devassos, Grupo de Teatro da UFFS  Campus Erechim conta com mais de 20 integrantes, a maioria estudantes sem experiência prévia com artês cênicas, mas que se interessaram por vivênciar o teatro dentro da Universidade.  A participação dos estudantes no grupo de teatro  promove o desenvolvimento de habilidades artísticas e pessoais. Além de estimular a criatividade e a expressão, o teatro ajuda a melhorar a comunicação, a confiança e a empatia. O que deve contribuir em muito formação desses universitários, auxiliar no exercicio de suas futuras carreiras e torná-los cidadões mais conscientes da importância do lúdico, das artes e da cultura em nosssa sociedade. \r\nO teatro, mesmo sem pertercer ao Devassos, sendo apenas público expectador, evolve a comunidade universitária e  gera memórias inesquecíveis.\r\n\r\nO Devassos, por meio do Projeto \"montagens e apresentações de teatro\",  busca ser uma ferramenta importante para a divulgação da UFFS- Campus Erechim,  uma vez  que as apresentações teatrais podem atrair um público externo diversificado ,  promovendo  a visibilidade da univeverdiade, além de criar uma identidade cultural e artística para a instituição. ","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":16,"ids_cursos_envolvidos":"5524; 5502; 5610; 5102; 5203; 5742; 5752; 5302; 5312; 5702; 5713; 5712; 5722; 5723; 5510; 5732","nomes_cursos_envolvidos":"AGRONOMIA - INTEGRAL [ERECHIM]; AGRONOMIA - INTEGRAL [ERECHIM]; ARQUITETURA E URBANISMO - INTEGRAL [ERECHIM]; CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO - NOTURNO [ERECHIM]; CIÊNCIAS BIOLÓGICAS - INTEGRAL [ERECHIM]; CIÊNCIAS SOCIAIS - NOTURNO [ERECHIM]; EDUCAÇÃO ESPECIAL INCLUSIVA - INTEGRAL [ERECHIM]; ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA - MATUTINO [ERECHIM]; ENGENHARIA CIVIL - NOTURNO [ERECHIM]; FILOSOFIA - NOTURNO [ERECHIM]; GEOGRAFIA - NOTURNO [ERECHIM]; GEOGRAFIA - NOTURNO [ERECHIM]; HISTÓRIA - NOTURNO [ERECHIM]; HISTÓRIA - NOTURNO [ERECHIM]; INTERDISCIPLINAR EM EDUCAÇÃO DO CAMPO: CIÊNCIAS DA NATUREZA - INTEGRAL [ERECHIM]; PEDAGOGIA - NOTURNO [ERECHIM]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Artes cênicas","data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"},{"_id":7707,"projeto_registro":"CUL-2026-31","projeto_titulo":"Sons do Meio-dia","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2027-04-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"JORGE VALDAIR PSIDONIK","nome_campus":"Erechim","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"Cultura universitária; Diversidade cultural; Educação musical; Extensão universitária; Música","resumo":"O projeto Sons do Meio-Dia consiste na reedição de uma ação de extensão voltada à educação musical e ao entretenimento no ambiente universitário já realizado em três edicões, denominado Viagem ao Mundo da Música. A proposta prevê a exibição de músicas no Campus, nas quartas-feiras no horário do meio dia. As músicas serão agrupadas em gêneros musicais ou artistas específicos. As atividades incluem pesquisa, produção de materiais e apresentações com suporte audiovisual e/ou performances ao vivo, contando com a participação de artistas locais. O projeto busca promover o acesso à diversidade musical, incentivar a formação cultural e proporcionar um espaço de convivência e aprendizado não formal.","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":4,"ids_cursos_envolvidos":"5502; 5610; 5203; 5302","nomes_cursos_envolvidos":"AGRONOMIA - INTEGRAL [ERECHIM]; ARQUITETURA E URBANISMO - INTEGRAL [ERECHIM]; CIÊNCIAS BIOLÓGICAS - INTEGRAL [ERECHIM]; ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA - MATUTINO [ERECHIM]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Música","data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"},{"_id":7708,"projeto_registro":"CUL-2026-30","projeto_titulo":"Amor Primordial ","data_inicio":"2026-03-10","data_fim":"2026-03-24","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"LUIZ CARLOS SORDI","nome_campus":"Chapecó","desc_area_cnpq":"EDUCAÇÃO","palavras_chave":"Afetividade; Prazer em Viver.; Vitalidade.","resumo":"\r\nO Percursos Amor Primordial faz encontros comunitários continuados, utilizando a Biodanza como metodologia de fortalecimento de vínculos, escuta coletiva e comunicação democrática. A iniciativa responde ao contexto contemporâneo de isolamento social  empobrecimento da afetividade, criando espaços presenciais de encontro, pertencimento e promoção da saúde Mental.","modalidade":"EVENTO","quant_cursos_envolvidos":1,"ids_cursos_envolvidos":"1730","nomes_cursos_envolvidos":"PEDAGOGIA - MATUTINO [CHAPECÓ]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Multilinguagem","data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"},{"_id":7709,"projeto_registro":"CUL-2026-29","projeto_titulo":"IV CampeANATO – IV Campeonato Regional de Anatomia Humana da Universidade Federal da Fronteira Sul","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2027-04-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"DEBORA TAVARES DE RESENDE E SILVA","nome_campus":"Chapecó","desc_area_cnpq":"MEDICINA","palavras_chave":"anatomia; competição; formação complementar; Show","resumo":"O CampAnato já aconteceu em 3 edições anteriores e cada ano que passa, é possível atingir um número maior de participantes e outras IESs. A realização do IV CampAnato fará com que possa-se promover educação continuada e ampliada do conhecimento adquirido em sala de aula. Além disso, idealizamos e realizaremos o IV Campeonato de Anatomia e Fisiologia Humana (CampeAnato), buscando ampliar a visibilidade da universidade e promover a integração com estudantes de outras IESs. Espera-se que o evento supere nossas expectativas, contando com a participação de alunos de mais locais, visto que nossa última edição teve a participação da Unochapecó, da Unidep e até da UNIOESTE de Cascavel-PR. Acreditamos que alcançaremos plenamente nossos propósitos, proporcionando uma experiência única aos membros do grupo, distinta da vivenciada por outros discentes que não participaram da iniciativa.\r\nO CampAnato é um campeonato de anatomia humana, onde os alunos irão participar de uma competição de conhecimentos sobre o tema, em duplas, e estes participaram de algumas etapas. A comissão organizadora irá pensar em todas etapas e ira planejar o evento.\r\n“CampeANATO - IV Campeonato de Anatomia Humana da Universidade Federal da Fronteira Sul”, na UFFS - campus Chapecó, será um evento de cultura, o qual será na área de Anatofisiologia, e será tanto como desafio para qualquer estudante e discente de algum curso da área da saúde, como também para divulgar a própria UFFS – campus Chapecó para outras universidades próximas ao oeste catarinense. Esse evento de cultura cem outras edições contou com a participação de mais ou menos 130 estudantes (40 duplas competindo e de 7 membros organizadores do grupo de estudos que estruturaram e sistematizaram o Projeto. Contou, ainda, com 3 etapas de realização: prova teórica de anatomia e fisiologia de assuntos diversificados em 20 questões, prova prática em estruturas artificiais do Laboratório de Anatomia da Universidade Federal da Fronteira Sul no Bloco B em 10 bancas e, por fim, a realização de um Quiz Show com perguntas clínicas da área.\r\nO QUIZZ-SHOW foi o sucesso deste evento.\r\nQuanto à estruturação planejada, a equipe contará com a reserva de Bloco B da universidade, de salas, do laboratório e de outros recursos, como a Copa. A realização, desse modo, ocorrerá visando concretizar o objetivo inicial de divulgar a Universidade e de desafiar os estudantes da área da saúde nessa área da medicina tão importante e fundamental para uma boa formação. Durante a realização do III CampAnato, tivemos a participação ativa de duplas competindo de quatro (4) Universidades distintas, de dois (2) Estados: MEDICINA UNOCHAPECÓ, Medicina UNIDEP de Pato Branco-PR, medicina UNIOESTE de Cascavel-PR e da própria Universidade Federal da Fronteira Sul - Chapecó-SC. Foi sensacional. Pretende-se ampliar ainda mais este evento, atingindo um número maior de participantes e IESs.","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":2,"ids_cursos_envolvidos":"1400; 1411","nomes_cursos_envolvidos":"ENFERMAGEM - INTEGRAL [CHAPECÓ]; MEDICINA - INTEGRAL [CHAPECÓ]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Multilinguagem","data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"},{"_id":7710,"projeto_registro":"CUL-2026-28","projeto_titulo":"IntegraSons – Apresentações Musicais em eventos da UFFS e Comunidade Regional","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2027-04-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"ANDERSON FUNAI","nome_campus":"Chapecó","desc_area_cnpq":"ENFERMAGEM","palavras_chave":"Música; Promoção de Saúde; Saúde Mental","resumo":"O IntegraSons – Apresentações Musicais em eventos da UFFS e Comunidade Regional é uma ação do programa IntegraSom - música ao vivo como estratégia de integração e promoção de saúde mental da comunidade acadêmica da UFFS e Regional dedicada à realização de apresentações musicais ao vivo em eventos institucionais da UFFS Campus Chapecó e em atividades voltadas à comunidade regional, com foco em integração, fortalecimento de vínculos e promoção da saúde mental. Essas apresentações são estruturadas para ocorrer em diferentes contextos, como semanas acadêmicas, datas comemorativas, atividades de extensão e eventos culturais, combinando repertórios diversificados e acesso gratuito para toda a comunidade acadêmica e os moradores da região.\r\nO objetivo central dessa ação é usar a música ao vivo como ferramenta de integração entre estudantes, servidores e público externo, criando espaços de convivência mais acolhedores e colaborativos dentro da universidade e na cidade. Ao articular artistas, grupos musicais e bolsistas do projeto, o IntegraSons – Apresentações Musicais busca ampliar o alcance cultural da UFFS, contribuir para a valorização da produção artística local e oferecer momentos de lazer e expressão que dialoguem com a missão institucional de ensino, pesquisa e extensão. 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Tem como eixo responsável para montar e manter a estrutura de apoio necessária para as apresentações musicais ao vivo voltadas à integração e à promoção da saúde mental da comunidade acadêmica. Esse componente não se limita apenas ao palco, mas envolve coordenação de equipe, recursos humanos e logística de eventos.","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":0,"ids_cursos_envolvidos":null,"nomes_cursos_envolvidos":null,"situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Música","data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"},{"_id":7712,"projeto_registro":"CUL-2026-26","projeto_titulo":"A Imigração Através da Literatura","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2027-04-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"ISABEL ROSA GRITTI","nome_campus":"Erechim","desc_area_cnpq":"HISTÓRIA","palavras_chave":"DESLOCAMENTO; IMIGRAÇÃO; LITERATURA","resumo":"\r\n   Objetivamos melhor entender os diversos aspectos presentes no processo migratório apresentados pela literatura. As obras literárias serão contextualizadas para que os elementos discutidos na narrativa literária sejam compreendidos. A utilização deste genêro literário como estudo da História têm conquistado espaço na medida em que o surgimento de uma nova historiografia trouxe a possibilidade de novas fontes e abordagens no campo historiográfico.Diante disso, distante está o esgotamento da temática migratória.Como um movimento perene e constante, novos grupos de diferentes territórios deslocam-se e novos desafios nos são colocados.A questão básica: por que migram, continua buscando  resposta e estas são cada vez mais complexas. Ulilizando abordagens e fontes que permitem um olhar transdisciplinar contribui significativamente para uma maior compreensão do movimento.\r\n\r\n","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":6,"ids_cursos_envolvidos":"5742; 5702; 5713; 5722; 5510; 5732","nomes_cursos_envolvidos":"CIÊNCIAS SOCIAIS - NOTURNO [ERECHIM]; FILOSOFIA - NOTURNO [ERECHIM]; GEOGRAFIA - NOTURNO [ERECHIM]; HISTÓRIA - NOTURNO [ERECHIM]; INTERDISCIPLINAR EM EDUCAÇÃO DO CAMPO: CIÊNCIAS DA NATUREZA - INTEGRAL [ERECHIM]; PEDAGOGIA - NOTURNO [ERECHIM]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Patrimônio Cultural material e imaterial","data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"},{"_id":7713,"projeto_registro":"CUL-2026-25","projeto_titulo":"Celebra-UFFS - Eventos artísticos e musicais no campus Passo Fundo.","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2028-12-31","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"JOSSIMARA POLETTINI","nome_campus":"Passo Fundo","desc_area_cnpq":"SAÚDE COLETIVA","palavras_chave":"Artes; Cultura; Saúde","resumo":"Esta iniciativa visa organizar e promover um cronograma de atividades artísticas e culturais — incluindo saraus, exposições, oficinas de fotografia e música, além de rodas de conversa e mediação de leitura. Realizadas nos espaços do campus Passo Fundo, as ações buscam democratizar o acesso à arte e fortalecer os vínculos entre a comunidade acadêmica e o público regional.","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":3,"ids_cursos_envolvidos":"6401; 6; 6400","nomes_cursos_envolvidos":"ENFERMAGEM - INTEGRAL [PASSO FUNDO]; LATO SENSU PASSO FUNDO - INTEGRAL [PASSO FUNDO]; MEDICINA - INTEGRAL [PASSO FUNDO]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Multilinguagem","data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"},{"_id":7714,"projeto_registro":"CUL-2026-24","projeto_titulo":"Pausa Musical: Entre Notas e Conversas","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2028-12-31","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"JOSSIMARA POLETTINI","nome_campus":"Passo Fundo","desc_area_cnpq":"SAÚDE COLETIVA","palavras_chave":"Artes; Música; Saúde","resumo":"Este projeto promove a integração entre a universidade e a sociedade por meio da música e da cultura viva. A iniciativa estrutura-se em três eixos principais: a oferta de oficinas práticas de instrumentos musicais para a comunidade acadêmica e regional; a organização de eventos artísticos que dão visibilidade a talentos locais; e a realização de festas temáticas e ações de cultura viva. Ao transformar o ambiente universitário em um polo de expressão artística, o projeto busca democratizar o acesso ao ensino musical, estimular a saúde mental e fortalecer os vínculos sociais através da celebração e do fazer artístico.","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":3,"ids_cursos_envolvidos":"6401; 6; 6400","nomes_cursos_envolvidos":"ENFERMAGEM - INTEGRAL [PASSO FUNDO]; LATO SENSU PASSO FUNDO - INTEGRAL [PASSO FUNDO]; MEDICINA - INTEGRAL [PASSO FUNDO]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Multilinguagem","data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"},{"_id":7715,"projeto_registro":"CUL-2026-23","projeto_titulo":"COLETIVO CULTURAL – SAÚDE, ARTE E MÚSICA","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2028-12-31","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"JOSSIMARA POLETTINI","nome_campus":"Passo Fundo","desc_area_cnpq":"SAÚDE COLETIVA","palavras_chave":"Artes; cultura; saúde","resumo":"A organização deste coletivo cultural tem o propósito de fomentar a produção cultural de forma colaborativa, democratizar o acesso à arte e fortalecer o diálogo com a comunidade regional.\r\nO coletivo será formado por um grupo de pessoas (docentes, técnicos administrativos, alunos e comunidade regional), que compartilham interesses artísticos e sociais, com o intuito de realizar atividades de cunho coletivo.\r\nProdução Cultural e Artística: Produzir cultura pública, arte, música, teatro, cinema e literatura de maneira colaborativa.\r\nDemocratização do Acesso: Facilitar o acesso à cultura e à arte, levando produções a diferentes espaços, frequentemente periferias e áreas com menos oportunidades.\r\nDesenvolvimento Comunitário e Social: Fortalecer a comunidade local, promover a cidadania e realizar ações sociais que beneficiem os moradores da região.\r\nValorização da Cultura Local: Resgatar, preservar e divulgar tradições e costumes específicos de uma comunidade.\r\nFormação e Capacitação: Oferecer oficinas, formações e workshops artísticos para a comunidade.\r\nEm resumo, o foco principal é o trabalho em conjunto, a troca de saberes e o fortalecimento de uma identidade cultural, focado no propósito coletivo.\r\nPropostas de ações\r\n- Exposições fotográficas\r\n- Apresentações artísticas e culturais\r\n- Fomentar a construção do grupo de música – Campus Passo Fundo\r\n- Oficinas artísticas coordenadas por colaboradores externos","modalidade":"PROGRAMA","quant_cursos_envolvidos":3,"ids_cursos_envolvidos":"6401; 6; 6400","nomes_cursos_envolvidos":"ENFERMAGEM - INTEGRAL [PASSO FUNDO]; LATO SENSU PASSO FUNDO - INTEGRAL [PASSO FUNDO]; MEDICINA - INTEGRAL [PASSO FUNDO]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Multilinguagem","data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"},{"_id":7716,"projeto_registro":"CUL-2026-22","projeto_titulo":"CineSaúde: Cinema, Cuidado e Sociedade","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2027-04-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"ALESSANDRA REGINA MULLER GERMANI","nome_campus":"Passo Fundo","desc_area_cnpq":"SAÚDE COLETIVA","palavras_chave":"cinema; cuidado; saúde; Sistema Único de Saúde – SUS; sociedade","resumo":"O projeto CineSaúde: Cinema, Cuidado e Sociedade surgem a partir de demandas institucionais identificadas nas Conferências de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), que evidenciaram a necessidade de fortalecer espaços de interação entre universidade e comunidade. Soma-se a isso a experiência acumulada em ações extensionistas, que apontaram a relevância de iniciativas voltadas à promoção da saúde, prevenção de doenças e ao cuidado integral. O uso do cinema como ferramenta pedagógica possibilita abordar, de forma sensível e crítica, os determinantes sociais do processo saúde-doença, além de favorecer o diálogo com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). O projeto será desenvolvido por meio de sessões bimestrais de cine-debate, com exibição de obras audiovisuais seguidas de discussões mediadas por docentes, estudantes ou convidados. As obras serão selecionadas conforme relevância temática e acessibilidade, priorizando materiais de domínio público ou com licença livre. A metodologia adotada será participativa e dialógica, inspirada em Paulo Freire, utilizando perguntas-problema para estimular a reflexão crítica. As atividades envolverão estudantes, profissionais de saúde e comunidade, com produção de registros reflexivos, como relatos e sínteses. O projeto será organizado em etapas de planejamento, execução e avaliação. Espera-se promover a formação crítica e humanizada dos participantes, fortalecendo a articulação entre ensino, pesquisa e extensão, ampliando o diálogo entre universidade, serviços e comunidade e contribuindo para a qualificação das práticas em saúde, em consonância com os princípios do SUS.\r\n\r\nMetodologia\r\nEtapas:\r\n1. Planejamento (Maio 2026):\r\n• Definição da programação anual de obras audiovisuais (filmes e vídeos) e facilitadores dos debates;\r\n• Organização do espaço físico e divulgação das sessões.\r\n\r\n2.Execução (Junho 2026 à março 2027):\r\n•Exibição de um filme a cada dois meses, sempre na última sexta-feira à tarde. A indicação das obras audiovisuais levará em conta serem de acesso público (domínio público, produções do SUS, documentários disponíveis em plataformas oficiais ou com licença livre).\r\n• Após cada sessão, realização de debate mediado por docentes ou convidados da área da saúde, cultura ou ciências humanas;\r\n• Produção de relato reflexivo pelos participantes e registro fotográfico/documental da atividade.\r\n\r\n3. Avaliação final e Relatório (Abril 2027):\r\n• Sistematização das discussões em relatório final;\r\n• Compartilhamento dos resultados com a comunidade acadêmica e os serviços parceiros.\r\n\r\nAbordagem metodológica:\r\n• Metodologia participativa e dialógica, inspirada em Paulo Freire;\r\n• Utilização do cinema como recurso de sensibilização e educação popular;\r\n• Debates baseados em perguntas-problema e temas emergentes;\r\n• Avaliação coletiva das sessões e dos aprendizados produzidos.\r\n\r\n4.Cronograma de Execução\r\n\r\nMês\t           Atividade\t Responsáveis\r\nMaio\r\n2026 \t Planejamento e seleção das obras audiovisuais - Coordenação e equipe\r\n\r\nJunho\r\n2026 \t Sessão 1 - Equipe CineSaúde\r\n\r\nAgosto\r\n2026\t        Sessão 2 – Equipe CineSaúde\r\n\r\nOutubro\r\n2026\t        Sessão 3 – Equipe CineSaúde\r\n\r\nDezembro\r\n2026\t        Sessão 4 – Equipe CineSaúde\r\n\r\nMarço\r\n2027\t        Sessão 5 – Equipe CineSaúde\r\n\r\nAbril\r\n2027\t        Avaliação final e relatório - Coordenação e equipe\r\n\r\nResultados Esperados\r\n• Fortalecimento da extensão universitária como espaço de formação cidadã e crítica;\r\n• Ampliação do diálogo entre universidade e sociedade;\r\n• Sensibilização dos participantes para os determinantes sociais da saúde;\r\n• Produção de materiais extensionistas (relatos, vídeos, podcasts);\r\n• Consolidação do CineSaúde como ação permanente da UFFS – Campus Passo Fundo.\r\n\r\nAvaliação\r\nA avaliação será contínua e participativa, envolvendo:\r\n• Registro de frequência e participação;\r\n• Aplicação de formulário de avaliação ao final de cada sessão;\r\n• Relatórios qualitativos elaborados pela equipe;\r\n• Análise final do impacto formativo e comunitário do projeto.\r\n\r\nReferências\r\nBRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Educação Popular em Saúde no SUS (PNEPS-SUS). Brasília: MS, 2013.\r\nBRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Educação Permanente em Saúde. Brasília: MS, 2009.\r\nFREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.\r\nCAMPOS, Gastão Wagner de Sousa. Saúde Paideia. São Paulo: Hucitec, 2000.\r\nUFFS. Resolução nº 40/CONSUNI-CGRAD/2017 – Normas para Ações de Extensão Universitária.\r\n\r\n\r\n","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":2,"ids_cursos_envolvidos":"6401; 6400","nomes_cursos_envolvidos":"ENFERMAGEM - INTEGRAL [PASSO FUNDO]; MEDICINA - INTEGRAL [PASSO FUNDO]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":null,"data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"},{"_id":7717,"projeto_registro":"CUL-2026-21","projeto_titulo":"Programa de cultura Grupo de teatro la broma ","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2028-04-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"ANA CAROLINA TEIXEIRA PINTO","nome_campus":"Realeza","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"coletivo cultural; dramaturgia autoral; jogos teatrais; oficinas; teatro","resumo":"O Programa Coletivo Cultural Grupo de teatro La broma, em concordância com as diretrizes da COEPE, propõe o desenvolvimento de grupo de artes performáticas, apreciação de arte e formação de plateia. Além disso, seguindo as orientações do Edital Nº 102/GR/UFFS/2026 visa realizar ações culturais em grupo com foco no teatro, \"com o objetivo de potencializar o uso da criatividade coletiva, a interação entre arte, cultura e o conhecimento científico e o fortalecimento da cultura como dimensão fundamental da formação humana integral no ensino superior\". O presente programa conta com os seguintes projetos de cultura: Laboratório de dramaturgia: Grupo de teatro La broma e Oficinas de jogos teatrais: Grupo de teatro La broma. Os projetos trabalharão em conjunto, posto que os estudos da base teórica e prática serão realizados nos dois projetos e os alunos, bolsistas e voluntários, envolvidos atuarão em ambos. ","modalidade":"PROGRAMA","quant_cursos_envolvidos":6,"ids_cursos_envolvidos":"3602; 3201; 3803; 3530; 3410; 3704","nomes_cursos_envolvidos":"ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA - NOTURNO [REALEZA]; CIÊNCIAS BIOLÓGICAS - NOTURNO [REALEZA]; LETRAS - PORTUGUÊS E ESPANHOL - NOTURNO [REALEZA]; MEDICINA VETERINÁRIA - INTEGRAL [REALEZA]; NUTRIÇÃO - MATUTINO [REALEZA]; PEDAGOGIA - NOTURNO [REALEZA]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Artes cênicas","data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"},{"_id":7718,"projeto_registro":"CUL-2026-20","projeto_titulo":"Trama Latina - Coletivo de tambores da UFFS","data_inicio":"2026-04-02","data_fim":"2027-04-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"MARCELA ALVARES MACIEL","nome_campus":"Erechim","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"Cultura Digital; Musicoterapia comunitária; Paisagem Sonora","resumo":"O projeto Trama Latina - Coletivo de Tambores da UFFS propõe um arranjo cultural transdisciplinar no Campus Erechim, articulando patrimônio cultural, educação sonora e musicoterapia comunitária sob a égide do programa Fronteiras Sonoras. A proposta parte da identificação de uma lacuna crítica: a fragmentação entre o fazer artístico, o bem-estar social e a sustentabilidade ambiental, que negligencia o potencial da arte sonora como ferramenta de resiliência e cuidado. Diante desse cenário, o objetivo geral é promover a formação musical e o fortalecimento da identidade cultural latino-americana através da percussão e da luteria sustentável. A metodologia estrutura-se em um ciclo que integra oficinas de construção artesanal de instrumentos  a partir de materiais recicláveis, evoluindo para a prática coletiva e a formação de uma orquestra de ritmos latinos. Este processo consolida-se como um espaço de curricularização da extensão, integrando estudantes de graduação e pesquisadores do Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas (PPGICH) na investigação da paisagem sonora e da cartografia dos afetos. Como resultados esperados, o projeto busca a reabilitação do ambiente acústico urbano e a democratização do acesso ao saber cultural por meio da difusão digital na TV Fronteira e de intercâmbios internacionais com mestres sul-americanos. Alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS 3, 4, 11 e 12) da Agenda 2030 da ONU, a iniciativa pretende gerar impactos tangíveis na formação de capital cultural e benefícios intangíveis na melhoria da qualidade de vida e na consciência ambiental da comunidade acadêmica e regional.","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":3,"ids_cursos_envolvidos":"5610; 5722; 5510","nomes_cursos_envolvidos":"ARQUITETURA E URBANISMO - INTEGRAL [ERECHIM]; HISTÓRIA - NOTURNO [ERECHIM]; INTERDISCIPLINAR EM EDUCAÇÃO DO CAMPO: CIÊNCIAS DA NATUREZA - INTEGRAL [ERECHIM]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Patrimônio Cultural material e imaterial","data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"},{"_id":7719,"projeto_registro":"CUL-2026-19","projeto_titulo":"Semana dos Povos Indígenas","data_inicio":"2026-04-06","data_fim":"2026-04-10","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"ELISIANE DA SILVA QUEVEDO","nome_campus":"Erechim","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"Cultura; etnias; Indigenas; saberes populares","resumo":"A Semana dos Povos Indígenas da UFFS - Campus Erechim pretende celebrar e valorizar a história, tradições e conhecimentos ancestrais dos povos indígenas.  O evento inclui cerimônias, oficinas e atividades culturais que promovem a conscientização e o respeito à diversidade indígena.\r\n\r\nProgramação:\r\n\r\n7/04 – Cerimônia de Abertura (19h)- Cerimônia de abertura com falas de representantes indígenas.\r\n- Apresentação Cultural e Oficina: \"Memórias Ancestrais: Cosmologias e Narrativas Indígenas\".\r\n\r\n08/04 – Oficinas- Oficina de Brincos de Pena (17h às 19h) – Sala 218 do bloco dos professores.\r\n- Oficina de Pulseiras (19h30 às 21h) – Sala 304 B.\r\n- Oficina de Filtro dos Sonhos (19h30 às 21h) – Sala 305 A.\r\n    - Certificação no local.\r\n\r\n09/04 – Atividades Culturais- Jogos Indígenas (a partir das 13h) – Campo da UFFS.\r\n- Comidas Típicas – Baniwa e Kaingang (a partir das 17h).\r\n    - Preparar: Bosaque.\r\n    - Experimento: Copa do Bloco B.\r\n- Pinturas e Grafismos (18h30 às 19h30) – Auditório do Bloco B.\r\n- Noite de Desfile (a partir das 19h30) – Saguão do Bloco B.\r\n    - Escolha da Miss e Mister Indígena da UFFS.","modalidade":"EVENTO","quant_cursos_envolvidos":12,"ids_cursos_envolvidos":"5502; 5610; 5203; 5742; 5302; 5702; 5713; 5712; 5722; 5723; 5510; 5732","nomes_cursos_envolvidos":"AGRONOMIA - INTEGRAL [ERECHIM]; ARQUITETURA E URBANISMO - INTEGRAL [ERECHIM]; CIÊNCIAS BIOLÓGICAS - INTEGRAL [ERECHIM]; CIÊNCIAS SOCIAIS - NOTURNO [ERECHIM]; ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA - MATUTINO [ERECHIM]; FILOSOFIA - NOTURNO [ERECHIM]; GEOGRAFIA - NOTURNO [ERECHIM]; GEOGRAFIA - NOTURNO [ERECHIM]; HISTÓRIA - NOTURNO [ERECHIM]; HISTÓRIA - NOTURNO [ERECHIM]; INTERDISCIPLINAR EM EDUCAÇÃO DO CAMPO: CIÊNCIAS DA NATUREZA - INTEGRAL [ERECHIM]; PEDAGOGIA - NOTURNO [ERECHIM]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Patrimônio Cultural material e imaterial","data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"},{"_id":7720,"projeto_registro":"CUL-2026-18","projeto_titulo":"TV Fronteira UFFS – Comunicação, Cultura e Divulgação das Ações Universitárias","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2027-04-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"JORGE VALDAIR PSIDONIK","nome_campus":"Erechim","desc_area_cnpq":"COMUNICAÇÃO","palavras_chave":"Comunicação universitária; Cultura universitária; Divulgação científica; Extensão universitária; Mídias digitais","resumo":"O projeto TV Fronteira UFFS – Comunicação, Cultura e Divulgação das Ações Universitárias tem como objetivo fortalecer a comunicação universitária, a divulgação científica e cultural e a aproximação entre universidade e sociedade por meio da produção de conteúdos audiovisuais, transmissões de eventos institucionais, produção de materiais gráficos e divulgação das ações acadêmicas em redes sociais e plataformas digitais. O projeto envolve estudantes na produção de conteúdos, operação de equipamentos audiovisuais, cobertura de eventos e planejamento de comunicação da TV Fronteira em ações de extensão e cultura. A iniciativa contribui para a formação acadêmica dos estudantes, amplia a visibilidade das ações da universidade e promove a democratização do conhecimento produzido no ambiente universitário, fortalecendo a relação entre universidade e comunidade.","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":12,"ids_cursos_envolvidos":"5502; 5610; 5102; 5203; 5742; 5302; 5312; 5702; 5712; 5722; 5510; 5732","nomes_cursos_envolvidos":"AGRONOMIA - INTEGRAL [ERECHIM]; ARQUITETURA E URBANISMO - INTEGRAL [ERECHIM]; CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO - NOTURNO [ERECHIM]; CIÊNCIAS BIOLÓGICAS - INTEGRAL [ERECHIM]; CIÊNCIAS SOCIAIS - NOTURNO [ERECHIM]; ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA - MATUTINO [ERECHIM]; ENGENHARIA CIVIL - NOTURNO [ERECHIM]; FILOSOFIA - NOTURNO [ERECHIM]; GEOGRAFIA - NOTURNO [ERECHIM]; HISTÓRIA - NOTURNO [ERECHIM]; INTERDISCIPLINAR EM EDUCAÇÃO DO CAMPO: CIÊNCIAS DA NATUREZA - INTEGRAL [ERECHIM]; PEDAGOGIA - NOTURNO [ERECHIM]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Audiovisual","data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"},{"_id":7721,"projeto_registro":"CUL-2026-17","projeto_titulo":"Oficinas de jogos teatrais: Grupo de Teatro La Broma ","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2028-04-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"ANA CAROLINA TEIXEIRA PINTO","nome_campus":"Realeza","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"conexão de grupo; criatividade; educação básica; jogos teatrais","resumo":"O projeto Oficinas de jogos teatrais: Grupo de Teatro La Broma visa oferecer oficinas de jogos teatrais para escolas parceiras dos municípios de Realeza, Santa Izabel do Oeste e Ampére. A partir da teoria e práticas desenvolvidas por Augusto Boal, Viola Spolin e Anne Bogart, as oficinas de jogos teatrais resultam fins específicos como, por exemplo,: ativação da atenção máxima; execução de ações; ativação de diferentes sentimentos por meio da fala e expressão corporal; ativação da audição; desenvolvimento da criatividade e imaginação; concentração; seriedade e conexão de grupo. Portanto, entendemos os jogos teatrais como ferramentas auxiliares das atividades pedagógicas já oferecidas nas escolas;  e também primordiais para a formação dos futuros docentes, estudantes dos Cursos de licenciaturas do campus Realeza. \r\n","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":5,"ids_cursos_envolvidos":"3201; 3101; 3803; 3704; 3121","nomes_cursos_envolvidos":"CIÊNCIAS BIOLÓGICAS - NOTURNO [REALEZA]; FÍSICA - NOTURNO [REALEZA]; LETRAS - PORTUGUÊS E ESPANHOL - NOTURNO [REALEZA]; PEDAGOGIA - NOTURNO [REALEZA]; QUÍMICA - NOTURNO [REALEZA]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Artes cênicas","data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"},{"_id":7722,"projeto_registro":"CUL-2026-16","projeto_titulo":"Laboratório de dramaturgia: Grupo de teatro La broma","data_inicio":"2026-05-01","data_fim":"2028-04-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"ANA CAROLINA TEIXEIRA PINTO","nome_campus":"Realeza","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"coletivo cultural; dramaturgia; teatro","resumo":"O Laboratório de dramaturgia: Grupo de teatro La broma, em concordância com as diretrizes da COEPE, propõe o desenvolvimento de grupo de artes performáticas, apreciação de arte e formação de plateia. O grupo, que nasceu em 2011 do Projeto de Extensão Língua e cultura hispânica e atua desde então no Campus Realeza, conta com alunos da UFFS de diferentes cursos de graduação e de pós- graduação e da comunidade regional. Ao longo dos anos, já realizou apresentações em várias cidades da região, em eventos nacionais e internacionais. As atividades que são desenvolvidas visam proporcionar outras possibilidades de reflexão a partir de diferentes linguagens, particularmente, aquelas vinculadas às artes cênicas. Nesta edição a proposta é de encontros semanais de 3 horas presenciais aos sábados focada na criação e composição de dramaturgia autoral partindo de obras literárias consagradas e desenvolvimento de técnicas de interpretação para atores. Como resultados esperados está a realização de espetáculo teatral autoral nas escolas dos municípios de Realeza, Santa Izabel Do Oeste e Ampere, além de eventos na UFFS e região. \r\n\r\n","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":6,"ids_cursos_envolvidos":"3602; 3201; 3803; 3530; 3410; 3704","nomes_cursos_envolvidos":"ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA - NOTURNO [REALEZA]; CIÊNCIAS BIOLÓGICAS - NOTURNO [REALEZA]; LETRAS - PORTUGUÊS E ESPANHOL - NOTURNO [REALEZA]; MEDICINA VETERINÁRIA - INTEGRAL [REALEZA]; NUTRIÇÃO - MATUTINO [REALEZA]; PEDAGOGIA - NOTURNO [REALEZA]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Artes cênicas","data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"},{"_id":7723,"projeto_registro":"CUL-2026-15","projeto_titulo":"La Bienvenida: IV Jornada de Estudios de Lengua, Cultura y Literatura Hispánicas","data_inicio":"2026-03-26","data_fim":"2026-03-26","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"NAIANE CAROLINA MENTA TRES","nome_campus":"Realeza","desc_area_cnpq":"LETRAS","palavras_chave":"Cultura; Língua e Literatura em espanhol; Língua Espanhola","resumo":"La bienvenida é um evento que enaltece os estudos da língua e da literatura em língua espanhola por meio da cultura. A atividade integra todas as fases do curso de Letras Português e Espanhol da UFFS, campus Realeza em uma noite dividida em dois blocos. O primeiro bloco é composto por apresentações artísticas e culturais, os acadêmicos realizam declamações, contações de história, obras de teatro, cantam músicas ou utilizam-se de outras expressões. A ideia é proporcionar um palco aberto para que os acadêmicos se identifiquem com a língua espanhola e sua cultura, podendo apresentar propostas desenvolvidas em sala de aula ou criadas pelos próprios acadêmicos. Já no segundo bloco de atividades, os laboratórios e salas de aula tornam-se espaço de oficinas. Vislumbrando um encontro feito por estudantes e dedicado aos estudantes, as oficinas são organizadas por bolsistas de projetos como a monitoria em língua espanhola, o CelUFFS ou outros projetos coordenados por professores da área. ","modalidade":"EVENTO","quant_cursos_envolvidos":0,"ids_cursos_envolvidos":null,"nomes_cursos_envolvidos":null,"situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Multilinguagem","data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"},{"_id":7724,"projeto_registro":"CUL-2026-14","projeto_titulo":"Narrativas Cruzadas da Sociedade","data_inicio":"2026-04-27","data_fim":"2028-04-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"GUSTAVO OLSZANSKI ACRANI","nome_campus":"Passo Fundo","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"Cultura; Empatia; Identidade; Narrativas; Saúde","resumo":"O projeto propõe a produção de uma série de mini-documentários a partir de histórias de vida de pessoas inseridas em diferentes contextos sociais. A ideia é compreender como elementos culturais atravessam essas trajetórias e participam da construção da identidade.\r\nAo longo do processo, essas narrativas são colocadas em relação de forma indireta, por meio de referências culturais que funcionam como ponto de conexão entre os participantes. Em alguns casos, essas aproximações aparecem com mais clareza; em outros, surgem de maneira mais sutil.\r\nDe modo geral, a proposta busca estimular reflexões sobre diversidade, empatia e reconhecimento do outro, além de contribuir para a formação acadêmica, especialmente na área da saúde, ao valorizar dimensões sociais e subjetivas do cuidado.\r\n","modalidade":"PROJETO","quant_cursos_envolvidos":2,"ids_cursos_envolvidos":"6401; 6400","nomes_cursos_envolvidos":"ENFERMAGEM - INTEGRAL [PASSO FUNDO]; MEDICINA - INTEGRAL [PASSO FUNDO]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Artes visuais","data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"},{"_id":7725,"projeto_registro":"CUL-2026-13","projeto_titulo":"DIA DA FAMÍLIA NA UNIVERSIDADE","data_inicio":"2026-03-29","data_fim":"2026-03-29","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"JORGE VALDAIR PSIDONIK","nome_campus":"Erechim","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"Dia da Família; Inserção na Comunidade; Integração Regional; Portas Abertas","resumo":"O projeto “Dia da Família na Universidade” consiste na realização de um evento de integração entre a universidade e a comunidade regional, promovido pelo campus Erechim da Universidade Federal da Fronteira Sul. O evento será aberto ao público, especialmente aos familiares de estudantes e futuros estudantes, com o objetivo de apresentar a estrutura da universidade, seus cursos, laboratórios, áreas experimentais e espaços de convivência, ao mesmo tempo em que proporciona um dia de lazer, cultura e integração social. 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Naquele ano o IV Festival Cultura de Fronteira foi realizado concomitantemente com as comemorações dos 15 anos da UFFS, e as obras deveriam guardar relação com o tema proposto: UFFS 15 Anos – Memórias e Saberes. \r\n\r\nEm 2025, o V Festival  Cultura de Fronteira continuou  a promover o desenvolvimento cultural e artístico da comunidade acadêmica e regional, com diversas modalidades, incluindo Artes Visuais, Artes Cênicas, Literatura, Música e Curta-metragem. A etapa local do festival no Campus Erechim ocorreu no  dia 20 de agosto e contou com a presença do Pró-Reitor de Extensão e Cultura da Universidade  Federal da  Fronteira Sul, Willian Simões e do Diretor de Cultura da Universidade  Federal da  Fronteira Su, Ronnie Reus Schroeder.\r\n\r\n Em 2026, VI Festival  Cultura de Fronteira, cuja a etapa local no Campus Erechim está prevista para o dia 12 de agosto (no período da tarde e da noite), pretende ser um evento  ainda mais envolvente e participativo, sempre valorizando a cultura como um pilar fundamental para a formação integral dos estudantes,\r\n\r\nNesse processo de realização de um evento cultural que engloba toda a instituição e seus multi-campi, a UFFS reafirma seu compromisso com a promoção da arte e da criatividade, incentivando a expressão e a inovação em todas as suas formas. É um momento de celebração da diversidade cultural e de reconhecimento da importância da arte na construção de uma sociedade mais justa e inclusiva.\r\n\r\n","modalidade":"EVENTO","quant_cursos_envolvidos":14,"ids_cursos_envolvidos":"5524; 5502; 5610; 5102; 5203; 5742; 5752; 5302; 5702; 5712; 5713; 5722; 5510; 5732","nomes_cursos_envolvidos":"AGRONOMIA - INTEGRAL [ERECHIM]; AGRONOMIA - INTEGRAL [ERECHIM]; ARQUITETURA E URBANISMO - INTEGRAL [ERECHIM]; CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO - NOTURNO [ERECHIM]; CIÊNCIAS BIOLÓGICAS - INTEGRAL [ERECHIM]; CIÊNCIAS SOCIAIS - NOTURNO [ERECHIM]; EDUCAÇÃO ESPECIAL INCLUSIVA - INTEGRAL [ERECHIM]; ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA - MATUTINO [ERECHIM]; FILOSOFIA - NOTURNO [ERECHIM]; GEOGRAFIA - NOTURNO [ERECHIM]; GEOGRAFIA - NOTURNO [ERECHIM]; HISTÓRIA - NOTURNO [ERECHIM]; INTERDISCIPLINAR EM EDUCAÇÃO DO CAMPO: CIÊNCIAS DA NATUREZA - INTEGRAL [ERECHIM]; PEDAGOGIA - NOTURNO [ERECHIM]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Multilinguagem","data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"},{"_id":7727,"projeto_registro":"CUL-2026-11","projeto_titulo":"VI Festival Cultura de Fronteira - Fase local Realeza","data_inicio":"2026-03-13","data_fim":"2026-09-30","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"ANA CAROLINA TEIXEIRA PINTO","nome_campus":"Realeza","desc_area_cnpq":"ARTES","palavras_chave":"arte; cultura; festival","resumo":"O Festival Cultura de Fronteira segue o seu momento de consolidação, após cinco edições, se apresenta como uma\r\natividade cultural esperada pela comunidade acadêmica. O novo cenário cultural que vive o Brasil, com reconhecimento\r\ninternacional de nossa produção cultural, só auxilia nesse processo de consolidação de ações no segmento. Com o intuito de\r\nrearticular e consolidar grupos culturais dentro da UFFS, fortalecendo ações afirmativas surge a sexta edição do Festival Cultura de\r\nFronteira. Buscando apresentar um amplo espectro de linguagens, se constituindo em uma ação relevante e de fôlego, na medida\r\nem que busca trabalhar com, música, artes cênicas, artes visuais, audiovisual e literatura, contemplando um rol expressivo de\r\nmanifestações culturais, articuladas com a realidade sociocultural de cada região. Diante disso, a realização de um festival que\r\ncontemple a diversidade cultural da Mesorregião da Grande Fronteira do Mercosul busca proporcionar espaços diferenciados para\r\nexpressar a identidade cultural. No ano de 2017 ocorreu o I Concurso Cultural da UFFS contemplando as modalidades de Contos e\r\nFotografias. Em 2018, buscando contemplar uma diversidade maior de linguagens artístico culturais e um intercâmbio entre os\r\nCampi, ampliou-se para o I FESTIVAL CULTURA DE FRONTEIRA. Já em 2019, ocorre o II Festival Cultura de Fronteira, com\r\ndesenvolvimento por meio da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROEC). Já a III edição desenvolveu-se em período pós-pandemia,\r\nonde o grande desafio foi novamente aproximar as pessoas, frente ainda há uma dificuldade de agregar muitas pessoas em um\r\núnico espaço. Na IV e maior edição do Festival, contamos com 178 inscritos nas etapas locais, fazendo com que tivéssemos uma\r\ngrande etapa geral, realizada concomitantemente com as comemorações dos 15 anos da UFFS. A quinta edição apresentou número\r\nparecidos com a quarta edição, foram 171 inscritos. Vencidas as etapas e com o êxito existente desde a primeira edição, apresentamos em 2026 a sexta edição. A premissa central é promover o desenvolvimento cultural e artístico da comunidade acadêmica e ampliar o alcance das reflexões sobre arte e cultura em seu potencial de transformação da sociedade. Neste contexto, visa possibilitar o intercâmbio e a livre expressão cultural entre artistas amadores e\r\nprofissionais da comunidade acadêmica da Universidade Federal da Fronteira Sul. Trata-se de uma atividade pedagógica e\r\ninstitucional, que busca contemplar ações de arte e cultura, e que estão previstas como Atividades Curriculares Complementares\r\nnos Projetos Pedagógicos dos Cursos.","modalidade":"EVENTO","quant_cursos_envolvidos":0,"ids_cursos_envolvidos":null,"nomes_cursos_envolvidos":null,"situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Multilinguagem","data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"},{"_id":7728,"projeto_registro":"CUL-2026-10","projeto_titulo":"MULHERES VIVAS 8M UFFS 2026","data_inicio":"2026-03-17","data_fim":"2026-06-12","quant_coordenadores":2,"coordenadores":"MICHELE BATISTA; NOELI GEMELLI REALI","nome_campus":"Chapecó","desc_area_cnpq":"EDUCAÇÃO","palavras_chave":"EDUCAÇÃO; FEMINICÍDIO; VIOLÊNCIA DOMÉSTICA","resumo":"O evento MULHERES VIVAS 8M UFFS 2026, faz parte de um conjunto de ações promovidas pelo Coletivo 8M que reúne várias entidades locais, regionais e nacionais em torno das problemáticas que envolvem as violências, as lutas e as conquistas feministas. Feminicídio é o tema selecionado para discussão e promoção de ações de combate a esta pandemia revelado pelos dados nos últimos anos. A direção do campus, o curso de Pedagogia, o Centro Acadêmico de Pedagogia, o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher/UFFS e o Coletivo 8M/Chapecó promovem várias ações no sentido de expor a problemática e criar ações de conscientização e mobilização de enfrentamento a todos os tipos de violência contra as mulheres. O evento prevê um mapeamento dos tipos e lugares de violência vivenciadas pelas professoras, estudantes, servidoras e terceirizadas com intuito de crias estratégias que alterem o quadro atual. Haverá também a inauguração do BANCO VERMELHO, atividade vinculada à reitoria; um painel de debate e um ciclo de cine debate contabilizando 16 h. 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Com duração aproximada de 1h55min, o longa tem circulação em festivais e sessões no Brasil e na Europa, sendo descrito pela imprensa como o primeiro documentário dedicado à história da Teologia da Libertação no continente.","modalidade":"EVENTO","quant_cursos_envolvidos":2,"ids_cursos_envolvidos":"6401; 6400","nomes_cursos_envolvidos":"ENFERMAGEM - INTEGRAL [PASSO FUNDO]; MEDICINA - INTEGRAL [PASSO FUNDO]","situacao_projeto":"PROPOSTA_ELABORACAO","linguagem":"Audiovisual","data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"},{"_id":7730,"projeto_registro":"CUL-2026-8","projeto_titulo":"Dia internacional da mulher","data_inicio":"2026-03-09","data_fim":"2026-03-09","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"ANA CAROLINA TEIXEIRA PINTO","nome_campus":"Realeza","desc_area_cnpq":"EDUCAÇÃO","palavras_chave":"educação; mulher; violência doméstica","resumo":"O evento em alusão ao dia internacional da mulher ocorrerá na noite do dia 09 de março e contará com a Palestra intitulada \"Violência Doméstica e a Urgência da Proteção\" realizada pela advogada Dra. Gabriela de Azevedo Machado e o Juiz Dr. Carlos Villalba. O evento aberto a toda comunidade acadêmica e envolvente é  organizado pela Coordenação Adjunta de Cultura do Campus Realeza em parceria com o Conselho da Comunidade da Comarca de Realeza. As atividades iniciarão 19h no auditório do bloco A com a apresentação musical temática do Projeto Cultura Musical, logo o diretor do Campus professor Dr. Marcos Beal realizará a abertura do evento e na sequência a coordenadora adjunta de cultura, professora Dra. Ana Carolina Teixeira Pinto fará a apresentação do evento e dos palestrantes. A palestra será conduzida pelo Juiz Dr. Carlos Villalba e pela Advogada Dra. Gabriela de Azevedo Machado, que apresentarão dados sobre casos de violência na região, evidenciando a necessidade de ações integradas e políticas públicas efetivas, além da importância da realização de denúncias, já que a responsabilidade no enfrentamento à violência doméstica não é apenas da vítima ou dos órgãos de segurança, mas de toda a coletividade. Também será apresentado um panorama das iniciativas em andamento na comarca, retomando a apresentação de projetos voltados à reeducação de homens autores de violência – como o programa que trabalha a ressignificação de comportamentos. No momento final o público será convidado para participar com perguntas a respeito do tema, totalizando 4 horas de evento. \r\n\r\n\r\n ","modalidade":"EVENTO","quant_cursos_envolvidos":7,"ids_cursos_envolvidos":"3602; 3201; 3111; 3803; 3410; 3704; 3121","nomes_cursos_envolvidos":"ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA - NOTURNO [REALEZA]; CIÊNCIAS BIOLÓGICAS - NOTURNO [REALEZA]; CIÊNCIAS NATURAIS - NOTURNO [REALEZA]; LETRAS - PORTUGUÊS E ESPANHOL - NOTURNO [REALEZA]; NUTRIÇÃO - MATUTINO [REALEZA]; PEDAGOGIA - NOTURNO [REALEZA]; QUÍMICA - NOTURNO [REALEZA]","situacao_projeto":"PROJETO_EXECUCAO","linguagem":"Patrimônio Cultural material e imaterial","data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"},{"_id":7731,"projeto_registro":"CUL-2026-7","projeto_titulo":"Sunset da Federal - Chapecó","data_inicio":"2026-03-10","data_fim":"2026-04-10","quant_coordenadores":1,"coordenadores":"FLAVIA AIGNER PAN","nome_campus":"Chapecó","desc_area_cnpq":"EDUCAÇÃO","palavras_chave":"Acolhimento; Convivência; Cultura; Integração Universitária; Música","resumo":"O projeto de cultura \"Sunset da Federal\" configura-se como uma ação cultural vespertina realizada no campus universitário, cujo objetivo precípuo é fomentar a integração da comunidade acadêmica (discentes, docentes e técnicos-administrativos). A iniciativa busca valorizar as manifestações culturais e fortalecer os vínculos interpessoais por meio da música e da interação.\r\nOriginado para estabelecer um espaço de acolhimento diferenciado e afetivo, a atividade visa proporcionar um ambiente propício à partilha de vivências, saberes e expectativas. A estrutura do evento contempla apresentações musicais de diversos gêneros, atividades interativas e a facilitação de grupos de discussão, destinados a incentivar a colaboração no meio acadêmico, sendo complementada pela disponibilização de bebidas não alcoólicas aos participantes. A atividade será realizada no dia 20 de março de 2026 ao entardecer no campus de Chapecó.","modalidade":"EVENTO","quant_cursos_envolvidos":0,"ids_cursos_envolvidos":null,"nomes_cursos_envolvidos":null,"situacao_projeto":"PROPOSTA_AVALIACAO","linguagem":"Música","data_atualizacao":"2026-09-21T02:30:15"}], "fields": [{"id": "_id", "type": "int"}, {"id": "projeto_registro", "type": "text", "info": {"label": "N\u00ba Registro", "notes": "N\u00famero de Registro do projeto no sistema Prisma. Ele \u00e9 formado por tipo(CUL/ENS/EXT/PES) - ano - n\u00famero sequencial. 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